Posologia (resumo)
Epilepsia (Geral)
Dose inicial de 10-15 mg/kg/dia (15 mg/kg/dia para crises de ausência), dividida em 2 a 3 vezes ao dia, com aumento de 5 a 10 mg/kg/semana até a resposta desejada; dose máxima de 60 mg/kg/dia. Engolir inteiro, sem mastigar.
Epilepsia (Guia de dose inicial por peso)
Dose inicial de 15 mg/kg/dia: 10-24,9 kg (250 mg/dia), 25-39,9 kg (500 mg/dia), 40-59,9 kg (750 mg/dia), 60-74,9 kg (1000 mg/dia), 75-89,9 kg (1250 mg/dia), administrados em doses divididas. Engolir inteiro, sem mastigar.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil CEP: 04566-905 T: (11) 5536-7000 BULA DO PACIENTE). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Epilepsia: DEPAKENE® (valproato de sódio) é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.
Epilepsia: DEPAKENE® (ácido valpróico) é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.
Epilepsia: DEPAKENE® (valproato de sódio) é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O valproato de sódio é a substância ativa do DEPAKENE® que é convertido a ácido valproico e este se dissocia em íon valproato no trato gastrointestinal.
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
O tratamento com DEPAKENE®, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.
O ácido valproico é a substância ativa do DEPAKENE® que se dissocia em íon valproato no trato gastrointestinal. O tratamento com DEPAKENE®, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.
O valproato de sódio é a substância ativa do DEPAKENE® que é convertido a ácido valproico e este se dissocia em íon valproato no trato gastrointestinal. O tratamento com DEPAKENE®, em alguns casos, pode produzir sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
DEPAKENE® é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
DEPAKENE® é contraindicado para uso por pacientes com:
• Conhecida hipersensibilidade ao valproato de sódio ou aos demais componentes da fórmula;
• Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de
possuir a Síndrome;
• Doença no fígado ou disfunção no fígado significativa;
• Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de
amônia no sangue;
• Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.
• Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida.
DEPAKENE® é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
DEPAKENE® é contraindicado para uso por pacientes com:
• Conhecida hipersensibilidade ao ácido valproico ou aos demais componentes da fórmula;
• Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir
a Síndrome;
• Doença no fígado ou disfunção no fígado significativa;
• Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia
no sangue;
• Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue;
• Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida
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DEPAKENE® é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
DEPAKENE® é contraindicado para uso por pacientes com:
• Conhecida hipersensibilidade ao valproato de sódio ou aos demais componentes da fórmula;
• Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de
possuir a Síndrome;
• Doença no fígado ou disfunção no fígado significativa;
• Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de
amônia no sangue;
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CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
• Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.
• Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento, periodicamente e depois, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia. DEPAKENE pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.
Hepatotoxicidade (toxicidade do fígado)/Disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo valproato de sódio, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome. Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado a encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epiléptico na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão
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psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem. Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária, o valproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com valproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.
Pancreatite (inflamação do pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam valproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com valproato de sódio.
Comportamento e ideação suicida: pacientes tratados com valproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas, e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.
Interação com antibióticos carbapenêmicos: o uso concomitante de ácido valpróico com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.
Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas no sangue): a trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.
Uso em pacientes do sexo masculino com potencial reprodutivo: um estudo observacional retrospectivo sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças nascidas de homens tratados com valproato nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam (ver seção de Gravidez).
Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo): foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com valproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com DEPAKENE devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado. Elevações de amônia sem sintomas são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.
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Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) e risco de Hiperamonemia: foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com valproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.
Pacientes com risco de hipocarnitinemia (deficiência de carnitina):
A administração de valproato pode desencadear a ocorrência ou agravamento de hipocarnitinemia que pode resultar em hiperamonemia (que pode levar a encefalopatia hiperamonêmica). Outros sintomas como toxicidade hepática, hipoglicemia hipocetótica, miopatia incluindo cardiomiopatia, rabdomiólise e síndrome de Fanconi foram observados, principalmente em pacientes com fatores de risco para hipocarnitinemia ou hipocarnitinemia préexistente. Pacientes com risco aumentado de hipocarnitinemia quando tratados com valproato incluem pacientes com distúrbios metabólicos, como distúrbios mitocondriais relacionados à carnitina, deficiência na ingestão nutricional de carnitina, pacientes com menos de 10 anos de idade, uso concomitante de medicamentos conjugados com pivalato ou de outros antiepilépticos. O médico deve ser informado sobre quaisquer sinais de hiperamonemia, como ataxia, alteração da consciência, vômitos, para investigação adicional. A suplementação de carnitina deve ser considerada quando forem observados sintomas de hipocarnitinemia.
Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35º C): tem sido relatada associada à terapia com valproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.
Atrofia Cerebral/Cerebelar: houve relatos pós-comercialização de atrofia (reversível e irreversível) cerebral e cerebelar, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, porém, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Foi observado prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.
Reações adversas cutâneas graves e Angioedema: reações adversas cutâneas graves (SCARs), também conhecida como síndrome de Stevens Johnson (SJS), necrólise epidérmica tóxica (NET) e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), eritema multiforme e angioedema, foram relatadas em associação com o tratamento com valproato. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas de manifestações cutâneas graves e monitorados de perto. Caso sejam observados sinais de SCAR ou angioedema, é necessária uma avaliação imediata e o tratamento deve ser interrompido se o diagnóstico de SCAR ou angioedema for confirmado.
Agravamento das convulsões: assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato. Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.
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Produtos contendo estrogênio: O valproato não reduz a eficácia dos contraceptivos hormonais. (ver seção de
Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento, periodicamente e depois, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia. DEPAKENE pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.
Hepatotoxicidade (toxicidade do fígado)/Disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Pancreatite (inflamação do pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam ácido valproico. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com ácido valproico.
Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiência hepática aguda induzida por ácido valproico /valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome. Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado a encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem. Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o ácido valproico deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com ácido valproico para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.
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Comportamento e ideação suicida: pacientes tratados com ácido valproico devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.
Interação com antibióticos carbapenêmicos: o uso concomitante de ácido valpróico com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.
Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas no sangue): a trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.
Uso em pacientes do sexo masculino com potencial reprodutivo: um estudo observacional retrospectivo sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças nascidas de homens tratados com ácido valpróico nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam (ver seção de Gravidez).
Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo): foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com ácido valproico e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com DEPAKENE devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado. Elevações de amônia sem sintomas são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.
Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) e risco de Hiperamonemia: foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com ácido valproico / valproato em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.
Pacientes com risco de hipocarnitinemia (deficiência de carnitina):
A administração de ácido valproico / valproato pode desencadear a ocorrência ou agravamento de hipocarnitinemia que pode resultar em hiperamonemia (que pode levar a encefalopatia hiperamonêmica). Outros sintomas como toxicidade hepática, hipoglicemia hipocetótica, miopatia incluindo cardiomiopatia, rabdomiólise e síndrome de Fanconi foram observados, principalmente em pacientes com fatores de risco para hipocarnitinemia ou hipocarnitinemia pré-existente. Pacientes com risco aumentado de hipocarnitinemia quando tratados com ácido valproico / valproato incluem pacientes com distúrbios metabólicos, como distúrbios mitocondriais relacionados à carnitina, deficiência na
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ingestão nutricional de carnitina, pacientes com menos de 10 anos de idade, uso concomitante de medicamentos conjugados com pivalato ou de outros antiepilépticos. O médico deve ser informado sobre quaisquer sinais de hiperamonemia, como ataxia, alteração da consciência, vômitos, para investigação adicional. A suplementação de carnitina deve ser considerada quando forem observados sintomas de hipocarnitinemia.
Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35º C): tem sido relatada associada à terapia com ácido valproico, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e ácido valproico / valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.
Atrofia Cerebral/Cerebelar: houve relatos pós-comercialização de atrofia (reversível e irreversível) cerebral e cerebelar, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon ácido valproico / valproato. Em alguns casos, porém, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Foi observado prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao ácido valproico / valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.
Reações adversas cutâneas graves e Angioedema: reações adversas cutâneas graves (SCARs), também conhecida como síndrome de Stevens Johnson (SJS), necrólise epidérmica tóxica (NET) e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), eritema multiforme e angioedema, foram relatadas em associação com o tratamento com ácido valproico / valproato. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas de manifestações cutâneas graves e monitorados de perto. Caso sejam observados sinais de SCAR ou angioedema, é necessária uma avaliação imediata e o tratamento deve ser interrompido se o diagnóstico de SCAR ou angioedema for confirmado.
Este medicamento contém propilparabeno E216 e metilparabeno E218 que podem causar reações alérgicas (possivelmente retardadas).
Agravamento das convulsões: assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com ácido valproico / valproato. Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.
Produtos contendo estrogênio: O ácido valproico / valproato não reduz a eficácia dos contraceptivos hormonais. (ver seção de INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
Aumento do risco de câncer: não é conhecido até o momento.
Aumento do risco de mutações: houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.
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Toxicidade reprodutiva e de desenvolvimento: efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em camundongos, ratos e coelhos. Em camundongos, ratos e coelhos, a exposição in utero ao valproato induziu a uma diminuição no peso fetal dose dependente, restrição do crescimento intrauterino e redução no comprimento da cabeça e nádega em comparação com animais não expostos. Na literatura publicada, anormalidades comportamentais foram relatadas em descendentes de primeira geração de camundongos e ratos após exposição in utero a doses/exposições clinicamente relevantes de valproato. Em camundongos, mudanças comportamentais também foram observadas na 2ª e 3ª gerações, embora menos pronunciadas na 3ª geração, após uma exposição aguda in utero da primeira geração. A relevância dessas descobertas para humanos é desconhecida.
Fertilidade: a administração de ácido valproico pode afetar a fertilidade em homens. Nos poucos casos em que o ácido valproico / valproato foi trocado / descontinuado ou a dose diária reduzida, a diminuição em potencial de fertilidade masculina foi relatada como reversível na maioria, mas não em todos os casos, e concepções bemsucedidas também foram observadas. Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.
Cuidados e advertências para populações especiais Uso em idosos: uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes. Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.
Uso em crianças: a experiência com crianças com idade inferior a dois anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, ácido valproico só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.
Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes: o ácido valproico tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso. Verificou- se que, o ácido valproico / valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.
Seu médico deve assegurar que:
• as circunstâncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na
discussão para garantir o seu engajamento, discutir as opções terapêuticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necessárias para redução dos riscos;
• o potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;
• a paciente entenda e reconheça os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema
nervoso em crianças expostas ao produto durante a gravidez;
• a paciente entenda e reconheça o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional para crianças expostas
a ácido valproico no útero.
• a paciente entenda a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do início do tratamento e durante
o tratamento, conforme necessidade;
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• a paciente seja aconselhada em relação a utilização de métodos contraceptivos e que a paciente seja capaz de
manter a utilização de métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com ácido valproico;
• a paciente entenda a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo médico
especialista em epilepsia;
• a paciente esteja ciente de que deve consultar o médico assim que tiver planos de engravidar para fazer a
transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos;
• a paciente entenda os perigos e as precauções necessárias associadas ao uso de ácido valproico e a necessidade
urgente de informar seu médico caso exista possibilidade de estar grávida;
• a paciente receba um guia do paciente.
Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.
Crianças e adolescentes do sexo feminino:
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente compreendam a necessidade de
informá-lo assim que a paciente utilizando ácido valproico fique menstruada pela primeira vez (menarca);
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente que tenha menstruado pela
primeira vez, tenham informações necessárias sobre os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crianças expostas ao ácido valproico em ambiente intrauterino;
• o médico responsável também deve informá-los sobre o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional
para crianças expostas ao ácido valproico no útero.
• para essas pacientes, o médico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com ácido
valproico e considerar alternativas para o tratamento. Caso o ácido valproico seja o único tratamento adequado, a necessidade de utilização de métodos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/responsáveis. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com DEPAKENE.
Contracepção: mulheres em idade fértil que estejam utilizando ácido valproico devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto à escolha do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.
Revisão de tratamento: deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o ácido valproico foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.
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Planejamento da gravidez:
• Para a indicação de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o médico especialista
deverá reavaliar o tratamento com ácido valproico e considerar alternativas terapêuticas. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos. Se a transição de tratamento não for possível, a paciente deverá receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de ácido valproico para o bebê para suportar a paciente quanto a decisão de fazer um planejamento familiar. Se, apesar dos riscos conhecidos de ácido valproico na gestação e após uma avaliação cuidadosa levando em consideração tratamentos alternativos, em circunstâncias excepcionais, a paciente grávida poderá receber ácido valproico para o tratamento de epilepsia. Nesse caso, recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. É preferível a escolha da formulação de liberação prolongada para se evitar altos picos de concentração plasmática.
Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epilético com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê. Todas as pacientes expostas ao ácido valproico durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações. As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.
O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com ácido valproico e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.
Materiais educacionais: como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao ácido valproico, a Abbott providenciará materiais educacionais para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia ao Paciente quanto ao uso em mulheres e homens em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando ácido valproico.
Categoria de risco: D Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Atenção: Contém os corantes amarelo crepúsculo e dióxido de titânio que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.
Risco para filhos de pais tratados com ácido valpróico: um estudo observacional retrospectivo com registros médicos eletrônicos em 3 países nórdicos europeus sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças (de 0 a 11 anos de idade), nascidas de homens tratados com acido valproico/ valproato nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam. O risco acumulado para transtornos de neurodesenvolvimento variou de 4% a 5,6% no grupo ácido valproico/valproato versus 2,3% a 3,2% no grupo de monoterapia lamotrigina ou levitiracetam. O estudo não investigou o risco em crianças nascidas de homens que pararam de usar ácido valproico / valproato mais de 3 meses antes da concepção.
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Más formações congênitas decorrentes da exposição no útero: filhos de mulheres epilépticas expostas a monoterapia com ácido valproico durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo. A exposição no útero ao ácido valproico/valproato de sódio pode resultar em má formação ocular que foram reportados juntamente com outras más formações congênitas. Essa má formação ocular pode afetar a visão. A exposição no útero ao ácido valproico/valproato de sódio também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.
Transtornos de desenvolvimento mental decorrentes da exposição no útero: a exposição ao ácido valproico durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída. Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis demonstram que crianças expostas ao ácido valproico durante seu período de gestação tem um maior risco de apresentar transtorno relacionado ao autismo em comparação com a população geral. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao ácido valproico durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.
Baixo peso ao nascer para a idade gestacional devido à exposição no útero: A exposição no útero ao valproato / ácido valproico pode levar a um baixo peso ao nascer para a idade gestacional. Em estudos pré-clínicos, foi demonstrada uma redução do peso fetal relacionada à dose em animais expostos ao valproato / ácido valproico no útero em comparação com animais não expostos. Estudos epidemiológicos relataram uma redução no peso médio ao nascer e maior risco de nascer com baixo peso ao nascer (<2500 gramas) ou pequeno para a idade gestacional (definido como peso ao nascer abaixo do 10º percentil corrigido para a idade gestacional, estratificado por sexo) para crianças expostas ao valproato / ácido valproico no útero em comparação com crianças não expostas ou expostas à lamotrigina. Os dados disponíveis em humanos não permitem concluir sobre um potencial efeito relacionado à dose.
Risco em neonatos:
- Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos que as mães utilizaram
ácido valproico durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. Porém, essa síndrome deve ser distinguida da diminuição dos fatores de vitamina K induzido pelo fenobarbital e os indutores enzimáticos. A contagem plaquetária e testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.
- Casos de hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no sangue) foram relatados em recém-nascidos que as mães
utilizaram ácido valproico durante o terceiro trimestre da gravidez.
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- Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos que as mães utilizaram ácido valproico durante
a gravidez.
- Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinesia, transtornos de
tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram ácido valproico no último trimestre da gravidez.
Lactação: o ácido valproico é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis sanguíneos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com ácido valproico. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: uma vez que este medicamento pode produzir alteração do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante por exemplo, álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que estes pacientes não ficam sonolentos com o uso do medicamento.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com ácido valproico e até 2 semanas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de iniciar o tratamento, periodicamente e depois, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia. DEPAKENE pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.
Hepatotoxicidade (toxicidade do fígado)/Disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência do fígado em pacientes recebendo valproato de sódio, usualmente durante os primeiros seis meses de tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças metabólicas congênitas incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?, com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente. Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Pancreatite (inflamação do pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam valproato de sódio. Alguns casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais a pancreatite recorreu após nova tentativa com valproato de sódio.
Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiência hepática aguda induzida por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG, ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome. Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado a encefalopatia inexplicável, epilepsia refrataria (focal, mioclônica), estado de mal epiléptico na apresentação, atrasos no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem. Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o valproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este grupo mais velho de pacientes deve
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ser monitorado durante o tratamento com valproato de sódio para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos testes de função hepática.
Comportamento e ideação suicida: pacientes tratados com valproato de sódio devem ser monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação, comportamento ou pensamentos suicidas, e/ou qualquer mudança incomum de humor ou comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepilépticos e persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser informados imediatamente aos profissionais de saúde.
Interação com antibióticos carbapenêmicos: o uso concomitante de ácido valpróico com antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.
Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas no sangue): a trombocitopenia pode estar relacionada à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.
Uso em homens com potencial reprodutivo: um estudo observacional retrospectivo demonstrou um risco aumentado de distúrbios do neurodesenvolvimento em crianças nascidas de homens tratados com valproato no momento da concepção em comparação com aquelas tratadas com lamotrigina ou levetiracetam (ver seção de Gravidez).
Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo): foi relatado o excesso de amônia em associação com a terapia com valproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status mental durante o tratamento com DEPAKENE devem ser tratados imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado. Elevações de amônia sem sintomas são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir a descontinuação do tratamento deve ser considerada.
Uso em pacientes do sexo masculino com potencial reprodutivo: um estudo observacional retrospectivo sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças nascidas de homens tratados com valproato nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam (ver seção de Gravidez).
Distúrbios do ciclo da ureia (DCU) e risco de Hiperamonemia: foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do tratamento com valproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.
Pacientes com risco de hipocarnitinemia (deficiência de carnitina):
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A administração de valproato pode desencadear a ocorrência ou agravamento de hipocarnitinemia que pode resultar em hiperamonemia (que pode levar a encefalopatia hiperamonêmica). Outros sintomas como toxicidade hepática, hipoglicemia hipocetótica, miopatia incluindo cardiomiopatia, rabdomiólise e síndrome de Fanconi foram observados, principalmente em pacientes com fatores de risco para hipocarnitinemia ou hipocarnitinemia préexistente. Pacientes com risco aumentado de hipocarnitinemia quando tratados com valproato incluem pacientes com distúrbios metabólicos, como distúrbios mitocondriais relacionados à carnitina, deficiência na ingestão nutricional de carnitina, pacientes com menos de 10 anos de idade, uso concomitante de medicamentos conjugados com pivalato ou de outros antiepilépticos. O médico deve ser informado sobre quaisquer sinais de hiperamonemia, como ataxia, alteração da consciência, vômitos, para investigação adicional. A suplementação de carnitina deve ser considerada quando forem observados sintomas de hipocarnitinemia.
Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35º C): tem sido relatada associada à terapia com valproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto, após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia), confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o respiratório.
Atrofia Cerebral/Cerebelar: houve relatos pós-comercialização de atrofia (reversível e irreversível) cerebral e cerebelar, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon valproato. Em alguns casos, porém, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Foi observado prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.
Reações adversas cutâneas graves e Angioedema: reações adversas cutâneas graves (SCARs), também conhecida como síndrome de Stevens Johnson (SJS), necrólise epidérmica tóxica (NET) e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), eritema multiforme e angioedema, foram relatadas em associação com o tratamento com ácido valproico / valproato. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas de manifestações cutâneas graves e monitorados de perto. Caso sejam observados sinais de SCAR ou angioedema, é necessária uma avaliação imediata e o tratamento deve ser interrompido se o diagnóstico de SCAR ou angioedema for confirmado.
Este medicamento contém:
• 3g de sacarose a cada 5mL de xarope. Isso deve ser levado em conta para pacientes com Diabetes
mellitus. Pacientes com um problema hereditário raro de intolerância a frutose, má absorção de glicose-galactose ou insuficiência de isomaltase-sacarase não devem tomar este medicamento. Pode ser prejudicial para os dentes.
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• propilparabeno E216 e metilparabeno E218 que podem causar reações alérgicas (possivelmente
retardadas).
• Sorbitol, pacientes com raros problemas hereditários de intolerância a frutose não devem tomar
este medicamento.
Atenção: Deve ser usado com cautela por portadores de diabetes. Contém sacarose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose e insuficiência de sacarose-isomaltase.
Agravamento das convulsões: assim como outras drogas antiepilépticas, alguns pacientes ao invés de apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epiléptico) ou também o aparecimento de novos tipos de convulsões com valproato. Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar o seu médico imediatamente.
Produtos contendo estrogênio: O valproato não reduz a eficácia dos contraceptivos hormonais. (ver seção de
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade. Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
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Características físicas e organolépticas DEPAKENE® 300 mg: comprimido revestido com aspecto redondo, liso convexo, de cor amarela e odor característico. DEPAKENE® 500 mg: comprimido revestido com aspecto ovalado, liso, de cor amarela e odor característico.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade. Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
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Características físicas e organolépticas DEPAKENE® 250mg: cápsula flexível, de formato oval e de coloração metade laranja opaco e metade laranja claro. É sem sabor e possui odor característico.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da luz. Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo de validade impresso na embalagem externa.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas DEPAKENE® 50mg/mL: líquido límpido, de coloração vermelho-alaranjado a vermelho framboesa, com odor e sabor característico de cereja e livre de partículas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos de DEPAKENE® deverão ser engolidos inteiros, sem mastigar, para evitar irritação local da boca e garganta.
Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com valproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com valproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O valproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.
Epilepsia Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência 15mg/kg/dia). A dose deve ser aumentada, pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com valproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Se a dose total diária exceder 300 mg ou 500mg (conforme a prescrição médica), ela deve ser administrada de forma dividida. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.
Valproato é contraindicado durante a gravidez, a menos que não exista tratamento alternativo adequado.
Valprato é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Interrupção do tratamento: Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.
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Medicamentos antiepilépticos não deverão ser descontinuados abruptamente em pacientes nos quais o medicamento é administrado para prevenir crises mais graves, devido à alta possibilidade de desenvolvimento de estado epiléptico com falta de oxigênio e risco à vida.
O quadro a seguir é um guia para administração da dose diária inicial de DEPAKENE® 15 mg/kg/dia:
Número de comprimidos 300mg Peso Dose total Primeira Dose do Dia Segunda Dose do Dia Terceira Dose do Dia (kg) diária (mg)
(ex.: 7 horas) (ex.: 15 horas) (ex.: 23 horas)
10-24,9 250 0 0 1
25-39,9 500 1 0 1
40-59,9 750 1 1 1
60-74,9 1000 1 1 2
75-89,9 1250 2 1 2
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
As cápsulas de DEPAKENE® deverão ser engolidas inteiras, sem mastigar, para evitar irritação local da boca e garganta.
Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com ácido valproico deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com ácido valproico somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O ácido valproico deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.
EPILEPSIA
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência 15mg/kg/dia). A dose deve ser aumentada, pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Em caso de uso conjunto com outros medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com ácido valproico ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Se a dose total diária exceder 250 mg, ela deve ser administrada de forma dividida. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.
Ácido valproico é contraindicado durante a gravidez, a menos que não exista tratamento alternativo adequado.
Ácido valproico é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Interrupção do tratamento: Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões generalizadas pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.
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T: (11) 5536-7000
Medicamentos antiepilépticos não deverão ser descontinuados abruptamente em pacientes nos quais o medicamento é administrado para prevenir crises mais graves, devido à alta possibilidade de desenvolvimento de estado epiléptico com falta de oxigênio e risco à vida.
O quadro a seguir é um guia para administração da dose diária inicial de DEPAKENE® 15 mg/kg/dia considerando a administração a cada 8 horas:
Número de cápsulas 250 mg Peso Dose total
Primeira Dose do Dia Segunda Dose do Dia (ex.: Terceira Dose do Dia
(kg) diária (mg)
(ex.: 7 horas) 15 horas) (ex.: 23 horas)
10-24,9 250 0 0 1
25-39,9 500 1 0 1
40-59,9 750 1 1 1
60-74,9 1000 1 1 2
75-89,9 1250 2 1 2
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com valproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com valproato de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O valproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção à gravidez, conforme descrito no item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?. A dose diária deve ser dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.
Epilepsia Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A dose deve ser aumentada, pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta desejada, administrados em doses diárias divididas (2 a 3 vezes ao dia) para alguns pacientes. Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia. Em caso de uso em conjunto com medicamentos antiepilépticos, as dosagens desses podem ser reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser iniciada no começo do tratamento com valproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração desta redução do medicamento antiepiléptico concomitante pode ser muito variável e os pacientes devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das convulsões. Se a dose total diária exceder 250mg, ela deve ser administrada de forma dividida. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.
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Valproato é contraindicado durante a gravidez, a menos que não exista tratamento alternativo adequado.
Valprato é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Interrupção do tratamento: Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal, pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epiléptico, com subsequente má oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da doença para a qual este medicamento está indicado.
Medicamentos antiepilépticos não deverão ser descontinuados abruptamente em pacientes nos quais o medicamento é administrado para prevenir crises mais graves, devido à alta possibilidade de desenvolvimento de estado epiléptico com falta de oxigênio e risco à vida.
O quadro a seguir é um guia para administração da dose diária inicial de DEPAKENE® 15 mg/kg/dia:
Peso Dose total Número de medidas de 5mL de xarope
(kg) diária (mg) Primeira Dose do Dia Segunda Dose do Dia Terceira Dose do Dia
10-24,9 250 0 0 1
25-39,9 500 1 0 1
40-59,9 750 1 1 1
60-74,9 1000 1 1 2
75-89,9 1250 2 1 2
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida. Não tome duas cápsulas de uma única vez para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida. Não tome duas cápsulas de uma única vez para compensar a dose esquecida. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida. Não tome duas doses de uma única vez para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:
Frequência das Reações Adversas Parâmetros ≥ 1/10 (≥ 10%) muito comum ≥ 1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%) comum (frequente) ≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) incomum (infrequente) ≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) rara < 1/10.000 (< 0,01%) muito rara Não pode ser estimada desconhecida
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Sistemas Frequência Reação adversa
Alterações congênitas, Más formações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver item 4. O que hereditárias e devo saber antes de usar este medicamento?
genéticas Desconhecida Porfiria aguda
Comum Trombocitopenia Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia, trombocitopenia Incomum Alterações do sistema púrpura. sanguíneo e linfático Agranulocitose, deficiência de anemia folato, anemia macrocítica, anemia aplástica, falência da medula óssea, eosinofilia, Desconhecida hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibição da agregação plaquetária. Comum Aumento de peso, perda de peso. Aumento da alanina aminotransferase1, aumento do aspartato aminotransferase, aumento da creatinina sanguínea, diminuição de folato sanguíneo, aumento de lactato desidrogenase sanguíneo1, Incomum aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de droga, Investigações anormalidade de testes de função do fígado1, aumento de iodo ligado à proteína, diminuição da contagem de glóbulos brancos. Forma adquirida ou pseudo-anomalia de Pelger-Huët 14 Desconhecida Aumento de bilirrubina sérica1, diminuição de carnitina, anormalidade do teste de função da tireoide. Muito comum Sonolência, tremor Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, nistagmo, parestesia, Comum alteração da fala. Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, encefalopatia2,
Alteração do sistema Incomum hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia,
nervoso convulsão3, estupor, discinesia tardia, alteração na visão. Asteríxis, atrofia cerebelar4, atrofia cerebral4, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção, deficiência Desconhecida da memória, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, sedação5 Comum Zumbido no ouvido Alteração do labirinto Incomum Surdez6, distúrbio auditivo, hiperacusia, vertigem. e ouvido Desconhecida Dor de ouvido
Alteração respiratória, Incomum Tosse, dispneia, disfonia, epistaxe.
torácica e mediastino Desconhecida Efusão pleural
Muito comum Náusea7
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Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia7, flatulência, Comum vômitos7. Incontinência anal, alteração anorretal, mau hálito, boca seca, Alteração Incomum disfagia, eructação, sangramento gengival, glossite, hematêmese, gastrointestinal melena, pancreatite8, tenesmo retal, hipersecreção salivar. Desconhecida Distúrbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da glândula parótida. Incomum Hematúria, urgência em urinar, poliúria, incontinência urinária. Alteração urinária e renal Enurese, síndrome Fanconi9, falência renal, nefrite túbuloDesconhecida intersticial. Comum Alopecia10, equimose, prurido, rash cutâneo. Acne, Angioderma, dermatite esfoliativa, pele seca, eczema, Incomum eritema nodoso, hiperidrose, alteração na unha, petéquias, Alteração nos tecidos seborreia. e pele Vasculite cutânea, síndrome de hipersensibilidade sistêmica a drogas (Síndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, Desconhecida alteração do cabelo, Hiperpigmentação, alteração do leito ungueal, reação de fotossensibilidade, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.
Alteração tecidos Incomum Espasmo muscular, convulsão muscular, fraqueza muscular.
conectivos e muscular Diminuição da densidade óssea, dor óssea, osteopenia, osteoporose, Desconhecida esquelético rabdomiólise, lúpus eritematoso sistêmico. Hiperandrogenismo11, hipotireoidismo, secreção inapropriada de Alteração endócrina Desconhecida hormônio antidiurético. Comum Diminuição do apetite, aumento do apetite. Hipercalemia, hipernatremia, hipoglicemia, hiponatremia, Incomum hipoproteinemia. Alteração do
Deficiência de biotina, dislipidemia, hiperamonemia,
metabolismo e Hipocarnitinemia (ver itens 3. QUANDO NÃO DEVO USAR nutrição Desconhecida ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?), resistência à insulina, obesidade.
Neoplasias benignas, Incomum Hemangioma de pele
malignas e não
específicas (incluem Desconhecida Síndrome mielodisplástica
cistos e pólipos) Hipotensão ortostática, palidez, desordem vascular periferal, Desordens vasculares Incomum vasodilatação. Muito comum Astenia
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Alterações gerais e Comum Alteração na marcha, edema periférico.
condições de Incomum Dor no peito, edema facial, pirexia.
administração local Desconhecida Hipotermia
Alteração hepatobiliar Desconhecida Hepatotoxicidade
Amenorreia, dismenorreia, disfunção erétil, menorragia, alteração Incomum Alteração na mama e menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal. sistema reprodutivo Aumento das mamas, galactorréia, infertilidade masculina12, Desconhecida menstruação irregular, ovário policístico. Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confusão, Comum depressão, insônia, nervosismo, pensamento anormal. Agitação, ansiedade, apatia, catatonia, delírio, humor eufórico, Alteração psiquiátrica Incomum alucinação, hostilidade, transtorno de personalidade. Comportamento anormal, agressão, angústia emocional, transtorno Desconhecida de aprendizagem, transtorno psicótico. Bradicardia, parada cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva, Alteração cardíaca Incomum taquicardia. Comum Ambliopia, diplopia Alteração nos olhos Cromatopsia, olho ressecado, distúrbio ocular, dor nos olhos, Incomum desordem da lacrimal, miose, fotofobia, deficiência visual. Alteração do sistema Desconhecida Reação anafilática, hipersensibilidade. imunológico Comum Infecção Bronquite, furúnculo, gastroenterite, herpes simples, gripe, rinite, Infecção e infestações Incomum sinusite. Desconhecida Otite média, pneumonia, infecção do trato urinário. Lesão, intoxicação e
complicações Comum Lesão
processuais 1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria. 2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com valproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada. 3 Considerar crises graves e verificar item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? 4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao valproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
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5 Observado que pacientes recebendo somente valproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos. 6 Reversíveis ou irreversíveis. 7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia. 8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades. 9 Observada primariamente em crianças. 10 Reversíveis. 11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno. 12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides. 13 Casos isolados de morfologia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a descontinuação dos valproatos, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por medicamentos e evita ainda o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras citopenias. 14 Casos isolados de anomalia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a descontinuação dos valproatos, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por medicamentos e evita ainda o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras citopenias.
População pediátrica O perfil de segurança do valproato na população pediátrica é comparável ao dos adultos, mas alguns efeitos adversos as reações são mais graves ou observadas principalmente na população pediátrica. Existe um risco particular de lesão hepática grave em bebês e crianças pequenas, especialmente com idade inferior a três anos. Crianças pequenas também estão em risco particular de pancreatite. Esses riscos diminuem com o aumento da idade (consulte a Seção 4). Transtornos psiquiátricos, como agressão, agitação, perturbação da atenção, comportamento anormal, hiperatividade psicomotora e distúrbio de aprendizagem são observados principalmente na população pediátrica.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros: Frequência das Reações Adversas Parâmetros ≥ 1/10 (≥ 10%) muito comum ≥ 1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%) comum (frequente) ≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) incomum (infrequente) ≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) rara < 1/10.000 (< 0,01%) muito rara Não pode ser estimada desconhecida
Sistemas Frequência Reação adversa
Alterações Más formações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver item 4. O que devo congênitas, saber antes de usar este medicamento? hereditárias e
genéticas Desconhecida Porfiria aguda
Comum Trombocitopenia
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Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia, trombocitopenia Incomum púrpura. Alterações do Agranulocitose, deficiência de anemia folato, anemia macrocítica, sistema sanguíneo e anemia aplástica, falência da medula óssea, eosinofilia, linfático Desconhecida hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibição da agregação plaquetária. Comum Aumento de peso, perda de peso. Aumento da alanina aminotransferase1, aumento do aspartato aminotransferase, aumento da creatinina sanguínea, diminuição de folato sanguíneo, aumento de lactato desidrogenase sanguíneo1, Incomum Investigações aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de droga, anormalidade de testes de função do fígado1, aumento de iodo ligado à proteína, diminuição da contagem de glóbulos brancos. Forma adquirida ou pseudo-anomalia de Pelger-Huët 14 Desconhecida Aumento de bilirrubina sérica1, diminuição de carnitina, anormalidade do teste de função da tireoide. Muito comum Sonolência, tremor Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, nistagmo, parestesia, Comum alteração da fala. Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, encefalopatia2,
Alteração do sistema Incomum hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia,
nervoso convulsão3, estupor, discinesia tardia, alteração na visão. Asteríxis, atrofia cerebelar4, atrofia cerebral4, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção, deficiência Desconhecida da memória, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, sedação5 Comum Zumbido no ouvido Alteração do Incomum Surdez6, distúrbio auditivo, hiperacusia, vertigem. labirinto e ouvido Desconhecida Dor de ouvido
Alteração Incomum Tosse, dispneia, disfonia, epistaxe.
respiratória, torácica Desconhecida Efusão pleural e mediastino Muito comum Náusea7 Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia7, flatulência, Comum vômitos7. Alteração Incontinência anal, alteração anorretal, mau hálito, boca seca,
gastrointestinal Incomum disfagia, eructação, sangramento gengival, glossite, hematêmese,
melena, pancreatite8, tenesmo retal, hipersecreção salivar. Desconhecida Distúrbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da glândula parótida. Incomum Hematúria, urgência em urinar, poliúria, incontinência urinária. Alteração urinária e renal Enurese, síndrome Fanconi9, falência renal, nefrite túbuloDesconhecida intersticial.
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Comum Alopecia10, equimose, prurido, rash cutâneo. Acne, Angioderma, dermatite esfoliativa, pele seca, eczema,
Alteração nos tecidos Incomum eritema nodoso, hiperidrose, alteração na unha, petéquias,
e pele seborreia. Vasculite cutânea, síndrome de hipersensibilidade sistêmica a drogas (Síndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, Desconhecida alteração do cabelo, Hiperpigmentação, alteração do leito ungueal, reação de fotossensibilidade, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.
Alteração tecidos Incomum Espasmo muscular, convulsão muscular, fraqueza muscular.
conectivos e Diminuição da densidade óssea, dor óssea, osteopenia, osteoporose, Desconhecida muscular esquelético rabdomiólise, lúpus eritematoso sistêmico. Hiperandrogenismo11, hipotireoidismo, secreção inapropriada de Alteração endócrina Desconhecida hormônio antidiurético. Comum Diminuição do apetite, aumento do apetite. Hipercalemia, hipernatremia, hipoglicemia, hiponatremia, Incomum hipoproteinemia. Alteração do
Deficiência de biotina, dislipidemia, hiperamonemia,
metabolismo e Hipocarnitinemia (ver itens 3. QUANDO NÃO DEVO USAR nutrição Desconhecida ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?), resistência à insulina, obesidade.
Neoplasias benignas, Incomum Hemangioma de pele
malignas e não
específicas (incluem Desconhecida Síndrome mielodisplástica
cistos e pólipos) Hipotensão ortostática, palidez, desordem vascular periferal, Desordens vasculares Incomum vasodilatação. Muito comum Astenia Alterações gerais e
condições de Comum Alteração na marcha, edema periférico.
administração local Incomum Dor no peito, edema facial, pirexia.
Desconhecida Hipotermia Alteração Desconhecida Hepatotoxicidade hepatobiliar Amenorreia, dismenorreia, disfunção erétil, menorragia, alteração Incomum Alteração na mama e menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal. sistema reprodutivo Aumento das mamas, galactorréia, infertilidade masculina12, Desconhecida menstruação irregular, ovário policístico. Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confusão, Comum Alteração depressão, insônia, nervosismo, pensamento anormal. psiquiátrica Agitação, ansiedade, apatia, catatonia, delírio, humor eufórico, Incomum alucinação, hostilidade, transtorno de personalidade.
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Comportamento anormal, agressão, angústia emocional, transtorno Desconhecida de aprendizagem, transtorno psicótico. Bradicardia, parada cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva, Alteração cardíaca Incomum taquicardia. Comum Ambliopia, diplopia Alteração nos olhos Cromatopsia, olho ressecado, distúrbio ocular, dor nos olhos, Incomum desordem da lacrimal, miose, fotofobia, deficiência visual. Alteração do sistema Desconhecida Reação anafilática, hipersensibilidade. imunológico Comum Infecção Infecção e Bronquite, furúnculo, gastroenterite, herpes simples, gripe, rinite, infestações Incomum sinusite. Desconhecida Otite média, pneumonia, infecção do trato urinário. Lesão, intoxicação e
complicações Comum Lesão
processuais 1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria. 2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com ácido valproico sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de ácido valproico / valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada. 3 Considerar crises graves e verificar item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? 4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao ácido valproico em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor. 5 Observado que pacientes recebendo somente ácido valproico, mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos. 6 Reversíveis ou irreversíveis. 7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia. 8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades. 9 Observada primariamente em crianças. 10 Reversíveis. 11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno. 12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides. 13 Casos isolados de morfologia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a descontinuação do ácido valproico / valproato, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por medicamentos e evita ainda o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras citopenias. 14 Casos isolados de anomalia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a descontinuação do ácido valproico / valproato, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por medicamentos e evita ainda
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o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras citopenias.
População pediátrica O perfil de segurança do ácido valproico / valproato na população pediátrica é comparável ao dos adultos, mas alguns efeitos adversos as reações são mais graves ou observadas principalmente na população pediátrica. Existe um risco particular de lesão hepática grave em bebês e crianças pequenas, especialmente com idade inferior a três anos. Crianças pequenas também estão em risco particular de pancreatite. Esses riscos diminuem com o aumento da idade (consulte a Seção 4). Transtornos psiquiátricos, como agressão, agitação, perturbação da atenção, comportamento anormal, hiperatividade psicomotora e distúrbio de aprendizagem são observados principalmente na população pediátrica.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:
Frequência das Reações Adversas Parâmetros ≥ 1/10 (≥ 10%) muito comum ≥ 1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%) comum (frequente) ≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) incomum (infrequente)
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≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) rara < 1/10.000 (< 0,01%) muito rara Não pode ser estimada desconhecida
Sistemas Frequência Reação adversa
Alterações congênitas, Más formações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver item 4. O que hereditárias e devo saber antes de usar este medicamento?
genéticas Desconhecida Porfiria aguda
Comum Trombocitopenia Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia, trombocitopenia Incomum Alterações do sistema púrpura. sanguíneo e linfático Agranulocitose, deficiência de anemia folato, anemia macrocítica, anemia aplástica, falência da medula óssea, eosinofilia, Desconhecida hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose, pancitopenia, inibição da agregação plaquetária. Comum Aumento de peso, perda de peso. Aumento da alanina aminotransferase1, aumento do aspartato aminotransferase, aumento da creatinina sanguínea, diminuição de folato sanguíneo, aumento de lactato desidrogenase Incomum sanguíneo1, aumento de ureia sanguínea, aumento do nível de Investigações droga, anormalidade de testes de função do fígado1, aumento de iodo ligado à proteína, diminuição da contagem de glóbulos brancos. Forma adquirida ou pseudo-anomalia de Pelger-Huët 14 Desconhecida Aumento de bilirrubina sérica1, diminuição de carnitina, anormalidade do teste de função da tireoide. Muito comum Sonolência, tremor Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia, nistagmo, parestesia, Comum alteração da fala. Afasia, incoordenação motora, disartria, distonia, encefalopatia2,
Alteração do sistema Incomum hipercinesia, hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia, hiporreflexia,
nervoso convulsão3, estupor, discinesia tardia, alteração na visão. Asteríxis, atrofia cerebelar4, atrofia cerebral4, desordem cognitiva, coma, desordem extrapiramidal, distúrbio de atenção, Desconhecida deficiência da memória, parkisonismo, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras prejudicadas, sedação5
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Comum Zumbido no ouvido Alteração do labirinto Incomum Surdez6, distúrbio auditivo, hiperacusia, vertigem. e ouvido Desconhecida Dor de ouvido
Alteração respiratória, Incomum Tosse, dispneia, disfonia, epistaxe.
torácica e mediastino Desconhecida Efusão pleural
Muito comum Náusea7 Dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia7, flatulência, Comum vômitos7. Alteração Incontinência anal, alteração anorretal, mau hálito, boca seca,
gastrointestinal Incomum disfagia, eructação, sangramento gengival, glossite, hematêmese,
melena, pancreatite8, tenesmo retal, hipersecreção salivar. Desconhecida Distúrbios gengivais, hipertrofia gengivais, aumento da glândula parótida. Incomum Hematúria, urgência em urinar, poliúria, incontinência urinária. Alteração urinária e renal Enurese, síndrome Fanconi9, falência renal, nefrite túbuloDesconhecida intersticial. Comum Alopecia10, equimose, prurido, rash cutâneo. Acne, Angioderma, dermatite esfoliativa, pele seca, eczema, Incomum eritema nodoso, hiperidrose, alteração na unha, petéquias, Alteração nos tecidos seborreia. e pele Vasculite cutânea, síndrome de hipersensibilidade sistêmica a drogas (Síndrome DRESS ou SHSD), eritema multiforme, Desconhecida alteração do cabelo, Hiperpigmentação, alteração do leito ungueal, reação de fotossensibilidade, síndrome de StevensJohnson, necrólise epidérmica tóxica.
Alteração tecidos Incomum Espasmo muscular, convulsão muscular, fraqueza muscular.
conectivos e muscular Diminuição da densidade óssea, dor óssea, osteopenia, Desconhecida esquelético osteoporose, rabdomiólise, lúpus eritematoso sistêmico. Hiperandrogenismo11, hipotireoidismo, secreção inapropriada de Alteração endócrina Desconhecida hormônio antidiurético. Comum Diminuição do apetite, aumento do apetite. Hipercalemia, hipernatremia, hipoglicemia, hiponatremia, Incomum hipoproteinemia. Alteração do Deficiência de biotina, dislipidemia, hiperamonemia, metabolismo e Hipocarnitinemia (ver itens 3. QUANDO NÃO DEVO USAR nutrição Desconhecida ESTE MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?), resistência à insulina, obesidade.
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Neoplasias benignas, Incomum Hemangioma de pele
malignas e não
específicas (incluem Desconhecido Síndrome mielodisplástica
cistos e pólipos) Hipotensão ortostática, palidez, desordem vascular periferal, Desordens vasculares Incomum vasodilatação. Muito comum Astenia Alterações gerais e Comum Alteração na marcha, edema periférico. condições de
administração local Incomum Dor no peito, edema facial, pirexia.
Desconhecida Hipotermia
Alteração hepatobiliar Desconhecida Hepatotoxicidade
Amenorreia, dismenorreia, disfunção erétil, menorragia, alteração Incomum Alteração na mama e menstrual, metrorragia, hemorragia vaginal. sistema reprodutivo Aumento das mamas, galactorréia, infertilidade masculina12, Desconhecida menstruação irregular, ovário policístico. Sonhos anormais, labilidade emocional, estado de confusão, Comum depressão, insônia, nervosismo, pensamento anormal. Agitação, ansiedade, apatia, catatonia, delírio, humor eufórico, Alteração psiquiátrica Incomum alucinação, hostilidade, transtorno de personalidade. Comportamento anormal, agressão, angústia emocional, Desconhecida transtorno de aprendizagem, transtorno psicótico. Bradicardia, parada cardíaca, insuficiência cardíaca congestiva, Alteração cardíaca Incomum taquicardia. Comum Ambliopia, diplopia Alteração nos olhos Cromatopsia, olho ressecado, distúrbio ocular, dor nos olhos, Incomum desordem da lacrimal, miose, fotofobia, deficiência visual. Alteração do sistema Desconhecida Reação anafilática, hipersensibilidade. imunológico Comum Infecção Bronquite, furúnculo, gastroenterite, herpes simples, gripe, rinite, Infecção e infestações Incomum sinusite. Desconhecida Otite média, pneumonia, infecção do trato urinário. Lesão, intoxicação e
complicações Comum Lesão
processuais 1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria. 2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia com valproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos inapropriados de valproato. Apesar da
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recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento, houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia também foi observada. 3 Considerar crises graves e verificar item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento?4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao valproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos, incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor. 5 Observado que pacientes recebendo somente valproato de sódio mas ocorreu em sua maioria em pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros medicamentos antiepilépticos. 6 Reversíveis ou irreversíveis. 7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia. 8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades. 9 Observada primariamente em crianças. 10 Reversíveis. 11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino, andrógeno. 12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma, morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides. 13 Casos isolados de morfologia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a descontinuação dos valproatos, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por medicamentos e evita ainda o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras citopenias. 14 Casos isolados de anomalia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a descontinuação do ácido valproico / valproato, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por medicamentos e evita ainda o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras citopenias.
População pediátrica O perfil de segurança do valproato na população pediátrica é comparável ao dos adultos, mas alguns efeitos adversos as reações são mais graves ou observadas principalmente na população pediátrica. Existe um risco particular de lesão hepática grave em bebês e crianças pequenas, especialmente com idade inferior a três anos. Crianças pequenas também estão em risco particular de pancreatite. Esses riscos diminuem com o aumento da idade (consulte a Seção 4). Transtornos psiquiátricos, como agressão, agitação, perturbação da atenção, comportamento anormal, hiperatividade psicomotora e distúrbio de aprendizagem são observados principalmente na população pediátrica.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico. Doses muito altas podem causar alteração de consciência podendo chegar ao coma. Doses de DEPAKENE® acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, a pessoa deverá ser encaminhada imediatamente para cuidados médicos. A presença de teor de sódio nas formulações de DEPAKENE® pode resultar em excesso de sódio no sangue, quando administradas em doses acima do recomendado. Em caso de superdosagem de valproato resultando em hiperamonemia, a carnitina pode ser administrada por via intravenosa para tentar normalizar os níveis de amônia. Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma significante remoção da substância. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão.
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Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção do fluxo urinário adequado. O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de elevadas doses de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos. A presença de teor de sódio nas formulações de DEPAKENE® pode resultar em excesso de sódio no sangue, quando administradas em doses acima do recomendado.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
MEDICAMENTO? Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico. Doses muito altas podem causar alteração de consciência podendo chegar ao coma. Doses de DEPAKENE® acima do recomendado podem resultar em sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo. Nesses casos, a pessoa deverá ser encaminhada imediatamente para cuidados médicos. A presença de teor de sódio nas formulações de DEPAKENE® pode resultar em excesso de sódio no sangue, quando administradas em doses acima do recomendado. Em caso de superdosagem de ácido valproico / valproato resultando em hiperamonemia, a carnitina pode ser administrada por via intravenosa para tentar normalizar os níveis de amônia. Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma significante remoção da substância. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão. Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção do fluxo urinário adequado. O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de elevadas doses de ácido valproico / valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do ácido valproico / valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos. A presença de teor de sódio nas formulações de DEPAKENE® pode resultar em excesso de sódio no sangue, quando administradas em doses acima do recomendado.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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A presença de teor de sódio nas formulações de DEPAKENE® pode resultar em excesso de sódio no sangue, quando administradas em doses acima do recomendado. Em caso de superdosagem de valproato resultando em hiperamonemia, a carnitina pode ser administrada por via intravenosa para tentar normalizar os níveis de amônia. Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em uma significante remoção da substância. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de acordo com o tempo de ingestão. Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção do fluxo urinário adequado. O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de elevadas doses de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode teoricamente reverter os efeitos antiepilépticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução em pacientes epilépticos. A presença de teor de sódio nas formulações de DEPAKENE® pode resultar em excesso de sódio no sangue, quando administradas em doses acima do recomendado.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Informações técnicas (profissionais de saúde)
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS)
Aumento do risco de câncer: não é conhecido até o momento.
Aumento do risco de mutações: houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.
Toxicidade reprodutiva e de desenvolvimento: efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em camundongos, ratos e coelhos. Em camundongos, ratos e coelhos, a exposição in utero ao valproato induziu a uma diminuição no peso fetal dose dependente, restrição do crescimento intrauterino e redução no comprimento da cabeça e nádega em comparação com animais não expostos. Na literatura publicada, anormalidades comportamentais foram relatadas em descendentes de primeira geração de camundongos e ratos após exposição in utero a doses/exposições clinicamente relevantes de valproato. Em camundongos, mudanças comportamentais também foram observadas na 2ª e 3ª gerações, embora menos pronunciadas na 3ª geração, após uma exposição aguda in utero da primeira geração. A relevância dessas descobertas para humanos é desconhecida.
Fertilidade: a administração de valproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Nos poucos casos em que o valproato foi trocado / descontinuado ou a dose diária reduzida, a diminuição em potencial de fertilidade masculina foi relatada como reversível na maioria, mas não em todos os casos, e concepções bem-sucedidas também foram observadas. Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.
Cuidados e advertências para populações especiais Uso em idosos: uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes. Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.
Uso em crianças: a experiência com crianças com idade inferior a dois anos tem um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, valproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.
Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes: o valproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso. Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.
Seu médico deve assegurar que:
• as circunstâncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na
discussão para garantir o seu engajamento, discutir as opções terapêuticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necessárias para redução dos riscos;
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• o potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;
• a paciente entenda e reconheça os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema
nervoso em crianças expostas ao produto durante a gravidez;
• a paciente entenda e reconheça o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional para crianças expostas
a valproato de sódio no útero.
• a paciente entenda a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do início do tratamento e durante
o tratamento, conforme necessidade;
• a paciente seja aconselhada em relação a utilização de métodos contraceptivos e que a paciente seja capaz de
manter a utilização de métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com valproato de sódio;
• a paciente entenda a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo médico
especialista em epilepsia;
• a paciente esteja ciente de que deve consultar o médico assim que tiver planos de engravidar para fazer a
transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos;
• a paciente entenda os perigos e as precauções necessárias associadas ao uso de valproato de sódio e a
necessidade urgente de informar seu médico caso exista possibilidade de estar grávida;
• a paciente receba um guia do paciente.
Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.
Crianças e adolescentes do sexo feminino:
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente compreendam a necessidade de
informá-lo assim que a paciente utilizando valproato de sódio fique menstruada pela primeira vez (menarca);
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente que tenha menstruado pela
primeira vez, tenham informações necessárias sobre os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crianças expostas ao valproato de sódio em ambiente intrauterino;
• o médico responsável também deve informá-los sobre o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional
para crianças expostas ao valproato de sódio no útero.
• para essas pacientes, o médico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com valproato
de sódio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o valproato de sódio seja o único tratamento adequado, a necessidade de utilização de métodos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/responsáveis. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com DEPAKENE.
Contracepção: mulheres em idade fértil que estejam utilizando valproato de sódio devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto à escolha do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.
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Revisão tratamento: deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o valproato de sódio foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.
Planejamento da gravidez:
• Para a indicação de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o médico especialista
deverá reavaliar o tratamento com valproato de sódio e considerar alternativas terapêuticas. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos. Se a transição de tratamento não for possível, a paciente deverá receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de valproato de sódio para o bebê para suportar a paciente quanto a decisão de fazer um planejamento familiar.
Se, apesar dos riscos conhecidos de valproato de sódio na gestação e após uma avaliação cuidadosa levando em consideração tratamentos alternativos, em circunstâncias excepcionais a paciente grávida poderá receber valproato de sódio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. É preferível a escolha da formulação de liberação prolongada para se evitar altos picos de concentração plasmática.
Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epiléptico com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê. Todas as pacientes expostas ao valproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações. As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.
O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com valproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.
Materiais educacionais: como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao valproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia do Paciente quanto ao uso em mulheres e homens em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando valproato de sódio.
Categoria de risco: D Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Atenção: Contém os corantes amarelo crepúsculo laca de alumínio, amarelo de quinolina laca de alumínio e dióxido de titânio que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.
Risco para filhos de pais tratados com valproato de sódio: um estudo observacional retrospectivo com registros médicos eletrônicos em 3 países nórdicos europeus sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças (de 0 a 11 anos de idade), nascidas de homens tratados com valproato nos 3
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meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam. O risco acumulado para transtornos de neurodesenvolvimento variou de 4% a 5,6% no grupo valproato versus 2,3% a 3,2% no grupo de monoterapia lamotrigina ou levitiracetam. O estudo não investigou o risco em crianças nascidas de homens que pararam de usar valproato mais de 3 meses antes da concepção.
Más formações congênitas decorrentes da exposição no útero: filhos de mulheres com epilepsia expostas a monoterapia com valproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo. A exposição no útero ao valproato de sódio pode resultar em má formação ocular que foram reportados juntamente com outras más formações congênitas. Essa má formação ocular pode afetar a visão. A exposição no útero ao valproato de sódio também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.
Transtornos de desenvolvimento mental decorrentes da exposição no útero: a exposição ao valproato de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída. Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis demonstram que crianças expostas ao valproato de sódio durante a gestação tem um maior risco de apresentar transtorno relacionado ao autismo em comparação com a população geral. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato de sódio durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.
Baixo peso ao nascer para a idade gestacional devido à exposição no útero: A exposição no útero ao valproato pode levar a um baixo peso ao nascer para a idade gestacional. Em estudos pré-clínicos, foi demonstrada uma redução do peso fetal relacionada à dose em animais expostos ao valproato no útero em comparação com animais não expostos. Estudos epidemiológicos relataram uma redução no peso médio ao nascer e maior risco de nascer com baixo peso ao nascer (<2500 gramas) ou pequeno para a idade gestacional (definido como peso ao nascer abaixo do 10º percentil corrigido para a idade gestacional, estratificado por sexo) para crianças expostas ao valproato no útero em comparação com crianças não expostas ou expostas à lamotrigina. Os dados disponíveis em humanos não permitem concluir sobre um potencial efeito relacionado à dose.
Risco em neonatos:
- Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos que as mães utilizaram
valproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. Porém, essa síndrome deve ser distinguida da diminuição
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dos fatores de vitamina K induzido pelo fenobarbital e os indutores enzimáticos. A contagem plaquetária e testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.
- Casos de hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no sangue) foram relatados em recém-nascidos que as mães
utilizaram valproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.
- Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos que as mães utilizaram valproato de sódio
durante a gravidez.
- Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinesia, transtornos de
tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram valproato de sódio no último trimestre da gravidez.
Lactação: o valproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis sanguíneos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato de sódio. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: uma vez que este medicamento pode produzir alteração do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante, por exemplo, álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que estes pacientes não ficam sonolentos com o uso do medicamento.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes. A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com ácido valproico e até 2 semanas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Caso esteja tomando alguns dos medicamentos a seguir, informe seu médico antes de iniciar o uso de DEPAKENE®. Ele dará a melhor orientação sobre como proceder.
Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração:
Ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital (ou primidona): aumentam a depuração do valproato Antidepressivos: pouco efeito na depuração do valproato.
Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato de sódio, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue: Ácido acetilsalicílico: a concentração de valproato no sangue pode aumentar.
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Antibióticos carbapenêmicos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redução significante de valproato no sangue. Colestiramina: pode levar a uma diminuição nos níveis de valproato no sangue. Contraceptivos hormonais contendo estrogênio: pode haver diminuição de valproato no sangue e aumento das crises epilépticas (ver seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue. Dipirona: pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado, o que pode resultar na eficácia clínica do valproato potencialmente diminuída. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (convulsão controle ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato conforme apropriado. Metotrexato: Alguns relatos de casos descrevem uma diminuição significativa dos níveis séricos de valproato após a administração de metotrexato, com ocorrência de convulsões. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (controle de convulsões ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato conforme apropriado. Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os níveis de valproato no sangue. Rifampicina: pode levar ao aumento de valproato no sangue. Medicamentos conjugados com pivalato: Administração concomitante de medicamentos conjugados com pivalato e valproato que diminuem os níveis de carnitina (como cefditoreno pivoxil, adefovir dipivoxil, pivmecillinam e pivampicilina) podem desencadear a ocorrência de hipocarnitinemia (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?). Administração concomitante destes medicamentos com valproato não é recomendada. Pacientes nos quais a coadministração não pode ser evitada devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais e sintomas de hipocarnitinemia.
Medicamentos para os quais não foi detectada nenhuma interação ou com interação sem relevância: antiácidos, cimetidina, ranitidina, clorpromazina, haloperidol, paracetamol, lítio, lorazepam, olanzapina, rufinamida.
Medicamentos com outras interações:
Amitriptilina/nortriptilina: o uso concomitante de valproato de sódio e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminuição da dose de amitriptilina/nortriptilina na presença de valproato. Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-epóxido (CBZ-E): níveis sanguíneos de CBZ diminuíram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administração em conjunto do valproato de sódio e da CBZ em pacientes epilépticos. Clonazepam: o uso concomitante de valproato de sódio e de clonazepam pode levar a estado de ausência em pacientes com história desse tipo de crises convulsivas. Diazepam: a administração conjunta de valproato de sódio aumentou a fração livre de diazepam. Etossuximida: o valproato de sódio inibe o metabolismo de etossuximida. Lamotrigina: sua dose deverá ser reduzida quando administrada em conjunto com valproato de sódio. Fenobarbital: o valproato de sódio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à toxicidade neurológica. Fenitoína: Há relatos de desencadeamento de crises com a combinação de valproato de sódio e fenitoína em pacientes com epilepsia. Se necessário, deve-se ajustar a dose de fenitoína de acordo com a situação clínica. Primidona: é metabolizada em barbiturato e, portanto, pode também estar envolvida em interação semelhante à do valproato de sódio com fenobarbital.
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Propofol: pode ocorrer interação significante entre valproato de sódio e propofol, levando a aumento no nível sanguíneo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com valproato de sódio, a dose de propofol deve ser reduzida. Nimodipino: tratamento em conjunto com valproato de sódio pode aumentar a concentração sanguínea de nimodipino até 50%. Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com valproato de sódio. Canabidiol: em pacientes de todas as idades que recebem canabidiol concomitantemente com doses de 10 a 25 mg/kg e valproato, estudos clínicos relataram aumentos da ALT três vezes maiores que o limite normal superior em 19% desses pacientes. Interação medicamentosa entre valproato e canabidiol pode resultar em um risco aumentado de elevação das transaminases hepáticas (enzimas do fígado) (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO). O monitoramento hepático adequado deve ser exercido quando o valproato é usado com canabidiol e redução de doses ou descontinuação devem ser consideradas em caso de anomalias significativas dos parâmetros hepáticos. Topiramato e/ou acetazolamida: administração em conjunto com valproato de sódio foi associada a hiperamonemia (excesso de amônia no organismo), e/ou encefalopatia (alterações das funções do cérebro), além de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente alterações agudas no nível de consciência e/ou na função cognitiva ou vômito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do fígado podem requerer maior atenção. Varfarina: o valproato de sódio aumentou a fração de varfarina no sangue. Zidovudina: em alguns pacientes soropositivos para HIV, a depuração da zidovudina diminuiu após a administração de valproato de sódio. Quetiapina: em conjunto com valproato de sódio pode aumentar o risco de neutropenia (redução no número de neutrófilos no sangue) ou leucopenia (redução no número de leucócitos no sangue).
Clozapina: o tratamento concomitante com a clozapina e valproato de sódio pode aumentar o risco de neutropenia (diminuição dos glóbulos de defesa, aumentando a chance de infecções). Quando essa associação for necessária, é recomendado monitoramento cuidadoso desse paciente.
Exame laboratorial: o valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.
Irritação gastrointestinal: administrar do medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.
Não ingerir DEPAKENE® com bebidas alcoólicas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Caso esteja tomando alguns dos medicamentos a seguir, informe seu médico antes de iniciar o uso de DEPAKENE®. Ele dará a melhor orientação sobre como proceder.
Medicamentos que administrados junto ao ácido valproico / valproato podem alterar sua depuração: Ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital (ou primidona): aumentam a depuração do ácido valproico / valproato Antidepressivos: pouco efeito na depuração do ácido valproico / valproato.
Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao ácido valproico / valproato, levando a alterações das concentrações do ácido valproico / valproato no sangue: Ácido acetilsalicílico: a concentração de ácido valproico / valproato no sangue pode aumentar. Antibióticos carbapenêmicos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redução significante de ácido valproico / valproato no sangue. Colestiramina: pode levar a uma diminuição nos níveis de ácido valproico / valproato no sangue.
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Contraceptivos hormonais contendo estrogênio: pode haver diminuição de acido valproico/valproato no sangue e aumento das crises epiléticas (ver seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?)
Felbamato: pode levar ao aumento de ácido valproico / valproato no sangue. Dipirona: pode diminuir os níveis séricos de ácido valproico / valproato quando coadministrado, o que pode resultar na eficácia clínica do ácido valproico / valproato potencialmente diminuída. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (convulsão controle ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de ácido valproico / valproato conforme apropriado. Metotrexato: Alguns relatos de casos descrevem uma diminuição significativa dos níveis séricos de ácido valproico / valproato após a administração de metotrexato, com ocorrência de convulsões. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (controle de convulsões ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de ácido valproico / valproato conforme apropriado. Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os níveis de ácido valproico / valproato no sangue. Rifampicina: pode levar ao aumento de ácido valproico / valproato no sangue. Medicamentos conjugados com pivalato: Administração concomitante de medicamentos conjugados com pivalato e ácido valproico / valproato que diminuem os níveis de carnitina (como cefditoreno pivoxil, adefovir dipivoxil, pivmecillinam e pivampicilina) podem desencadear a ocorrência de hipocarnitinemia (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?). Administração concomitante destes medicamentos com ácido valproico / valproato não é recomendada. Pacientes nos quais a coadministração não pode ser evitada devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais e sintomas de hipocarnitinemia.
Medicamentos para os quais não foi detectada nenhuma interação ou com interação sem relevância: antiácidos, cimetidina, ranitidina, clorpromazina, haloperidol, paracetamol, lítio, lorazepam, olanzapina, rufinamida.
Medicamentos com outras interações:
Amitriptilina/nortriptilina: o uso concomitante de ácido valproico e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminuição da dose de amitriptilina/nortriptilina na presença de ácido valproico / valproato. Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-epóxido (CBZ-E): níveis sanguíneos de CBZ diminuíram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administração em conjunto do ácido valproico e da CBZ em pacientes epilépticos. Clonazepam: o uso concomitante de ácido valproico e de clonazepam pode levar a estado de ausência em pacientes com história desse tipo de crises convulsivas. Diazepam: a administração conjunta de ácido valproico aumentou a fração livre de diazepam. Etossuximida: o ácido valproico inibe o metabolismo de etossuximida. Lamotrigina: sua dose deverá ser reduzida quando administrada em conjunto com ácido valproico. Fenobarbital: o ácido valproico inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à toxicidade neurológica. Fenitoína: Há relatos de desencadeamento de crises com a combinação de ácido valproico e fenitoína em pacientes com epilepsia. Se necessário, deve-se ajustar a dose de fenitoína de acordo com a situação clínica. Primidona: é metabolizada em barbiturato e, portanto, pode também estar envolvida em interação semelhante à do ácido valproico com fenobarbital.
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Propofol: pode ocorrer interação significante entre ácido valproico e propofol, levando a aumento no nível sanguíneo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com ácido valproico, a dose de propofol deve ser reduzida. Nimodipino: tratamento em conjunto com ácido valproico pode aumentar a concentração sanguínea de nimodipino até 50%. Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com ácido valproico. Canabidiol: em pacientes de todas as idades que recebem canabidiol concomitantemente com doses de 10 a 25 mg/kg e ácido valproico / valproato, estudos clínicos relataram aumentos da ALT três vezes maiores que o limite normal superior em 19% desses pacientes. Interação medicamentosa entre ácido valproico / valproato e canabidiol pode resultar em um risco aumentado de elevação das transaminases hepáticas (enzimas do fígado) (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO). O monitoramento hepático adequado deve ser exercido quando o ácido valproico / valproato é usado com canabidiol e redução de doses ou descontinuação devem ser consideradas em caso de anomalias significativas dos parâmetros hepáticos. Topiramato e/ou acetazolamida: administração em conjunto com ácido valproico foi associada a hiperamonemia (excesso de amônia no organismo), e/ou encefalopatia (alterações das funções do cérebro), além de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente alterações agudas no nível de consciência e/ou na função cognitiva ou vômito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do fígado podem requerer maior atenção. Varfarina: o ácido valproico aumentou a fração de varfarina no sangue. Zidovudina: em alguns pacientes soropositivos para HIV, a depuração da zidovudina diminuiu após a administração de ácido valproico. Quetiapina: em conjunto com ácido valproico pode aumentar o risco de neutropenia (redução no número de neutrófilos no sangue) ou leucopenia (redução no número de leucócitos no sangue).
Clozapina: o tratamento concomitante com a clozapina e ácido valproico pode aumentar o risco de neutropenia (diminuição dos glóbulos de defesa, aumentando a chance de infecções). Quando essa associação for necessária, é recomendado monitoramento cuidadoso desse paciente.
Exame laboratorial: o ácido valproico / valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.
Irritação gastrointestinal: administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.
Não ingerir DEPAKENE® com bebidas alcoólicas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Aumento do risco de câncer: não é conhecido até o momento.
Aumento do risco de mutações: houve algumas evidências de que a frequência de aberrações cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.
Toxicidade reprodutiva e de desenvolvimento: efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos sistemas orgânicos) foram demonstrados em camundongos, ratos e coelhos. Em camundongos, ratos e coelhos, a exposição in utero ao valproato induziu a uma diminuição no peso fetal dose dependente, restrição do crescimento intrauterino e redução no comprimento da cabeça e nádega em comparação com animais não expostos. Na literatura publicada, anormalidades comportamentais foram relatadas em descendentes de primeira geração de camundongos e ratos após exposição in utero a doses/exposições clinicamente relevantes de valproato. Em camundongos, mudanças comportamentais também foram observadas na 2ª e 3ª gerações, embora menos pronunciadas na 3ª geração, após uma exposição aguda in utero da primeira geração. A relevância dessas descobertas para humanos é desconhecida.
Fertilidade: a administração de valproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Nos poucos casos em que o valproato foi trocado / descontinuado ou a dose diária reduzida, a diminuição em potencial de fertilidade masculina foi relatada como reversível na maioria, mas não em todos os casos, e concepções bem-sucedidas também foram observadas. Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram relatados em mulheres.
Cuidados e advertências para populações especiais Uso em idosos: uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais, infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes. Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.
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Uso em crianças: a experiência com crianças com idade inferior a dois anos tem demonstrado um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos. Em pacientes com mais de dois anos de idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, valproato de sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes.
Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes: o valproato de sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso. Verificou- se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em humanos.
Seu médico deve assegurar que:
• as circunstâncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na
discussão para garantir o seu engajamento, discutir as opções terapêuticas e garantir que ela esteja ciente dos riscos e medidas necessárias para redução dos riscos;
• o potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;
• a paciente entenda e reconheça os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema
nervoso em crianças expostas ao produto durante a gravidez;
• a paciente entenda e reconheça o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional para crianças expostas
a valproato de sódio no útero.
• a paciente entenda a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do início do tratamento e durante
o tratamento, conforme necessidade;
• a paciente seja aconselhada em relação a utilização de métodos contraceptivos e que a paciente seja capaz de
manter a utilização de métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com valproato de sódio;
• a paciente entenda a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento pelo médico
especialista em epilepsia;
• a paciente esteja ciente de que deve consultar o médico assim que tiver planos de engravidar para fazer a
transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos;
• a paciente entenda os perigos e as precauções necessárias associadas ao uso de valproato de sódio e a
necessidade urgente de informar seu médico caso exista possibilidade de estar grávida;
• a paciente receba um guia do paciente.
Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de gravidez.
Crianças e adolescentes do sexo feminino:
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente compreendam a necessidade de
informá-lo assim que a paciente utilizando valproato de sódio fique menstruada pela primeira vez (menarca);
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente que tenha menstruado pela
primeira vez, tenham informações necessárias sobre os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses riscos para crianças expostas ao valproato de sódio em ambiente intrauterino;
• o médico responsável também deve informá-los sobre o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional
para crianças expostas ao valproato de sódio no útero.
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• para essas pacientes, o médico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia com valproato
de sódio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o valproato de sódio seja o único tratamento adequado, a necessidade de utilização de métodos contraceptivos eficazes e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os pais/responsáveis. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com DEPAKENE.
Contracepção: mulheres em idade fértil que estejam utilizando valproato de sódio devem utilizar métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção a gravidez e devem ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1 método contraceptivo eficaz único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto a escolha do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido. Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção eficaz.
Revisão de tratamento: deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o valproato de sódio foi a escolha mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.
Planejamento da gravidez:
• Para a indicação de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o médico especialista
deverá reavaliar o tratamento com valproato de sódio e considerar alternativas terapêuticas. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos. Se a transição de tratamento não for possível, a paciente deverá receber aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de valproato de sódio para o bebê para suportar a paciente quanto a decisão de fazer um planejamento familiar. Se, apesar dos riscos conhecidos de valproato de sódio na gestação e após uma avaliação cuidadosa levando em consideração tratamentos alternativos, em circunstâncias excepcionais a paciente grávida poderá receber valproato de sódio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem administradas durante o dia. É preferível a escolha da formulação de liberação prolongada para se evitar altos picos de concentração plasmática.
Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas maternais e estado epiléptico com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê. Todas as pacientes expostas ao valproato de sódio durante a gestação devem realizar um monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural ou outras malformações. As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.
O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com valproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou engravide.
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Materiais educacionais: como forma de esclarecer os profissionais de saúde e os pacientes quanto à exposição ao valproato de sódio, a Abbott providenciará materiais educacionais para reforçar as precauções do uso do produto. Além disso, providenciará um Guia do Paciente quanto ao uso em mulheres e homens em idade fértil e os detalhes sobre os programas de prevenção à gravidez. O Guia do Paciente deverá estar disponível para todas as pacientes em idade fértil utilizando valproato de sódio.
Categoria de risco: D Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Atenção: Contém o corante vermelho allura 129 que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.
Risco para filhos de pais tratados com valproato de sódio: um estudo observacional retrospectivo com registros médicos eletrônicos em 3 países nórdicos europeus sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças (de 0 a 11 anos de idade), nascidas de homens tratados com valproato nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam. O risco acumulado para transtornos de neurodesenvolvimento variou de 4% a 5,6% no grupo ácido valproico/valproato versus 2,3% a 3,2% no grupo de monoterapia lamotrigina ou levitiracetam. O estudo não investigou o risco em crianças nascidas de homens que pararam de usar ácido valproico / valproato mais de 3 meses antes da concepção.
Más formações congênitas decorrentes da exposição no útero: filhos de mulheres com epilepsia expostas a monoterapia com valproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo. A exposição no útero ao valproato de sódio pode resultar em má formação ocular que foram reportados juntamente com outras más formações congênitas. Essa má formação ocular pode afetar a visão. A exposição no útero ao valproato de sódio também pode resultar em deficiência/perda auditiva devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva. Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.
Transtornos de desenvolvimento mental decorrentes da exposição no útero: a exposição ao valproato de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a criança exposta. O exato período gestacional predispostos a esses riscos é incerto e a possibilidade do risco durante toda a gestação não pode ser excluída. Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis demonstram que crianças expostas ao valproato de sódio durante a gestação tem um maior risco de apresentar transtorno relacionado ao autismo em comparação com a população geral. Os dados disponíveis sugerem que crianças expostas ao valproato de sódio durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.
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Baixo peso ao nascer para a idade gestacional devido à exposição no útero: A exposição no útero ao valproato pode levar a um baixo peso ao nascer para a idade gestacional. Em estudos pré-clínicos, foi demonstrada uma redução do peso fetal relacionada à dose em animais expostos ao valproato no útero em comparação com animais não expostos. Estudos epidemiológicos relataram uma redução no peso médio ao nascer e maior risco de nascer com baixo peso ao nascer (<2500 gramas) ou pequeno para a idade gestacional (definido como peso ao nascer abaixo do 10º percentil corrigido para a idade gestacional, estratificado por sexo) para crianças expostas ao valproato no útero em comparação com crianças não expostas ou expostas à lamotrigina. Os dados disponíveis em humanos não permitem concluir sobre um potencial efeito relacionado à dose.
Risco em neonatos:
- Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos que as mães utilizaram
valproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue), hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi relatada e pode ser fatal. Porém, essa síndrome deve ser distinguida da diminuição dos fatores de vitamina K induzido pelo fenobarbital e os indutores enzimáticos. A contagem plaquetária e testes e fatores de coagulação devem ser investigados em neonatos.
- Casos de hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no sangue) foram relatados em recém-nascidos que as mães
utilizaram valproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.
- Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos que as mães utilizaram valproato de sódio
durante a gravidez.
- Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinesia, transtornos de
tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-nascidos de mães que utilizaram valproato de sódio no último trimestre da gravidez.
Lactação: o valproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre 1% a 10% dos níveis sanguíneos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato de sódio. A decisão quanto a descontinuação da amamentação ou da terapia com valproato de sódio deve ser feita levando em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: uma vez que este medicamento pode produzir alteração do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras substâncias com efeito semelhante por exemplo, álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que estes pacientes não ficam sonolentos com o uso do medicamento.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
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A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com ácido valproico e até 2 semanas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Caso esteja tomando alguns dos medicamentos a seguir, informe seu médico antes de iniciar o uso de DEPAKENE®. Ele dará a melhor orientação sobre como proceder.
Medicamentos que administrados junto ao valproato podem alterar sua depuração:
Ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital (ou primidona): aumentam a depuração do valproato Antidepressivos: pouco efeito na depuração do valproato.
Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato, levando a alterações das concentrações do valproato no sangue: Ácido acetilsalicílico: a concentração de valproato no sangue pode aumentar. Antibióticos carbapenêmicos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redução significante de valproato no sangue. Colestiramina: pode levar a uma diminuição nos níveis de valproato no sangue. Contraceptivos hormonais contendo estrogênio: pode haver diminuição de valproato no sangue e aumento das crises epilépticas (ver seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue. Dipirona: pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado, o que pode resultar na eficácia clínica do valproato potencialmente diminuída. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (convulsão controle ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato conforme apropriado. Metotrexato: Alguns relatos de casos descrevem uma diminuição significativa dos níveis séricos de valproato após a administração de metotrexato, com ocorrência de convulsões. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (controle de convulsões ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato conforme apropriado. Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os níveis de valproato no sangue. Rifampicina: pode levar ao aumento de valproato no sangue. Medicamentos conjugados com pivalato: Administração concomitante de medicamentos conjugados com pivalato e valproato que diminuem os níveis de carnitina (como cefditoreno pivoxil, adefovir dipivoxil, pivmecillinam e pivampicilina) podem desencadear a ocorrência de hipocarnitinemia (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?). Administração concomitante destes medicamentos com valproato não é recomendada. Pacientes nos quais a coadministração não pode ser evitada devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais e sintomas de hipocarnitinemia.
Medicamentos para os quais não foi detectada nenhuma interação ou com interação sem relevância: antiácidos, cimetidina, ranitidina, clorpromazina, haloperidol, paracetamol, lítio, lorazepam, olanzapina, rufinamida.
Medicamentos com outras interações:
Amitriptilina/nortriptilina: o uso concomitante de valproato de sódio e amitriptilina raramente foi associado com toxicidade. Considerar a diminuição da dose de amitriptilina/nortriptilina na presença de valproato.
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Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-epóxido (CBZ-E): níveis sanguíneos de CBZ diminuíram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administração em conjunto do valproato de sódio e da CBZ em pacientes epilépticos. Clonazepam: o uso concomitante de valproato de sódio e de clonazepam pode levar a estado de ausência em pacientes com história desse tipo de crises convulsivas. Diazepam: a administração conjunta de valproato de sódio aumentou a fração livre de diazepam. Etossuximida: o valproato de sódio inibe o metabolismo de etossuximida. Lamotrigina: sua dose deverá ser reduzida quando administrada em conjunto com valproato de sódio. Fenobarbital: o valproato de sódio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados quanto à toxicidade neurológica. Fenitoína: Há relatos de desencadeamento de crises com a combinação de valproato de sódio e fenitoína em pacientes com epilepsia. Se necessário, deve-se ajustar a dose de fenitoína de acordo com a situação clínica. Primidona: é metabolizada em barbiturato e, portanto, pode também estar envolvida em interação semelhante à do valproato de sódio com fenobarbital. Propofol: pode ocorrer interação significante entre valproato de sódio e propofol, levando a aumento no nível sanguíneo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com valproato de sódio, a dose de propofol deve ser reduzida. Nimodipino: tratamento em conjunto com valproato de sódio pode aumentar a concentração sanguínea de nimodipino até 50%. Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com valproato de sódio. Canabidiol: em pacientes de todas as idades que recebem canabidiol concomitantemente com doses de 10 a 25 mg/kg e valproato, estudos clínicos relataram aumentos da ALT três vezes maiores que o limite normal superior em 19% desses pacientes. Interação medicamentosa entre valproato e canabidiol pode resultar em um risco aumentado de elevação das transaminases hepáticas (enzimas do fígado) (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO). O monitoramento hepático adequado deve ser exercido quando o valproato é usado com canabidiol e redução de doses ou descontinuação devem ser consideradas em caso de anomalias significativas dos parâmetros hepáticos. Topiramato e/ou acetazolamida: administração em conjunto com valproato de sódio foi associada a hiperamonemia (excesso de amônia no organismo), e/ou encefalopatia (alterações das funções do cérebro), além de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente alterações agudas no nível de consciência e/ou na função cognitiva ou vômito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do fígado podem requerer maior atenção. Varfarina: o valproato de sódio aumentou a fração de varfarina no sangue. Zidovudina: em alguns pacientes soropositivos para HIV, a depuração da zidovudina diminuiu após a administração de valproato de sódio. Quetiapina: em conjunto com valproato de sódio pode aumentar o risco de neutropenia (redução no número de neutrófilos no sangue) ou leucopenia (redução no número de leucócitos no sangue).
Clozapina: o tratamento concomitante com a clozapina e valproato de sódio pode aumentar o risco de neutropenia (diminuição dos glóbulos de defesa, aumentando a chance de infecções). Quando essa associação for necessária, é recomendado monitoramento cuidadoso desse paciente.
Exame laboratorial: o valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.
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Irritação gastrointestinal: administrar do medicamento juntamente com a alimentação, ou com uma elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação gastrointestinal.
Não ingerir DEPAKENE® com bebidas alcoólicas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA 250 MG CAP CT FR VD AMB X
10451 - 25
MEDICAMENTO 250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES 50
Notificação de DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
17/04/2024 0488262/24-1 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS AMB X 25
Texto de Bula – 5. ADVERTÊNCIAS E 500 MG COM REV CT FR PLAS
publicação no PRECAUÇÕES OPC X 50
Bulário RDC 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 6. COMO DEVO USAR ESTE X 100 ML
MEDICAMENTO? 50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
Bula_Paciente_Histórico 2
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AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
- O QUE DEVO SABER ANTES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- ADVERTÊNCIAS E AMB X 25
10/04/2024 0453981241 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS
PRECAUÇÕES 500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
- COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC MEDICAMENTO? X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 0451 -
- O QUE DEVO SABER ANTES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- ADVERTÊNCIAS E AMB X 25
21/03/2024 0350217246 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS
PRECAUÇÕES 500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
- COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC MEDICAMENTO? X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
10451 - 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 9. REAÇÕES ADVERSAS 25
11/10/2023 1085689239 --- --- --- --- VP/VPS
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50
Bula_Paciente_Histórico 3
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Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 50
NOVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD Notificação de AMB X 25
05/04/2023 0355228/23-8 Alteração de --- --- --- --- 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES VP/VPS
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
- QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 - MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 50
NOVO - USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- QUAIS OS MALES QUE ESTE AMB X 25
20/06/2022 4310866/22-1 Alteração de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula –
- O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR OPC X 50
publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE X 100 ML
60/12 A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? 50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
0360510/22-1 10451 - --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Bula_Paciente_Histórico 4
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28/01/2022 MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50 Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
10451 25
MEDICAMENTO
250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO 50 Notificação de
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 300 MG COM REV CT FR VD
13/12/2021 6204927/21-3 Alteração de --- --- --- --- VP
USAR ESTE MEDICAMENTO? AMB X 25 Texto de Bula –
500 MG COM REV CT FR PLAS
publicação no OPC X 50 Bulário RDC
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
10451 25
MEDICAMENTO 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É 250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO - INDICADO? 50
Notificação de
- ONDE, COMO E POR QUANTO 300 MG COM REV CT FR VD
09/12/2021 5042168/21-4 Alteração de --- --- --- --- VP
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE AMB X 25
Texto de Bula – MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS publicação no
10451 - 25
MEDICAMENTO 250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES 50
Notificação de DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
17/04/2024 0488262/24-1 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS AMB X 25
Texto de Bula – 5. ADVERTÊNCIAS E 500 MG COM REV CT FR PLAS
publicação no PRECAUÇÕES OPC X 50
Bulário RDC 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 6. COMO DEVO USAR ESTE X 100 ML
MEDICAMENTO? 50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
Bula_Paciente_Histórico 2
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AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
- O QUE DEVO SABER ANTES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- ADVERTÊNCIAS E AMB X 25
10/04/2024 0453981241 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS
PRECAUÇÕES 500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
- COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC MEDICAMENTO? X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 0451 -
- O QUE DEVO SABER ANTES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- ADVERTÊNCIAS E AMB X 25
21/03/2024 0350217246 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS
PRECAUÇÕES 500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
- COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC MEDICAMENTO? X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
10451 - 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 9. REAÇÕES ADVERSAS 25
11/10/2023 1085689239 --- --- --- --- VP/VPS
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50
Bula_Paciente_Histórico 3
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Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 50
NOVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD Notificação de AMB X 25
05/04/2023 0355228/23-8 Alteração de --- --- --- --- 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES VP/VPS
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
- QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 - MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 50
NOVO - USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- QUAIS OS MALES QUE ESTE AMB X 25
20/06/2022 4310866/22-1 Alteração de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula –
- O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR OPC X 50
publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE X 100 ML
60/12 A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? 50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
0360510/22-1 10451 - --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Bula_Paciente_Histórico 4
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28/01/2022 MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50 Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
10451 25
MEDICAMENTO
250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO 50 Notificação de
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 300 MG COM REV CT FR VD
13/12/2021 6204927/21-3 Alteração de --- --- --- --- VP
USAR ESTE MEDICAMENTO? AMB X 25 Texto de Bula –
500 MG COM REV CT FR PLAS
publicação no OPC X 50 Bulário RDC
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
10451 25
MEDICAMENTO 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É 250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO - INDICADO? 50
Notificação de
- ONDE, COMO E POR QUANTO 300 MG COM REV CT FR VD
09/12/2021 5042168/21-4 Alteração de --- --- --- --- VP
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE AMB X 25
Texto de Bula – MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS publicação no
10451 - 25
MEDICAMENTO 250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES 50
Notificação de DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
17/04/2024 0488262/24-1 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS AMB X 25
Texto de Bula – 5. ADVERTÊNCIAS E 500 MG COM REV CT FR PLAS
publicação no PRECAUÇÕES OPC X 50
Bulário RDC 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 6. COMO DEVO USAR ESTE X 100 ML
MEDICAMENTO? 50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
Bula_Paciente_Histórico 2
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AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
- O QUE DEVO SABER ANTES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- ADVERTÊNCIAS E AMB X 25
10/04/2024 0453981241 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS
PRECAUÇÕES 500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
- COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC MEDICAMENTO? X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 0451 -
- O QUE DEVO SABER ANTES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- ADVERTÊNCIAS E AMB X 25
21/03/2024 0350217246 Alteração de --- --- --- --- VP/VPS
PRECAUÇÕES 500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
- COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC MEDICAMENTO? X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
10451 - 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 9. REAÇÕES ADVERSAS 25
11/10/2023 1085689239 --- --- --- --- VP/VPS
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50
Bula_Paciente_Histórico 3
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 50
NOVO USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD Notificação de AMB X 25
05/04/2023 0355228/23-8 Alteração de --- --- --- --- 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES VP/VPS
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
- QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 - MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 50
NOVO - USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- QUAIS OS MALES QUE ESTE AMB X 25
20/06/2022 4310866/22-1 Alteração de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula –
- O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR OPC X 50
publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE X 100 ML
60/12 A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? 50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
0360510/22-1 10451 - --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Bula_Paciente_Histórico 4
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
28/01/2022 MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50 Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
10451 25
MEDICAMENTO
250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO 50 Notificação de
- O QUE DEVO SABER ANTES DE 300 MG COM REV CT FR VD
13/12/2021 6204927/21-3 Alteração de --- --- --- --- VP
USAR ESTE MEDICAMENTO? AMB X 25 Texto de Bula –
500 MG COM REV CT FR PLAS
publicação no OPC X 50 Bulário RDC
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
10451 25
MEDICAMENTO 1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É 250 MG CAP CT FR VD AMB X
NOVO - INDICADO? 50
Notificação de
- ONDE, COMO E POR QUANTO 300 MG COM REV CT FR VD
09/12/2021 5042168/21-4 Alteração de --- --- --- --- VP
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE AMB X 25
Texto de Bula – MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS publicação no
Identificação do medicamento
I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
DEPAKENE valproato de sódio
DEPAKENE ácido valproico 250 mg
DEPAKENE valproato de sódio 50mg/mL
APRESENTAÇÕES
DEPAKENE (valproato de sódio) comprimido revestido de liberação entérica de 300 mg: embalagem com 25 comprimidos revestidos. DEPAKENE (valproato de sódio) comprimido revestido de liberação entérica de 500 mg: embalagem com 50 comprimidos revestidos.
VIA ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS
25
10451 - COMPOSIÇÃO
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
50 NOVO - MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
21/06/2024 0849071/24-1 Alteração de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – 7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO OPC X 50 publicação no DO MEDICAMENTO
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE X 100 ML 60/12 MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
DEPAKENE (ácido valproico) cápsula de 250 mg: embalagem com 25 ou 50 cápsulas.
VIA ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS
25
10451 - COMPOSIÇÃO
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
50 NOVO - MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
21/06/2024 0849071/24-1 Alteração de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – 7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO OPC X 50 publicação no DO MEDICAMENTO
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE X 100 ML 60/12 MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
DEPAKENE (valproato de sódio) xarope de 50 mg/mL: embalagem com 1 frasco de 100 mL e um copo dosador.
VIA ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS
25
10451 - COMPOSIÇÃO
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
50 NOVO - MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
21/06/2024 0849071/24-1 Alteração de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – 7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO OPC X 50 publicação no DO MEDICAMENTO
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE X 100 ML 60/12 MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de DEPAKENE 300mg contém: valproato de sódio .................................................................................................................. 300 mg (equivalente a 260 mg de ácido valproico) Excipientes: dióxido de silício coloidal, celulose microcristalina, povidona, álcool isopropílico, talco siliconizado, acetoftalato de celulose, dibutilftalato, dióxido de titânio, corante amarelo crepúsculo laca de alumínio, corante amarelo de quinolina laca de alumínio, acetona e álcool etílico.
Cada comprimido revestido de DEPAKENE 500mg contém: valproato de sódio............................................................................................................... 576,20 mg (equivalente a 500 mg de ácido valproico) Excipientes: dióxido de silício coloidal, celulose microcristalina, povidona, álcool isopropílico, talco siliconizado, acetoftalato de celulose, dibutilftalato, dióxido de titânio, acetona, álcool etílico, macrogol, corante amarelo crepúsculo laca de alumínio e corante amarelo de quinolina laca de alumínio.
Cada cápsula de DEPAKENE 250 mg contém: ácido valproico........................................................................................................................ 250 mg Excipientes: óleo de milho, propilparabeno (E216), metilparabeno (E218), glicerol, água purificada, dióxido de titânio, gelatina, corante amarelo crepúsculo e óleo mineral.
Cada mL do xarope de DEPAKENE 50 mg/mL contém: valproato de sódio............................................................................................................... 57,624 mg (equivalente a 50 mg de ácido valproico) Excipientes: glicerol, metilparabeno (E218), propilparabeno (E216), sacarose, sorbitol, vanilina, corante vermelhoallura 129, sabor cereja artificial, água purificada, ácido clorídrico e hidróxido de sódio.
Dizeres legais
III) DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0553.0315
Registrado por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rua Michigan, 735 São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16
Produzido por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rio de Janeiro – RJ
INDÚSTRIA BRASILEIRA
ABBOTT CENTER
Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050
BU 30
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/10/2025.
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AMB X 100 ML + COP
Bulário RDC
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 X 100 ML
10451 - • 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
09/04/2021 1359091/21-0 --- --- --- --- VP
NOVO - • 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de MEDICAMENTO PODE ME 50
Bula_Paciente_Histórico 5
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Alteração de CAUSAR? 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
alterações no item: 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
18/02/2020 0498719/20-5 Notificação de -- -- -- -- VP
4. O que devo saber antes de usar este AMB X 25
Alteração de medicamento? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 50
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens:
300 MG COM REV CT FR VD
10/01/2020 0092505/20-5 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP
AMB X 25 Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
10451 - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 25
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens: 250 MG CAP CT FR VD AMB X
23/10/2019 2567034/19-4 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP 50
Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – AMB X 25
RDC 60/12 500 MG COM REV CT FR PLAS
Bula_Paciente_Histórico 6
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CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 50
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens:
300 MG COM REV CT FR VD
15/03/2019 0230488/19-1 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP
AMB X 25 Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 50 NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES
300 MG COM REV CT FR VD
15/06/2018 0481063/18-5 Notificação de --- --- --- --- DE USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 6. COMO DEVO USAR ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO? OPC X 50 RDC 60/12 III) DIZERES LEGAIS
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X alterações de acordo com CCDS nos itens: 25 10451 1. PARA QUE ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
MEDICAMENTO É INDICADO? 50 NOVO 2. COMO ESTE MEDICAMENTO 300 MG COM REV CT FR VD
29/03/2018 0247278/18-3 Notificação de --- --- --- --- VP
FUNCIONA? AMB X 25 Alteração de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – USAR ESTE MEDICAMENTO? OPC X 50
RDC 60/12
6. COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB MEDICAMENTO? X 100 ML
Bula_Paciente_Histórico 7
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR? As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: 3. QUANDO NÃO DEVO USAR
250 MG CAP CT FR VD AMB X
ESTE MEDICAMENTO? 25 10451 - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO - 6. COMO DEVO USAR ESTE
300 MG COM REV CT FR VD
27/04/2017 0732965/17-2 Notificação de --- --- --- --- MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50 RDC 60/12 CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR X 100 ML
UMA QUANTIDADE MAIOR DO
QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25
10451 - As bulas de DEPAKENE ® apresentam
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 50 NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
300 MG COM REV CT FR VD
25/11/2016 2525758/16-7 Notificação de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50 RDC 60/12 CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
03/08/2016 2146843/16-5 NOVO - --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de USAR ESTE MEDICAMENTO? 50
Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
Bula_Paciente_Histórico 8
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME AMB X 25
RDC 60/12 CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
As bulas de DEPAKENE® apresentam 25 10451 - alterações de acordo com CCDS nos itens:
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 50 NOVO - ESTE MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
02/03/2016 1321888/16-3 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP
AMB X 25 Alteração de USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – Foram realizadas alterações editoriais sem OPC X 50 RDC 60/12 alteração de informação nos demais itens
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
da bula. X 100 ML As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: I. Identificação do medicamento 250 MG CAP CT FR VD AMB X 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 25 10451 ESTE MEDICAMENTO? 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
5. ONDE, COMO E POR QUANTO 50 NOVO -
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
02/10/2015 0879045/15-1 Notificação de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO? AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula –
MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50
RDC 60/12
CAUSAR? 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB Foram realizadas alterações editoriais sem X 100 ML alteração de informação nos demais itens da bula.
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
07/05/2015 0402906/15-2 --- --- --- --- VP
NOVO - 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de ESTE MEDICAMENTO? 50
Bula_Paciente_Histórico 9
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – USAR ESTE MEDICAMENTO? AMB X 25
RDC 60/12 500 MG COM REV CT FR PLAS
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS OPC X 50 6. COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB MEDICAMENTO? X 100 ML 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR? Foram realizadas alterações editoriais sem alteração de informação nos demais itens da bula. As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X 25 10451 - USAR ESTE MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS 50
NOVO - 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
01/07/2014 0517952/14-1 Notificação de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO PODE ME AMB X 25
Alteração de CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
USAR UMA QUANTIDADE MAIOR
X 100 ML
DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
NOVO - 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 250 MG CAP CT FR VD AMB X
22/08/2013 0700583/13-1 Notificação de --- --- --- --- VP 50
ESTE MEDICAMENTO? Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
RDC 60/12 USAR ESTE MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS
Bula_Paciente_Histórico 10
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25
10458 - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 50
1a submissão no Bulário Eletrônico e NOVO - Inclusão 300 MG COM REV CT FR VD
03/06/2013 0435738/13-8 --- --- --- --- alteração do farmacêutico responsável nos VP/VPS
Inicial de Texto AMB X 25 Dizeres Legais de Bula – RDC 500 MG COM REV CT FR PLAS
60/12 OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
Bula_Paciente_Histórico 11
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
BULA DO PACIENTE
Depakene® (ácido valproico)
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Cápsulas 250mg
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
BULA PARA O PACIENTE
Registro: 1.0553.0315
Registrado por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rua Michigan, 735 São Paulo – SP
CNPJ 56.998.701/0001-16
Produzido por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rio de Janeiro – RJ
INDÚSTRIA BRASILEIRA
ABBOTT CENTER
Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050
BU 30
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/10/2025.
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Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
AMB X 100 ML + COP
Bulário RDC
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 X 100 ML
10451 - • 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
09/04/2021 1359091/21-0 --- --- --- --- VP
NOVO - • 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de MEDICAMENTO PODE ME 50
Bula_Paciente_Histórico 5
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração de CAUSAR? 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
alterações no item: 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
18/02/2020 0498719/20-5 Notificação de -- -- -- -- VP
4. O que devo saber antes de usar este AMB X 25
Alteração de medicamento? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 50
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens:
300 MG COM REV CT FR VD
10/01/2020 0092505/20-5 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP
AMB X 25 Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
10451 - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 25
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens: 250 MG CAP CT FR VD AMB X
23/10/2019 2567034/19-4 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP 50
Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – AMB X 25
RDC 60/12 500 MG COM REV CT FR PLAS
Bula_Paciente_Histórico 6
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 50
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens:
300 MG COM REV CT FR VD
15/03/2019 0230488/19-1 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP
AMB X 25 Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 50 NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES
300 MG COM REV CT FR VD
15/06/2018 0481063/18-5 Notificação de --- --- --- --- DE USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 6. COMO DEVO USAR ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO? OPC X 50 RDC 60/12 III) DIZERES LEGAIS
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X alterações de acordo com CCDS nos itens: 25 10451 1. PARA QUE ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
MEDICAMENTO É INDICADO? 50 NOVO 2. COMO ESTE MEDICAMENTO 300 MG COM REV CT FR VD
29/03/2018 0247278/18-3 Notificação de --- --- --- --- VP
FUNCIONA? AMB X 25 Alteração de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – USAR ESTE MEDICAMENTO? OPC X 50
RDC 60/12
6. COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB MEDICAMENTO? X 100 ML
Bula_Paciente_Histórico 7
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR? As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: 3. QUANDO NÃO DEVO USAR
250 MG CAP CT FR VD AMB X
ESTE MEDICAMENTO? 25 10451 - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO - 6. COMO DEVO USAR ESTE
300 MG COM REV CT FR VD
27/04/2017 0732965/17-2 Notificação de --- --- --- --- MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50 RDC 60/12 CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR X 100 ML
UMA QUANTIDADE MAIOR DO
QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25
10451 - As bulas de DEPAKENE ® apresentam
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 50 NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
300 MG COM REV CT FR VD
25/11/2016 2525758/16-7 Notificação de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50 RDC 60/12 CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
03/08/2016 2146843/16-5 NOVO - --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de USAR ESTE MEDICAMENTO? 50
Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
Bula_Paciente_Histórico 8
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME AMB X 25
RDC 60/12 CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
As bulas de DEPAKENE® apresentam 25 10451 - alterações de acordo com CCDS nos itens:
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 50 NOVO - ESTE MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
02/03/2016 1321888/16-3 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP
AMB X 25 Alteração de USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – Foram realizadas alterações editoriais sem OPC X 50 RDC 60/12 alteração de informação nos demais itens
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
da bula. X 100 ML As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: I. Identificação do medicamento 250 MG CAP CT FR VD AMB X 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 25 10451 ESTE MEDICAMENTO? 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
5. ONDE, COMO E POR QUANTO 50 NOVO -
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
02/10/2015 0879045/15-1 Notificação de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO? AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula –
MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50
RDC 60/12
CAUSAR? 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB Foram realizadas alterações editoriais sem X 100 ML alteração de informação nos demais itens da bula.
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
07/05/2015 0402906/15-2 --- --- --- --- VP
NOVO - 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de ESTE MEDICAMENTO? 50
Bula_Paciente_Histórico 9
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – USAR ESTE MEDICAMENTO? AMB X 25
RDC 60/12 500 MG COM REV CT FR PLAS
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS OPC X 50 6. COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB MEDICAMENTO? X 100 ML 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR? Foram realizadas alterações editoriais sem alteração de informação nos demais itens da bula. As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X 25 10451 - USAR ESTE MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS 50
NOVO - 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
01/07/2014 0517952/14-1 Notificação de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO PODE ME AMB X 25
Alteração de CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
USAR UMA QUANTIDADE MAIOR
X 100 ML
DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
NOVO - 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 250 MG CAP CT FR VD AMB X
22/08/2013 0700583/13-1 Notificação de --- --- --- --- VP 50
ESTE MEDICAMENTO? Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
RDC 60/12 USAR ESTE MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS
Bula_Paciente_Histórico 10
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25
10458 - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 50
1a submissão no Bulário Eletrônico e NOVO - Inclusão 300 MG COM REV CT FR VD
03/06/2013 0435738/13-8 --- --- --- --- alteração do farmacêutico responsável nos VP/VPS
Inicial de Texto AMB X 25 Dizeres Legais de Bula – RDC 500 MG COM REV CT FR PLAS
60/12 OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
Bula_Paciente_Histórico 11
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
BULA DO PACIENTE
Depakene® (valproato de sódio)
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Xarope 50mg/mL
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
BULA PARA O PACIENTE
Registro: 1.0553.0315
Registrado por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rua Michigan, 735 São Paulo - SP
CNPJ 56.998.701/0001-16
Produzido por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Rio de Janeiro – RJ
INDÚSTRIA BRASILEIRA
ABBOTT CENTER
Central de Relacionamento com o Cliente
0800 703 1050
BU 30
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 29/10/2025.
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Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
AMB X 100 ML + COP
Bulário RDC
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
60/12 X 100 ML
10451 - • 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
09/04/2021 1359091/21-0 --- --- --- --- VP
NOVO - • 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de MEDICAMENTO PODE ME 50
Bula_Paciente_Histórico 5
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração de CAUSAR? 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
alterações no item: 50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
18/02/2020 0498719/20-5 Notificação de -- -- -- -- VP
4. O que devo saber antes de usar este AMB X 25
Alteração de medicamento? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 50
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens:
300 MG COM REV CT FR VD
10/01/2020 0092505/20-5 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP
AMB X 25 Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
10451 - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 25
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens: 250 MG CAP CT FR VD AMB X
23/10/2019 2567034/19-4 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP 50
Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO? 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – AMB X 25
RDC 60/12 500 MG COM REV CT FR PLAS
Bula_Paciente_Histórico 6
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO As bulas de DEPAKENE® apresentam 50
NOVO - alterações de acordo com CCDS nos itens:
300 MG COM REV CT FR VD
15/03/2019 0230488/19-1 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES VP
AMB X 25 Alteração de DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 50 NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES
300 MG COM REV CT FR VD
15/06/2018 0481063/18-5 Notificação de --- --- --- --- DE USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 6. COMO DEVO USAR ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO? OPC X 50 RDC 60/12 III) DIZERES LEGAIS
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X alterações de acordo com CCDS nos itens: 25 10451 1. PARA QUE ESTE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
MEDICAMENTO É INDICADO? 50 NOVO 2. COMO ESTE MEDICAMENTO 300 MG COM REV CT FR VD
29/03/2018 0247278/18-3 Notificação de --- --- --- --- VP
FUNCIONA? AMB X 25 Alteração de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – USAR ESTE MEDICAMENTO? OPC X 50
RDC 60/12
6. COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB MEDICAMENTO? X 100 ML
Bula_Paciente_Histórico 7
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR? As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: 3. QUANDO NÃO DEVO USAR
250 MG CAP CT FR VD AMB X
ESTE MEDICAMENTO? 25 10451 - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 50 NOVO - 6. COMO DEVO USAR ESTE
300 MG COM REV CT FR VD
27/04/2017 0732965/17-2 Notificação de --- --- --- --- MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50 RDC 60/12 CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR X 100 ML
UMA QUANTIDADE MAIOR DO
QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25
10451 - As bulas de DEPAKENE ® apresentam
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 50 NOVO - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
300 MG COM REV CT FR VD
25/11/2016 2525758/16-7 Notificação de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50 RDC 60/12 CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
03/08/2016 2146843/16-5 NOVO - --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de USAR ESTE MEDICAMENTO? 50
Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
Bula_Paciente_Histórico 8
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Texto de Bula – MEDICAMENTO PODE ME AMB X 25
RDC 60/12 CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
As bulas de DEPAKENE® apresentam 25 10451 - alterações de acordo com CCDS nos itens:
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 50 NOVO - ESTE MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
02/03/2016 1321888/16-3 Notificação de --- --- --- --- 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE VP
AMB X 25 Alteração de USAR ESTE MEDICAMENTO?
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – Foram realizadas alterações editoriais sem OPC X 50 RDC 60/12 alteração de informação nos demais itens
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
da bula. X 100 ML As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: I. Identificação do medicamento 250 MG CAP CT FR VD AMB X 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 25 10451 ESTE MEDICAMENTO? 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
5. ONDE, COMO E POR QUANTO 50 NOVO -
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
02/10/2015 0879045/15-1 Notificação de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO? AMB X 25 Alteração de 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula –
MEDICAMENTO PODE ME OPC X 50
RDC 60/12
CAUSAR? 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB Foram realizadas alterações editoriais sem X 100 ML alteração de informação nos demais itens da bula.
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
07/05/2015 0402906/15-2 --- --- --- --- VP
NOVO - 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de ESTE MEDICAMENTO? 50
Bula_Paciente_Histórico 9
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
Alteração de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – USAR ESTE MEDICAMENTO? AMB X 25
RDC 60/12 500 MG COM REV CT FR PLAS
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS OPC X 50 6. COMO DEVO USAR ESTE 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB MEDICAMENTO? X 100 ML 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR? Foram realizadas alterações editoriais sem alteração de informação nos demais itens da bula. As bulas de DEPAKENE® apresentam alterações de acordo com CCDS nos itens: 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X 25 10451 - USAR ESTE MEDICAMENTO?
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS 50
NOVO - 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE 300 MG COM REV CT FR VD
01/07/2014 0517952/14-1 Notificação de --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO PODE ME AMB X 25
Alteração de CAUSAR? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM OPC X 50
RDC 60/12
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
USAR UMA QUANTIDADE MAIOR
X 100 ML
DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
10451 - As bulas de DEPAKENE® apresentam 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO alterações de acordo com CCDS nos itens: 25
NOVO - 3. QUANDO NÃO DEVO USAR 250 MG CAP CT FR VD AMB X
22/08/2013 0700583/13-1 Notificação de --- --- --- --- VP 50
ESTE MEDICAMENTO? Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD
Texto de Bula – 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
RDC 60/12 USAR ESTE MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS
Bula_Paciente_Histórico 10
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25
10458 - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 50
1a submissão no Bulário Eletrônico e NOVO - Inclusão 300 MG COM REV CT FR VD
03/06/2013 0435738/13-8 --- --- --- --- alteração do farmacêutico responsável nos VP/VPS
Inicial de Texto AMB X 25 Dizeres Legais de Bula – RDC 500 MG COM REV CT FR PLAS
60/12 OPC X 50
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
Bula_Paciente_Histórico 11
Histórico de alteração da bula
Histórico de alterações do texto de bula – DEPAKENE®
Dados da Submissão Eletrônica Dados da Petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data de
Data do Número do Data do Número do Versões
Assunto Assunto aprovação Itens de bula Apresentações relacionadas
expediente expediente expediente expediente (VP/VPS)
da petição
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
29/10/2025 Versão atual Alteração de --- --- --- --- VP
USAR ESTE MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
50 NOVO - MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
21/11/2024 1591250/24-2 Alteração de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE OPC X 50 publicação no MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
10451 - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
17/07/2024 0978375/24-6 --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
Bula_Paciente_Histórico 1
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50 Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
Dados da Submissão Eletrônica Dados da Petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data de
Data do Número do Data do Número do Versões
Assunto Assunto aprovação Itens de bula Apresentações relacionadas
expediente expediente expediente expediente (VP/VPS)
da petição
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
29/10/2025 Versão atual Alteração de --- --- --- --- VP
USAR ESTE MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
50 NOVO - MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
21/11/2024 1591250/24-2 Alteração de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE OPC X 50 publicação no MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
10451 - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
17/07/2024 0978375/24-6 --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
Bula_Paciente_Histórico 1
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50 Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
Dados da Submissão Eletrônica Dados da Petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data de
Data do Número do Data do Número do Versões
Assunto Assunto aprovação Itens de bula Apresentações relacionadas
expediente expediente expediente expediente (VP/VPS)
da petição
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO
50 NOVO -
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de
- O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
29/10/2025 Versão atual Alteração de --- --- --- --- VP
USAR ESTE MEDICAMENTO? 500 MG COM REV CT FR PLAS Texto de Bula – OPC X 50 publicação no
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
25 10451 -
250 MG CAP CT FR VD AMB X
MEDICAMENTO 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
50 NOVO - MEDICAMENTO?
300 MG COM REV CT FR VD
Notificação de 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE AMB X 25
21/11/2024 1591250/24-2 Alteração de --- --- --- --- USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
500 MG COM REV CT FR PLAS
Texto de Bula – 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE OPC X 50 publicação no MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
Bulário RDC X 100 ML 60/12
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
10451 - 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE 250 MG CAP CT FR VD AMB X
17/07/2024 0978375/24-6 --- --- --- --- VP
MEDICAMENTO USAR ESTE MEDICAMENTO? 25
Bula_Paciente_Histórico 1
Abbott Laboratórios do Brasil Ltda Rua Michigan, 735 São Paulo, Brasil
CEP: 04566-905
T: (11) 5536-7000
NOVO - 250 MG CAP CT FR VD AMB X
Notificação de 50 Alteração de 300 MG COM REV CT FR VD Texto de Bula – AMB X 25 publicação no 500 MG COM REV CT FR PLAS Bulário RDC OPC X 50
60/12 50 MG/ML XPE CT FR VD AMB
X 100 ML
50 MG/ML XPE CT FR PLAS PET
AMB X 100 ML + COP
250 MG CAP CT FR VD AMB X
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.