Posologia (resumo)
Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) ressecável (peso > 30 kg)
1500 mg a cada 3 semanas por até 4 ciclos antes da cirurgia, seguido por 1500 mg a cada 4 semanas por até 12 ciclos após a cirurgia.
Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) ressecável (peso <= 30 kg)
20 mg/kg a cada 3 semanas por até 4 ciclos antes da cirurgia, seguido por 20 mg/kg a cada 4 semanas até que o peso aumente para mais de 30 kg.
Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) irressecável (peso > 30 kg)
10 mg/kg a cada 2 semanas ou 1500 mg a cada 4 semanas.
Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) irressecável (peso < 30 kg)
10 mg/kg a cada 2 semanas ou 20 mg/kg a cada 4 semanas, até que o peso aumente para mais de 30 kg.
Câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) metastático (peso > 30 kg)
1500 mg a cada 3 semanas por 4 ciclos, seguido de 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia.
Câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) metastático (peso < 30 kg)
20 mg/kg até que o peso aumente para mais de 30 kg.
Câncer de pulmão de pequenas células em estágio limitado (CPPC-EL) (peso > 30 kg)
1500 mg a cada 4 semanas.
Câncer de pulmão de pequenas células em estágio limitado (CPPC-EL) (peso < 30 kg)
20 mg/kg a cada 4 semanas, até que o peso aumente para mais de 30 kg.
Câncer de pulmão de pequenas células em estágio extensivo (CPPC-EE) (peso > 30 kg)
1500 mg a cada 3 semanas por 4 ciclos, seguido de 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia.
Câncer de pulmão de pequenas células em estágio extensivo (CPPC-EE) (peso < 30 kg)
20 mg/kg a cada 3 semanas por 4 ciclos, seguido de 20 mg/kg a cada 4 semanas como monoterapia.
Câncer do Trato Biliar (CTB) (peso > 30 kg)
1500 mg a cada 3 semanas até 8 ciclos, seguido de 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia.
Câncer do Trato Biliar (CTB) (peso < 30 kg)
20 mg/kg a cada 3 semanas até 8 ciclos, seguido de 20 mg/kg a cada 4 semanas como monoterapia.
Câncer hepatocelular (CHC) (peso > 30 kg)
1500 mg no Ciclo 1/Dia 1, seguidos por 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia.
Câncer hepatocelular (CHC) (peso <= 30 kg)
20 mg/kg até que o peso aumente para mais de 30 kg.
Câncer de endométrio (peso > 30 kg)
1120 mg a cada 3 semanas por 4 a 6 ciclos, seguido de manutenção com 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia ou em combinação com olaparibe 300 mg duas vezes ao dia.
Câncer de endométrio (peso <= 30 kg)
1120 mg a cada 3 semanas por 4 a 6 ciclos, seguido de manutenção com 20 mg/kg a cada 4 semanas como monoterapia ou em combinação com olaparibe 300 mg duas vezes ao dia, até atingir peso superior a 30 kg.
Câncer de Bexiga Músculo Invasivo (CBMI) (peso > 30 kg)
1500 mg a cada 3 semanas por 4 ciclos antes da cirurgia, seguido de 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia por até 8 ciclos após a cirurgia.
Câncer de Bexiga Músculo Invasivo (CBMI) (peso < 30 kg)
20 mg/kg a cada 3 semanas até a cirurgia, seguido de 20 mg/kg a cada 4 semanas como monoterapia, até atingir peso superior a 30 kg.
Câncer de Bexiga Não Músculo-Invasivo (CBNMI) (peso > 30 kg)
1500 mg em combinação com BCG a cada 4 semanas por 13 ciclos.
Câncer de Bexiga Não Músculo-Invasivo (CBNMI) (peso < 30 kg)
20 mg/kg em combinação com BCG a cada 4 semanas, até atingir peso superior a 30 kg.
Adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica (CG/CJGE) (peso > 30 kg)
1500 mg a cada 4 semanas por até 2 ciclos antes da cirurgia, seguido de 1500 mg a cada 4 semanas por até 2 ciclos com quimioterapia, e então 1500 mg a cada 4 semanas por até 10 ciclos como monoterapia.
Adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica (CG/CJGE) (peso < 30 kg)
20 mg/kg a cada 4 semanas por até 2 ciclos antes da cirurgia, seguido de 20 mg/kg a cada 4 semanas por até 2 ciclos com quimioterapia, e então 20 mg/kg a cada 4 semanas por até 10 ciclos como monoterapia, até atingir peso superior a 30 kg.
Reações adversas imunomediadas (exceto miocardite)
Administrar dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente, seguida de redução gradual, para eventos de Grau 2 a 4.
Miocardite imunomediada
Administrar dose inicial de 2 a 4 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente, seguida de redução gradual, para eventos de Grau 2 a 4.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (IMFINZI® (durvalumabe) AstraZeneca do Brasil Ltda. Solução injetável para infusão intravenosa 50 mg/mL 1). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações técnicas (profissionais de saúde)
1. INDICAÇÕES
Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) IMFINZI (durvalumabe) em combinação com quimioterapia à base de platina como tratamento neoadjuvante, seguido de IMFINZI (durvalumabe) em monoterapia como tratamento adjuvante após a cirurgia, é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) ressecável (tumores ≥ 4 cm e/ou nódulo positivo) e sem mutações conhecidas no receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) ou rearranjos da quinase do linfoma anaplásico (ALK).
IMFINZI (durvalumabe) é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) estágio III irressecável, cuja doença não progrediu após a terapia de quimiorradiação (QRT) à base de platina.
IMFINZI (durvalumabe), em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina, é indicado para o tratamento de primeira linha de adultos com CPNPC metastático sem mutações sensibilizantes do EGFR ou mutações positivas do ALK.
Câncer de pulmão de pequenas células (CPPC) IMFINZI (durvalumabe), em combinação com etoposídeo e carboplatina ou cisplatina, é indicado para o tratamento em primeira linha de pacientes com câncer de pulmão de pequenas células em estágio extensivo (CPPC-EE).
IMFINZI (durvalumabe) é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de pequenas células em estágio limitado (CPPC-EL), cuja doença não progrediu após a terapia de quimiorradiação (QRT) à base de platina.
Câncer do Trato Biliar (CTB) IMFINZI (durvalumabe), em combinação com quimioterapia à base de gencitabina mais cisplatina, é indicado para o tratamento de primeira linha em pacientes com câncer do trato biliar (CTB) localmente avançado ou metastático.
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Câncer hepatocelular (CHC) IMFINZI (durvalumabe), em combinação com tremelimumabe, é indicado para o tratamento de pacientes com carcinoma hepatocelular avançado ou irressecável.
Câncer de endométrio IMFINZI (durvalumabe) em combinação com paclitaxel e carboplatina, seguido de manutenção com:
• IMFINZI (durvalumabe) em monoterapia, é indicado para o tratamento de primeira linha de pacientes
com câncer de endométrio avançado ou recorrente.
• IMFINZI (durvalumabe) em combinação com olaparibe, é indicado para o tratamento de primeira linha
de pacientes com câncer de endométrio avançado ou recorrente proficiente na expressão de enzimas de reparo (pMMR)
Câncer de Bexiga IMFINZI (durvalumabe) em combinação com quimioterapia à base de cisplatina como tratamento neoadjuvante, seguido de IMFINZI (durvalumabe) como tratamento adjuvante em monoterapia após cistectomia radical, é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de bexiga músculo invasivo (CBMI).
IMFINZI (durvalumabe) em combinação com Bacillus Calmette-Guérin (BCG) é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de bexiga não músculo-invasivo (CBNMI) de alto risco, sem carcinoma in situ (CIS), que não receberam tratamento prévio ou recente (> 3 anos) com BCG.
Adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica (CG/CJGE) IMFINZI (durvalumabe) em combinação com quimioterapia FLOT (fluorouracil, leucovorina, oxaliplatina e docetaxel) como tratamento neoadjuvante e adjuvante, seguido de monoterapia adjuvante com IMFINZI, é indicado para o tratamento de pacientes com adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica ressecável.
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
Os principais resultados de eficácia por indicação terapêutica e estudo clínico conduzido estão listados a seguir.
Os resultados de eficácia completos, contendo descrição detalhada dos estudos, critérios de inclusão e exclusão, gráficos e tabelas, podem ser consultados na bula digital disponível na embalagem secundária do produto ou no
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site da AstraZeneca do Brasil Ltda. Adicionalmente, os dados podem ser solicitados diretamente à equipe de Informações Médicas pelo e-mail info.med@astrazeneca.com ou pelo telefone 0800 014 5578.
Principais resultados de eficácia e ensaios clínicos por indicação terapêutica
• Indicação: Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) ressecável – Estudo AEGEAN
Nome do estudo: Perioperative Durvalumab for Resectable Non-Small-Cell Lung Cancer (NCT03800134) Desfechos e Resultados resumidos: Desfechos primários: Sobrevida livre de eventos (EFS) e Resposta Patológica Completa (pCR). Principal desfecho secundário: Sobrevida Global (OS). o Resultados EFS: Número de eventos 33,9% vs 44,1%. Mediana (meses): NR (não-atingido) vs 30,0. Razão de Risco (HR)=0,69 (IC de 95%: 0,55 ; 0,88). o Resultados pCR: Número de pacientes com resposta: 63 vs. 16. Taxa de resposta 17,21% vs 4,28%; Diferença nas proporções: 12,96 (IC de 95%: 8,67 ; 17,57). o OS: HR=0,89 (IC de 95%: 0,70–1,14).
• Indicação: CPNPC estágio III irressecável – Estudo PACIFIC
Nome do estudo: Durvalumab after Chemoradiotherapy in Stage III Non-Small-Cell Lung Cancer (NCT02125461) Desfechos e Resultados resumidos: Desfechos primários: Sobrevida Global (OS) e Sobrevida Livre de Progressão (PFS). Principais desfechos secundários incluíram: Taxa de Resposta Objetiva (ORR) e Duração da Resposta (DoR). o Resultados OS, análise primária: Número de óbitos: 38% vs. 49%. Mediana: NA vs 28,7 meses. HR=0,68 (IC de 95%: 0,53 ; 0,87); p=0,00251. Resultados OS em 24 meses: 66,3% vs 55,6%. o Resultados PFS, análise primária: Número de pacientes com evento: 45% vs 66%. Mediana: 16,8 vs 5,6 meses. HR=0,52 (IC de 95%: 0,42 ; 0,65); p<0,0001. Resultados PFS em 18 meses: 44,2% vs 27,0%.
• Indicação: CPNPC metastático (1ª linha) – Estudo POSEIDON
Nome do estudo: Durvalumab With or Without Tremelimumab in Combination With Chemotherapy as First-Line Therapy for Metastatic Non-Small-Cell Lung Cancer: The Phase III POSEIDON Study Desfechos e Resultados resumidos: Desfechos primários: Sobrevida Global (OS) e Sobrevida Livre de Progressão (PFS) para IMFINZI + quimioterapia à base de platina vs quimioterapia à base de platina isolada. Os desfechos secundários foram OS e PFS para IMFINZI + tremelimumabe + quimioterapia à base de platina vs quimioterapia à base de platina isolada.
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o OS (IMFINZI+treme+quimioterapia vs quimioterapia): Número de mortes 74,3% vs 84.6%. Mediana: 14,0 vs 11,7 meses; HR=0,77 (IC de 95%: 0,650 ; 0,916); p=0,00304. o PFS (IMFINZI+treme+quimioterapia vs quimioterapia): Número de eventos 70,4% vs 76,6%. Mediana: 6,2 vs 4,8 meses. HR=0,72 (IC de 95%: 0,600–0,860); p=0,00031.
• Indicação: CPPC extensivo (1ª linha) – Estudo CASPIAN
Nome do estudo: Durvalumab plus platinum-etoposide versus platinum-etoposide in first-line treatment of extensive-stage small-cell lung cancer (CASPIAN): a randomised, controlled, open-label, phase 3 trial (NCT03043872) Desfechos e Resultados resumidos: Desfecho primário: Sobrevida Global (OS). Desfecho secundário principal: Sobrevida Livre de Progressão (PFS). o Resultado OS: Número de mortes: 57,8% vs 67,3%. Mediana: 13,0 vs 10,3 meses. HR=0,73 (IC de 95% 0,591 ; 0,909); p=0,0047. o Resultado PFS: Número de eventos 84,3% vs 86,6%. Mediana: 5,1 vs 5,4 meses. HR=0,78 (IC de 95% 0,645; 0,936); p=0,0078.
• Indicação: Câncer de Pulmão de Pequenas Células (CPPC) limitado (estágio I–III) – Estudo ADRIATIC
Nome do estudo: Durvalumab after Chemoradiotherapy in Limited-Stage Small-Cell Lung Cancer (NCT03703297) Desfechos e Resultados resumidos: Desfechos primários: Sobrevida Global (OS) e Sobrevida Livre de Progressão (PFS). Os desfechos secundários incluíram ORR. o Resultado OS: Número de mortes 43,6% vs. 54,9%. Mediana: 55,9 vs 33,4 meses (IC de 95%). HR=0,73 (IC de 95%: 0,569 ; 0,928); p=0,01042. OS em 36 meses: 56,5% vs. 47,6% o Resultado PFS: Número de eventos 52,7% vs. 63,5%. Mediana: 16,6 vs 9,2 meses. HR=0,76 (IC de 95%: 0,606 ; 0,950); p=0,01608. PFS em 24 meses: 46,2% vs. 34,2%.
• Indicação: Câncer do trato biliar localmente avançado ou metastático – Estudo TOPAZ-1
Nome do estudo: Durvalumab plus Gemcitabine and Cisplatin in Advanced Biliary Tract Cancer (NCT03875235) Desfechos e Resultados resumidos: Desfecho primário: Sobrevida Global (OS). Desfecho secundário principal: Sobrevida Livre de Progressão (PFS). o Resultado OS: Número de mortes: 58,1% vs 65,7%. Mediana: 12,8 vs 11,5 meses. HR=0,80 (IC de 95%: 0,66 ; 0,97) p=0,021. OS em 24 meses: 24,9% vs. 10,4%
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o Resultado PFS: Número de eventos 80,9% vs. 86,3%. Mediana: 7,2 vs 5,7 meses. HR=0,75 (IC de 95%: 0,63 ; 0,89); p=0,001. PFS em 12 meses 16,0% vs 6,6%.
• Indicação: Carcinoma hepatocelular avançado ou irressecável – Estudo HIMALAYA
Nome do estudo: Tremelimumab plus Durvalumab in Unresectable Hepatocellular Carcinoma (Phase III) (NCT03298451) Desfechos e Resultados resumidos: Desfecho primário: Sobrevida Global (OS). Desfechos secundários: Sobrevida Livre de Progressão (PFS), Taxa de Resposta Objetiva (ORR) e Duração da Resposta (DoR). o Resultados OS: Número de mortes: 66,7% vs 75,3%. Mediana: 16,4 vs 13,8 meses. HR=0,78 (IC de 95%: 0,66; 0,92); p=0,0035. OS aos 36 meses: 30,7% vs 20,2%. o Resultados PFS: Número de eventos: 85,2% vs 84,1%. Mediana: 3,78 vs 4,07 meses. HR=0,90 (IC de 95%: 0,77 ; 1,05); p=0,1625.
• Indicação: Carcinoma hepatocelular avançado ou irressecável – Estudo 22
Nome do estudo: Safety, efficacy, and pharmacodynamics of tremelimumab plus durvalumab for patients with unresectable hepatocellular carcinoma: randomized expansion of a Phase I/II Study (NCT02519348) Desfechos e Resultados resumidos: Desfecho primário: Segurança e tolerabilidade. Os principais desfechos secundários foram Sobrevida global (OS), Taxa de Resposta Objetiva (ORR) e Duração da Resposta (DoR). o Resultados de OS: Número de mortes 65,3% vs 75,0%. Mediana: 17,05 vs 12,9 meses. OS aos 24 meses 38,3% vs 26,2%.
• Indicação: Câncer de endométrio avançado ou recorrente, em combinação com olaparibe ou em
monoterapia – Estudo DUO-E Nome do estudo: Durvalumab Plus Carboplatin/Paclitaxel Followed by Maintenance Durvalumab With or Without Olaparib as First-Line Treatment for Advanced Endometrial Cancer: The Phase III DUO-E Trial (NCT04269200). Desfechos e Resultados resumidos: Desfecho primário: Sobrevida Livre de Progressão (PFS). Os desfechos secundários incluíram Sobrevida Global (OS), Taxa de Resposta Objetiva (ORR) e Duração da Resposta (DoR). o Resultado PFS (paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe): Número de eventos: 52,7% vs 71,8%. Mediana: 15,1 vs 9,6 meses. HR=0,55 (IC de 95%: 0,43; 0,69); p=<0,0001. PFS em 18 meses: 46,3% vs 21,7%. o Resultado PFS (paclitaxel e carboplatina + IMFINZI): Número de eventos: 58,4% vs 71,8%. Mediana: 10,2 vs 9,6 meses. HR=0,71 (IC de 95%: 0,57; 0,89). p= 0,003. PFS em 18 meses: 37,8% vs 21,7%.
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• Indicação: Câncer de bexiga músculo-invasivo (CBMI) – Estudo NIAGARA
Nome do estudo: Perioperative Durvalumab with Neoadjuvant Chemotherapy in Muscle Invasive Bladder Cancer (NCT03732677) Desfechos e Resultados resumidos: Desfechos primários: Resposta Patológica Completa (pCR) e Sobrevida Livre de Eventos (EFS). Principal desfecho secundário: Sobrevida Global (OS). o Resultados de EFS: Número de eventos: 35,1% vs 46,4%. Mediana: NA vs 46,1 meses. HR=0,68 (IC de 95%: 0,56; 0,82); p: <0,0001. o Resultados de pCR: Número de pacientes com resposta: 199 vs 146. Taxa de resposta: 37,3% vs 27,5%; Razão de probabilidade: 1,60 (IC de 95%: 1,23; 2,09); p=0,0005; o Resultados OS: Número de eventos: 25,5% vs 31,9%. HR=0,75 (IC de 95%: 0,59 ; 0,93); p=0,0106. OS em 24 meses: 82,2% vs 75,2%.
• Indicação: Câncer de bexiga não músculo-invasivo (CBNMI) – Estudo POTOMAC
Nome do estudo: A Phase III Randomized, Open-Label, Multi-Center, Global Study of Durvalumab and Bacillus Calmette-Guerin (BCG) Administered as Combination Therapy Versus BCG Alone in High-Risk, BCG-Naïve Non-Muscle-Invasive Bladder Cancer Patients (NCT03528694) Desfechos e Resultados resumidos: Desfechos primários: Sobrevida Livre de Doença (DFS). o Resultados de DFS: Número de eventos: 17,1% vs 29,5%. HR=0,56 (IC de 95%: 0,37; 0,84); p=0,0046.
• Indicação: Adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica (CG/CJGE) – Estudo
MATTERHORN
Nome do estudo: A Randomized, Double-blind, Placebo-controlled, Phase III Study of Neoadjuvant-Adjuvant Durvalumab and FLOT Chemotherapy Followed by Adjuvant Durvalumab in Patients with Resectable Gastric and Gastroesophageal Junction Cancer (GC/GEJC) (NCT04592913) Desfechos e Resultados resumidos: Desfechos primários: Sobrevida Livre de Eventos (EFS). Principais desfechos secundários: Sobrevida Global (OS) e Taxa de Resposta Patológica Completa (pCR). o Resultados de EFS: Número de eventos: 35,2% vs 46%. Mediana: NR vs 32,8 meses. HR=0,71 (IC de 95%: 0,58; 0,86); p: <0,001. o Resultados OS: Número de mortes: 160 vs 192; HR=0,78 (IC de 95%: 0,63; 0,96); p=0,021. OS em 36 meses: 68,6% vs 61,9%.
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o Resultados de pCR: Número de pacientes com resposta: 91 vs 34. Taxa de resposta: 19,2% vs 7,2%; Razão de probabilidade: 3,08 (IC de 95%: 2,0; 4,7); p<0,001
3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
Propriedades Farmacodinâmicas
Mecanismo de ação
A expressão da proteína do ligante-1 da morte celular programada (PD-L1) é uma resposta que ajuda os tumores a evitar sua detecção e eliminação pelo sistema imunológico. PD-L1 pode ser induzido por sinais inflamatórios (p.ex., IFN-gama) e pode ser expresso nas células tumorais e células imunes no microambiente tumoral. PD-L1 bloqueia a função citotóxica e a ativação da célula T através da interação com PD-1 e CD80 (B7.1). Ao se ligar aos seus receptores, PD-L1 reduz a atividade e a proliferação da célula T citotóxica, e a produção de citocinas inflamatórias.
IMFINZI é um anticorpo monoclonal 100% humano de alta afinidade (imunoglobulina G1 kappa [IgG1κ]) que bloqueia seletivamente a interação de PD-L1 com PD-1 e CD80 (B7.1) ao mesmo tempo em que deixa intacta a interação de PD-1/PD-L2. IMFINZI não induz citotoxicidade mediada por células dependentes de anticorpos (do inglês, ADCC). O bloqueio seletivo das interações PD-L1/PD-1 e PD-L1/CD80 aumenta a resposta imune antitumoral. Esta resposta antitumoral pode resultar na eliminação das células tumorais. Em estudos pré-clínicos, o bloqueio de PD-L1 levou ao aumento da ativação da célula T e à diminuição do tamanho do tumor.
A combinação de durvalumabe, um inibidor de PD-L1, e tremelimumabe, um inibidor de CTLA-4, funciona aumentando a ativação e função das células T antitumorais em vários estágios da resposta imune, maximizando a imunidade antitumoral. Em modelos de tumor singênico murino, o bloqueio duplo de PD-L1 e CTLA-4 resultou em atividade antitumoral aumentada.
Propriedades Farmacocinéticas
A farmacocinética (PK) de durvalumabe foi avaliada para IMFINZI como um agente isolado, em combinação com quimioterapia, em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina e em combinação com paclitaxel, carboplatina seguida de IMFINZI em combinação com olaparibe e em combinação com BCG.
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A PK de IMFINZI como um agente único foi estudada em 2903 pacientes com doses variando de 0,1 mg/kg (0,01 vezes a dose recomendada aprovada) a 20 mg/kg (2 vezes a dose recomendada aprovada), administradas uma vez, a cada duas, três ou quatro semanas.
A exposição farmacocinética aumentou mais do que proporcionalmente à dose em doses menores que 3 mg/kg (0,3 vezes a dose recomendada aprovada) e proporcionalmente à dose em doses maiores ou iguais a 3 mg/kg a cada duas semanas. O estado de equilíbrio foi atingido em aproximadamente 16 semanas.
A farmacocinética do durvalumabe é similar quando avaliada como um agente único, quando em combinação com quimioterapia, em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina, em combinação com tremelimumabe, ou em combinação com paclitaxel e carboplatina seguida de IMFINZI em combinação com olaparibe.
Distribuição
A média geométrica (% de coeficiente de variação [CV%]) do volume estacionário da distribuição (Vss) foi de
5,6 (18%) L.
Eliminação
A depuração de durvalumabe diminui ao longo do tempo, com uma redução máxima média (CV%) dos valores basais de aproximadamente 23% (57%), resultando em uma média geométrica (CV%) no estado estacionário (CLss) de 8,2 mL / h (39%) no dia 365; a diminuição no CLss não é considerada clinicamente relevante. A média geométrica da meia-vida terminal (CV%), baseada no CL basal foi de aproximadamente 18 (24%) dias.
Não há diferença clinicamente significativa entre a farmacocinética do durvalumabe como agente único e em combinação com quimioterapia.
Populações Especiais
Nenhum efeito clinicamente significante sobre a farmacocinética de durvalumabe foi encontrado a depender da idade (19-96 anos), peso corporal (31-149 kg), gênero, status positivo para anticorpo antidroga (ADA), níveis de albumina, níveis de LDH, níveis de creatinina, PD-L1 solúvel, tipo de tumor, raça, insuficiência renal leve
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(depuração de creatinina (CLcr) 60 a 89 mL/min), insuficiência renal moderada (depuração de creatinina (CLcr) 30 a 59 mL/min), insuficiência hepática leve (bilirrubina menor ou igual ao limite superior da normalidade (LSN) e aspartato aminotransferase (AST) maior ou igual ao LSN ou bilirrubina maior que 1,0 a 1,5 vezes o LSN e qualquer AST), ou disfunção hepática moderada (bilirrubina maior que 1,5 a 3 vezes o LSN e qualquer AST) ou status ECOG/OMS.
O efeito da insuficiência renal grave (CLcr 15 a 29 mL/min) ou insuficiência hepática grave (bilirrubina maior que 3 vezes o LSN e qualquer AST) sobre a farmacocinética de durvalumabe é desconhecida.
Idosos
Não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos (≥ 65 anos de idade).
Dos 401 pacientes com CPNPC ressecável tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia no estudo AEGEAN, 209 (52%) pacientes tinham 65 anos ou mais e 49 (12%) pacientes tinham 75 anos ou mais. Não houve diferenças gerais clinicamente significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com idade ≥ 65 anos e pacientes mais jovens.
Dos 476 pacientes tratados com IMFINZI no estudo PACIFIC, 45% tinham 65 anos ou mais, enquanto 7,6% tinham 75 anos ou mais. Não foram observadas diferenças gerais na segurança ou eficácia entre pacientes com 65 anos ou mais e pacientes mais jovens. O estudo PACIFIC não incluiu um número suficiente de pacientes com 75 anos ou mais para determinar se eles respondem de maneira diferente dos pacientes mais jovens.
Dos 262 pacientes com CPPC-EL tratados com IMFINZI, 103 (39,3%) pacientes tinham 65 anos ou mais. Não houve diferenças gerais significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com idade ≥ 65 anos e pacientes mais jovens.
Dos 265 pacientes com CPPC-EE tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia, 101 (38%) tinham 65 anos ou mais. Não houve diferenças gerais clinicamente significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com idade ≥ 65 anos e pacientes mais jovens.
Dos 338 pacientes com CTB tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia, 158 (46,7%) pacientes tinham 65 anos ou mais. Não houve diferenças clinicamente significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com idade ≥ 65 anos e pacientes mais jovens.
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Dos 389 pacientes com CHC tratados com IMFINZI, 130 (33,4%) pacientes tinham 65 anos ou mais e 56 (14,4%) pacientes tinham 75 anos ou mais. Não houve diferenças clinicamente significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com 65 anos ou mais e pacientes mais jovens.
Dos 462 pacientes com CHC irressecável tratados com a administração única de tremelimumabe e durvalumabe em intervalos regulares (sigla em inglês STRIDE, de Single Tremelimumab Regular Interval Durvalumab), 173 (37,4%) pacientes tinham 65 anos ou mais e 63 (13,6%) pacientes tinham 75 anos ou mais. Não houve diferenças clinicamente significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com 65 anos ou mais e pacientes mais jovens.
Das 238 pacientes randomizadas com câncer de endométrio tratadas com paclitaxel e carboplatina + IMFINZI, 116 (48,7%) pacientes tinham 65 anos ou mais e 29 (12,2%) pacientes tinham 75 anos ou mais. Das 239 pacientes randomizadas com câncer de endométrio tratadas com paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe, 104 (43,5%) pacientes tinham 65 anos ou mais e 19 (7,9%) pacientes tinham 75 anos ou mais. Não houve diferenças clinicamente significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com 65 anos ou mais e pacientes mais jovens.
Dos 533 pacientes com CBMI tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia, 275 (51,6%) pacientes tinham 65 anos ou mais. Não houve diferenças clinicamente significativas em termos de segurança ou eficácia entre pacientes ≥ 65 anos de idade e pacientes mais jovens.
Em pacientes com CPNPC metastático de primeira linha no estudo POSEIDON, foram relatadas algumas diferenças na segurança entre pacientes idosos (≥ 65 anos) e pacientes mais jovens. Os dados de segurança de pacientes com 75 anos de idade ou mais estão limitados a um total de 74 pacientes. Houve uma frequência maior de reações adversas graves e taxa de descontinuação de qualquer tratamento do estudo devido a reações adversas em 35 pacientes com 75 anos de idade ou mais tratados com IMFINZI em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina (45,7% e 28,6%, respectivamente) em relação a 39 pacientes com 75 anos ou mais que receberam apenas quimioterapia à base de platina (35,9% e 20,5%, respectivamente).
Dos 336 pacientes com CBNMI tratados com IMFINZI em combinação com indução e manutenção com BCG no estudo POTOMAC, 215 (64,0%) tinham 65 anos ou mais, e 72 (21,4%) tinham 75 anos ou mais. Não foram observadas diferenças clinicamente relevantes em segurança ou eficácia entre os pacientes com 65 anos ou mais e os adultos mais jovens, assim como não foram observadas diferenças significativas em segurança nos pacientes com 75 anos ou mais em comparação àqueles com <75 anos.
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Dos 475 pacientes com CG/CJGE ressecável tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia FLOT como tratamento neoadjuvante e adjuvante, e posteriormente como monoterapia adjuvante com IMFINZI no estudo MATTERHORN, 184 (38,7%) pacientes tinham 65 anos ou mais e 37 (7,8%) pacientes tinham 75 anos ou mais. Não houve diferenças clinicamente significativas na segurança ou eficácia entre pacientes com ≥ 65 anos de idade e pacientes mais jovens.
Dados pré-clínicos de segurança
Carcinogênese, mutagênese e redução da fertilidade
O potencial carcinogênico e genotóxico de durvalumabe não foi avaliado.
Estudos de fertilidade animal não foram realizados com IMFINZI. Em estudos de toxicologia de dose repetida com IMFINZI em macacos cynomolgus sexualmente maduros de até 3 meses de duração, não houve efeitos notáveis sobre os órgãos reprodutores masculinos e femininos.
Toxicologia Reprodutiva
Conforme descrito na literatura, a via PD-1/PD-L1 desempenha um papel central na preservação da gravidez ao manter a tolerância imunológica materna ao feto, e em modelos de gravidez em camundongo alogênico a interrupção da sinalização PD-L1 mostrou resultar em um aumento na perda fetal (vide seção 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES – Gravidez).
Toxicologia e/ou farmacologia animal
Em modelos animais, a inibição da sinalização PD-L1/PD-1 aumentou a gravidade de algumas infecções e reforçou respostas inflamatórias. Os camundongos deficientes em PD-1 infectados com M. tuberculosis exibiram uma diminuição acentuada da sobrevida em comparação com controles de tipo selvagem, o que se correlaciona com o aumento da proliferação bacteriana e respostas inflamatórias nesses animais. Os camundongos deficientes em PD-L1 e PD-1 também mostraram diminuição da sobrevida após a infecção pelo vírus da coriomeningite linfocítica.
Imunogenicidade
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Como ocorre com todas as proteínas terapêuticas, existe potencial para imunogenicidade. A imunogenicidade do IMFINZI como monoterapia baseia-se em dados agrupados de 3.511 pacientes que foram tratados com IMFINZI 10 mg/kg a cada 2 semanas, 20 mg/kg a cada 4 semanas ou 1.500 mg a cada 4 semanas e avaliados quanto à presença de anticorpos antidroga (ADAs). Um total de 2,6% dos pacientes avaliados (93/3511) testou positivo para ADAs emergentes ao tratamento. Anticorpos neutralizantes (nAb) contra o durvalumabe foram detectados em 0,5% (19/3511) dos pacientes. A presença de ADAs não teve efeito clinicamente relevante sobre a farmacocinética ou a segurança. Não há um número suficiente de pacientes para determinar o impacto dos ADAs sobre a eficácia.
Em vários estudos de fase III, entre pacientes tratados com IMFINZI em combinação com outros agentes terapêuticos, de 0% a 10,1% dos pacientes desenvolveram ADAs emergentes ao tratamento. Anticorpos neutralizantes contra o durvalumabe foram detectados em 0% a 1,7% dos pacientes tratados com IMFINZI em combinação com outros agentes terapêuticos. A presença de ADAs não teve efeito aparente sobre a farmacocinética ou a segurança.
Os resultados dos testes de imunogenicidade são altamente dependentes de vários fatores, incluindo sensibilidade e especificidade do teste, metodologia empregada, manipulação das amostras, momento da coleta, uso concomitante de medicamentos e doença de base.
Por esses motivos, a comparação da incidência de anticorpos contra IMFINZI com a incidência de anticorpos contra outros produtos pode ser inadequada.
4. CONTRAINDICAÇÕES
Não há contraindicações para IMFINZI.
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
Consulte a seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR, Tabela 2 para recomendações de modificações do tratamento.
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Em caso de suspeita de reações adversas imunomediadas, deve ser realizada uma avaliação adequada para confirmar a etiologia ou excluir outras etiologias. Com base na gravidade da reação adversa, IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe deve ser suspenso ou descontinuado permanentemente. Deve ser iniciado tratamento com corticosteroides ou terapia endócrina. Para eventos que necessitem de tratamento com corticosteroides, e após melhoria para Grau ≤ 1, a redução gradual dos corticosteroides deve ser iniciada e mantida durante pelo menos 1 mês. Considere aumentar a dose de corticosteroides e/ou usar imunossupressores sistêmicos adicionais se houver agravamento ou não houver melhora.
Pneumonite Imunomediada
Pneumonite imunomediada ou doença intersticial pulmonar, definidas pela necessidade de uso de corticosteroides sistêmicos e sem etiologia alternativa clara, ocorreram em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÔES ADVERSAS). Os pacientes devem ser acompanhados quanto a sinais e sintomas de pneumonite. A suspeita de pneumonite deve ser confirmada com imagem radiográfica e exclusão de outras etiologias infecciosas e relacionadas à doença e então tratada conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Para eventos de Grau 2, uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente deve ser iniciada seguida de redução gradual. Para eventos de Grau 3 ou 4, uma dose inicial de 2 a 4 mg/kg/dia de metilprednisolona ou equivalente deve ser iniciada seguida de redução gradual.
Pneumonite e pneumonite por radiação
Pneumonite por radiação é frequentemente observada em pacientes recebendo terapia radioativa para o pulmão e a manifestação clínica de pneumonite e pneumonite por radiação é muito similar. No estudo PACIFIC, em pacientes que concluíram o tratamento com quimiorradiação simultânea entre 1 e 42 dias antes do início do tratamento do estudo, pneumonite e pneumonite por radiação ocorreu em pacientes que receberam IMFINZI. Pneumonite ou pneumonite por radiação ocorreu em 161 (33,9%) pacientes no grupo tratado com IMFINZI e em 58 (24,8%) pacientes no grupo placebo, incluindo Grau 3 em 16 (3,4%) pacientes do grupo tratado com IMFINZI versus 7 (3%) pacientes do grupo placebo e Grau 5 em 5 (1,1%) pacientes tratados com IMFINZI versus 7 (1,7%) pacientes com placebo. O tempo médio para início da pneumonite no grupo tratado com IMFINZI foi de 55 dias (intervalo: 1 dia a 406 dias) versus 55 dias (intervalo: 1 dia a 255 dias) no grupo placebo.
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No estudo AEGEAN, entre os pacientes que receberam radioterapia pós-operatória (PORT), pneumonite e pneumonite por radiação ocorreram em 10 (33,3%) pacientes no grupo tratado com IMFINZI e em 3 (11,1%) pacientes no grupo placebo, incluindo 2 pacientes com grau máximo 3 (6,7%) no grupo tratado com IMFINZI.
No estudo ADRIATIC, em pacientes que concluíram o tratamento com quimiorradiação dentro de 1 a 42 dias antes do início do tratamento do estudo, pneumonite ou pneumonite por radiação ocorreram em 100 (38,2%) pacientes no grupo tratado com IMFINZI e em 80 (30,2%) pacientes no grupo placebo, incluindo Grau 3 em 8 (3,1%) pacientes do grupo tratado com IMFINZI versus 6 (2,3%) pacientes do grupo placebo, e Grau 5 em 1 (0,4%) paciente tratado com IMFINZI versus 0 paciente com placebo.
Hepatite Imunomediada
Hepatite imunomediada, definida pela necessidade de uso de corticosteroides sistêmicos e sem etiologia alternativa clara, ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ser monitorados quanto aos testes hepáticos antes e periodicamente durante o tratamento com IMFINZI. Os pacientes com hepatite imunomediada devem ser tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de redução gradual para todos os graus.
Colite Imunomediada
Colite ou diarreia imunomediada, definida pela necessidade de uso de corticosteroides sistêmicos e sem etiologia alternativa clara, ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Perfuração intestinal e perfuração do intestino grosso foram relatadas em pacientes recebendo IMFINZI em combinação com tremelimumabe. Os pacientes devem ser monitorados quanto a sinais e sintomas de diarreia, colite ou perfuração intestinal e tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de redução gradual para os Graus 2 a 4. Consulte um cirurgião imediatamente se houver suspeita de perfuração intestinal de qualquer grau.
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Endocrinopatias Imunomediadas
Hipotireoidismo/hipertireoidismo/tireoidite imunomediados
Hipotireoidismo, hipertireoidismo ou tireoidite imunomediados ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ter a função tireoidiana monitorada antes e periodicamente durante o tratamento com IMFINZI e tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Para hipotireoidismo imunomediado, inicie a reposição hormonal da tireoide conforme indicado clinicamente para os Graus 2 a 4. Para hipertireoidismo e tireoidite imunomediados, o manejo sintomático pode ser implementado para os Graus 2 a 4.
Insuficiência Adrenal imunomediada
Insuficiência adrenal imunomediada ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ser acompanhados quanto a sinais e sintomas de insuficiência adrenal. Os pacientes com insuficiência adrenal sintomática devem ser tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de redução gradual e de reposição hormonal conforme indicado clinicamente para os Graus 2 a 4.
Diabetes Mellitus Tipo 1 imunomediada
Diabetes mellitus tipo 1 imunomediada, que pode se manifestar com cetoacidose diabética, ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ser acompanhamentos quanto a sinais clínicos e sintomas clínicos de diabetes mellitus tipo 1. Os pacientes com diabetes mellitus tipo 1 sintomática devem ser tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Tratamento com insulina pode ser iniciado conforme indicado clinicamente para os Graus 2 a 4.
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Hipofisite/hipopituitarismo imunomediados
Hipofisite ou hipopituitarismo imunomediados ocorreram em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ser acompanhados quanto a sinais clínicos e sintomas de hipofisite ou hipopituitarismo. Os pacientes com hipofisite ou hipopituitarismo sintomáticos devem ser tratados conforme recomendado na seção
- POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2
mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de redução gradual e de reposição hormonal conforme indicado clinicamente para os Graus 2 a 4.
Nefrite Imunomediada
Nefrite imunomediada, definida pela necessidade de corticosteroides sistêmicos e sem etiologia alternativa clara, ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ter a função renal acompanhada antes e periodicamente durante o tratamento com IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe e tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguido de redução gradual para os Graus 2 a 4.
Reações dermatológicas imunomediadas
Erupção cutânea ou dermatite, incluindo penfigoide, definida pela necessidade de uso de corticosteroides sistêmicos e sem etiologia alternativa clara, ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Emolientes tópicos e/ou corticosteroides tópicos podem ser adequados para tratar erupções cutâneas não esfoliativas leves a moderadas. Os pacientes devem ser monitorados quanto a sinais e sintomas de erupção cutânea ou dermatite e tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de redução gradual para eventos de Grau 2 por mais de uma semana ou de Grau 3 e 4.
Dermatite esfoliativa, incluindo síndrome de Stevens Johnson (SJS), erupção cutânea com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) e necrólise epidérmica tóxica (NET), ocorreu com anticorpos bloqueadores de PD-1/L-1.
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Suspender ou descontinuar permanentemente IMFINZI dependendo da gravidade (vide seção 8. POSOLOGIA
E MODO DE USAR).
Miocardite imunomediada
Miocardite imunomediada, que pode ser fatal, ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ser monitorados quanto a sinais e sintomas de miocardite imunomediada e tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 2 a 4 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de redução gradual para os Graus 2 a 4. Se não houver melhora dentro de 2 a 3 dias apesar do corticosteroide, inicie imediatamente terapia imunossupressora adicional. Após resolução (Grau 0), redução gradual dos corticosteroides deve ser iniciada e continuada por ao menos um mês.
Pancreatite imunomediada
Pancreatite imunomediada ocorreu em pacientes recebendo IMFINZI em combinação com tremelimumabe e quimioterapia ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Os pacientes devem ser monitorados quanto a sinais e sintomas de pancreatite imunomediada e tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente, seguida de redução gradual para os Graus 2 a 4.
Outras Reações Adversas Imunomediadas
IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe pode causar reações adversas imunomediadas graves e fatais. Estas reações imunomediadas podem envolver qualquer sistema de órgãos. Embora as reações imunomediadas geralmente se manifestem durante o tratamento com IMFINZI, as reações adversas imunomediadas também podem se manifestar após a descontinuação de IMFINZI.
As seguintes reações adversas imunomediadas clinicamente significativas ocorreram com uma incidência inferior a 1% cada em pacientes que receberam IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia, ou foram relatados com o uso de outros anticorpos bloqueadores de PD-1/PD-L1. Corticosteroides devem ser administrados em uma dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente, seguida de redução gradual para os Graus 2 a 4.
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Cardíaco/vascular: miocardite, pericardite, vasculite.
Sistema nervoso: meningite, encefalite, mielite e desmielinização, síndrome miastênica/miastenia gravis (incluindo exacerbação), síndrome de Guillain-Barré, paresia nervosa, neuropatia autoimune.
Ocular: uveíte, irite e outras toxicidades inflamatórias oculares podem ocorrer. Alguns casos podem estar associados ao descolamento de retina. Vários graus de deficiência visual, incluindo cegueira podem ocorrer. Se a uveíte ocorrer em combinação com outras reações adversas imunomediadas, considere uma síndrome do tipo Vogt-Koyanagi-Harada, pois isso pode exigir tratamento com esteróides sistêmicos para reduzir o risco de perda permanente da visão.
Gastrointestinal: pancreatite incluindo aumento dos níveis séricos de amilase e lipase, gastrite, duodenite.
Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos: miosite/polimiosite, rabdomiólise e sequelas associadas, incluindo insuficiência renal, artrite, polimialgia reumática.
Endócrino: hipoparatireoidismo
Outros (hematológicos/imunes): anemia hemolítica, anemia aplástica, linfohistiocitose hemofagocítica, síndrome da resposta inflamatória sistêmica, linfadenite necrosante histiocítica (linfadenite de Kikuchi), sarcoidose, trombocitopenia imune, rejeição de transplante de órgão sólido.
Infecção
IMFINZI pode causar infecções graves, incluindo casos fatais.
Os pacientes devem ser acompanhados quanto aos sinais e sintomas de infecção. No caso de infecções de Grau 3 ou superiores, os pacientes devem ser tratados conforme recomendado na seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR.
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Reações Relacionadas à Infusão
Os pacientes devem ser monitorados quanto a sinais e sintomas de reações relacionadas à infusão. Reações graves relacionadas à infusão foram reportadas em pacientes recebendo IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe ou em combinação com quimioterapia (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Para eventos de Grau 1 ou 2, medicações para profilaxia de reações subsequentes à infusão podem ser consideradas. Para Grau 3 ou 4, gerencie as reações graves relacionadas à infusão de acordo com o protocolo institucional, diretrizes de prática clínica ou diretrizes das sociedades médicas apropriadas.
Precaução específica do tratamento
IMFINZI em combinação com olaparibe Aplasia pura de série vermelha (APSV) (vide seção 9. REAÇÕES ADVERSAS) foi relatada quando olaparibe foi utilizado em associação com IMFINZI na fase de manutenção, após tratamento com IMFINZI em associação com paclitaxel e carboplatina. Se a APASV for confirmada, o tratamento com IMFINZI e olaparibe deve ser descontinuado.
Anemia hemolítica autoimune (AHAI) foi relatada quando olaparibe foi utilizado em combinação com IMFINZI na fase de manutenção, após tratamento com IMFINZI em combinação com paclitaxel e carboplatina. Se a AHAI for confirmada, o tratamento com IMFINZI e olaparibe deve ser descontinuado.
Precaução específica da doença CPNPC metastático Dados limitados estão disponíveis em pacientes idosos (≥ 75 anos) tratados com IMFINZI em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina (vide seções 9. REAÇÕES ADVERSAS e 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS). Recomenda-se uma avaliação individual cuidadosa do potencial benefício/risco deste regime.
Efeitos sobre a capacidade para dirigir e usar máquinas
Com base em suas propriedades farmacodinâmicas, é pouco provável que IMFINZI afete a capacidade para dirigir e usar máquinas. No entanto, se os pacientes apresentarem reações adversas que afetem sua capacidade de concentração e reação, eles devem ser aconselhados a ter cautela ao dirigir ou operar máquinas.
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Gravidez
Não há dados sobre o uso de IMFINZI em mulheres grávidas. Com base no seu mecanismo de ação, IMFINZI tem o potencial de afetar a manutenção da gravidez e pode causar dano fetal quando administrado a uma mulher grávida.
Nos estudos de reprodução em animais, a administração de IMFINZI em macacas cynomolgus prenhes a partir da confirmação da gestação até o parto resultou em aumento do parto prematuro, perda fetal e morte neonatal prematura (vide Dados em animais). A imunoglobulina humana G1 (IgG1) é conhecida por atravessar a barreira placentária; portanto, durvalumabe tem o potencial de ser transmitido da mãe para o feto em desenvolvimento. As mulheres grávidas devem ser informadas sobre o risco potencial para um feto.
Dados em animais
Conforme relatado na literatura, a via PD-1/PD-L1 desempenha um papel central na preservação da gravidez, mantendo a tolerância imune materna ao feto. Nos modelos de gravidez alogênica em ratos, a interrupção da sinalização de PD-L1 mostrou resultar no aumento de perda fetal. Os efeitos de IMFINZI no desenvolvimento pré-natal e pós-natal foram avaliados em estudos de reprodução em macacos cynomolgus. IMFINZI foi administrado a partir da confirmação da gravidez até o parto em níveis de exposição aproximadamente 6 a 20 vezes superiores aos observados na dose clínica recomendada de 10 mg/kg de durvalumabe (com base na AUC).
A administração de IMFINZI resultou em partos prematuros, perdas fetais (abortos e natimortos) e aumento das mortes neonatais. Durvalumabe foi detectado no soro infantil no Dia 1 pós-parto, indicando a presença de transferência placentária de durvalumabe. Com base no seu mecanismo de ação, a exposição fetal ao durvalumabe pode aumentar o risco de desenvolver distúrbios imunomediados ou alterar a resposta imune normal. Distúrbios imunomediados foram relatados em camundongos deficientes em PD-1.
Categoria de risco na gravidez: C Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
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Lactação
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Resumo do risco
Não existem informações referentes à presença de durvalumabe no leite humano e os efeitos sobre o lactente, ou os efeitos na produção do leite. A IgG humana é excretada no leite humano. Durvalumabe esteve presente no leite de macacas cynomolgus em lactação e foi associado à morte neonatal prematura (vide Dados). Em função do potencial risco para os lactentes, aconselha-se que a mulher lactante não amamente durante o tratamento com IMFINZI e por pelo menos 3 meses após a última dose.
Dados
Em macacos cynomolgus em lactação, durvalumabe esteve presente no leite materno em cerca de 0,15% das concentrações séricas maternas após a administração de IMFINZI a partir da confirmação da gravidez até o parto, em níveis de exposição aproximadamente 6 a 20 vezes superiores aos observados na dose clínica recomendada de 10 mg/kg de IMFINZI (com base na AUC). A administração de IMFINZI resultou em morte neonatal prematura.
Fertilidade
Mulheres
Com base no seu mecanismo de ação e em dados de estudos em animais, IMFINZI pode causar dano fetal quando administrado a uma mulher grávida (vide seção Gravidez). As mulheres com potencial reprodutivo devem ser aconselhadas a utilizar métodos de contracepção eficazes durante o tratamento com IMFINZI e durante pelo menos 3 meses após a última dose de IMFINZI.
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6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
O durvalumabe é uma imunoglobulina e suas principais vias de eliminação são o catabolismo proteico através do sistema retículo-endotelial ou disposição mediada por alvo, portanto, não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa, uma vez que interações metabólicas medicamentosas não são esperadas. As interações farmacocinéticas medicamentosas do durvalumabe em combinação com outros agentes terapêuticos foram comparadas com a monoterapia com durvalumabe nos estudos CASPIAN, POSEIDON, HIMALAYA e DUO-E; não foram identificadas interações farmacocinéticas medicamentosas clinicamente significativas.
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO
IMFINZI deve ser conservado sob refrigeração (2ºC a 8°C). Não congelar. Manter o frasco dentro da embalagem original para proteger da luz.
IMFINZI tem prazo de validade de 36 meses a partir da data de fabricação.
IMFINZI apresenta-se como um frasco de dose única que não contém conservante e não deve ser armazenado depois que o lacre do frasco for perfurado ou depois que o frasco for aberto.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após preparo da solução para infusão
IMFINZI não contém conservante. Administre a solução para infusão imediatamente após a preparação. Se a solução para infusão não for administrada imediatamente, e ela precisar ser armazenada, o tempo total desde a punção do frasco até o início da administração não deve exceder 28 dias em 2°C a 8°C ou 12 horas, quando armazenado à temperatura até 25ºC.
IMFINZI é uma solução estéril, livre de conservantes, clara a opalescente, incolor a ligeiramente amarela, isenta de partícula solúveis.
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IMFINZI 10 mL é um concentrado em um frasco de vidro Tipo 1 de 10 mL com uma tampa de borracha (elastomérica) e um lacre de alumínio branco destacável que contém 500 mg de durvalumabe. Embalagem contendo 1 frasco.
IMFINZI 2,4 mL é um concentrado em um frasco de vidro Tipo 1 de 10 mL com uma tampa de borracha (elastomérica) e lacre de alumínio cinza destacável que contém 120 mg de durvalumabe. Embalagem contendo 1 frasco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
Modo de usar
Administração por via intravenosa.
Para instruções sobre a diluição do medicamento antes da administração, consulte a seção sobre INSTRUÇÕES
PARA USO, MANUSEIO E DESCARTE.
IMFINZI em combinação com quimioterapia Para CPNPC, CPPC-EE, CTB, CBMI, câncer de endométrio e CG/CJGE ressecável, quando IMFINZI é administrado em combinação com quimioterapia, administre IMFINZI antes da quimioterapia no mesmo dia.
IMFINZI em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina Quando IMFINZI é administrado em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina, o tremelimumabe é administrado primeiro, seguido por IMFINZI e depois quimioterapia à base de platina no mesmo dia da administração.
Quando IMFINZI é administrado em combinação com uma quinta dose de tremelimumabe e terapia de manutenção com pemetrexede na semana 16, o tremelimumabe é administrado primeiro, seguido por IMFINZI e depois pela terapia de manutenção com pemetrexede no mesmo dia da administração.
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IMFINZI, tremelimumabe e quimioterapia à base de platina são administrados como infusões intravenosas separadas. IMFINZI e tremelimumabe são administrados durante 1 hora cada. Para quimioterapia à base de platina, consulte a bula do produto para obter informações de administração. Para terapia de manutenção com pemetrexede, consulte a bula do produto para obter informações de administração. Devem ser utilizadas bolsas de infusão e filtros separados para cada infusão.
Durante o ciclo 1, o tremelimumabe deve ser seguido por IMFINZI, começando aproximadamente 1 hora (máximo 2 horas) após o final da infusão de tremelimumabe. A infusão de quimioterapia à base de platina deve começar aproximadamente 1 hora (máximo 2 horas) após o término da infusão de IMFINZI. Se não houver preocupações clinicamente significativas durante o ciclo 1, então, a critério do médico, os ciclos subsequentes de IMFINZI podem ser administrados imediatamente após o tremelimumabe e o período entre o final da infusão de IMFINZI e o início da quimioterapia pode ser reduzido para 30 minutos.
IMFINZI em combinação com tremelimumabe Para CHC, quando IMFINZI é administrado em combinação com tremelimumabe, administre tremelimumabe antes de IMFINZI no mesmo dia. IMFINZI e tremelimumabe são administrados como infusões intravenosas separadas. Consulte a bula do produto, para obter informações sobre dosagem de tremelimumabe.
IMFINZI em combinação com BCG Para CBNMI, se o IMFINZI for administrado no mesmo dia que o BCG, administre primeiro o IMFINZI, seguido da administração intravesical do BCG.
Posologia
As dosagens recomendadas para IMFINZI dependem da indicação e são apresentadas na Tabela 1.
IMFINZI é administrado como uma infusão intravenosa durante 1 hora.
Quando IMFINZI for administrado em combinação com outros agentes terapêuticos, consulte a bula desses produtos para obter informações de administração.
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Tabela 1. Dosagens recomendadas de IMFINZI
Indicação Dose recomendada de IMFINZI Duração do tratamento
Monoterapia Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 1500 mg em combinação com quimioterapiaa,f a cada 3 semanas por até 4 ciclos antes da cirurgia, Fase neoadjuvante: até seguido por monoterapia de 1500 mg a progressão da doença que cada 4 semanas por até 12 ciclos após impeça a cirurgia definitiva ou
Câncer de pulmão não a cirurgia. toxicidade inaceitável.
pequenas células
(CPNPC) ressecável Pacientes com peso corporal igual ou Fase adjuvante: até a recidiva,
inferior a 30 kg: 20 mg/kg em toxicidade inaceitável, ou um combinação com quimioterapia a cada máximo de 12 ciclos após a 3 semanas (21 dias) antes da cirurgia, cirurgia. seguida de monoterapia de 20 mg/kg a cada 4 semanas após a cirurgia até que o peso aumente para mais de 30 kg. Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 10 mg/kg a cada 2 semanas ou 1500 mg a cada 4 semanas. Câncer de pulmão não Por um ano ou até a progressão
pequenas células da doença ou toxicidade
Pacientes com peso corporal igual ou (CPNPC) irressecável inaceitávela. inferior a 30 kg: 10 mg/kg a cada 2 semanas ou 20 mg/kg a cada 4 semanas como monoterapia, até que atinjam um peso superior a 30 kg.
27
Indicação Dose recomendada de IMFINZI Duração do tratamento
Pacientes com peso corporal superior Câncer de pulmão a 30 kg: 1500 mg a cada 4 semanas. Até que haja progressão da de pequenas doença ou toxicidade células em estágio Pacientes com peso corporal igual ou inaceitável, ou por no máximo limitado (CPPC-inferior a 30 kg: 20 mg/kg a cada 4 24 meses. EL) semanas como monoterapia, até que atinjam um peso superior a 30 kg. Terapia em combinação Durante quimioterapia à base de platina: Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 1500 mg em combinação com tremelimumabe 75 mg e quimioterapia à base de platina a cada 3 semanas (21 dias) por 4 ciclos (12 semanas).
Pacientes com peso corporal igual ou inferior a 30 kg devem receber uma posologia baseada no peso, Câncer de pulmão de Até que haja progressão da equivalente a 20 mg/kg de IMFINZI não pequenas células doença ou toxicidade até que atinjam um peso superior a 30 (CPNPC) metastático inaceitável. kg. Pacientes com peso corporal igual ou inferior a 34 kg devem receber posologia baseada no peso, equivalente a 1 mg/kg de tremelimumabe até que atinjam um peso superior a 34 kg.
Após quimioterapia à base de platina:
Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia e terapia de
28
Indicação Dose recomendada de IMFINZI Duração do tratamento
manutenção com pemetrexedeb a cada 4 semanas.
Pacientes com peso corporal igual ou inferior a 30 kg devem receber uma posologia baseada no peso, equivalente a 20 mg/kg de IMFINZI até que atinjam um peso superior a 30 kg.
Uma quinta dose de 75 mgde tremelimumabe c,d deve ser administrada na semana 16 junto de IMFINZI. Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 1500 mg em combinação com quimioterapia a cada 3 semanas (21 dias) por 4 ciclos, seguido de 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia. Câncer de pulmão de Até que haja progressão da pequenas células em Pacientes com peso corporal igual ou doença ou toxicidade estágio extensivo inferior a 30 kg: 20 mg/kg em inaceitável. (CPPC-EE) combinação com quimioterapia a cada 3 semanas (21 dias) por 4 ciclos, seguido de 20 mg/kg a cada 4 semanas, como monoterapia, até que atinjam um peso superior a 30 kg. Pacientes com peso corporal igual ou superior a 30 kg: 1500 mg em Até que haja progressão da
Câncer do Trato combinação com quimioterapia a cada
doença ou toxicidade Biliar (CTB) 3 semanas (21 dias) até 8 ciclos inaceitável. seguidos de 1.500 mg a cada 4 semanas como monoterapia.
29
Indicação Dose recomendada de IMFINZI Duração do tratamento
Pacientes com peso corporal inferior a 30 kg: 20 mg/kg em combinação com quimioterapia a cada 3 semanas (21 dias) até 8 ciclos seguidos de 20 mg/kg a cada 4 semanas como monoterapia, até que atinjam um peso superior a 30 kg. Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 300 mg de tremelimumabe como uma dose única de início em combinação com IMFINZI 1500 mg no Ciclo 1/Dia 1, seguidos por monoterapia com IMFINZI a cada 4 semanas. Enquanto for observado Câncer hepatocelular benefício clínico ou até (CHC) Pacientes com peso corporal de 30 kg toxicidade inaceitável. ou menos: 4 mg/kg de tremelimumabe como uma dose única de início em combinação com IMFINZI 20 mg/kg no Ciclo 1/Dia 1, seguidos por monoterapia com IMFINZI a cada 4 semanas. Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: IMFINZI 1120 mg em combinação com paclitaxel e carboplatina a cada 3 semanas (21 Até que haja progressão da dias) por um mínimo de 4 e até 6 Câncer de endométrio doença ou toxicidade ciclos, seguido de manutenção com inaceitável. IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas em monoterapia ou em combinação com olaparibe 300 mg duas vezes ao dia.
30
Indicação Dose recomendada de IMFINZI Duração do tratamento
Pacientes com peso corporal de 30 kg ou menos: IMFINZI 1120 mg em combinação com paclitaxel e carboplatina a cada 3 semanas (21 dias) por um mínimo de 4 e até 6 ciclos, seguido de manutenção com IMFINZI 20 mg/kg a cada 4 semanas em monoterapia ou em combinação com olaparibe 300 mg duas vezes ao dia, até que atinjam um peso superior a 30 kg. Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 1500 mg em combinação com quimioterapia a cada 3 semanas (21 dias) por 4 ciclos antes da cirurgia, seguido de 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia por até 8 ciclos Até progressão da doença que após a cirurgia.
Câncer de bexiga impeça a cirurgia definitiva,
músculo invasivo recorrência, toxicidade
Pacientes com peso corporal de 30 kg (CBMI) inaceitável ou um máximo de 8 ou menos: 20 mg/kg em combinação ciclos após a cirurgia. com quimioterapia a cada 3 semanas (21 dias) por 4 ciclos antes da cirurgia, seguidos de 20 mg/kg a cada 4 semanas como monoterapia por até 8 ciclos após a cirurgia, até que atinjam um peso superior a 30 kg.
Câncer de bexiga não Pacientes com peso corporal superior Até a recorrência da doença de
músculo-invasivo a 30 kg: 1500 mg a cada 4 semanas alto risco, progressão da doença,
(CBNMI) por 13 ciclos, em combinação com toxicidade inaceitável ou o
indução e manutenção com BCG. máximo de 13 ciclos.
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Indicação Dose recomendada de IMFINZI Duração do tratamento
Pacientes com peso corporal de 30kg ou menos: 20 mg/kg a cada 4 semanas, em combinação com indução e manutenção com BCG, até que atinjam um peso superior a 30 kg. Pacientes com peso corporal superior a 30 kg: 1500 mg em combinação com quimioterapia FLOT a cada 4 semanas por até 2 ciclos antes da cirurgia, seguido de 1500 mg, com quimioterapia FLOT, a cada 4 semanas por até 2 ciclos e então como Fase neoadjuvante: até a monoterapia de 1500 mg a cada 4 progressão da doença que semanas por até 10 ciclos, por um total Adenocarcinoma impeça a cirurgia definitiva ou de até 12 ciclos após a cirurgia. gástrico ou da junção toxicidade inaceitável. gastroesofágica Pacientes com peso corporal de 30 kg (CG/CJGE) Fase adjuvante: até a progressão ou menos: 20 mg/kg mg em ou recorrência, toxicidade combinação com quimioterapia FLOT inaceitável ou um máximo de 12 a cada 4 semanas por até 2 ciclos antes ciclos após a cirurgia. da cirurgia, seguido de 20 mg/kg, com quimioterapia FLOT, a cada 4 semanas por até 2 ciclos e então como monoterapia de 20 mg/kg a cada 4 semanas por 10 ciclos, por um total de até 12 ciclos após a cirurgia, até que atinjam um peso superior a 30 kg. a Para maiores detalhes sobre a administração de IMFINZI no estudo clínico que dá suporte ao registro, vide seção 2. RESULTADOS
DE EFICÁCIA.
b Considere a administração de manutenção de pemetrexede para pacientes com tumor não-escamoso que tenham recebido tratamento com
pemetrexede e carboplatina/cisplatina durante o estágio de quimioterapia à base de platina. c Em caso de atraso de dose, a quinta dose de tremelimumabe pode ser administrada após a semana 16, junto com IMFINZI.
d Se o paciente tiver recebido menos de 4 ciclos de quimioterapia à base de platina, os ciclos remanescentes de tremelimumabe (até o
máximo de 5), junto com IMFINZI, devem ser administrados durante a fase pós-quimioterapia à base de platina.
32
e Quando IMFINZI for administrado em combinação com quimioterapia, consulte a bula do profissional de saúde do agente quimioterápico apropriado para obter informações sobre a dosagem.
Não é recomendada nenhuma redução ou escalonamento de dose para IMFINZI. Com base na gravidade da reação adversa, IMFINZI e/ou tremelimumabe deve ser suspenso e devem ser administrados corticosteroides (vide seção 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Após suspensão, IMFINZI e/ou tremelimumabe pode ser reiniciado dentro de 12 semanas se as reações adversas melhorarem para Grau ≤ 1 e a dose de corticosteroide tiver sido reduzida para ≤ 10 mg de prednisona ou equivalente por dia. IMFINZI e tremelimumabe devem ser descontinuados permanentemente para reações adversas imunomediadas recorrentes de Grau 3 (graves) e para quaisquer reações adversas imunomediadas de Grau 4 (com risco de vida), exceto para endocrinopatias que são controladas com terapêutica hormonal de substituição.
As reações adversas imunomediadas que requerem tratamento específico estão resumidas na Tabela 2.
Consulte a seção 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES para recomendações de manejo e informações adicionais de acompanhamento e avaliação.
Tabela 2. Modificações de dose para IMFINZI ou IMFINZI em combinação com tremelimumabe
33
9. REAÇÕES ADVERSAS
(ver seção 5. ADVERTÊNCIAS Gravidadea Modificação no tratamento
E PRECAUÇÕES)
Pneumonite Grau 2 Suspender a doseb
imunomediada/doença pulmonar Grau 3 ou 4 Descontinuar permanentemente intersticial
ALT ou AST 3 a 5 vezes maior que o LSN ou Suspender a doseb bilirrubina total 1,5 a 3 vezes maior que o LSN
Suspender IMFINZIb e Hepatite imunomediada ALT ou AST 5 a 10 vezes maior descontinuar tremelimumabe que o LSN permanentemente (quando apropriado) ALT ou AST maior que 3 vezes LSN e bilirrubina total maior que 2 vezes o LSNc Descontinuar permanentemente ALT ou AST maior que 10 vezes o LSN OU bilirrubina total maior que 3 vezes o LSN
ALT ou AST 2,5 a 5 vezes maior que o VLB e menor ou igual 20 Suspender a doseb vezes o LSN
ALT ou AST 5 a 7 vezes maior que o VLB e menor ou Hepatite imunomediadas em CHC igual 20 vezes o LSN, OU ALT
(ou envolvimento tumoral ou AST concomitantes maior que Suspender IMFINZIb e
secundário do fígado com valores 2,5 a 5 vezes o VLB e menor ou descontinuar permanentemente
basais anormais)d tremelimumabe igual 20 vezes o LSN e bilirrubina total maior que 1,5 a 2 vezes o LSNc ALT ou AST maior que 7 vezes o VLB ou menor que 20 vezes o LSN, o que ocorrer primeiro OU Descontinuar permanentemente bilirrubina maior que 3 vezes o LSN Grau 2 Suspender a doseb Grau 3 para IMFINZI em Suspender a doseb monoterapia Colite ou diarreia imunomediada Grau 3 para IMFINZI + Descontinuar permanentemente tremelimumabe tremelimumabed Grau 4 Descontinuar permanentemente
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Perfuração intestinalf Qualquer grau Descontinuar permanentemente
Hipertireoidismo imunomediado, Suspender a dose até clinicamente Grau 2-4 Tireoidite imunomediada estável
Hipotireoidismo imunomediado Grau 2-4 Sem mudanças
Insuficiência adrenal imunomediada ou Suspender a dose até clinicamente hipofisite/hipopituitarismo Grau 2-4 estável imunomediados
Diabetes mellitus tipo 1 Grau 2-4 Sem mudanças imunomediada
Grau 2 com creatinina sérica maior que 1,5 até 3 vezes o LSN Suspender a doseb ou o basal
Nefrite imunomediada Grau 3 com creatinina sérica maior que 3 vezes o basal ou maior que 3, mas menor que 6 Descontinuar permanentemente vezes o LSN; Grau 4 com creatinina sérica maior que 6 vezes o LSN
Grau 2 por mais de 1 semana ou Erupção cutânea ou dermatite Suspender a doseb Grau 3 imunomediada (incluindo penfigoide) Grau 4 Descontinuar permanentemente
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Suspeita de Síndrome de Stevens Johnson, Necrólise Epidérmica Suspender a doseh Tóxica, ou Erupção Cutânea com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos Condições Dermatológicas Esfoliativas
Confirmação de Síndrome de Stevens Johnson, Necrólise Epidérmica Tóxica, ou Erupção Descontinuar permanentemente Cutânea com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos Suspender a dose até clinicamente Infecção Grau 3 ou 4 estável
Miocardite imunomediada Grau 2-4 Descontinuar permanentemente
Miosite/ polimiosite/ rabdomiólise Grau 2 ou 3 Suspender a doseb,g,j
imunomediadas Grau 4 Descontinuar permanentemente Interromper ou reduzir a Grau 1 ou 2 velocidade de infusão
Reações relacionadas à infusão Grau 3 ou 4 Descontinuar permanentemente
Encefalite imunomediadai Grau 2-4 Descontinuar permanentemente
Miastenia gravis imunomediada Grau 2-4 Descontinuar permanentemente
Mielite transversa imunomediada Qualquer grau Descontinuar permanentemente
Grau 2 Suspender a dose
Meningite imunomediada
Grau 3 ou 4 Descontinuar permanentemente
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Síndrome de Guillain-Barré
Grau 2-4 Descontinuar permanentemente imunomediada
Outras reações adversas Grau 2 ou 3 Suspender a doseb
imunomediadash Grau 4 Descontinuar permanentemente Descontinuar dose até Grau ≤ 1 ou
Reações adversas não- Grau 2 e 3
retorno na linha de base imunomediadas Grau 4 Descontinuar permanentementej a Critérios de Terminologia Comum para Eventos Adversos, versão 4.03. ALT: alanina aminotransferase; AST: aspartato aminotransferase;
LSN: limite superior da normalidade; VLB: valor da linha de base b Após a suspensão, IMFINZI e/ou tremelimumabe pode ser retomado dentro de 12 semanas, se os eventos adversos melhorarem para
Grau ≤ 1 e a dose de corticosteroide tiver sido reduzida para ≤ 10 mg de prednisona ou equivalente por dia. IMFINZI e/ou tremelimumabe deve ser descontinuado permanentemente em caso de reações de Grau 3 recorrentes, conforme aplicável. c Para pacientes com causa alternativa, siga as recomendações para aumentos de AST ou ALT sem elevações concomitantes de bilirrubina.
d Se AST e ALT forem menores ou iguais ao LSN na linha de base em pacientes com envolvimento hepático, suspender ou descontinuar
permanentemente durvalumabe com base nas recomendações para hepatite sem envolvimento hepático. e Descontinue tremelimumabe permanentemente em caso de Grau 3; porém, o tratamento com durvalumabe pode ser retomado após o
evento estar resolvido f Reação adversa está associada apenas a IMFINZI em combinação com tremelimumabe
g Descontinue IMFINZI permanentemente se a reação adversa não for resolvida para Grau ≤ 1 dentro de 30 dias ou se houver sinais de
insuficiência respiratória. h Inclui trombocitopenia imune, pancreatite, artrite imunomediada e uveíte.
i Em pacientes com resolução total ou parcial (Grau 0 a 1), retome IMFINZI após redução gradual do corticosteroide. Interrompa
permanentemente se não houver resolução completa ou parcial dentro de 12 semanas após o início dos corticosteroides ou se houver incapacidade de reduzir a dose de corticosteroide para 10 mg de prednisona ou menos por dia (ou equivalente) dentro de 12 semanas após o início dos corticosteroides. j Com exceção de anormalidades laboratoriais de Grau 4, sobre as quais a decisão de descontinuar deve basear-se nos sinais/sintomas
clínicos associados e na avaliação clínica.
Populações especiais de pacientes
Considerando a análise da farmacocinética na população, nenhum ajuste de dose é recomendado para IMFINZI com base na idade do paciente, peso corporal, gênero e raça (ver seção PROPRIEDADES
FARMACOCINÉTICAS).
Pediatria e adolescentes
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A segurança e a eficácia de IMFINZI não foram estabelecidas em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos.
Idosos (≥65 anos)
Nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes idosos (≥65 anos de idade) (ver seções PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS e PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS).
Insuficiência renal
Não é recomendado ajuste de dose de IMFINZI em pacientes com comprometimento renal leve ou moderado. Os dados de pacientes com comprometimento renal grave são muito limitados para tirar conclusões sobre esta população (ver seção PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS).
Insuficiência hepática
Com base na análise da farmacocinética na população, nenhum ajuste de dose é recomendado para IMFINZI em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. IMFINZI não foi estudado em pacientes com insuficiência hepática grave (ver seção PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS).
Instruções para uso, manuseio e descarte
Preparação da solução
IMFINZI é fornecido como um frasco de dose única e não contém conservantes. A técnica asséptica deve ser observada.
• Inspecione o medicamento visualmente para presença de materiais particulados e descoloração. IMFINZI é
uma solução clara a opalescente, incolor a ligeiramente amarela. Descartar o frasco se a solução estiver turva, descolorida ou se forem observadas partículas visíveis. Não agite o frasco.
• Retire o volume necessário do(s) frasco(s) de IMFINZI e transfira para uma bolsa intravenosa (IV) que
contenha Cloreto de Sódio a 0,9% para Injeção, ou Dextrose a 5% para Injeção. Misture a solução diluída por inversão suave. A concentração final da solução diluída deve estar entre 1 mg/mL e 15 mg/mL. Não congele ou agite a solução.
• Deve-se ter cuidado para garantir a esterilidade das soluções preparadas.
38
• Não reintroduza o frasco após a retirada do medicamento; administrar apenas uma dose por frasco.
• Descartar qualquer parte não utilizada deixada no frasco.
Administração
• Administrar a solução para infusão por via intravenosa durante 60 minutos, através de um acesso intravenoso
que contenha um filtro em linha estéril, com baixa ligação à proteína, de 0,2 ou 0,22 micra.
• Não co-administrar outros medicamentos através do mesmo acesso para infusão.
Qualquer medicamento não utilizado ou material residual deve ser descartado de acordo com as exigências locais. Incompatibilidades
Nenhuma incompatibilidade foi observada entre IMFINZI e cloreto de sódio 9 g/L (0,9%) ou dextrose 50 g/L (5%) em bolsas IV de policloreto de vinila ou poliolefina.
Este medicamento não pode ser misturado com outros medicamentos exceto aqueles mencionados na seção
INSTRUÇÕES PARA USO, MANUSEIO E DESCARTE.
Não co-administrar com outros medicamentos através do mesmo acesso intravenoso.
-
REAÇÕES ADVERSAS
A segurança de IMFINZI como monoterapia é baseada em dados agrupados de 4642 pacientes de 15 estudos em vários tipos de tumores. As reações adversas mais frequentes foram tosse (18,1%), diarreia (15,1%) e reações dermatológicas (15,0%).
Lista tabulada de reações adversas
A Tabela abaixo lista a incidência das reações adversas no conjunto de dados combinados de segurança em monoterapia. As reações adversas ao medicamento (RAM) são listadas de acordo com o grupo sistêmico do MedDRA. Dentro de cada grupo sistêmico, as reações adversas são apresentadas em frequência decrescente. Dentro de cada agrupamento de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade. Adicionalmente, a categoria de frequência correspondente a cada RAM é baseada na convenção
39
CIOMS III e é definida como: muito comum (≥ 1/10); comum (≥ 1/100 a < 1/10); incomum (≥ 1/1000 a < 1/100); rara (≥ 1/10000 a < 1/1000); muito rara (< 1/10000); não determinada (não pôde ser estimada pelos dados disponíveis).
Tabela 3. Reações adversas ao medicamento em pacientes tratados com IMFINZI em monoterapia
Grupo sistêmico Reação adversa Frequência de qualquer grau Frequência de grau 3-4
Distúrbios Tosse/ Tosse Muito comum 838 (18,1%) Incomum 11 (0,2%)
respiratórios, produtiva torácicos e
mediastinais Pneumonitea Comum 183 (3,9%) Incomum 36 (0,8%)
Disfonia Comum 108 (2,3%) Rara 2 (< 0,1%)
Doença intersticial Incomum 33 (0,7%) Incomum 7 (0,2%)
pulmonar
Distúrbios Aspartato Comum 422 (9,1%) Comum 116 (2,5%)
hepatobiliares aminotransferase aumentada ou Alanina aminotransferase aumentadaa,b
Hepatitea,c Comum 51 (1,1%) Incomum 22 (0,5%)
Distúrbios Diarreia Muito comum 701 (15,1%) Incomum 38 (0,8%)
gastrointestinais
Dor abdominald Muito comum 549 (11,8%) Comum 72 (1,6%)
Colitea,e Incomum 39 (0,8%) Incomum 12 (0,3%)
Pancreatitef Incomum 11 (0,2%) Incomum 6 (0,1%)
Distúrbios Hipotireoidismog Muito comum 540 (11,6%) Incomum 8 (0,2%)
endócrinos
Hipertireoidismoh Comum 261 (5,6%) 0
Tireoiditei Incomum 38 (0,8%) Rara 2 (< 0,1%)
Insuficiência Incomum 28 (0,6%) Incomum 8 (0,2%)
adrenal
Hipofisite/ Incomum 6 (0,1%) Incomum 5 (0,1%)
hipopituitarismo
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Grupo sistêmico Reação adversa Frequência de qualquer grau Frequência de grau 3-4
Diabetes mellitus Rara 4 (<0,1%) Rara 3 (< 0,1%)
tipo I
Diabetes insipidus Rara 1 (<0,1%) Rara 1 (< 0,1%)
Distúrbios oculares Uveíte Rara 1 (<0,1%) 0
Distúrbios renais e Creatinina Comum 158 (3,4%) Rara 4 (< 0,1%)
urinários sanguínea aumentada
Disúria Comum 62 (1,3%) Rara 1 (< 0,1%)
Nefritej Incomum 13 (0,3%) Incomum 5 (0,1%)
Distúrbios do Erupção cutâneak Muito comum 695 (15,0%) Incomum 26 (0,6%)
tecido cutâneo e
subcutâneo Prurido Muito comum 513 (11,1%) Rara 2 (< 0,1%)
Sudorese noturna Comum 60 (1,3%) Rara 1 (< 0,1%)
Dermatite Incomum 37 (0,8%) Rara 2 (< 0,1%)
Penfigoidel Incomum 6 (0,1%) 0
Distúrbios Miocarditem Incomum 8 (0,2%) Incomum 7 (0,2%)
cardíacos
Distúrbios gerais e Pirexia Muito comum 578 (12,5%) Incomum 21 (0,5%)
condição do local
de administração Edema periféricon Comum 399 (8,6%) Incomum 11 (0,2%)
Infecções e Infecções do trato Muito comum 550 (11,8%) Incomum 9 (0,2%)
infestações respiratório superioro
Pneumoniaa,p Comum 399 (8,6%) Comum 159 (3,4%)
Candidíase oral Comum 82 (1,8%) 0
Infecções Comum 62 (1,3%) Rara 2 (< 0,1%)
dentárias e de tecidos moles oraisq
41
Grupo sistêmico Reação adversa Frequência de qualquer grau Frequência de grau 3-4
Influenza Comum 65 (1,4%) Rara 3 (< 0,1%)
Distúrbios Mialgia Comum 212 (4,6%) Rara 2 (< 0,1%)
musculoesquelétic os e dos tecidos Miosite r
Incomum 10 (0,2%) Rara 4 (< 0,1%)
conjuntivos
Polimiositer Não Não determinadas
determinadas
Artrite Rara 4 (< 0,1%) Rara 1 (< 0,1%)
imunomediadat
Miastenia gravis Rara 3 (< 0,1%) Rara 2 (< 0,1%)
Distúrbios do Encefalitea, u Rara 3 (< 0,1%) Rara 1 (< 0,1%)
Sistema nervoso
Síndrome de Não Não determinadav
Guillain-Barré determinadav
Distúrbios dos Trombocitopenia Rara 3 (<0,1%) Rara 2 (< 0,1%)
Sistemas imunea Sanguíneo e Linfático
Lesões, intoxicação Reação Comum 70 (1,5%) Incomum 6 (0,1%)
e complicações do relacionada à procedimento infusãow
a Incluindo desfecho fatal.
b Inclui alanina aminotransferase aumentada, aspartato aminotransferase aumentado, enzima hepática aumentada, e transaminases aumentadas. c Inclui hepatite, hepatite autoimune, hepatite tóxica, citólise hepática, hepatite aguda, hepatotoxicidade e hepatite imunomediada.
d Inclui dor abdominal, dor no abdômen inferior, dor no abdômen superior e dor no flanco.
e Inclui colite, enterite, enterocolite, enterocolite imunomediada e proctite.
f Inclui pancreatite e pancreatite aguda.
g Inclui hipotiroidismo autoimune, aumento do hormônio estimulador da tireoide no sangue, hipotireoidismo imunomediado e
hipotiroidismo. h Inclui hipertiroidismo, diminuição do hormônio estimulador da tireoide no sangue, doença de Graves, e hipertireoidismo imunomediado.
i Inclui tireoidite autoimune, tireoidite imunomediada, tireoidite, e tireoidite subaguda.
j Inclui nefrite autoimune, nefrite tubulointersticial, nefrite, glomerulonefrite e glomerulonefrite membranosa.
k Inclui erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea macular, erupção cutânea maculopapular, erupção cutânea papular, erupção cutânea
prurítica, erupção cutânea pustular, eritema, eczema e erupção cutânea. l Inclui penfigoide, dermatite bolhosa e pênfigo.
m Inclui miocardite imunomediada e miocardite
n Inclui edema periférico e inchaço periférico.
o Inclui laringite, nasofaringite, abcesso peritonsilar, faringite, rinite, sinusite, tonsilite, traqueobronquite, e infecção do trato respiratório
superior.
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p Inclui pneumonia por Pneumocystis Jirovecii, pneumonia, pneumonia por candida, pneumonia por legionella, pneumonia adenoviral, pneumonia bacteriana, pneumonia citomegaloviral, pneumonia por haemophilus, pneumonia pneumocócica e pneumonia streptocócica. q Inclui gengivite, infecção oral, periodontite, púlpito dental, abcesso dentário e infecção dentária.
r Inclui rabdomiólise e miosite (como conceito médico único com miosite/polimiosite).
s Polimiosite (fatal) foi observada em paciente tratado com IMFINZI de um estudo clínico patrocinado fora do conjunto de dados
agrupados: raro em qualquer grau, raro em Grau 3 ou 4 ou 5. t Inclui artrite autoimune e poliartrite.
u Inclui encefalite autoimune, encefalite imunomediada e encefalite não infecciosa.
v A frequência relatada em estudos clínicos patrocinados pela AstraZeneca fora do conjunto de dados agrupados é rara.
w Inclui reação relacionada a infusão e urticária com início no dia da administração ou 1 dia após a administração.
A Tabela 4 lista a incidência de anormalidades laboratoriais relatadas no conjunto de dados de segurança de IMFINZI em monoterapia.
Tabela 4. Anormalidades Laboratoriais piorando da linha de base em pacientes tratados com IMFINZI em monoterapia
Anormalidade Laboratorial n Todos os Graus Grau 3 ou 4
Alanina aminotransferase 4434 1251 (28,2%) 83 (1,9%)
aumentada
Aspartato aminotransferase 4423 1255 (28,4%) 84 (1,9%)
aumentado
Creatinina sanguínea aumentada 4370 900 (20,6%) 49 (1,1%)
TSH elevado maior que LSN e 4642 929 (20,0%) NA
menor ou igual ao LSN no basal
TSH diminuído menor que LIN 4642 847 (18,2%) NA
e maior ou igual ao LIN no basal
LSN = limite superior da normalidade; LIN = limite inferior da normalidade
A segurança de IMFINZI em combinação com quimioterapia é baseada em dados de 401 pacientes do estudo AEGEAN (CPNPC ressecável) e foi consistente com monoterapia com IMFINZI e perfis de segurança de quimioterapia conhecidos. Consulte a tabela 5 para obter detalhes.
A segurança de IMFINZI em combinação com quimioterapia em pacientes com CPPC-EE e com CTB é baseada em dados de 265 pacientes do estudo CASPIAN e 338 pacientes do estudo TOPAZ-1, respectivamente, e foi consistente com IMFINZI monoterapia e perfis de segurança de quimioterapia conhecidos. Consulte as Tabelas 7 e 9, respectivamente, para obter detalhes.
43
As reações adversas mais comuns (> 2%) de Grau 3 foram neutropenia (35,2%), anemia (17,4%), trombocitopenia (11,1%), leucopenia (7,1%), fatiga (5,0%), neutropenia febril (3,0%), aspartato aminotransferase aumentado ou alanina aminotransferase aumentada (2,8%) e pneumonia (2,5%).
IMFINZI foi descontinuado devido reações adversas em 2,0% dos pacientes. A reação adversa mais comum levando à descontinuação do tratamento foi fadiga (0,3%).
IMFINZI foi adiado ou interrompido devido reações adversas em 29,2% dos pacientes. As reações adversas mais comuns levando o atraso ou interrupção de dose foram neutropenia (17,1%), anemia (3,8%), trombocitopenia (4,3%), leucopenia (3,5%), fadiga (1,7%) e pirexia (1,3%).
A segurança de IMFINZI administrado em combinação com tremelimumabe 75 mg e quimioterapia à base de platina é baseada em dados de 330 pacientes com CPNPC metastático. As reações adversas mais comuns (> 20%) foram anemia (49,7%), náusea (41,5%), neutropenia (41,2%), fatiga (36,1%), erupção cutânea (25,8%), trombocitopenia (24,5%) e diarreia (21,5%). As reações adversas mais comuns (> 2%) de Grau ≥ 3 foram neutropenia (23,9%), anemia (20,6%), pneumonia (9,4%), trombocitopenia (8,2%), leucopenia (5,5%), fatiga (5,2%), lipase aumentada (3,9%), amilase aumentada (3,6%), neutropenia febril (2,4%), colite (2,1%) e aspartato aminotransferase aumentada/alanina aminotransferase aumentada (2,1%).
IMFINZI foi descontinuado devido reações adversas em 8,5% dos pacientes. As reações adversas mais comuns que levaram à descontinuação do tratamento foram pneumonia (2,1%) e colite (1,2%).
IMFINZI foi interrompido devido a reações adversas em 49,4% dos pacientes. As reações adversas mais comuns que levaram à interrupção da dose foram neutropenia (16,1%), anemia (10,3%), trombocitopenia (7,3%), leucopenia (5,8%), pneumonia (5,2%), aspartato aminotransferase aumentado/alanina aminotransferase aumentada (4,8%), colite (3,3%) e pneumonite (3,3%).
A segurança do STRIDE para o tratamento de pacientes com CHC irressecável é baseada em dados de 462 pacientes do agrupamento de CHC, e foi consistente com o perfil de segurança conhecido de IMFINZI + tremelimumabe. Consulte a Tabela 8 para obter detalhes.
A segurança de IMFINZI em combinação com paclitaxel e carboplatina seguido de IMFINZI em monoterapia (N=235) ou em combinação com olaparibe (N=238) para o tratamento de pacientes com câncer de endométrio é baseada em dados de pacientes do estudo DUO-E. O perfil de segurança foi consistente com a monoterapia com
44
IMFINZI e com os perfis de segurança conhecidos do olaparibe e do uso de quimioterapia, APSV foi identificada especificamente quando olaparibe é adicionado ao IMFINZI na fase de manutenção. Vide Tabela 9 para mais detalhes.
A segurança de IMFINZI em monoterapia em pacientes com CPPC-EL é baseada em dados de 262 pacientes do estudo ADRIATIC. O perfil de segurança foi consistente com a monoterapia de IMFINZI. Vide Tabela 11 para mais detalhes.
A segurança de IMFINZI em combinação com quimioterapia em pacientes com CBMI é baseada em dados de 530 pacientes do estudo NIAGARA e foi consistente com a monoterapia com IMFINZI e perfis de segurança de quimioterapia conhecidos. Vide Tabela 14 para mais detalhes.
A segurança do IMFINZI em combinação com o tratamento de indução e manutenção com BCG é baseada em dados de 336 pacientes com CBNMI do estudo POTOMAC e foi consistente com a monoterapia com IMFINZI e com os perfis de segurança conhecidos do BCG. Vide Tabela 16 para mais detalhes.
A segurança de IMFINZI em combinação com quimioterapia FLOT como tratamento neoadjuvante e adjuvante, seguido de monoterapia adjuvante com IMFINZI, em pacientes com CG/CJGE baseia-se em dados de 475 pacientes do estudo MATTERHORN (CG/CJGE) e foi consistente com a monoterapia com IMFINZI e os perfis de segurança conhecidos da quimioterapia FLOT. Vide Tabela 18 para mais detalhes.
Estudo AEGEAN – CPNPC Ressecável
As reações adversas conhecidas com durvalumabe ou quimioterapia administrada isoladamente podem ocorrer durante o tratamento com esses medicamentos em combinação, mesmo que essas reações não tenham sido relatadas em estudos clínicos com terapia combinada. Consulte as informações da bula do profissional de saúde para quimioterapia.
Tabela 5. Reações adversas a medicamentos em pacientes com CPNPC tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia
IMFINZI + quimioterapia Placebo + quimioterapia (n=401) (n=398)
Reação Adversa Qualquer Grau Graus 3-4 Qualquer Grau Graus 3-4
45
Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático
Anemia Muito comum 140 26 (6,5%) Muito comum 128 26 (6,5%)
(34,9%) (32,2%)
Neutropeniaa Muito comum 128 76 (19,0%) Muito comum 127 82 (20,6%)
(31,9%) (31,9%)
Leucopeniab Muito comum 60 14 (3,5%) Muito comum 61 22 (5,5%)
(15,0%) (15,3%)
Trombocitopeniac Muito comum 55 14 (3,5%) Muito comum 60 22 (5,5%)
(13,7%) (15,1%)
Neutropenia febril Incomum 4 (1,0%) 3 (0,7%) Comum 6 (1,5%) 5 (1,3%)
Pancitopenia Incomum 1 (0,2%) 0 Incomum 2 (0,5%) 0
Distúrbios cardíacos
Miocardited Incomum 1 (0,2%) 0 0 0
Distúrbios endócrinos
Hipotireoidismoe Muito comum 50 0 Comum 16 (4,0%) 0
(12,5%)
Hipertireoidismof Comum 19 (4,7%) 0 Comum 11 0
(2,8%)
Insuficiência adrenalg Incomum 4 (1,0%) 0 0 0
Tireoiditeh Incomum 3 (0,7%) 0 Incomum 2 (0,5%) 0
Hipopituitarismo/ Incomum 2 (0,5%) 0 0 0
Hipofisitei
Diabetes mellitus Incomum 1 (0,2%) 1 (0,2%) 0 0
tipo I
Distúrbios oculares
Uveíte Não relatado 0 0 Incomum 1 0
(<0,1%) Problemas gastrointestinais
Náusea Muito comum 103 1 (0,2%) Muito comum 119 3 (0,8%)
(25,7%) (29,9%)
Constipação Muito comum 104 1 (0,2%) Muito comum 90 0
(25,9%) (22,6%)
46
Diarreia Muito comum 53 3 (0,7%) Muito comum 51 3 (0,8%)
(13,2%) (12,8%)
Vômito Muito comum 45 4 (0,1%) Muito comum 44 5 (1,3%)
(11,2%) (11,1%)
Estomatitej Comum 25 1 (0,2%) Comum 25 1 (0,3%)
(6,2%) (6,3%)
Dor abdominalk Comum 18 (4,5%) 0 Comum 31 (7,8%) 1 (0,3%)
Colitel Comum 5 (1,2%) 1 (0,2%) Comum 4 (1,0%) 2 (0,5%)
Pancreatitem Incomum 3 (0,7%) 0 Incomum 1 (0,3%) 1 (0,3%)
Distúrbios gerais e condições no local de administração
Fadigan Muito comum 103 0 Muito comum 101 6 (1,5%)
(25,7%) (25,4%)
Pirexia Comum 26 1 (0,2%) Comum 36 1 (0,3%)
(6,5%) (9,0%)
Edema periféricoo Comum 15 0 Comum 14 0
(3,7%) (3,5%)
Distúrbios hepatobiliares
Aspartato Muito comum 47 5 (1,2%) Comum 33 (8,3%) 4 (1,0%)
(11,7%) aminotransferase aumentada / Alanina aminotransferase aumentadap
Hepatiteq Comum 6 (1,5%) 3 (0,7%) Comum 1 (0,3%) 1 (0,3%)
Infeccções e infestações
Pneumoniar Comum 38 (9,5%) 12 (3,0%) Comum 37 (9,3%) 10 (2,5%)
Infecção do trato Comum 25 (6,2%) 0 Comum 28 (7,0%) 1 (0,3%)
respiratório superiors
Candidíase oral Incomum 3 (0,7%) 0 Comum 5 (1,3%) 0
Infecções dentárias e dos Incomum 3 (0,7%) 0 Comum 5 (1,3%) 0
tecidos moles oraist
47
Gripe Comum 5 (1,2%) 1 (0,2%) Comum 5 (1,3%) 0
Lesões, intoxicações e complicações do procedimento
Reação relacionada à Comum 8 (2,0%) 0 Comum 5 (1,3%) 0
infusãou
Distúrbios do metabolismo e nutrição
Diminuição do Muito comum 74 1 (0,2%) Muito comum 73 1 (0,3%)
apetite (18,5%) (18,3%)
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Mialgia Comum 25 (6,2%) 0 Comum 30 (7,5%) 0
Miositev 0 0 Incomum 1 (0,3%) 1 (0,3%)
w
Artrite imuno-mediada Incomum 1 (0,2%) 0 Incomum 1 (0,3%) 0
Distúrbios do sistema nervoso
Neuropatia Muito comum 46 2 (0,5%) Muito comum 54 3 (0,8%)
periféricax (11,5%) (13,6%)
Encefalitey Incomum 1 (0,2%) 1 (0,2%) Incomum 1 (0,3%) 0
Miastenia gravisz Incomum 1 (0,2%) 0 0 0
Distúrbios renais e urinários
Aumento da Comum 14 (3,5%) 0 Comum 16 (4,0%) 2 (0,5%)
creatinina sanguínea
Disúria Comum 7 (1,7%) 0 Incomum 3 (0,8%) 0
Nefriteaa Incomum 2 (0,5%) 0 0 0
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
Tosse / Tosse Muito comum 47 1 (0,2%) Muito comum 53 0
produtiva (11,7%) (13,3%)
Pneumonitebb Comum 21 (5,2%) 5 (1,2%) Comum 6 (1,5%) 1 (0,3%)
Disfonia Comum 13 (3,2%) 1 (0,2%) Comum 4 (1,0%) 0
Doença pulmonar Incomum 3 (0,7%) 1 (0,2%) Comum 6 (1,5%) 4 (1,0%)
intersticial Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
Irritação na pele/ Rash Muito 83 2 (0,5%) Muito 52 1 (0,3%)
cutâneocc comum (20,7%) comum (13,1%)
48
Alopecia Muito 69 0 Muito 64 1 (0,3%)
comum (17,2%) comum (16,1%)
Prurido Muito 51 1 (0,2%) Comum 26 (6,5%) 0
comum (12,7%)
Dermatite Comum 7 (1,7%) 0 Comum 4 (1,0%) 0
Penfigóide Incomum 1 (0,2%) 0 0 0
Suor noturno 0 0 Incomum 1 (0,3%) 0
a Inclui neutropenia e diminuição da contagem de neutrófilos.
b Inclui leucopenia e diminuição da contagem de glóbulos brancos.
c Inclui trombocitopenia e diminuição da contagem de plaquetas.
d inclui miocardite.
e inclui aumento do hormônio estimulador da tireoide no sangue e hipotireoidismo.
f inclui doença de Basedow, diminuição do hormônio estimulador da tireoide no sangue, hipertireoidismo e hipertireoidismo imunomediado. g inclui insuficiência adrenal.
h inclui tireoidite autoimune e tireoidite.
i inclui hipofisite.
j inclui inflamação da mucosa e estomatite. k inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor abdominal superior e dor no flanco.
l inclui colite, enterite e proctite.
m inclui pancreatite imunomediada, pancreatite, pancreatite aguda.
n inclui fadiga e astenia.
o Inclui edema periférico e inchaço periférico.
p inclui alanina aminotransferase aumentada, aspartato aminotransferase aumentada, enzima hepática aumentada e transaminases aumentadas. q inclui hepatite autoimune, citólise hepática, hepatite e hepatite imunomediada.
r inclui pneumonia, pneumonia bacteriana e pneumonia estreptocócica.
s inclui nasofaringite, faringite, rinite, sinusite e infecção do trato respiratório superior.
t inclui gengivite, infecção oral, periodontite e abscesso dentário.
u inclui reação relacionada à infusão e urticária com início no dia da administração ou 1 dia após a administração.
v inclui miosite.
w inclui poliartrite e artrite reumatoide
x inclui neuropatia periférica, parestesia e neuropatia sensorial periférica.
y inclui encefalite autoimune.
z inclui miastenia gravis, nefrite e nefrite tubulointersticial.
aa inclui nefrite e nefrite tubulointersticial
bb inclui doença pulmonar imunomediada e pneumonite.
cc inclui eczema, eritema, erupção cutânea, erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea macular, erupção maculopapular, erupção
cutânea papular e erupção pruriginosa.
49
Idosos Em pacientes com CPNPC ressecável no estudo AEGEAN, algumas diferenças de segurança foram relatadas entre pacientes idosos (≥ 65 anos) e pacientes mais jovens. Os dados de segurança dos pacientes com 75 anos ou mais são limitados a 86 pacientes em ambos os braços do tratamento. Houve uma maior frequência de reações adversas graves em pacientes com 75 anos ou mais que receberam IMFINZI em combinação com quimioterapia em comparação aos pacientes que receberam apenas quimioterapia (26,5% vs. 10,8%, respectivamente). Houve também uma maior frequência de descontinuação de qualquer tratamento do estudo devido a reações adversas em pacientes com 75 anos ou mais que receberam IMFINZI em combinação com quimioterapia em comparação aos pacientes que receberam apenas quimioterapia (16,3% vs. 8,1%, respectivamente).
Estudo POSEIDON - CPNPC metastático Salvo indicação contrária, a Tabela 6 lista a incidência de reações adversas em pacientes tratados com IMFINZI em combinação com tremelimumabe 75 mg e quimioterapia à base de platina no estudo POSEIDON (n= 330).
50
Tabela 6. Reações adversas em pacientes tratados com IMFINZI em combinação com tremelimumabe 75mg e quimioterapia à base de platina
Infecções e infestações
Muito comum Infecções do trato respiratório superiora, pneumoniab
Comum Influenza, candidíase oral
Incomum Infecções dentais e de tecidos orais molesc
Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático
Muito comum Anemiad, neutropeniad,e, trombocitopeniad,f, leucopeniad,g
Comum Neutropenia febrild, pancitopeniad
Incomum Trombocitopenia imune
Distúrbios endócrinos
Muito comum Hipotireodismoh
Comum Hipertireoidismoi, insuficiência adrenal, hipopituitarismo/ hipofisite, tireoiditej
Incomum Diabetes insipidus, Diabetes mellitus Tipo 1
Distúrbios de metabolismo e nutrição
Muito comum Apetite diminuídod
Distúrbios do sistema nervoso
Incomum Encefalitek
Desconhecido Miastenia gravisl, síndrome de Guillain-Barrél, meningitel
Distúrbios cardíacos
Incomum Miocarditem
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinal
Muito comum Tosse/tosse produtiva
Comum Pneumoniten, disfonia
Incomum Doença pulmonar intersticial
51
Distúrbios gastrointestinais
Muito comum Náusead, diarreia, constipaçãod, vômitod
Comum Estomatited,p, amilase aumentadal, dor abdominalo, lipase aumentadal, coliteq, pancreatiter
Desconhecido Perfuração intestinall, perfuração do intestino grossol
Distúrbios hepatobiliares
Muito comum Aspartato aminotransferase aumentada/alanina aminotransferase aumentadas
Comum Hepatitet
Distúrbios de pele e tecido subcutâneo
Muito comum Alopeciad, rashu, prurido
Incomum Dermatite, sudorese noturna, penfigoide
Distúrbios musculoesqueléticos e de tecido conjuntivo
Muito comum Artralgia
Comum Mialgia
Incomum Miosite, Polimiosite
Distúrbios renais e urinários
Comum Creatinina sanguínea aumentada, disúria
Incomum Nefrite, cistite não-infecciosa
Distúrbios gerais e condições de local de administração
Muito comum Fatigad, pirexia
Comum Edema periféricow
Lesões, intoxicação e complicações proceduais
Comum Reação relacionada à infusãox a Inclui laringite, nasofaringite, faringite, rinite, sinusite, tonsilite, traqueobronquite e infecção do trato respiratório superior
b Inclui pneumonia por Pneumocytis iirovecii, pneumonia e pneumonia bacteriana
c Inclui abcesso dentário e infecção dentária
d Reação adversa só se aplica às reações adversas da quimioterapia no estudo POSEIDON
e Inclui neutropenia e contagem neutrofílica diminuída
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f Inclui contagem plaquetária diminuída e trombocitopenia
g Inclui leucopenia e contagem de células brancas diminuída
h Inclui aumento do hormônio estimulador da tireoide no sangue e hipotireoidismo
i Inclui diminuição do hormônio estimulador da tireoide no sangue e hipertireoidismo
j Inclui tireoidite autoimune, tireoidite
k Inclui encefalite e encefalite autoimune
l Reação adversa não foi observada no estudo POSEIDON, mas foi relatada em pacientes tratados com IMFINZI ou IMFINZI +
tremelimumabe em estudos clínicos fora do conjunto de dados de POSEIDON m Inclui miocardite autoimune
n Inclui pneumonite imunomediada e pneumonite
o Inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor abdominal superior e dor nos flancos
p Inclui inflamação da mucosa e estomatite
q Inclui clote, enterite e enterocolite
r Inclui pancreatite autoimune e pancreatite
s Inclui alanina aminotransferase aumentada, aspartato aminotransferase aumentado, enzima hepática aumentada e transaminases aumentadas t Inclui hepatite autoimune, hepatite, hepatotoxicidade, hepatite aguda e hepatite imunomediada u Inclui eczema, eritema, erupção cutânea, erupção cutânea macular, erupção cutânea maculopapular, erupção cutânea papular, erupção
cutânea pruriginoso e erupção cutânea pustular w Inclui edema periférico e inchaço periférico.
x Inclui reação relacionada à infusão e urticária.
Estudo CASPIAN – CPPC-EE
Podem ocorrer reações adversas conhecidas com durvalumabe ou quimioterapia administrados isoladamente durante o tratamento com esses medicamentos em combinação, mesmo que essas reações não tenham sido relatadas em ensaios clínicos com terapia combinada.
A Tabela 7 lista as reações adversas que ocorreram em pacientes tratados com IMFINZI e etoposídeo e carboplatina ou cisplatina no Estudo CASPIAN.
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Tabela 7. Reações adversas ao medicamento em pacientes com CPPC tratados com IMFINZI com etoposídeo e carboplatina ou cisplatina
IMFINZI com etoposídeo e Etoposídeo e carboplatina ou carboplatina ou cisplatina cisplatina (n = 265) (n = 266)
Qualquer Grau Graus Qualquer Grau Graus
Reação Adversa
3-4 3-4
Distúrbios dos Sistemas Sanguíneo e Linfático
Muito comum 129 77 Muito comum 150 104
Neutropeniaa
(48,7) (29,1) (56,4) (39,1)
Muito comum 102 24 (9,1) Muito comum 125 48
Anemia
(38,5) (47,0) (18,0)
Muito comum 56 18 (6,8) Muito comum 66 31
Trombocitopeniab
(21,1) (24,8) (11,7)
Muito comum 53 21 (7,9) Muito comum 49 20
Leucopeniac
(20,0) (18,4) (7,5)
Comum 17 14 (5,3) Comum 17 17
Neutropenia febril
(6,4) (6,4) (6,4)
Comum 8 (3,0) 4 (1,5) Comum 3 2 (0,8)
Pancitopenia (1,1) Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Muito comum 39 2 (0,8) Comum 23 0
Tosse/ Tosse produtivad (14,7) (8,6)
Comum 7 (2,6) 2 (0,8) Comum 5 1 (0,4)
Pneumonite (1,9)
Incomum 2 (0,8) 0 Comum 4 0
Disfonia (1,5)
Doença pulmonar intersticial Incomum 2 (0,8) 0
Distúrbios hepatobiliares
Aspartato aminotransferase Comum 23 5 (1,9) Comum 15 4 (1,5)
aumentado ou Alanina (8,7) (5,6)
e aminotransferase aumentada
54
IMFINZI com etoposídeo e Etoposídeo e carboplatina ou carboplatina ou cisplatina cisplatina (n = 265) (n = 266)
Qualquer Grau Graus Qualquer Grau Graus
Reação Adversa
3-4 3-4
Comum 5 (1,9) 3 (1,1) Incomum 1 0
Hepatitef (0,4) Distúrbios gastrointestinais
Muito comum 89 1 (0,4) Muito comum 89 5 (1,9)
Náusea (33,6) (33,5)
Muito comum 44 2 (0,8) Muito comum 51 0
Constipação (16,6) (19,2)
Muito comum 39 0 Muito comum 44 3 (1,1)
Vômitos (14,7) (16,5)
Comum 26 (9,8) 3 (1,1) Muito comum 30 3 (1,1)
Diarreia (11,3)
Dor abdominalg Comum 23 (8,7) 1 (0,4) Comum 12 (4,5) 0
Estomatiteh Comum 16 (6,0) 1 (0,4) Comum 12 (4,5) 0
i
Colite Incomum 2 (0,8) 0 Incomum 1 (0,4) 0
Distúrbios endócrinos
Hipertireoidismo Comum 26 (9,8) 0 Incomum 1 (0,4) 0
Hipotireoidismo Comum 25 (9,4) 0 Comum 4 (1,5) 0
j
Tireoidite Comum 4 (1,5) 0
Insuficiência Adrenal Comum 3 (1,1) 0
Diabetes mellitus tipo 1 Incomum 2 (0,8) 2 (0,8)
Distúrbios renais e urinários
Creatinina sanguínea aumentada Comum 5 (1,9) 0 Comum 6 (2,3) 0
Disúria Comum 5 (1,9) 0 Comum 6 (2,3) 0
Distúrbios cutâneos e de tecidos subcutâneos
Alopecia Muito comum 83 3 (1,1) Muito comum 91 (34,2) 2 (0,8)
(31,3)
Erupção cutâneask Comum 25 (9,4) 0 Comum 15 (5,6) 0
Prurido Comum 20 (7,5) 0 Comum 10 (3,8) 0
Dermatite Comum 4 (1,5) 0
Sudorese noturna Incomum 1 (0,4) 0
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IMFINZI com etoposídeo e Etoposídeo e carboplatina ou carboplatina ou cisplatina cisplatina (n = 265) (n = 266)
Qualquer Grau Graus Qualquer Grau Graus
Reação Adversa
3-4 3-4
Distúrbios gerais e alterações no local de administração
Fadigal Muito comum 85 9 (3,4) Muito comum 84 (31,6) 6 (2,3)
(32,1)
Pirexia Comum 22 (8,3) 0 Comum 17 (6,4) 1 (0,4)
Edema periféricom Comum 17 (6,4) 2 (0,8) Comum 11 (4,1) 0
Infecções e infestações
Infecções do trato respiratório Comum 24 (9,1) 1 (0,4) Comum 16 (6,0) 0
n superior
Pneumoniao Comum 15 (5,7) 5 (1,9) Comum 22 (8,3) 11
(4,1)
Infecções dentárias e de tecidos Comum 3 (1,1) 0 Comum 3 (1,1) 0
moles oraisp
Candidíase oral Incomum 2 (0,8) 0 Comum 5 (1,9) 0
Influenza Incomum 1 (0,4) 0
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Mialgia Comum 9 (3,4) 0 Comum 6 (2,3) 0
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento
Reação relacionada à infusãoq Comum 5 (1,9) 1 (0,4) Comum 3 (1,1) 0
Distúrbios do metabolismo e nutrição
Diminuição de apetite Muito comum 48 2 (0,8) Muito comum 46 (17,3) 2 (0,8)
(18,1) a Inclui neutropenia e contagem de neutrófilos reduzida
b Inclui trombocitopenia e contagem de plaquetas diminuída
c Inclui leucopenia e contagem de glóbulos brancos diminuída
d Inclui tosse e tosse produtiva
e Inclui alanina aminotransferase aumentada, aspartato aminotransferase aumentado, enzima hepática aumentada e transaminases aumentadas f Inclui hepatite, hepatotoxicidade e lesão hepatocelular g Inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor abdominal superior e dor no flanco
h Inclui estomatite e inflamação da mucosa
i Inclui colite, enterite e proctite
j Inclui tireoidite autoimune e tireoidite
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k Inclui erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea macular, erupção cutânea maculopapular, eritema e erupção cutânea
l Inclui fadiga e astenia
m Inclui edema periférico e inchaço periférico
n Inclui nasofaringite, faringite, rinite, sinusite, amigdalite, traqueobronquite e infecção do trato respiratório superior o Inclui infecção pulmonar, pneumonia e pneumonia bacteriana
p Inclui periodontite, pulpite dentária, abscesso dentário e infecção dentária
q Inclui reação à infusão e urticária com início no dia da administração ou 1 dia após a administração
Tabela 8. Anormalidades Laboratoriais que ocorreram em pacientes do estudo CASPIAN
IMFINZI com etoposídeo e Etoposídeo e carboplatina ou carboplatina ou cisplatina cisplatina
Anormalidade Laboratorial Todos os Graus1 Grau 3 ou 4 Todos os Grau 3 ou 4
(%)2 (%) Graus (%)
(%) Química
Creatinina sanguínea aumentada 85 3,4 84 1,1
ALT aumentada 37 4,9 36 2,7
AST aumentada 34 4,6 29 1,2
TSH diminuído menor que LIN e 31 NA 17 NA
maior ou igual ao LIN no basal
TSH elevada maior que LSN3 e 18 NA 7,5 NA
menor ou igual ao LIN no basal 1 Classificação de acordo com a NCI CTCAE, versão 4.03
2 Cada incidência de teste é baseada no número de pacientes que tiveram ambos os valores basais e pelo menos uma medição em estudo
disponível: IMFINZI (intervalo: 258 a 263) e quimioterapia (intervalo: 253 a 262) 3 LSN = limite superior da normalidade; LIN = limite inferior da normalidade
Câncer do Trato Biliar - Estudo TOPAZ-1
Podem ocorrer reações adversas conhecidas com durvalumabe ou gencitabina e cisplatina, administrados isoladamente, durante o tratamento com estes medicamentos em associação, mesmo que estas reações não tenham sido relatadas em ensaios clínicos com terapia combinada. Consulte as informações de bula para gencitabina e cisplatina.
57
Tabela 9. Reações adversas a medicamentos em pacientes CTB tratados com IMFINZI em combinação com gencitabina e cisplatina IMFINZI com gencitabina e Placebo com gencitabina e cisplatina cisplatina (n = 338) (n = 342)
Reação Adversa Qualquer Grau Graus 3-4 Qualquer Grau Graus 3-4
Distúrbios dos Sistemas Sanguíneo e Linfático
Neutropeniaa,b Muito 191 135 Muito 197 154
comum (56,5) (39,9) comum (57,6) (45,0)
a
Anemia Muito 163 80 Muito 153 77
comum (48,2) (23,7) comum (44,7) (22,5)
a,c
Trombocitopenia Muito 113 49 Muito 119 46
comum (33,4) (14,5) comum (34,8) (13,5)
a,d
Leucopenia Muito 51 22 Muito 61 23
comum (15,1) (6,5) comum (17,8) (6,7)
a
Neutropenia febril Comum 4 (1,2) 4 (1,2) Comum 6 (1,8) 6 (1,8)
Distúrbios cardíacos
Taquicardiaa Incomum 2 (0,6) 0 Comum 4 (1,2) 0
Distúrbios do ouvido e labirinto
Zumbidoa Comum 10 0 Incomum 3 0
(3,0) (0,9) Distúrbios endócrinos
Hipotireoidismoe Comum 25 0 Comum 11 0
(7,4) (3,2) f
Hipertireoidismo Comum 9 (2,7) 0 Comum 4 (1,2) 0
Insuficiência Adrenal Comum 4 (1,2) 0 Incomum 1 (0,3) 0
g
Tireoidite Incomum 1 (0,3) 0 0 0
Diabetes mellitus tipo Incomum 1 (0,3) 0 0 0
1 Distúrbios gastrointestinais
Náuseaa Muito 136 5 Muito 117 6
comum (40,2) (1,5) comum (34,2) (1,8)
Constipaçãoa Muito 108 2 Muito 99 1
comum (32,0) (0,6) comum (28,9) (0,3)
58
Dor abdominalh Muito 80 2 Muito 80 10
comum (23,7) (0,6) comum (23,4) (2,9)
a
Vômitos Muito 62 5 Muito 62 7
comum (18,3) (1,5) comum (18,1) (2,0)
Diarreia Muito 57 4 Muito 51 6
comum (16,9) (1,2) comum (14,9) (1,8)
a,i
Estomatite Comum 23 0 Comum 22 0
(6,8) (6,4) a,j
Amilase aumentada Comum 16 3 Comum 16 4
(4,7) (0,9) (4,7) (1,2)
k
Pancreatite Incomum 3 (0,9) 2 (0,6) Incomum 2 (0,6) 0
Colitel Incomum 1 (0,3) 1 (0,3) Incomum 2 (0,6) 1 (0,3)
Distúrbios gerais e alterações no local de administração
Fadigaa,m Muito 133 21 Muito 134 19
comum (39,3) (6,2) comum (39,2) (5,6)
Pirexia Muito 68 5 Muito 56 2
comum (20,1) (1,5) comum (16,4) (0,6)
n
Edema periférico Comum 30 0 Comum 20 0
(8,9) (5,8) a
Arrepios Comum 11 0 Comum 8 0
(3,3) (2,3) a
Edema Comum 11 1 (0,3) Comum 5 0
(3,3) (1,5)
Mal-estara Comum 10 0 Comum 14 0
(3,0) (4,1) Distúrbios hepatobiliares
Aspartato Muito 41 10 Muito 44 6
aminotransferase comum (12,1) (3,0) comum (12,9) (1,8)
aumentado ou Alanina aminotransferase aumentadao
Bilirrubina sanguínea Comum 13 6 Comum 28 14
a,p
aumentada (3,8) (1,8) (8,2) (4,1)
59
Gama- Comum 12 3 Comum 18 8
Glutamiltransferase (3,6) (0,9) (5,3) (2,3)
a aumentada
Hepatiteq Comum 10 3 Incomum 3 1
(3,0) (0,9) (0,9) (0,3)
Infecções e infestações
Infecções do trato Comum 22 0 Comum 19 0
respiratório superiorr (6,5) (5,6)
s
Pneumonia Comum 15 10 Comum 10 6
(4,4) (3,0) (2,9) (1,8)
a
Sepse Comum 15 12 Comum 9 8
(4,4) (3,6) (2,6) (2,3)
Candidíase oral Comum 4 (1,2) 0 0 0
Infecções dentárias e Incomum 3 (0,9) 0 Comum 5 (1,5) 1 (0,3)
t de tecidos moles orais Lesões, intoxicação e complicações do procedimento
Reação relacionada à Comum 9 (2,7) 0 Comum 5 (1,5) 0
u infusão Distúrbios do metabolismo e nutrição
Diminuição de apetitea Muito 87 7 Muito 79 3
comum (25,7) (2,1) comum (23,1) (0,9)
a,v
Hipomagnesemia Comum 33 6 Comum 33 3
(9,8) (1,8) (9,6) (0,9)
a
Hipocalemia Comum 28 10 Comum 17 4
(8,3) (3,0) (5,0) (1,2)
a,w
Hiponatremia Comum 23 7 Comum 22 8
(6,8) (2,1) (6,4) (2,3)
a
Desidratação Comum 9 (2,7) 0 Comum 7 (2,0) 1 (0,3)
Hipocalcemiaa,x Comum 7 (2,1) 1 (0,3) Comum 8 (2,3) 2 (0,6)
a
Hipofosfatemia Comum 6 (1,8) 0 Incomum 1 (0,3) 0
Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos
Dor nas costasa Comum 29 1 Comum 23 1
(8,6) (0,3) (6,7) (0,3)
60
Mialgia Comum 15 0 Comum 19 0
(4,4) (5,6) a
Espasmos musculares Comum 4 (1,2) 0 Comum 5 (1,5) 0
Polimiosite 0 0 Incomum 1 (0,3) 0
Distúrbios do Sistema nervoso
Dor de cabeçaa Comum 23 0 Comum 14 0
(6,8) (4,1)
Neuropatia Comum 29 1 Comum 28 1
a,y
periférica (8,6) (0,3) (8,2) (0,3)
Distúrbios psiquiátricos
Insôniaa Comum 32 0 Muito 36 0
(9,5) comum (10,5)
Distúrbios renais e urinários
Lesão Renal Agudaa Comum 13 11 Comum 7 5
(3,8) (3,3) (2,0) (1,5)
Creatinina sanguínea Comum 10 0 Comum 34 1
aumentada (3,0) (9,9) (0,3)
Disúria Comum 4 (1,2) 0 Comum 6 (1,8) 0
Proteinúriaa Incomum 3 (0,9) 1 (0,3) Comum 4 (1,2) 0
Nefrite 0 0 Incomum 2 (0,6) 0
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Tosse/ Tosse Comum 26 1 Comum 20 0
produtiva (7,7) (0,3) (5,8)
Dispneiaa Comum 22 4 Comum 19 1
(6,5) (1,2) (5,6) (0,3)
Embolia pulmonara Comum 16 8 Comum 13 7
(4,7) (2,4) (3,8) (2,0)
Soluçosa Comum 11 1 Comum 6 0
(3,3) (0,3) (1,8)
Pneumonite Incomum 3 (0,9) 1 (0,3) Comum 5 (1,5) 1 (0,3)
Disfonia Incomum 3 (0,9) 0 0 0
Doença intersticial Incomum 1 (0,3) 0 Incomum 1 (0,3) 0
pulmonar
61
Distúrbios cutâneos e de tecidos subcutâneos
Erupção cutâneaz Muito 62 3 Muito 42 0
comum (18,3) (0,9) comum (12,3)
Pruridol Muito 38 0 Comum 28 0
comum (11,2) (8,2)
Alopeciaa Comum 28 1 Comum 15 0
(8,3) (0,3) (4,4)
Dermatite Comum 6 (1,8) 0 Incomum 1 (0,3) 0
Sudorese noturna Incomum 2 (0,6) 0 0 0
Penfigoideaa Incomum 1 (0,3) 0 0 0
Distúrbios vasculares
Hipotensãoa Comum 6 (1,8) 2 (0,6) Comum 5 (1,5) 2 (0,6)
a A reação adversa só se aplica a RAMs de quimioterapia no estudo TOPAZ-1.
b Inclui neutropenia e contagem de neutrófilos diminuída.
c Inclui trombocitopenia e contagem de plaquetas diminuída.
d Inclui leucopenia e contagem de glóbulos brancos diminuída.
e Inclui hipotireoidismo, hipotireoidismo imunomediado, aumento do hormônio estimulante da tireoide no sangue.
f Inclui hipertireoidismo e diminuição do hormônio estimulante da tireoide no sangue.
g Termo relatado tireoidite autoimune.
h Inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor abdominal superior e dor no flanco.
i Inclui estomatite e inflamação da mucosa.
j Inclui amilase aumentada e hiperamilasemia.
k Inclui pancreatite e pancreatite aguda.
l Inclui colite, enterocolite e enterocolite imunomediada.
m Inclui fadiga e astenia.
n Inclui edema periférico e inchaço periférico
o Inclui alanina aminotransferase aumentada, aspartato aminotransferase aumentada, enzima hepática aumentada e transaminases aumentadas. p Inclui bilirrubina sanguínea aumentada e hiperbilirrubinemia.
q Inclui hepatite, hepatite imunomediada, hepatite autoimune, citólise hepática e hepatotoxicidade.
r Inclui nasofaringite, rinite, sinusite, amigdalite e infecção do trato respiratório superior.
s Inclui pneumonia e pneumonia por Pneumocystis jirovecii.
t Inclui gengivite, abscesso dentário e infecção dentária.
u Inclui reação relacionada à infusão e urticária com início no dia da administração ou 1 dia após a administração. v Inclui magnésio sanguíneo diminuído e hipomagnesemia.
w Inclui sódio sanguíneo diminuído e hiponatremia.
x Inclui hipocalcemia e cálcio sanguíneo diminuído.
y Inclui neuropatia periférica, parestesia, e neuropatia sensorial periférica.
62
z Inclui erupção cutânea, erupção cutânea macular, erupção cutânea maculopapular, erupção cutânea papular, erupção cutânea pruriginosa,
erupção cutânea pustulosa, erupção cutânea eritematosa, eczema e eritema. aa Termo relatado dermatite bolhosa.
A segurança do STRIDE é baseada em dados de 462 pacientes com CHC irressecável do estudo HIMALAYA e do Estudo 22 (agrupamento de CHC).
Tabela 10. Reações Adversas ao medicamento em pacientes com CHC irressecável tratados com STRIDE nos estudos HIMALAYA e Estudo 22 (n=462) STRIDE (n=462) Reação Adversa ao Frequência de Qualquer Grau Frequência de Graus 3-4 medicamento Distúrbios cardíacos
Miocardite Incomum 2 (0,4%) 0
Distúrbios endócrinos
Insuficiência adrenal Comum 6 (1,3%) Incomum 1 (0,2%)
Hipertireoidismoa Comum 44 (9,5%) Incomum 1 (0,2%)
Hipopituitarismo/Hipofisite Incomum 4 (0,9%) 0
b
Hipotireoidismo Muito comum 60 (13,0%) 0
Tireoiditec Comum 8 (1,7%) 0
Distúrbios gastrointestinais
Dor abdominald Muito comum 91 (19,7%) Comum 10 (2,2%)
Amilase aumentada Comum 41 (8,9%) Comum 20 (4,3%)
Colitee Comum 16 (3,5%) Comum 12 (2,6%)
Diarreia Muito comum 117 (25,3%) Comum 18 (3,9%)
Lipase aumentada Comum 46 (10,0%) Comum 33 (7,1%)
Pancreatitef Comum 6 (1,3%) Incomum 3 (0,6%)
Distúrbios gerais e condições do local de administração
Edema periféricog Muito comum 48 (10,4%) Incomum 2 (0,4%)
Febre Muito comum 64 (13,9%) Incomum 1 (0,2%)
Distúrbios hepatobiliares
63
Aspartato aminotransferase
aumentada /Alanina Muito comum 83 (18,0%) Comum 41 (8,9%)
h aminotransferase aumentada
Hepatitei Comum 23 (5,0%) Comum 8 (1,7%)
Infecções e infestações Infecção dentária e de tecidos
Comum 6 (1,3%) 0
moles oraisj
Influenza Comum 10 (2,2%) 0
Candidíase oral Incomum 3 (0,6%) 0
Pneumoniak Comum 20 (4,3%) Comum 6 (1,3%)
Infecções do trato respiratório
Comum 39 (8,4%) 0
superiorl Lesão, intoxicação e complicações do procedimento
Reação relacionada à infusãom Comum 6 (1,3%) 0
Distúrbios musculoesqueléticos e de tecido conjuntivo
Mialgia Comum 16 (3,5%) Incomum 1 (0,2%)
Miosite Incomum 3 (0,6%) Incomum 1 (0,2%)
Polimiosite Incomum 1 (0,2%) Incomum 1 (0,2%)
Distúrbios do sistema nervoso
Miastenia grave Incomum 2 (0,4%) 0
Distúrbios renais e urinários
Creatinina sérica aumentada Comum 21 (4,5%) Incomum 2 (0,4%)
Disúria Comum 7 (1,5%) 0
Nefriten Incomum 3 (0,6%) Incomum 2 (0,4%)
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Tosse/Tosse produtiva Muito comum 50 (10,8%) Incomum 1 (0,2%)
Disfonia Incomum 4 (0,9%) 0
Pneumopatia intersticial Incomum 1 (0,2%) 0
o
Pneumonite Comum 11 (2,4%) Incomum 1 (0,2%)
Distúrbios de pele e tecido subcutâneo
Dermatitep Comum 6 (1,3%) 0
Sudorese noturna Comum 6 (1,3%) 0
64
Penfigoide Incomum 1 (0,2%) 0
Prurido Muito comum 118 (25,5%) 0
q
Erupção cutânea Muito comum 150 (32,5%) Comum 14 (3,0%)
a Inclui redução de hormônio tireoestimulante sérico e hipertireoidismo. b Inclui aumento de hormônio tireoestimulante sérico, hipotireoidismo e hipotireoidismo imunomediados. c Inclui tireoidite autoimune, tireoidite imunomediada, tireoidite e tireoidite subaguda. d Inclui dor abdominal, dor abdominal baixa, dor abdominal alta e dor no flanco. e Inclui colite, enterite e enterocolite. f Inclui pancreatite e pancreatite aguda. g Inclui edema periférico e inchaço periférico. h Inclui alanina aminotransferase aumentada, aspartato aminotransferase aumentada, enzimas hepáticas aumentadas e transaminases
aumentadas. i Inclui hepatite autoimune, hepatite, lesão hepatocelular, hepatotoxicidade e hepatite imunomediada. j Inclui periodontite, pulpite dentária, abscesso dentário e infecção dentária. k Inclui pneumonia por Pneumocystis jirovecii e pneumonia. l Inclui nasofaringite, faringite, rinite, traqueobronquite e infecção do trato respiratório superior. m Inclui reação relacionada à infusão e urticária. n Inclui nefrite autoimune e nefrite imunomediada. o Inclui pneumonite imunomediada e pneumonite. p Inclui dermatite imunomediada e dermatite. q Inclui eczema, eritema, erupção cutânea, erupção macular, erupção maculopapular, erupção papular e erupção pruriginosa.
Câncer de Endométrio – estudo DUO-E
As reações adversas conhecidas por ocorrer no tratamento com durvalumabe, quimioterapia ou olaparibe administrados isoladamente, podem ocorrer durante o tratamento com estes medicamentos em combinação, mesmo que estas reações não tenham sido notificadas em ensaios clínicos com a terapia combinada. Consulte as informações das bulas dos quimioterápicos e a bula do olaparibe.
65
Tabela 11. Reações adversas em pacientes tratados com IMFINZI em combinação com paclitaxel e carboplatina seguida de IMFINZI em monoterapia (n=235) ou em combinação com olaparibe (n=238)
Reações Adversas Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe* + IMFINZI** (n=236)
(n=238) (n=235)
Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência
de de Grau 3- de de Grau 3- de qualquer de Grau 3-
qualquer 4 qualquer 4 Grau 4
Grau (%) Grau (%) (%) (%)
(%) (%) Distúrbios dos sistemas sanguíneos e linfáticos
Anemiaa 147 (61,8) 56 (23,5) 111 (47,2) 38 (16,2) 128 (54,2) 35 (14,8)
Muito Muito Muito Muito Muito Muito
comum comum comum comum comum comum
a
Neutropenia 94 (39,5) 60 (25,2) 76 (32,3) 45 (19,1) 91 (38,6) 49 (20,8)
Muito Muito Muito Muito Muito Muito
comum comum comum comum comum comum
Trombocitopeniaa 71 (29,8) 14 (5,9) 66 (28,1) 16 (6,8) 52 (22,0) 11 (4,7)
Muito Comum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
a
Leucopenia 48 (20,2) 16 (6,7) 40 (17,0) 11 (4,7) 45 (19,1) 13 (5,5)
Muito Comum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
Linfopeniab 17 (7) 5 (2) NA NA NA NA
Comum Comum 17 (7) 7 (3) 17 (7) 6 (3)
Comum Comum Comum Comum
a
Neutropenia febril 8 (3,4) 8 (3,4) 7 (3,0) 6 (2,6) 10 (4,2) 9 (3,8)
Comum Comum Comum Comum Comum Comum
Aplasia pura de série 3 (1,3) 3 (1,3) 0 0 0 0
vermelha (APSV) Comum Comum
Pancitopeniaa 2 (0,8) 1 (0,4) 0 0 1 (0,4) 1 (0,4)
Incomum Incomum Incomum Incomum
66
Reações Adversas Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe* + IMFINZI** (n=236)
(n=238) (n=235)
Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência
de de Grau 3- de de Grau 3- de qualquer de Grau 3-
qualquer 4 qualquer 4 Grau 4
Grau (%) Grau (%) (%) (%)
(%) (%)
Trombocitopenia 0 0 1 (0,4) 1 (0,4) 0 0
imune Incomum Incomum
Distúrbios do sistema imunológico
Hipersensibilidadeb,c 11 (5) 2 (0,8) NA NA NA NA
Comum Incomum 6 (3) 1 (0,4) 6 (3) 1 (0,4)
Comum Incomum Comum Incomum
Distúrbios vasculares
Eventos 20 (8) 8 (3) 19 (8) 6 (3) 18 (8) 7 (3)
tromboembólicos Comum Comum Comum Comum Comum Comum
venososb,d Distúrbios endócrinos
Hipotiroidismoe 37 (15,5) 0 39 (16,6) 0 11 (4,7) 0
Muito Muito Comum
comum comum f
Hipertiroidismo 16 (6,7) 0 18 (7,7) 0 4 (1,7) 0
Comum Comum Comum
g
Tireoidite 6 (2,5) 0 4 (1,7) 0 0 0
Comum Comum
Insuficiência 0 0 1 (0,4) 0 0 0
adrenal Incomum
Diabetes mellitus 0 0 1 (0,4) 1 (0,4) 0 0
tipo 1 Incomum Incomum
Distúrbios oculares
Uveíte 1 (0,4) 0 2 (0,9) 0 0 0
Incomum Incomum
67
Reações Adversas Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe* + IMFINZI** (n=236)
(n=238) (n=235)
Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência
de de Grau 3- de de Grau 3- de qualquer de Grau 3-
qualquer 4 qualquer 4 Grau 4
Grau (%) Grau (%) (%) (%)
(%) (%) Distúrbios gastrointestinais
Nauseaa 130 (54,6) 7 (2,9) 96 (40,9) 1 (0,4) 105 (44,5) 3 (1,3)
Muito Comum Muito Incomum Muito Comum
comum comum comum
a
Constipação 78 (32,8) 0 64 (27,2) 2 (0,9) 81 (34,3) 5 (2,1)
Muito Muito Incomum Muito Comum
comum comum comum
Diarreia 67 (28,2) 3 (1,3) 74 (31,5) 4 (1,7) 66 (28,0) 6 (2,5)
Muito Comum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
a
Vómitos 61 (25,6) 1 (0,4) 49 (20,9) 4 (1,7) 43 (18,2) 3 (1,3)
Muito Incomum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
Dor abdominalh 56 (23,5) 3 (1,3) 59 (25,1) 1 (0,4) 59 (25,0) 3 (1,3)
Muito Comum Muito Incomum Muito Comum
comum comum comum
a
Estomatites 27 (11,3) 0 21 (8,9) 0 23 (9,7) 0
Muito Comum Comum
comum
Dispepsiab 22 (9) 0 NA NA NA NA
Comum 12 (5) 0 18 (8) 0
Comum Comum i
Colite 4 (1,7) 2 (0,8) 5 (2,1) 2 (0,9) 1 (0,4) 0
Comum Incomum Comum Incomum Incomum
Distúrbios gerais e condições no local de administração
Fatigaa 129 (54,2) 13 (5,5) 101 (43,0) 8 (3,4) 105 (44,5) 7 (3,0)
68
Reações Adversas Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe* + IMFINZI** (n=236)
(n=238) (n=235)
Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência
de de Grau 3- de de Grau 3- de qualquer de Grau 3-
qualquer 4 qualquer 4 Grau 4
Grau (%) Grau (%) (%) (%)
(%) (%)
Muito Comum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
Edema periféricoj 39 (16,4) 1 (0,4) 36 (15,3) 2 (0,9) 27 (11,4) 1 (0,4)
Muito Incomum Muito Incomum Muito Incomum
comum comum comum
Pirexia 24 (10,1) 0 21 (8,9) 1 (0,4) 18 (7,6) 1 (0,4)
Muito Comum Incomum Comum Incomum
comum Distúrbios hepatobiliares
AST/ALT 35 (14,7) 7 (2,9) 31 (13,2) 4 (1,7) 26 (11,0) 3 (1,3)
k
aumentados Muito Comum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
l
Hepatite 2 (0,8) 1 (0,4) 2 (0,9) 1 (0,4) 1 (0,4) 0
Incomum Incomum Incomum Incomum Incomum
Infecções e infestações
Infecções do trato 24 (10,1) 0 21 (8,9) 0 24 (10,2) 0
respiratório Muito Comum Muito
superiorm comum comum
n
Pneumonia 7 (2,9) 3 (1,3) 2 (0,9) 2 (0,9) 1 (0,4) 1 (0,4)
Comum Comum Incomum Incomum Incomum Incomum
Candidíase oral 4 (1,7) 0 1 (0,4) 0 0 0
Comum Incomum
Infecções dentárias e 6 (2,5) 1 (0,4) 9 (3,8) 1 (0,4) 4 (1,7) 0
orais de tecidos Comum Incomum Comum Incomum Comum
o moles
Gripe 1 (0,4) 0 3 (1,3) 0 1 (0,4) 0
69
Reações Adversas Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe* + IMFINZI** (n=236)
(n=238) (n=235)
Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência
de de Grau 3- de de Grau 3- de qualquer de Grau 3-
qualquer 4 qualquer 4 Grau 4
Grau (%) Grau (%) (%) (%)
(%) (%)
Incomum Comum Incomum
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento
Reações 14 (5,9) 2 (0,8) 15 (6,4) 0 24 (10,2) 3 (1,3)
relacionadas à Comum Incomum Comum Muito Comum
p infusão comum Distúrbios do metabolismo e da nutrição
Diminuição do 55 (23,1) 3 (1,3) 42 (17,9) 0 46 (19,5) 0
apetitea Muito Comum Muito Muito
comum comum comum
Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos
Mialgia 30 (12,6) 0 32 (13,6) 0 44 (18,6) 1 (0,4)
Muito Muito Muito Incomum
comum comum comum
Miosite 1 (0,4) 0 6 (2,6) 1 (0,4) 0 0
Incomum Comum Incomum
Artrite 0 0 1 (0,4) 0 0 0
q imunomediada Incomum Distúrbios do Sistema nervoso
Neuropatia 123 (51,7) 6 (2,5) 126 (53,6) 3 (1,3) 138 (58,5) 7 (3,0)
a
periférica Muito Comum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
Tonturab 40 (17) 1 (0,4) NA NA NA NA
Muito Incomum 32 (14) 0 31 (13) 0
comum Muito Muito
comum comum
Dores de cabeçab 39 (16) 0 NA NA NA NA
70
Reações Adversas Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe* + IMFINZI** (n=236)
(n=238) (n=235)
Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência
de de Grau 3- de de Grau 3- de qualquer de Grau 3-
qualquer 4 qualquer 4 Grau 4
Grau (%) Grau (%) (%) (%)
(%) (%)
Muito 30 (13) 0 35 (15) 0
comum Muito Comum
comum b,r
Disgeusia 30 (13) 0 NA NA NA NA
Muito 26 (11) 0 31 (13) 0
comum Muito Muito
comum comum
Miastenia grave 0 0 2 (0,9) 0 0 0
Incomum Distúrbios renais e urinários
Creatina sérica 24 (10,1) 0 10 (4,3) 0 13 (5,5) 1 (0,4)
aumentada Muito Comum Comum Incomum
comum
Disúria 10 (4,2) 0 10 (4,3) 0 12 (5,1) 0
Comum Comum Comum
Nefrites 0 0 0 0 1 (0,4) 0
Incomum Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
Tosse/tosse 33 (13,9) 0 37 (15,7) 0 29 (12,3) 0
produtiva Muito Muito Muito
comum comum comum
Dispneiab,t 34 (14) 2 (0,8) NA NA NA N/A
Muito Incomum 33 (14) 2 (0,9) 32 (14) 1 (0.4)
comum Muito Incomum Muito Uncommon
comum comum
Pneumonite 10 (4,2) 3 (1,3) 3 (1,3) 1 (0,4) 1 (0,4) 9
71
Reações Adversas Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe* + IMFINZI** (n=236)
(n=238) (n=235)
Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência Frequência
de de Grau 3- de de Grau 3- de qualquer de Grau 3-
qualquer 4 qualquer 4 Grau 4
Grau (%) Grau (%) (%) (%)
(%) (%)
Comum Comum Comum Incomum Incomum
Disfonia 4 (1,7) 0 2 (0,9) 0 3 (1,3) 0
Comum Incomum Comum
Doença pulmonar 2 (0,8) 1 (0,4) 1 (0,4) 1 (0,4) 0 0
intersticial Incomum Incomum Incomum Incomum
Distúrbios da pele e dos tecidos subcutâneos
Alopeciaa 121 (50,8) 0 118 (50,2) 0 118 (50,0) 0
Muito Muito Muito
comum comum comum
Erupçõesa,u 56 (23,5) 2 (0,8) 62 (26,4) 4 (1,7) 48 (20,3) 3 (1,3)
Muito Incomum Muito Comum Muito Comum
comum comum comum
Prurido 37 (15,5) 2 (0,8) 36 (15,3) 0 29 (12,3) 0
Muito Incomum Muito Muito
comum comum comum
Dermatitea,v 4 (1,7) 0 8 (3,4) 2 (0,9) 1 (0,4) 0
Comum Comum Incomum Comum
Suores noturnos 2 (0,8) 0 1 (0,4) 0 2 (0,8) 0
Incomum Incomum Incomum
Penfigóidew 0 0 1 (0,4) 0 1 (0,4) 0
Incomum Incomum *Estudo global de tratamento de indução com até seis ciclos de 21 dias com paclitaxel e carboplatina em combinação com IMFINZI seguido de tratamento de manutenção com IMFINZI em combinação com olaparibe. ** Estudo geral de tratamento de indução com até seis ciclos de 21 dias com paclitaxel e carboplatina em combinação com IMFINZI, seguido de tratamento de manutenção com IMFINZI em monoterapia. a A reação adversa aplica-se apenas às RAMs de quimioterapia no estudo DUO-E.
b A reação adversa aplica-se apenas às RAMs de olaparibe no estudo DUO-E.
72
c Inclui hipersensibilidade e hipersensibilidade a medicamentos.
d Inclui trombose venosa profunda, embolia, embolia venosa, trombose venosa pélvica, trombose venosa superficial e trombose.
e Inclui aumento do hormônio estimulador da tireoide no sangue e hipotireoidismo.
f Inclui diminuição do hormônio estimulador da tireoide no sangue e hipertireoidismo.
g Inclui tireoidite autoimune, tireoidite imunomediada e tireoidite.
h Inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor no flanco e dor abdominal superior.
i Inclui colite, enterocolite e proctite.
j Inclui edema periférico e inchaço periférico.
k Inclui ALT aumentado, AST aumentado e enzimas hepáticas aumentadas.
l Inclui hepatite, hepatite imunomediada e hepatotoxicidade.
m Inclui nasofaringite, faringite, rinite, sinusite, traqueobronquite e infecção do trato respiratório superior.
n Inclui pneumonia e pneumonia bacteriana.
o Inclui gengivite, pulpite dentária, abscesso dentário e infecção dentária.
p Inclui reação relacionada à infusão e urticária.
q Relatado como artrite reumatóide.
r Inclui disgeusia e alteração do paladar.
s Relatada como nefrite imunomediada. t Inclui dispneia e dispneia de esforço.
u Inclui eczema, eritema, erupção cutânea, erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea macular, erupção cutânea máculo-papular,
erupção cutânea papular, erupção cutânea pruriginosa e erupção cutânea pustulosa. v Inclui dermatite e dermatite imunomediada.
w Relatado como dermatite bolhosa.
Tabela 12. Agravamento de anormalidades laboratoriais desde o início do estudo, ocorrendo em ≥ 20%* dos pacientes no estudo DUO-E
Paclitaxel e Paclitaxel e Paclitaxel e
carboplatina + carboplatina + carboplatina
IMFINZI + olaparibe IMFINZI
Anormalidade Grau†3 or 4 (%)‡ Grau†3 or 4 (%)‡ Grau†3 or 4 (%)‡
Laboratorial Anormalidade Laboratorial
Hiponatremia 3,8 6 4,8
Hipomagnesemia 1,8 3,3 1,9
Hipermagnesemia 0,9 2,3 0,9
Hipocalemia 5 3,9 1,7
Creatinina aumentada 1,7 0,4 1,7
ALT aumentada 3,8 3,5 1,3
73
Paclitaxel e Paclitaxel e Paclitaxel e
carboplatina + carboplatina + carboplatina
IMFINZI + olaparibe IMFINZI
Anormalidade Grau†3 or 4 (%)‡ Grau†3 or 4 (%)‡ Grau†3 or 4 (%)‡
Laboratorial
AST aumentada 3,4 3,0 0,4
GGT aumentada 4,2 4,7 2,9
Fosfatase alcalina 0,4 0,4 0,4
aumentada Hematologia
Neutropenia 28 22 23
Leucopenia 21 15 16
Linfocitopenia 24 11 16
Anemia 25 17 14
Trombocitopenia 7 9 6
- O corte de frequência é baseado em qualquer mudança de nota em relação à linha de base.
† Classificado de acordo com NCI CTCAE versão 5.0. ‡ Cada incidência de teste é baseada no número de pacientes que tinham tanto a linha de base quanto pelo menos uma medição laboratorial disponível no estudo: paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe (intervalo: 215 a 238), paclitaxel e carboplatina + IMFINZI (intervalo: 202 a 231), e paclitaxel e carboplatina (variação: 205 a 231).
Estudo ADRIATIC – CPPC-EL
A segurança de IMFINZI em monoterapia em pacientes com CPPC-EL é baseada em dados de 262 pacientes do estudo ADRIATIC.
Tabela 13. Reações adversas a medicamentos em pacientes com CPPC-EL tratados com IMFINZI
IMFINZI (n=262) Placebo (n=265)
Reação adversa Qualquer Grau Grau 3-4 Qualquer Grau Grau 3-4
Distúrbios cardíacos
Miocardite Incomum 1 (0,4) 0 0
Distúrbios dos sistemas sanguíneo e linfático
74
IMFINZI (n=262) Placebo (n=265)
Reação adversa Qualquer Grau Grau 3-4 Qualquer Grau Grau 3-4
Trombocitopenia 0 0 Incomum 1 (0,4) 1 (0,4)
imune Distúrbios endócrinos
Hipotiroidismoa Muito comum 42 (16,0) 0 Comum 12 (4,5) 0
Hipertireoidismob Muito comum 31 (11,8) 0 Comum 4 (1,5) 0
Insuficiência Comum 3 (1,1) 1 (0,4) 0
adrenal
Tireoiditec Comum 3 (1,1) 0 0
Hipopituitarismo/ Incomum 2 (0,8) 1 (0,4) 0
hipofisite
Diabetes mellitus Incomum 1 (0,4) 1 (0,4) 0
tipo 1 Distúrbios gastrointestinais
Diarreia Muito comum 29 (11,1) 5 (1,9) Comum 22 (8,3) 0
d
Dor abdominal Comum 12 (4,6) 0 Comum 19 (7,2) 0
Pancreatite Incomum 1 (0,4) 1 (0,4) Incomum 1 (0,4) 0
e
Colite 0 0 Comum 3 (1,1) 0
Distúrbios gerais e condição do local de administração
Pirexia Comum 11 (4,2) 0 Comum 13 (4,9) 0
f
Edema periférico Comum 8 (3,1) 0 Comum 5 (1,9) 0
Distúrbios hepatobiliares
Aspartato Comum 17 (6,5) 3 (1,1) Comum 14 (5,3) 0
aminotransferase aumentada / Alanina aminotransferase aumentadag
Hepatiteh Comum 4 (1,5) 1 (0,4) Comum 3 (1,1) 1 (0,4)
Infecções e infestações
Pneumoniai Muito comum 32 (12,2) 8 (3,1) Comum 23 (8,7) 11 (4,2)
Infecções do trato Comum 19 (7,3) 1 (0,4) Comum 21 (7,9) 1 (0,4)
j respiratório superior
75
IMFINZI (n=262) Placebo (n=265)
Reação adversa Qualquer Grau Grau 3-4 Qualquer Grau Grau 3-4
Candidíase oral Comum 4 (1,5) 0 Incomum 2 (0,8) 0
Infecções de tecidos Comum 3 (1,1) 0 Comum 4 (1,5) 0
moles dentários e oraisk
Influenza Comum 3 (1,1) 0 Incomum 1 (0,4) 0
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento
Reação relacionada Comum 4 (1,5) 0 0
l à infusão Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos
Mialgia Comum 11 (4,2) 0 Comum 10 (3,8) 0
Distúrbios do sistema nervoso
Encefalitem Incomum 1 (0,4) 0 0
Distúrbios renais e urinários
Creatinina Comum 10 (3,8) 0 Comum 5 (1,9) 0
sanguínea aumentada
Disúria Incomum 1 (0,4) 0 Incomum 2 (0,8) 0
Nefrite Incomum 1 (0,4) 0 0
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Tosse/ Tosse Muito comum 45 (17,2) 0 Muito 37 (14,0) 0
produtiva comum n
Pneumonite Muito comum 36 (13,7) 5 (1,9) Comum 16 (6,0) 2 (0,8)
Doença intersticial Comum 7 (2,7) 0 Incomum 1 (0,4) 0
pulmonar
Disfonia 0 0 Comum 4 (1,5) 0
Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo
Erupção cutâneao Muito comum 37 (14,1) 1 (0,4) Comum 22 (8,3) 0
Prurido Muito comum 34 (13,0) 0 Comum 19 (7,2) 0
Dermatite Comum 5 (1,9) 0 Comum 6 (2,3) 0
Sudorese noturna 0 0 Incomum 1 (0,4) 0
a Inclui aumento do hormônio estimulador da tireoide no sangue e hipotireoidismo.
b Inclui diminuição do hormônio estimulador da tireoide e hipertireoidismo.
76
c Inclui tireoidite e tireoidite subaguda.
d Inclui dor abdominal, dor abdominal superior e dor nos flancos.
e Inclui colite e enterocolite imunomediada.
f Inclui edema periférico e inchaço periférico.
g Inclui aumento da alanina aminotransferase, aumento da aspartato aminotransferase e aumento das transaminases.
h Inclui hepatite e hepatite imunomediada.
i Inclui pneumonia por Pneumocystis jirovecii, pneumonia, pneumonia bacteriana e pneumonia por Legionella.
j Inclui nasofaringite, faringite, rinite, sinusite e infecção do trato respiratório superior.
k Inclui gengivite, periodontite, pulpite dentária, abscesso dentário e infecção dentária.
l Inclui reação relacionada à infusão e urticária.
m Relatado como encefalite autoimune.
n Inclui doença pulmonar imunomediada e pneumonite.
o Inclui eczema, erupção cutânea, erupção cutânea maculopapular, erupção cutânea papular e erupção cutânea pruriginosa.
Câncer de Bexiga Músculo-Invasivo – Estudo NIAGARA Reações adversas conhecidas por ocorrerem com durvalumabe ou quimioterapia podem ocorrer durante o tratamento com esses medicamentos em combinação, mesmo que essas reações não tenham sido relatadas em estudos clínicos com terapia combinada.
Consulte as bulas locais para quimioterapia.
Tabela 14. Reações adversas a medicamentos em pacientes com CBMI tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia IMFINZI com quimioterapia Quimioterapia (n = 530) (n = 526)
Reações Qualquer grau Grau 3-4 Qualquer grau (%) Grau 3-4
Adversas (%) (%) (%)
Distúrbios do sangue e do sistema linfático
Neutropenia Muito comum 214 (40,4) 113 Muito comum 237 (45,1) 123
(21,3) (23,4)
Anemia Muito comum 205 (38,7) 73 Muito comum 213 (40,5) 79
(13,8) (15,0)
Trombocitopenia Muito comum 91 (17,2) 25 Muito comum 91 (17,3) 31
(4,7) (5,9)
Leucopenia Muito comum 58 (10,9) 11 Muito comum 71 (13,5) 11
(2,1) (2,1)
77
IMFINZI com quimioterapia Quimioterapia (n = 530) (n = 526)
Reações Qualquer grau Grau 3-4 Qualquer grau (%) Grau 3-4
Adversas (%) (%) (%)
Neutropenia Comum 11 (2,1) 10 (1,9) Comum 11 (2,1) 11 (2,1)
febril
Pancitopenia Incomum 3 (0,6) 2 (0,4) Incomum 2 (0,4) 2 (0,4)
Distúrbios cardíacos
Miocardite Incomum 1 (0,2) 0 NA 0 0
Distúrbios respiratórios torácicos e mediastinais
Tosse/ Tosse Comum 43 (8,1) 0 Comum 30 (5,7) 0
produtiva
Pneumonitea Comum 9 (1,7) 0 Incomum 3 (0,6) 0
Disfonia Comum 8 (1,5) 0 Comum 8 (1,5) 0
Doença pulmonar Incomum 1 (0,2) 1 (0,2) NA 0 0
intersticial Distúrbios hepatobiliares
Aspartato Muito comum 55 (10,4) 10 (1,9) Common 48 (9,1) 6 (1,1)
aminotransferase aumentada ou Alanina aminotransferase aumentadab
Hepatitec Incomum 4 (0,8) 3 (0,6) Incomum 4 (0,8) 0
Distúrbios gastrointestinais
Náusea Muito comum 284 (53,6) 8 (1,5) Muito comum 255 (48.5) 5 (1,0)
Constipação Muito comum 205 (38,7) 4 (0,8) Muito comum 203 (38,6) 4 (0,8)
Diarreia Muito comum 109 (20,6) 8 (1,5) Muito comum 74 (14,1) 2 (0,4)
d
Dor abdominal Muito comum 107 (20,2) 5 (0,9) Muito comum 71 (13,5) 5 (1,0)
Vômito Muito comum 102 (19,2) 5 (0,9) Muito comum 97 (18,4) 1 (0,2)
Estomatite Comum 34 (6,4) 0 Comum 30 (5,7) 0
Colitee Comum 7 (1,3) 1 (0,2) Incomum 1 (0,2) 0
Pancreatite Incomum 2 (0,4) 0 Incomum 1 (0,2) 0
78
IMFINZI com quimioterapia Quimioterapia (n = 530) (n = 526)
Reações Qualquer grau Grau 3-4 Qualquer grau (%) Grau 3-4
Adversas (%) (%) (%)
Distúrbios endócrinos
Hipotireoidismof Muito comum 67 (12,6) 2 (0.4) Comum 12 (2,3) 0
g
Hipertireoidismo Comum 33 (6,2) 0 Comum 12 (2,3) 0
Hipopituitarismo/ Incomum 3 (0,6) 0 NA 0 0
hipofisite
Tireoidite Incomum 2 (0,4) 0 NA 0 0
Insuficiência Incomum 2 (0,4) 0 NA 0 0
adrenal Distúrbios do sistema nervoso
Neuropatia Muito comum 66 (12,5) 1 Muito comum 59 (11,2) 0
periférica (0,2)
Miastenia gravis Incomum 1 (0,2) 1 (0,2) NA 0 0
Distúrbios renais e urinários
Creatinina Muito comum 98 (18,5) 12 Muito comum 77 (14,6) 4
sanguínea (2,3) (0,8)
aumentada
Disúria Comum 28 (5,3) 0 Comum 19 (3,6) 0
h
Nefrite Comum 6 (1,1) 2 (0,4) Incomum 2 (0,4) 0
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo
Erupção cutâneai Muito comum 111 (20,9) 5 (0,9) Comum 51 (9,7) 3 (0,6)
Prurido Muito comum 80 (15,1) 0 Comum 38 (7,2) 0
Alopecia Comum 49 (9,2) 2 (0,4) Muito comum 57 (10,8) 0
Dermatite Incomum 5 (0,9) 0 Incomum 3 (0,6) 0
Suores noturnos Incomum 3 (0,6) 0 Incomum 4 (0,8) 0
j
Penfigoide Incomum 1 (0,2) 0 Incomum 1 (0,2) 0
Distúrbios gerais e condições do local de administração
Fadigak Muito comum 273 (51,5) 12 (2,3) Muito comum 257 (48,9) 16 (3,0)
Pirexia Muito comum 110 (20,8) 1 (0,2) Muito comum 87 (16,5) 0
Edema periféricol Comum 47 (8,9) 1 (0,2) Comum 52 (9,9) 0
79
IMFINZI com quimioterapia Quimioterapia (n = 530) (n = 526)
Reações Qualquer grau Grau 3-4 Qualquer grau (%) Grau 3-4
Adversas (%) (%) (%)
Infecções e infestações
Infecção do trato Comum 28 (5,3) 0 Comum 27 (5,1) 1 (0,2)
respiratório superiorm
Pneumonian Comum 22 (4,2) 8 (1,5) Comum 13 (2,5) 6 (1,1)
Infecções de Comum 6 (1,1) 0 Incomum 3 (0,6) 1 (0,2)
tecidos moles dentais e oraiso
Influenza Incomum 4 (0,8) 1 (0,2) Incomum 4 (0,8) 0
Candidíase oral Incomum 2 (0,4) 0 Incomum 2 (0,4) 0
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Mialgia Comum 32 (6,0) 0 Comum 13 (2,5) 0
Miositep Incomum 5 (0,9) 1 (0,2) NA 0 0
Artrite Incomum 1 (0.2) 1 (0,2) NA 0 0
imunomediadaq Lesões, intoxicações e complicações processuais
Reação Comum 7 (1,3) 0 Incomum 2 (0,4) 0
relacionada à infusãor Distúrbios do metabolismo e da nutrição
Diminuição do Muito comum 141 (26,6) 3 (0,6) Muito comum 131 (24,9) 3 (0,6)
apetite a Inclui doença pulmonar imunomediada e pneumonite.
b Inclui aumento da alanina aminotransferase, aumento da aspartato aminotransferase, aumento de transaminases e aumento da enzima
hepática. c Inclui hepatite autoimune, hepatite, citólise hepática, hepatotoxicidade e hepatite aguda.
d Inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor abdominal superior e dor no flanco.
e Inclui colite, enterocolite e enterocolite imunomediada.
f Inclui aumento do hormônio estimulante da tireoide no sangue e hipotireoidismo.
g Inclui diminuição do hormônio estimulante da tireoide no sangue e hipertireoidismo.
h Inclui nefrite e nefrite imunomediada.
80
i Inclui eczema, eritema, erupção cutânea, erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea macular, erupção cutânea maculopapular, erupção
cutânea papular, erupção cutânea pruriginosa e erupção cutânea pustular. j Reportado como dermatite bolhosa.
k Inclui astenia e fadiga.
l Inclui edema periférico e inchaço periférico.
m Inclui laringite, nasofaringite, faringite, rinite, sinusite, amigdalite e infecção do trato respiratório superior.
n Inclui pneumonia, pneumonia bacteriana e pneumonia por klebsiella.
o Inclui gengivite, periodontite, pulpite dentária, abscesso dentário e infecção dentária.
p Inclui miosite e rabdomiólise.
q Relatado como poliartrite.
r Inclui reações relacionadas à infusão e urticária.
Tabela 15. Anormalidades laboratoriais que pioraram em relação ao valor basal ocorrendo em ≥ 20%* dos pacientes no estudo NIAGARA IMFINZI com Quimioterapia quimioterapia
Qualquer Grau Grau† 3 ou 4 Qualquer grau Grau† 3 ou 4
(%) (%)‡ (%) (%)‡
Anormalidade laboratorial
Aumento da 63,3 9,5 58,0 6,7
creatinina
Hiponatremia 54,3 9,5 55,5 10,4
Aumento da ALT 53,4 2,3 54,0 4,0
Hipocalcemia 51,8 1,3 42,7 1,2
Hipercalemia 50,8 4,2 49,2 4,4
Aumento da GGT 46,7 4,1 43,8 3,8
Aumento da AST 42,0 1,5 38,8 2,1
Aumento da lipase 39,8 13,9 40,0 13,1
Hipomagnesemia 37,7 1,9 36,6 2,3
Aumento da amilase 35,9 7,5 33,4 3,4
81
Aumento da 25,7 0,8 24,9 0,4
fosfatase alcalina
Hematologia
Anemia 88,1 13,4 87,3 13,4
Leucopenia 81,8 10,8 82,1 12,3
Neutropenia 75,9 31,3 74,0 33,8
Trombocitopenia 52,1 6,1 49,5 6,7
Linfocitopenia 44,0 10,2 40,0 7,5
- O corte de frequência é baseado em qualquer alteração de grau comparado ao basal.
† Classificado de acordo com NCI CTCAE versão 5.0.
‡ Cada incidência de teste é baseada no número de pacientes que tinham pelo menos uma medição laboratorial disponível no basal e no
estudo: IMFINZI + quimioterapia (intervalo: 482 a 528) e quimioterapia (intervalo: 467 a 521).
Câncer de Bexiga Não Músculo-Invasivo – Estudo POTOMAC
A segurança do IMFINZI em combinação com indução e manutenção com BCG é baseada em dados de 336 pacientes com CBNMI do estudo POTOMAC. Reações adversas conhecidas por ocorrerem com IMFINZI ou BCG podem ocorrer durante o tratamento combinado com esses medicamentos, mesmo que essas reações não tenham sido relatadas em ensaios clínicos com a terapia combinada. Consulte a bula de BCG para mais informações.
Tabela 16. Reações adversas a medicamentos em pacientes tratados com IMFINZI em combinação com BCG
IMFINZI + BCGa BCGa (N = 336) (N = 339)
Reações Adversas Qualquer Grau (%) Grau 3-4 Qualquer Grau (%) Grau 3-4 (%)
(%)
Distúrbios endócrinos
Hipotireoidismob Muito Comum 45 (13,4) 1 (0,3) Incomum 3 (0,9) 0
82
IMFINZI + BCGa BCGa (N = 336) (N = 339)
Reações Adversas Qualquer Grau (%) Grau 3-4 Qualquer Grau (%) Grau 3-4 (%)
(%)
Hipertireoidismoc Comum 32 (9,5) 1 (0,3) Incomum 2 (0,6) 0
Tireoidited Comum 11 (3,3) 0 NA 0 0
Insuficiência adrenal Incomum 3 (0,9) 3 (0,9) NA 0 0
Distúrbios gastrointestinais
Diarreia Muito Comum 41 (12,2) 4 (1,2) Comum 22 (6,5) 0
Dor abdominale Muito Comum 35 (10,4) 0 Comum 20 (5,9) 0
Pancreatitef Comum 10 (3,0) 4 (1,2) NA 0 0
Coliteg Comum 7 (2,1) 1 (0,3) Incomum 2 (0,6) 1 (0,3)
Distúrbios gerais e condição do local de administração
Pirexia Muito Comum 54 (16,1) 1 (0,3) Muito Comum 69 (20,4) 0
Edema Periféricoh Comum 12 (3,6) 0 Comum 5 (1,5) 0
Distúrbios hepatobiliares
Aspartato Comum 31 (9,2) 3 (0,9) Comum 7 (2,1) 1 (0,3)
aminotransferase aumentada / Alanina aminotransferase aumentadai
Hepatitej Comum 12 (3,6) 8 (2,4) NA 0 0
Infecções e infestações
83
IMFINZI + BCGa BCGa (N = 336) (N = 339)
Reações Adversas Qualquer Grau (%) Grau 3-4 Qualquer Grau (%) Grau 3-4 (%)
(%)
Infecções do trato Muito Comum 44 (13,1) 0 Comum 30 (8,8) 0
k respiratório superior
Influenza Comum 10 (3,0) 0 Comum 5 (1,5) 0
Pneumonia Comum 6 (1,8) 1 (0,3) Comum 5 (1,5) 2 (0,6)
Infecções de tecidos Incomum 3 (0,9) 0 Comum 6 (1,8) 0
moles dentários e oraisl
Candidíase oral Incomum 3 (0,9) 0 NA 0 0
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento
Reação relacionada a Incomum 3 (0,9) 1 (0,3) Incomum 1 (0,3) 0
m infusão
Distúrbios musculoesqueléticos e dos tecidos conjuntivos
Mialgia Comum 18 (5,4) 0 Comum 7 (2,1) 0
Artrite Comum 4 (1,2) 0 Incomum 2 (0,6) 0
imunomediadan
Miosite Incomum 1 (0,3) 0 NA 0 0
Distúrbios do sistema nervoso
Miastenia gravis NA 0 0 Incomum 1 (0,3) 0
Distúrbios renais e urinários
84
IMFINZI + BCGa BCGa (N = 336) (N = 339)
Reações Adversas Qualquer Grau (%) Grau 3-4 Qualquer Grau (%) Grau 3-4 (%)
(%)
Disúria Muito Comum 125 (37,2) 9 (2,7) Muito Comum 122 (36,0) 4 (1,2)
Creatinina sanguínea Comum 16 (4,8) 2 (0,6) Incomum 3 (0,9) 0
aumentada
Nefriteo Comum 4 (1,2) 1 (0,3) NA 0 0
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Tosse / Tosse Comum 19 (5,7) 0 Comum 13 (3,8) 0
produtiva
Doença intersticial Incomum 2 (0,6) 1 (0,3) NA 0 0
pulmonar
Pneumonite Incomum 2 (0,6) 2 (0,6) NA 0 0
Disfonia Incomum 1 (0,3) 0 Incomum 1 (0,3) 0
Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo
Erupção cutâneap Muito Comum 58 (17,3) 1 (0,3) Comum 17 (5,0) 0
Prurido Comum 31 (9,2) 1 (0,3) Comum 7 (2,1) 0
Dermatite Comum 7 (2,1) 0 Incomum 2 (0,6) 0
Suores noturnos Incomum 2 (0,6) 0 NA 0 0
Penfigoide Incomum 2 (0,6) 0 NA 0 0
a BCG foi administrada como tratamento de indução e manutenção.
b Inclui aumento do hormônio estimulante da tireoide no sangue e hipotireoidismo.
c Inclui diminuição do hormônio estimulante da tireoide no sangue e hipertireoidismo.
85
d Inclui tireoidite autoimune, tireoidite imunomediada e tireoidite.
e Inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor abdominal superior e dor nos flancos.
f Inclui pancreatite imunomediada, pancreatite e pancreatite aguda.
g Inclui colite, enterocolite e enterocolite imunomediada.
h Inclui edema periférico e inchaço periférico.
i Inclui aumento de AST, aumento de ALT, aumento de enzimas hepáticas e aumento de transaminases.
j Inclui hepatite autoimune, hepatite, hepatite tóxica e hepatotoxicidade.
k Inclui laringite, nasofaringite, faringite, rinite, sinusite e infecção do trato respiratório superior.
l Inclui gengivite, periodontite, abscesso dentário e infecção dentária.
m Inclui reação relacionada à infusão e urticária.
n Inclui artrite imunomediada, poliartrite e artrite reumatoide.
o Inclui nefrite imunomediada, nefrite e nefrite túbulo-intersticial.
p Inclui eczema, eritema, erupção cutânea, erupção eritematosa, erupção macular, erupção maculo-papular, erupção papular, erupção
pruriginosa e erupção pustulosa.
Tabela 17. Anormalidades laboratoriais que pioraram em relação ao valor basal e ocorreram em ≥ 20%b dos pacientes no estudo POTOMAC IMFINZI + BCGa BCGa
Qualquer Grau Grauc 3 ou 4 Qualquer Grau Grauc 3 ou 4
(%) (%)d (%) (%)d
Anormalidade laboratorial
Aumento da AST 41,3 5,2 28,0 0
Aumento da ALT 40,4 5,7 25,2 0
Cálcio corrigido 39,9 2,1 48,3 4,7
diminuído
Hipercalemia 38,8 2,1 33,1 2,4
Aumento da GGT 34,1 5,0 27,1 1,0
Aumento da 32,2 1,8 25,3 1,2
creatinina
Hiponatremia 22,7 3,0 11,1 0
Hematologia
Anemia 34,9 0,6 24,3 0,6
86
Linfocitopenia 27,5 3,0 13,3 1,2
a BCG foi administrada como tratamento de indução e manutenção.
b O ponto de corte da frequência é baseado em qualquer alteração de grau em relação ao basal. c Classificado de acordo com o NCI CTCAE versão 4.03.
d A incidência de cada teste é baseada no número de pacientes que apresentaram valores laboratoriais disponíveis tanto no basal quanto
pelo menos uma vez durante o estudo: IMFINZI + BCG (faixa: 289 a 335) e BCG (faixa: 284 a 333).
Adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica ressecável – Estudo MATTERHORN
Reações adversas conhecidas por ocorrerem com IMFINZI ou quimioterapia FLOT administrados isoladamente podem ocorrer durante o tratamento com esses medicamentos em combinação, mesmo que essas reações não tenham sido relatadas no estudo MATTERHORN. Consulte as bulas locais para quimioterapia FLOT.
Tabela 18. Reações adversas a medicamentos em pacientes com CG/CJGE tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia IMFINZI + quimioterapia Placebo + quimioterapia (n=475) (n=469)
Reações Adversas Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%) Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%)
Distúrbios do sangue e do sistema linfático
Neutropeniaa Muito 263 (55,4) 193 (40,6) Muito 283 (60,3) 204 (43,5)
Comum Comum
Anaemia Muito 119 (25,1) 24 (5,1) Muito 147 (31,3) 24 (5,1)
Comum Comum b
Leucopenia Muito 72 (15,2) 31 (6,5) Muito 92 (19,6) 37 (7,9)
Comum Comum c
Trombocitopenia Muito 61 (12,8) 4 (0,8) Muito 52 (11,1) 5 (1,1)
Comum Comum
Neutropenia febril Comum 17 (3,6) 17 (3,6) Comum 17 (3,6) 16 (3,4)
Distúrbios cardíacos
Miocardite Incomum 1 (0,2) 0 Incomum 1 (0,2) 1 (0,2)
Distúrbios endócrinos
Hipotiroidismod Comum 39 (8,2) 1 (0,2) Comum 9 (1,9) 0
e
Hipertiroidismo Comum 22 (4,6) 0 Comum 9 (1,9) 0
Insuficiência adrenal Comum 7 (1,5) 2 (0,4) Incomum 1 (0,2) 0
87
IMFINZI + quimioterapia Placebo + quimioterapia (n=475) (n=469)
Reações Adversas Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%) Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%)
Tireoiditef Comum 5 (1,1) 0 Incomum 2 (0,4) 0
Hipopituitarismo/ Incomum 4 (0,8) 1 (0,2) NA 0 0
Hipofisite
Diabetes Tipo 1 Incomum 4 (0,8) 1 (0,2) NA 0 0
Distúrbios Oculares
Uveite NA 0 0 Incomum 1 (0,2) 0
Distúrbios gastrointestinais
Diarreia Muito 296 (62,3) 30 (6,3) Muito 270 (57,6) 28 (6,0)
Comum Comum
Náusea Muito 241 (50,7) 12 (2,5) Muito 237 (50,5) 7 (1,5)
Comum Comum
Vômito Muito 124 (26,1) 9 (1,9) Muito 120 (25,6) 14 (3,0)
Comum Comum
Dor abdominalg Muito 108 (22,7) 9 (1,9) Muito 117 (24,9) 6 (1,3)
Comum Comum
Estomatiteh Muito 84 (17,7) 5 (1,1) Muito 66 (14,1) 2 (0,4)
Comum Comum
Constipação Muito 77 (16,2) 0 Muito 81 (17,3) 4 (0,9)
Comum Comum
Colitei Comum 16 (3,4) 7 (1,5) Comum 9 (1,9) 6 (1,3)
j
Pancreatite Comum 7 (1,5) 4 (0,8) Incomum 2 (0,4) 1 (0,2)
Distúrbios gerais e condições do local de administração
Fadigak Muito 224 (47,2) 23 (4,8) Muito 213 (45,4) 24 (5,1)
Comum Comum
Pirexia Muito 95 (20,0) 4 (0,8) Muito 71 (15,1) 6 (1,3)
Comum Comum
Edema periféricol Comum 35 (7,4) 0 Comum 32 (6,8) 0
Distúrbios hepatobiliares
Aspartato Comum 44 (9,3) 8 (1,7) Comum 38 (8,1) 9 (1,9)
aminotransferase
88
IMFINZI + quimioterapia Placebo + quimioterapia (n=475) (n=469)
Reações Adversas Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%) Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%)
aumentada ou Alanina aminotransferase aumentadam
Hepatitem Comum 13 (2,7) 8 (1,7) Comum 9 (1,9) 5 (1,1)
Infecções e infestações
Pneumoniao Comum 35 (7,4) 13 (2,7) Comum 33 (7,0) 14 (3,0)
Infecção do trato Comum 31 (6,5) 1 (0,2) Comum 30 (6,4) 1 (0,2)
respiratório superiorp
Influenza Comum 8 (1,7) 0 Incomum 3 (0,6) 0
Candidíase oral Incomum 4 (0,8) 0 Incomum 4 (0,9) 0
Infecções de tecidos Incomum 4 (0,8) 0 Incomum 5 (1,1) 0
q moles dentais e orais Lesões, intoxicações e complicações processuais
Reação relacionada à Comum 34 (7,2) 5 (1,1) Comum 18 (3,8) 1 (0,2)
infusãor Distúrbios do metabolismo e da nutrição
Diminuição do Muito 145 (30,5) 15 (3,2) Muito 141 (30,1) 9 (1,9)
apetite Comum Comum
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Mialgia Comum 19 (4,0) 1 (0,2) Comum 13 (2,8) 0
Miosite Incomum 1 (0,2) 1 (0,2) NA 0 0
Artrite Imuno- Incomum 1 (0,2) 0 Incomum 1 (0,2) 0
s mediada Distúrbios do sistema nervoso
Neuropatia periféricat Muito 195 (41,1) 10 (2,1) Muito 176 (37,5) 10 (2,1)
Comum Comum
Sindrome de Incomum 1 (0,2) 1 (0,2) NA 0 0
Guillain-Barré Distúrbios renais e urinários
89
IMFINZI + quimioterapia Placebo + quimioterapia (n=475) (n=469)
Reações Adversas Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%) Qualquer grau (%) Grau 3-4 (%)
Creatinina sanguínea Comum 5 (1,1) 0 Comum 7 (1,5) 0
aumentada
Disúria Comum 8 (1,7) 0 Incomum 4 (0,9) 0
u
Nefrite Incomum 4 (0,8) 3 (0,6) NA 0 0
Distúrbios respiratórios torácicos e mediastinais
Tosse/ Tosse Comum 47 (9,9) 0 Comum 46 (9,8) 0
produtiva
Pneumonite Comum 15 (3,2) 1 (0,2) Comum 5 (1,1) 2 (0,4)
Disfonia Comum 13 (2,7) 0 Comum 6 (1,3) 0
Doença pulmonar Incomum 3 (0,6) 0 Incomum 3 (0,6) 1 (0,2)
intersticial Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo
Alopecia Muito 145 (30,5) 0 Muito 149 (31,8) 0
Comum Comum v
Erupção cutânea Muito 95 (20,0) 5 (1,1) Muito 56 (11,9) 0
Comum Comum
Prurido Muito 51 (10,7) 0 Comum 25 (5,3) 0
Comum
Dermatite Comum 9 (1,9) 0 Comum 8 (1,7) 1 (0,2)
Penfigoidew Incomum 1 (0,2) NA 0
Suores noturnos Incomum 2 (0,4) 0 Incomum 3 (0,6) 0
a Inclui neutropenia e diminuição da contagem de neutrófilos. b Inclui leucopenia e diminuição da contagem de leucócitos.
c Inclui trombocitopenia e diminuição da contagem de plaquetas.
d Inclui aumento do hormônio estimulante da tireoide no sangue e hipotireoidismo.
e Inclui diminuição do hormônio estimulante da tireoide no sangue e hipertireoidismo.
f Inclui tireoidite autoimune e tireoidite.
g Inclui dor abdominal, dor abdominal inferior, dor abdominal superior e dor nos flancos.
h Inclui estomatite e inflamação da mucosa.
i Inclui colite, enterite, enterocolite e proctite.
j Inclui pancreatite, pancreatite necrosante e pancreatite aguda.
k Inclui fadiga e astenia.
l Inclui edema periférico e inchaço periférico.
90
m Inclui aumento da alanina aminotransferase, aumento da aspartato aminotransferase, aumento das enzimas hepáticas e aumento das
transaminases. n Inclui hepatite autoimune, citólise hepática, hepatite, hepatite aguda, hepatotoxicidade e hepatite imunomediada.
o Inclui pneumonia e pneumonia bacteriana.
p Inclui nasofaringite, faringite, rinite, sinusite, traqueobronquite e infecção do trato respiratório superior.
q Inclui gengivite, infecção dentária e abscesso dentário.
r Inclui reação relacionada à infusão e urticária com início no dia da administração ou 1 dia após a administração.
s Relatado como poliartrite.
t Inclui neuropatia periférica, parestesia e neuropatia sensorial periférica.
u Inclui nefrite, nefrite autoimune e nefrite imunomediada.
v Inclui eczema, eritema, erupção cutânea, erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea maculopapular, erupção cutânea papulosa e
erupção cutânea pruriginosa. w Relatado como dermatite bolhosa.
Tabela 19. Anormalidades laboratoriais que pioraram em relação ao valor basal e ocorreram em ≥ 20%* dos pacientes no estudo MATTERHORN IMFINZI + quimioterapia Quimioterapia
Qualquer Grau (%) Grau† 3 ou 4 (%)‡ Qualquer grau (%) Grau† 3 ou 4 (%)‡
Anormalidade laboratorial
Aumento da AST 72,5 5,5 69,2 6,4
Aumento da ALT 69,6 7,2 65,2 6,2
Aumento da GGT 57,4 10,2 51,3 6,1
Aumento da 54,9 15,8 54,9 15,1
lipase
Aumento da 52,7 3,2 51,2 1,5
fosfatase alcalina
Hipocalcemia 45,4 0,8 46,9 2,6
Aumento da 41,7 6,3 38,7 4,5
amilase
Hipocalemia 39,2 8,3 39,7 8,3
Hiponatremia 32,8 4,4 32,3 4,7
Hipoalbuminemia 31,0 1,5 31,3 0,2
Hipercalemia 21,6 0,6 25,6 1,3
Hematologia
Leucopenia 74,8 14,0 78,8 16,5
Neutropenia 69,9 41,1 74,2 44,4
91
Anemia 67,8 7,2 73,0 8,4
Linfocitopenia 48,7 12,5 44,9 13,1
Trombocitopenia 46,6 1,1 45,7 1,9
- O limite de frequência é baseado em qualquer alteração de grau em relação ao valor basal.
† Classificado de acordo com o NCI CTCAE versão 5.0. ‡ A incidência de cada teste é baseada no número de pacientes que tiveram tanto o valor basal quanto pelo menos uma medida laboratorial no estudo disponível: IMFINZI + quimioterapia (intervalo: 444 a 472) e quimioterapia (intervalo: 443 a 468).
Descrição das reações adversas selecionadas
Os dados abaixo refletem informações de reações adversas significativas para IMFINZI como monoterapia no conjunto de dados de segurança combinados entre os tipos de tumor (n = 4642) e para o tratamento STRIDE no agrupamento de CHC (n=462).
Os dados a seguir também são baseados nos 2280 pacientes que receberam IMFINZI 20mg/kg a cada 4 semanas em combinação com tremelimumabe 1mg/kg ou IMFINZI 1500 mg em combinação com tremelimumabe 75 mg a cada 4 semanas. Os detalhes das reações adversas significativas para IMFINZI quando administrado em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina são apresentados quando observadas diferenças clinicamente relevantes em comparação com IMFINZI em combinação com tremelimumabe.
Esses dados também refletem o banco de dados de segurança combinado de IMFINZI em associação com tremelimumabe 300 mg de 462 pacientes com CHC (o conjunto de CHC). Nestes dois estudos, IMFINZI foi administrado numa dose de 1500 mg em combinação com 300 mg de tremelimumabe a cada 4 semanas.
As diretrizes de gerenciamento para essas reações adversas estão descritas nas seções 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES e 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR.
Pneumonite imunomediada Nos pacientes que receberam IMFINZI em monoterapia, ocorreu pneumonite imunomediada em 147 (3,2%) pacientes, incluindo grau 3 em 37 (0,8%), grau 4 em 2 (<0,1%) e grau 5 em 10 (0,2%) pacientes. O tempo médio de início foi de 56 dias (intervalo: 1-1308 dias). Todos os 147 pacientes receberam corticosteroides sistêmicos, 114 dos 147 pacientes receberam altas doses de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia), 3 pacientes também receberam infliximabe e 1 paciente também recebeu ciclosporina. IMFINZI foi descontinuado em 60 pacientes. A resolução ocorreu em 85 pacientes. A pneumonite imunomediada ocorreu com mais frequência nos pacientes do Estudo PACIFIC que concluíram o tratamento com quimiorradiação simultânea
92
dentro de 1 a 42 dias antes do início do estudo (9,9%), em comparação com os outros pacientes no banco de dados combinado de segurança (1,8%).
No Estudo PACIFIC, em pacientes com CPNPC localmente avançado irressecável (n= 475 no braço IMFINZI e n= 234 no braço placebo) que completaram o tratamento com quimiorradiação concomitante dentro de 1 a 42 dias antes do início do tratamento do estudo, ocorreu pneumonite imunomediada em 51 (9,9%) pacientes do grupo tratado com IMFINZI e em 14 (6,0%) pacientes no grupo placebo, incluindo Grau 3 em 9 (1,9%) pacientes com IMFINZI versus 6 (2,6%) pacientes com placebo e Grau 5 em 4 (0,8%) pacientes com IMFINZI versus 3 (1,3%) pacientes com placebo. O tempo médio de início no grupo tratado com IMFINZI foi 46 dias (intervalo de 2-342 dias) versus 57 dias (intervalo de 26-253 dias) no grupo placebo. No grupo tratado com IMFINZI, 30 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia) e 2 pacientes também receberam infliximabe. No grupo placebo, 12 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia) e um paciente também recebeu ciclofosfamida e tacrolimo. A resolução ocorreu em 29 pacientes do grupo tratado com IMFINZI versus 6 do placebo.
No estudo ADRIATIC em pacientes com CPPC-EL (n= 262 no braço IMFINZI e n= 265 no braço placebo), que completaram o tratamento com quimiorradiação dentro de 1 a 42 dias antes do início do tratamento do estudo, pneumonite imunomediada ocorreu em 31 (11,8%) pacientes no grupo tratado com IMFINZI e 8 (3%) pacientes no grupo placebo, incluindo Grau 3 em 5 (1,9%) pacientes que receberam IMFINZI versus 1 (0,4%) paciente no grupo placebo, e Grau 5 em 1 (0,4%) paciente tratado com IMFINZI. O tempo médio de início no grupo tratado com IMFINZI foi 55 dias (intervalo de 1-375 dias) versus 65,5 dias (intervalo de 24-124 dias) no grupo placebo. No grupo tratado com IMFINZI, 25 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia) e 1 paciente também recebeu infliximabe. No grupo placebo, 7 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). A resolução ocorreu em 18 pacientes no grupo tratado com IMFINZI versus 3 no grupo placebo.
Nos dados combinados de segurança com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n= 2280), pneumonite imunomediada ocorreu em 86 (3,8%) pacientes, incluindo de Grau 3 em 30 dias (1,3%) pacientes, de Grau 4 em 1 (< 0,1%) paciente e de Grau 5 (Fatal) em 7 (0,3%) pacientes. O tempo médio para o início foi 57 dias (intervalo: 8-912 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistemicos e 79 dos 86 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (ao menos prednisoma 40 mg ou equivalente por dia). Sete pacientes também receberam outros imunossupresores. O tratamento foi descontinuado em 39 pacientes. Ocorreu resolução em 51 pacientes.
93
Em pacientes recebendo STRIDE, pneumonite imunomediada ocorreu em 6 (1,3%) pacientes, incluindo Grau 3 em 1 (0,2%) paciente e Grau 5 (fatal) em 1 (0,2%) paciente. O tempo médio de início foi de 29 dias (intervalo: 5-774 dias). Seis pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 5 dos 6 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Um paciente também recebeu outros imunossupressores. O tratamento foi descontinuado em 2 pacientes. A resolução ocorreu em 3 pacientes.
Hepatite imunomediada Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, hepatite imunomediada ocorreu em 120 (2,6%) pacientes, incluindo Grau 3 em 70 (1,5%) pacientes, Grau 4 em 9 (0,2%) e Grau 5 em 6 (0,1%) pacientes. O tempo médio para início foi 36 dias (intervalo entre 1-644 dias). Todos os 120 pacientes receberam corticosteroides sistêmicos, 94 dos 120 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Nove pacientes também foram tratados com micofenolato. IMFINZI foi descontinuado em 30 pacientes. Ocorreu resolução em 56 pacientes.
Nos dados combinados de segurança com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n= 2280), hepatite imunomediada ocorreu em 80 (3,5%) pacientes, incluindo de Grau 3 em 48 (2,1%) pacientes, de Grau 4 em 8 (0,4%) pacientes e de Grau 5 (fatal) em 2 (< 0,1%) pacientes. O tempo médio para o início foi 36 dias (inervalo: 1-533 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 68 dos 80 pacientes receberam tratamento de corticosteroide de alta dose (ao menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Oito pacientes também receberam imunossupressores. O tratamento foi descontinuado em 27 pacientes. Ocorreu resolução de 47 pacientes.
Em pacientes recebendo STRIDE, hepatite imunomediada ocorreu em 34 (7,4%) pacientes, incluindo grau 3 em 20 (4,3%) pacientes, grau 4 em 1 (0,2%) paciente e grau 5 (fatal) em 3 (0,6%) pacientes. O tempo médio para início foi de 29 dias (intervalo: 13-313 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 32 dos 34 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Nove pacientes também receberam outros imunossupressores. O tratamento foi interrompido em 10 pacientes. A resolução ocorreu em 13 pacientes.
Colite imunomediada Em pacientes recebendo IMFINZI monoterapia, colite imunomediada ou diarreia ocorreu em 78 (1,7%) pacientes, incluindo Grau 3 em 14 (0,3%) pacientes, Grau 4 em 2 (< 0,1%) pacientes e Grau 5 em 1 (< 0,1%)
94
paciente. O tempo médio para início foi 73 dias (intervalo de 1-920 dias). Todos os 78 pacientes receberam corticosteroides sistêmicos, 54 dos 78 pacientes receberam tratamento com alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Três pacientes também foram tratados com infliximabe e dois pacientes também foram tratados com micofenolato. IMFINZI foi descontinuado em 14 pacientes. Ocorreu resolução em 53 pacientes.
Nos dados combinados de segurança com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n= 2280), colite imunomediada ou diarreia ocorreu em 167 (7,3%) pacientes, incluindo de Grau 3 em 76 (3,3%) pacientes e de Grau 4 em 3 (0,1%) pacientes. O tempo médio para início foi de 57 dias (intervalo: 3-906 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides e 151 de 167 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Vinte e dois pacientes também receberam outros imunossupressores. O tratamento foi descontinuado em 54 pacientes. Ocorreu resolução em 141 pacientes. Perfuração intestinal e perfuração do intestino grosso foram reportados incomumente em pacientes recebendo IMFINZI em combinação com tremelimumabe.
Em pacientes recebendo STRIDE, colite imunomediada ou diarreia ocorreu em 31 (6,7%) pacientes, incluindo Grau 3 em 17 (3,7%) pacientes. O tempo médio de início foi de 23 dias (intervalo: 2-479 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 28 dos 31 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Quatro pacientes também receberam outros imunossupressores. O tratamento foi interrompido em 5 pacientes. A resolução ocorreu em 29 pacientes. Não foi observada perfuração intestinal em pacientes que receberam STRIDE.
Endocrinopatias imunomediadas Hipotireoidismo imunomediado Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, hipotireoidismo imunomediado ocorreu em 384 (8,3%) pacientes, incluindo Grau 3 em 7 (0,2%) pacientes. O tempo médio de início foi 90,5 dias (intervalo 1-951 dias). Dos 384 pacientes, 379 receberam terapia de reposição hormonal, 19 receberam corticosteroides sistêmicos, 7 dos 19 pacientes receberam altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia) para hipotireoidismo imunomediado, seguido de reposição hormonal. Um paciente descontinuou IMFINZI devido ao hipotireoidismo imunomediado. O hipotireoidismo imunomediado foi precedido por hipertireoidismo imunomediado em 31 pacientes ou tireoidite imunomediada em 5 pacientes. Ocorreu resolução em 79 pacientes.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu hipotiroidismo imunomediado em 209 (9,2%) pacientes, incluindo Grau 3 em 6 (0,3%) pacientes. O tempo médio
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para início foi de 85 dias (intervalo: 1 - 624 dias). Treze pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 8 dos 13 receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). O tratamento foi interrompido em 3 pacientes. A resolução ocorreu em 52 pacientes. O hipotireoidismo imunomediado foi precedido por hipertireoidismo imunomediado em 25 pacientes ou tireoidite imunomediada em 2 pacientes.
Em pacientes recebendo STRIDE, hipotireoidismo imunomediado ocorreu em 46 (10,0%) pacientes. O tempo médio de início foi de 85 dias (intervalo: 26-763 dias). Um paciente recebeu tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Todos os pacientes necessitaram de outra terapia (tiamazol, carbimazol, propiltiouracil, perclorato, bloqueador dos canais de cálcio ou betabloqueador). A resolução ocorreu em 6 pacientes. O hipotireoidismo imunomediado foi precedido por hipertireoidismo imunomediado em 4 pacientes.
Hipertireoidismo imunomediado Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, ocorreu hipertireoidismo imunomediado em 77 (1,7%) pacientes, mas não houve casos de Graus 3 e 4. O tempo médio de início foi de 43 dias (intervalo de 1-253 dias). Setenta e dois dos 77 pacientes receberam terapia médica (tiamazol, carbimazol, propiltiouracila ou betabloqueador), 15 pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 8 dos 15 pacientes receberam tratamento com alta dose de corticosteroide sistêmico (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Um paciente descontinuou o uso de IMFINZI devido a hipertireoidismo imunomediado. Ocorreu resolução em 61 pacientes.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu hipertiroidismo imunomediado em 62 (2,7%) pacientes, incluindo Grau 3 em 5 (0,2%) pacientes. O tempo médio para início foi de 33 dias (intervalo: 4-176 dias). Dezoito pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 11 dos 18 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Cinquenta e três pacientes necessitaram de outra terapia (tiamazol, carbimazol, propiltiouracil, perclorato, bloqueador dos canais de cálcio ou betabloqueador). Um paciente interrompeu o tratamento devido ao hipertireoidismo. A resolução ocorreu em 47 pacientes.
Em pacientes recebendo STRIDE, hipertireoidismo imunomediado ocorreu em 21 (4,5%) pacientes, incluindo grau 3 em 1 (0,2%) paciente. O tempo médio de início foi de 30 dias (intervalo: 13-60 dias). Quatro pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e todos os quatro pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Vinte pacientes necessitaram de outra
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terapia (tiamazol, carbimazol, propiltiouracil, perclorato, bloqueador dos canais de cálcio ou betabloqueador). Um paciente interrompeu o tratamento devido ao hipertireoidismo. A resolução ocorreu em 17 pacientes.
Tireoidite imunomediada Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, a tireoidite imunomediada ocorreu em 21 (0,5%) pacientes, incluindo Grau 3 em 2 (<0,1%) pacientes. O tempo médio de início foi de 57 dias (intervalo: 14-217 dias). Dos 21 pacientes, 18 receberam terapia de reposição hormonal, 6 receberam corticosteroides sistêmicos, 3 dos 6 pacientes receberam altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Um paciente interrompeu IMFINZI devido a tireoidite imunomediada. Ocorreu resolução em 8 pacientes.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu tiroidite imunomediada em 15 (0,7%) pacientes, incluindo Grau 3 em 1 (< 0,1%) paciente. O tempo médio para início foi de 57 dias (intervalo: 22-141 dias). Cinco pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 2 dos 5 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Treze pacientes necessitaram de outra terapia, incluindo terapia de reposição hormonal, tiamazol, carbimazol, propiltiouracil, perclorato, bloqueador dos canais de cálcio ou betabloqueador. Nenhum paciente interrompeu o tratamento devido a tireoidite imunomediada. A resolução ocorreu em 5 pacientes.
Em pacientes recebendo STRIDE, tireoidite imunomediada ocorreu em 6 (1,3%) pacientes. O tempo médio de início foi de 56 dias (intervalo: 7-84 dias). Dois pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 1 dos 2 pacientes recebeu tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Todos os pacientes necessitaram de outra terapia, incluindo terapia de reposição hormonal, tiamazol, carbimazol, propiltiouracil, perclorato, bloqueador dos canais de cálcio ou betabloqueador. A resolução ocorreu em 2 pacientes.
Insuficiência adrenal imunomediada Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, insuficiência adrenal imunomediada ocorreu em 24 (0,5%) pacientes, incluindo Grau 3 em 8 (0,2%) pacientes. O tempo médio para início foi 157,5 dias (intervalo: 20-547 dias). Todos os 24 pacientes receberam corticosteroides sistêmicos; 8 dos 24 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Um paciente descontinuou o uso de IMFINZI devido insuficiência adrenal imunomediada. Ocorreu resolução em 6 pacientes.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu insuficiência adrenal imunomediada em 33 (1,4%) pacientes, incluindo Grau 3 em 16 (0,7%) pacientes e Grau 4
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em 1 (< 0,1%) paciente. O tempo médio para início foi de 105 dias (intervalo: 20-428 dias). Trinta e dois pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 11 dos 32 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteróides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). O tratamento foi interrompido em um paciente. A resolução ocorreu em 11 pacientes.
Em pacientes recebendo STRIDE, ocorreu insuficiência adrenal imunomediada em 6 (1,3%) pacientes, incluindo Grau 3 em 1 (0,2%) paciente. O tempo médio de início foi de 64 dias (intervalo: 43-504 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 1 dos 6 pacientes recebeu tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). A resolução ocorreu em 2 pacientes.
Diabetes mellitus tipo 1 imunomediada Em pacientes que receberam IMFINZI em monoterapia, diabetes mellitus tipo 1 imunomediada ocorreu em 5 (0,1%) pacientes, incluindo Grau 3 em 3 (0,1%) e Grau 4 em 1 (<0,1%). O tempo mediano de início foi de 43 dias (intervalo: 29-631 dias). Todos os cinco pacientes necessitaram de terapia de insulina. Um paciente descontinuou IMFINZI devido a diabetes mellitus tipo 1 imunomediada. Ocorreu resolução em 2 pacientes.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu diabetes tipo 1 imunomediada em 6 (0,3%) pacientes, incluindo Grau 3 em 1 (< 0,1%) paciente e Grau 4 em 2 (< 0,1%) pacientes. O tempo médio para início foi de 58 dias (intervalo: 7-220 dias). Todos os pacientes necessitaram de insulina. O tratamento foi interrompido em 1 paciente. A resolução ocorreu em 1 paciente.
Não foi observado diabetes mellitus tipo 1 imunomediado em pacientes recebendo STRIDE.
Hipofisite/hipopituitarismo imunomediado Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, hipofisite/hipopituitarismo imunomediado ocorreu em 6 (0,1%) pacientes, incluindo Grau 3 em 5 (0,1%) pacientes. O tempo mediano de início dos eventos foi de 85 dias (intervalo: 44-225 dias). Todos os 6 pacientes receberam corticosteroides sistêmicos, 3 dos 6 pacientes receberam tratamento com alta dose de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia) e 3 pacientes descontinuaram o uso de IMFINZI devido a hipofisite/hipopituitarismo imunomediado. Ocorreu resolução em 1 paciente.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu hipofisite/hipopituitarismo imunomediado em 16 (0,7%) pacientes, incluindo Grau 3 em 8 (0,4%) pacientes. O tempo médio para início dos acontecimentos foi de 123 dias (intervalo: 63-388 dias). Todos os pacientes
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receberam corticosteroides sistêmicos e 8 dos 16 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Quatro pacientes também necessitaram de terapia endócrina. O tratamento foi interrompido em 2 pacientes. A resolução ocorreu em 7 pacientes.
Em pacientes recebendo STRIDE, ocorreu hipofisite/hipopituitarismo imunomediado em 5 (1,1%) pacientes. O tempo médio para o início dos eventos foi de 149 dias (intervalo: 27-242 dias). Quatro pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 1 dos 4 pacientes recebeu tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Três pacientes também necessitaram de terapia endócrina. A resolução ocorreu em 2 pacientes.
Nefrite imunomediada Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, nefrite imunomediada ocorreu em 17 (0,4%) pacientes, incluindo Grau 3 em 4 (0,1%) pacientes e Grau 4 em 1 (<0,1%) paciente. O tempo médio para o início foi de 84 dias (intervalo: 4-393 dias). Todos os 17 pacientes receberam corticosteroides sistêmicos, 12 dos 17 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroide (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia) e um paciente também recebeu micofenolato. IMFINZI foi descontinuado em 7 pacientes. Resolução ocorreu em 8 pacientes.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu nefrite imunomediada em 9 (0,4%) pacientes, incluindo Grau 3 em 1 (< 0,1%) paciente. O tempo médio para início foi de 79 dias (intervalo: 39-183 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 7 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). O tratamento foi interrompido em 3 pacientes. A resolução ocorreu em 5 pacientes
Em pacientes recebendo STRIDE, nefrite imunomediada ocorreu em 4 (0,9%) pacientes, incluindo Grau 3 em 2 (0,4%) pacientes. O tempo médio para início foi de 53 dias (intervalo: 26-242 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 3 dos 4 receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). O tratamento foi descontinuado em 2 pacientes. A resolução ocorreu em 3 pacientes.
Erupção cutânea imunomediada Nos pacientes que receberam IMFINZI em monoterapia, ocorreram erupções cutâneas ou dermatites imunomediadas (incluindo penfigoide) em 74 (1,6%) pacientes, incluindo Grau 3 em 20 (0,4%) pacientes. O tempo médio de início foi de 56 dias (intervalo: 4-600 dias). Todos os 74 pacientes receberam corticosteroides
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sistêmicos, 37 dos 74 pacientes foram tratados com corticosteroide em altas doses (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). IMFINZI foi descontinuado em5 pacientes. Resolução ocorreu em 46 pacientes.
Na base de dados de segurança combinada com IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreu erupção cutânea imunomediada ou dermatite (incluindo penfigoide) em 112 (4,9%) pacientes, incluindo Grau 3 em 17 (0,7%) pacientes. O tempo médio para início foi de 35 dias (intervalo: 1-778 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos, e 59 dos 112 pacientes receberam tratamento de alta dose de corticosteroide (ao menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). O tratamento foi descontinuado em 10 pacientes. A resolução ocorreu em 65 pacientes.
Em pacientes que receberam STRIDE, erupção cutânea ou dermatite imunomediada (incluindo penfigoide) ocorreu em 26 (5,6%) pacientes, incluindo Grau 3 em 9 (1,9%) pacientes e Grau 4 em 1 (0,2%) paciente. O tempo médio de início foi de 25 dias (intervalo: 2-933 dias). Todos os pacientes receberam corticosteroides sistêmicos e 14 dos 26 pacientes receberam tratamento com altas doses de corticosteroides (pelo menos 40 mg de prednisona ou equivalente por dia). Um paciente recebeu outros imunossupressores. O tratamento foi descontinuado em 3 pacientes. A resolução ocorreu em 19 pacientes.
Reações relacionadas com infusão Em pacientes recebendo IMFINZI em monoterapia, reações relacionadas com infusão ocorreram em 70 (1,5%) pacientes, incluindo Grau 3 em 6 (0,1%) pacientes. Não houve eventos de Grau 4 ou 5.
Na base de dados de segurança combinada de IMFINZI em associação com tremelimumabe (n=2280), ocorreram reações relacionadas com infusão em 45 (2,0%) pacientes, incluindo Grau 3 em 2 (< 0,1%) pacientes. Não houve eventos de Grau 4 ou 5.
Reações relacionadas à infusão ocorreram em 7 (1,5%) pacientes recebendo STRIDE.
Anormalidades laboratoriais Em pacientes tratados com IMFINZI em monoterapia, a proporção de pacientes que apresentaram uma mudança no valor basal para uma anormalidade laboratorial de Grau 3 ou 4 foi a seguinte: 2,4% para alanina aminotransferase aumentada, 3,6% aspartato aminotransferase aumentado, 0,5% para creatinina sanguínea aumentada, 5,7% para amilase aumentada e 5,6% para lipase aumentada. A proporção de pacientes que
100
apresentaram uma mudança de TSH desde o valor basal ≤ LSN para qualquer grau > LSN foi de 18,8% e uma mudança de TSH desde o valor basal que foi ≥ LIN para qualquer grau < LIN foi de 18,1%.
Em pacientes tratados com IMFINZI em combinação com quimioterapia, a proporção de pacientes que apresentaram uma mudança na linha de base para uma anormalidade laboratorial de Grau 3 ou 4 foi a seguinte: 6,4% para alanina aminotransferase aumentada, 6,5% para aspartato aminotransferase aumentado, 4,2% para creatinina sanguínea aumentada, 6,4% para amilase aumentada e 11,7% para lipase aumentada. A proporção de pacientes que apresentaram uma mudança de TSH desde o valor basal ≤ LSN para qualquer grau > LSN foi de 20,3% e uma mudança de TSH desde o valor basal que foi ≥ LIN para qualquer grau < LIN foi de 24,1%.
Em pacientes tratados com IMFINZI em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina, a proporção de pacientes que apresentaram uma mudança na linha de base para uma anormalidade laboratorial de Grau 3 ou 4 foi a seguinte: 6,2% para alanina aminotransferase aumentada, 5,2% para aspartato aminotransferase aumentado, 4,0% para creatinina sanguínea aumentada, 9,4% para amilase aumentada e 13,6% para lipase aumentada. A proporção de pacientes que apresentaram uma mudança de TSH em relação ao valor basal que foi ≤ LSN para > LSN foi de 24,8% e uma mudança de TSH em relação ao valor basal que foi ≥ LIN para < LIN foi de 32,9%.
Em pacientes tratados com IMFINZI em combinação com tremelimumabe, a proporção de pacientes que apresentaram uma mudança na linha de base para uma anormalidade laboratorial de Grau 3 ou 4 foi a seguinte: 5,1% para alanina aminotransferase aumentada, 5,8% para aspartato aminotransferase, 1,0% para creatinina sanguínea aumentada, 5,9% para amilase aumentada e 11,3% para lipase aumentada. A proporção de pacientes que apresentaram uma mudança de TSH em relação ao valor basal que foi ≤ LSN para > LSN foi de 4,2% e uma mudança de TSH em relação ao valor basal que foi ≥ LIN para < LIN foi de 17,2%.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
10. SUPERDOSE
101
Não há tratamento específico em caso de superdose de durvalumabe, e os sintomas da superdose não estão estabelecidos. Em caso de uma superdose, os médicos devem seguir as medidas gerais de suporte e devem tratar sintomaticamente.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Identificação do medicamento
I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
IMFINZI ® durvalumabe
APRESENTAÇÕES
Solução injetável para infusão intravenosa de 500 mg/10 mL (50 mg/mL) em embalagem com 1 frasco-ampola contendo 10 mL da solução.
Solução injetável para infusão intravenosa de 120 mg/2,4 mL (50 mg/mL) em embalagem com 1 frasco-ampola contendo 2,4 mL da solução.
VIA INTRAVENOSA
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada mL contém 50 mg de IMFINZI. Cada frasco-ampola de 2,4 mL contém 120 mg de durvalumabe. Cada frasco-ampola de 10 mL contém 500 mg de durvalumabe. Excipientes: L-histidina, cloridrato mono-hidratado de L-histidina, α,α-trealose desidratada, polissorbato 80, água para injeção.
2
Dizeres legais
III) DIZERES LEGAIS
Registro: 1.1618.0266
Importado e Registrado por: AstraZeneca do Brasil Ltda. Rod. Raposo Tavares, km 26,9 – Cotia – SP – CEP 06707-000
CNPJ: 60.318.797/0001-00
Produzido por: Catalent Indiana, LLC – Bloomington – Estados Unidos da América ou Produzido por: AstraZeneca AB (Gärtunavägen) – Södertälje – Suécia
USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
IMF067
Este texto de bula foi aprovado pela ANVISA em 04/05/2026.
102
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Solução injetável para
1528 - PRODUTO
infusão intravenosa
BIOLÓGICO -
24/02/2017 0334139/17-5 26/12/2018 Bula Inicial VP/VPS
Registro de Produto 500 mg/10 mL e 120 Novo mg/2,4 mL
Resultados de 10456 - PRODUTO Eficácia
BIOLÓGICO -
11/05/2018 0377514/18-3 Notificação de Características
Alteração de Texto de 10456 - PRODUTO Farmacológicas Solução injetável para Bula – RDC 60/12 BIOLÓGICO -infusão intravenosa Notificação de
11/05/2018 0377514/18-3 11/05/2018 Advertências e VP/VPS
Alteração de Texto Precauções 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC mg/2,4 mL 60/12 Reações Adversas
Dizeres Legais
103
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Indicações
Resultados de Eficácia
Características
10456 - PRODUTO 1615 - PRODUTO Solução injetável para
Farmacológicas
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - infusão intravenosa
13/07/2018 0561954/18-8 Notificação de 31/08/2017 1859539/17-1 Inclusão de Nova 02/07/2018 VP/VPS
Advertências e
Alteração de Texto de Indicação 500 mg/10 mL e 120
Precauções
Bula – RDC 60/12 Terapêutica no País mg/2,4 mL
Posologia e Modo de usar
Reações Adversas
Resultados de Eficácia
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Características Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - Farmacológicas infusão intravenosa
Notificação de
04/09/2018 0866362/18-9 Notificação de 04/09/2018 0866362/18-9 04/09/2018 VP/VPS
Alteração de Texto
Alteração de Texto de Advertências e 500 mg/10 mL e 120
de Bula – RDC
Bula – RDC 60/12 Precauções mg/2,4 mL
60/12 Posologia e Modo de usar
104
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - infusão intravenosa Notificação de
07/12/2018 1155175/18-5 Notificação de 07/12/2018 1155175/18-5 07/12/2018 Dizeres Legais VP/VPS
Alteração de Texto Alteração de Texto 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC de Bula – RDC mg/2,4 mL 60/12 60/12
11343 – PRODUTO Solução injetável para BIOLÓGICO – infusão intravenosa Resultados de
20/12/2018 1201096/18-1 Alteração de texto de 25/09/2019 VP/VPS
Eficácia bula relacionada a 500 mg/10 mL e 120 dados clínicos mg/2,4 mL
10456 - PRODUTO
BIOLÓGICO -
10/10/2019 2420151/19-1 Notificação de
Alteração de Texto de Bula – RDC Advertências e
60/12 10456 - PRODUTO Precauções
Solução injetável para
BIOLÓGICO -
infusão intravenosa Notificação de Posologia e
10/10/2019 2420151/19-1 10/10/2019 VP/VPS
Alteração de Texto Modo de usar 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC mg/2,4 mL 60/12 Reações Adversas
105
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Características Farmacológicas
Advertências e 10456 - PRODUTO Precauções 10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - infusão intravenosa Notificação de Interações
11/12/2019 3425569/19-9 Notificação de 11/12/2019 3425569/19-9 11/12/2019 VP/VPS
Alteração de Texto Medicamentosas Alteração de Texto 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC de Bula – RDC mg/2,4 mL 60/12 Posologia e 60/12 Modo de Usar
Reações Adversas
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - infusão intravenosa Notificação de Reações
14/01/2020 0089273/20-4 Notificação de 14/01/2020 0089273/20-4 14/01/2020 VP/VPS
Alteração de Texto Adversas Alteração de Texto 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC de Bula – RDC mg/2,4 mL 60/12 60/12
10456 - PRODUTO 1513 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - infusão intravenosa
Cuidados de
19/02/2020 0515472/20-3 Notificação de 19/07/2019 0640218/19-6 Alteração dos cuidados 27/01/2020 VP/VPS
Armazenamento
Alteração de Texto de de conservação 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 mg/2,4 mL
106
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - infusão intravenosa Notificação de
17/06/2020 1924715200 Notificação de 17/06/2020 1924715200 17/06/2020 Dizeres Legais VP/VPS
Alteração de Texto Alteração de Texto 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC de Bula – RDC mg/2,4 mL 60/12 60/12
Indicações
Resultados de Eficácia Solução injetável para
1615 - PRODUTO
infusão intravenosa BIOLÓGICO - Características VP/VPS
15/10/2019 2514001/19-9 Inclusão de Nova 08/09/2020 Farmacológicas
500 mg/10 mL e 120 Indicação mg/2,4 mL Terapêutica no País Interações 10456 - PRODUTO Medicamentosas
BIOLÓGICO -
08/10/2020 3465340206 Notificação de Reações
Alteração de Texto Adversas de Bula – RDC 60/12
Solução injetável para 1532 - PRODUTO infusão intravenosa
BIOLÓGICO - Posologia e VP/VPS
15/10/2019 2514002/19-7 08/09/2020
Alteração de Modo de usar 500 mg/10 mL e 120
Posologia mg/2,4 mL
107
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Advertências e Precauções Solução injetável para
1532 - PRODUTO
infusão intravenosa BIOLÓGICO - Posologia e Modo
20/12/2019 3546536/19-1 08/09/2020 VP/VPS
Alteração de de usar 500 mg/10 mL e 120 Posologia mg/2,4 mL Reações Adversas
1688 - PRODUTO
BIOLÓGICO - Solução injetável para Inclusão do Local de infusão intravenosa
07/10/2020 3447474/20-9 Fabricação do 07/10/2020 Dizeres Legais VP/VPS
Produto em sua 500 mg/10 mL e 120 Embalagem mg/2,4 mL Secundária
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - infusão intravenosa Notificação de Resultados de
23/11/2020 4133505/20-8 Notificação de 23/11/2020 4133505/20-8 23/11/2020 VPS
Alteração de Texto Eficácia Alteração de Texto 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC de Bula – RDC mg/2,4 mL 60/12 60/12
108
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Resultados de Eficácia
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO
Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - Advertências e
infusão intravenosa
10/09/2021 3582889/21-1 Notificação de Alteração Notificação de Precauções
10/09/2021 3582889/21-1 10/09/2021 VP/VPS
de Texto de Bula – RDC Alteração de Texto de 500 mg/10 mL e 120
60/12 Bula – RDC 60/12 Posologia e
mg/2,4 mL Modo de usar
Reações Adversas
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Posologia e Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - Modo de usar infusão intravenosa
Notificação de
07/01/2022 0092855/22-9 Notificação de 07/01/2022 0092855/22-9 07/01/2022 VP/VPS
Alteração de Texto
Alteração de Texto de Reações 500 mg/10 mL e 120
de Bula – RDC
Bula – RDC 60/12 60/12 Adversas mg/2,4 mL
10456 - PRODUTO Resultados de Solução injetável para
1532 - PRODUTO
BIOLÓGICO - Eficácia infusão intravenosa
BIOLÓGICO -
04/04/2022 1524122/22-0 Notificação de 03/11/2020 3845595/20-1 14/03/2022 VP/VPS
Alteração de Posologia e 500 mg/10 mL e 120
Alteração de Texto de
Posologia Modo de usar mg/2,4 mL
Bula – RDC 60/12
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO -
BIOLÓGICO - infusão intravenosa Notificação de Posologia e Modo
28/07/2022 4470278/22-0 Notificação de 28/07/2022 4470278/22-0 28/07/2022 VP/VPS
Alteração de Texto de usar Alteração de Texto de 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC
Bula – RDC 60/12 60/12 mg/2,4 mL
10456 - PRODUTO
10456 - PRODUTO Solução injetável para BIOLÓGICO - Posologia e Modo BIOLÓGICO - infusão intravenosa Notificação de de usar
13/10/2022 4816465/22-7 Notificação de 13/10/2022 4816465/22-7 13/10/2022 VP/VPS
Alteração de Texto Alteração de Texto de 500 mg/10 mL e 120 de Bula – RDC Dizeres Legais Bula – RDC 60/12 mg/2,4 mL 60/12
109
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Indicações
Resultados de 11967 - Eficácia
10456 - PRODUTO PRODUTOS Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICOS - Características infusão intravenosa
21/10/2022 4852576/22-0 Notificação de Alteração 28/03/2022 1417238/22-1 77a. Inclusão ou 17/10/2022 Farmacológicas VP/VPS
de Texto de Bula – RDC modificação de 500 mg/10 mL e 120
60/12 indicação terapêutica Posologia e Modo mg/2,4 mL
de Usar Reações Adversas Indicações
Resultados de Eficácia 11968 -
10456 - PRODUTO Características Solução injetável para
PRODUTOS
BIOLÓGICO - Farmacológicas infusão intravenosa
BIOLÓGICOS -
10/05/2023 0468465/23-5 Notificação de 13/10/2022 4815439/22-3 10/04/2023 VP/VPS
77b. Exclusão de
Alteração de Texto de Advertências e 500 mg/10 mL e 120
indicação
Bula – RDC 60/12 Precauções mg/2,4 mL
terapêutica Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas
110
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Indicações
Resultados de Eficácia
Características 11967 -Farmacológicas
10456 - PRODUTO PRODUTOS Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICOS - infusão intravenosa
Advertências e
01/06/2023 0558767/23-1 Notificação de 27/04/2022 2548296/22-3 77a. Inclusão ou 29/05/2023 VP/VPS
Precauções
Alteração de Texto de modificação de 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 indicação mg/2,4 mL
Interações terapêutica Medicamentosas
Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO Resultados de
Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - Eficácia
infusão intravenosa Notificação de Notificação de
19/07/2023 0748795/23-5 19/07/2023 0748795/23-5 19/07/2023 VP/VPS
Alteração de Texto de Alteração de Texto Posologia e Modo
500 mg/10 mL e 120
Bula – publicação no de Bula – de usar
mg/2,4 mL Bulário RDC 60/12 publicação no Bulário RDC Reações adversas 60/2012
111
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Indicações
Resultados de Eficácia
Características 11967 -Farmacológicas
10456 - PRODUTO PRODUTOS Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICOS - infusão intravenosa
Advertências e
17/11/2023 1277249/23-7 Notificação de 28/09/2022 4753621/22-7 77a. Inclusão ou 13/11/2023 VP/VPS
Precauções
Alteração de Texto de modificação de 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 indicação mg/2,4 mL
Interações terapêutica Medicamentosas
Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas 11958 - Resultados de PRODUTOS Eficácia
BIOLÓGICOS - 70.
24/03/2023 0298005/23-3 Alteração do prazo 27/11/2023 Advertências e
de validade do Precauções 10456 - PRODUTO Solução injetável para produto terminado -
BIOLÓGICO - Moderada infusão intravenosa
Cuidados de
04/12/2023 1372079/23-8 Notificação de VP/VPS
Armazenamento
Alteração de Texto de 10456 - PRODUTO 500 mg/10 mL e 120
do Medicamento
Bula – RDC 60/12 BIOLÓGICO - mg/2,4 mL
Notificação de
04/12/2023 1372079/23-8 04/12/2023 Posologia e Modo
Alteração de Texto de Usar de Bula – RDC 60/12 Reações Adversas
112
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - Solução injetável para
Resultados de
16/01/2024 0055429/24-6 Notificação de 16/01/2024 0055429/24-6 Notificação de 16/01/2024 VP/VPS infusão intravenosa
Eficácia Alteração de Texto de Alteração de Texto
Bula – RDC 60/12 de Bula – RDC 500 mg/10 mL e 120
60/2012 mg/2,4 mL Indicações
Resultados de Eficácia
Características 11967 -Farmacológicas
10456 - PRODUTO PRODUTOS Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICOS - infusão intravenosa
Advertências e
28/03/2024 0392138/24-7 Notificação de 08/11/2023 1228380/23-1 77a. Inclusão ou 25/03/2024 VP/VPS
Precauções
Alteração de Texto de modificação de 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 indicação mg/2,4 mL
Interações terapêutica Medicamentosas
Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas Resultados de 11930 -Eficácia PRODUTOS 10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICOS - 41.
BIOLÓGICO - Características infusão intravenosa
Alteração de
19/06/2024 0834986/24-8 Notificação de 22/09/2023 1009228/23-5 20/05/2024 Farmacológicas VP/VPS
instalação de Alteração de Texto de 500 mg/10 mL e 120 fabricação do
Bula – RDC 60/12 Reações Adversas mg/2,4 mL
produto terminado -Maior Dizeres Legais
113
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
Resultados de
10456 - PRODUTO 11967 - Solução injetável para
Eficácia
BIOLÓGICO - PRODUTOS infusão intravenosa
06/12/2024 1671619/24-2 Notificação de 27/06/2024 0879523/24-1 BIOLÓGICOS - 02/12/2024 VP/VPS
Características
Alteração de Texto de 77a. Inclusão ou 500 mg/10 mL e 120
Farmacológicas
Bula – RDC 60/12 modificação de mg/2,4 mL
indicação Advertências e terapêutica Precauções
Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas
Indicações
Resultados de Eficácia
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO Características Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - Farmacológicas infusão intravenosa
10/01/2025 0040302/25-3 Notificação de 10/01/2025 0040302/25-3 Notificação de 10/01/2025 VP/VPS
Alteração de Texto de Alteração de Texto Advertências e 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 de Precauções mg/2,4 mL
Bula – RDC 60/12 Interações medicamentosas
Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO Advertências e Solução injetável para
114
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - Precauções infusão intravenosa
07/02/2025 0172083257 Notificação de Alteração 07/02/2025 0172083/25-7 Notificação de 07/02/2025 VP/ VPS
de Texto de Alteração de Texto Dizeres Legais 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 de mg/2,4 mL
Bula – RDC 60/12
Indicações
11967 - Resultados de Solução injetável para
10456 - PRODUTO PRODUTOS eficácia infusão intravenosa
18/03/2025 0362810/25-7 BIOLÓGICO - 14/10/2024 1405661/24-5 BIOLÓGICOS - 17/03/2025 VP/ VPS
Notificação de Alteração 77a. Inclusão ou Características 500 mg/10 mL e 120
de Texto de modificação de Farmacológicas mg/2,4 mL
Bula – RDC 60/12 indicação terapêutica Posologia e modo de usar
Reações adversas
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - infusão intravenosa
05/06/2025 0763913/25-1 Notificação de Alteração 05/06/2025 0763913/25-1 Notificação de 05/06/2025 Dizeres Legais VP / VPS
de Texto de Alteração de Texto de 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 Bula – RDC 60/12 mg/2,4 mL
Indicações
11967 - Resultados de
PRODUTOS Eficácia Solução injetável para
10456 - PRODUTO BIOLÓGICOS - infusão intravenosa
BIOLÓGICO - 77a. Inclusão ou Advertências e
02/09/2025 1169648/25-8 Notificação de Alteração 25/07/2023 0768537/23-8 modificação de 01/09/2025 Precauções VP / VPS 500 mg/10 mL e 120
de Texto de indicação mg/2,4 mL
Bula – RDC 60/12 terapêutica Posologia e Modo
de Usar
Reações Adversas
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - infusão intravenosa
05/12/2025 1569818/25-8 Notificação de Alteração 05/12/2025 1569818/25-8 Notificação de 05/12/2025 Reações Adversas VP / VPS
de Texto de Alteração de Texto de 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 Bula – RDC 60/12 mg/2,4 mL
115
10456 - PRODUTO 10456 - PRODUTO Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICO - Resultados de VP / VPS infusão intravenosa
Notificação de Alteração Notificação de Eficácia
12/12/2025 1593890/25-7 de Texto de 12/12/2025 1593890/25-7 Alteração de Texto de 12/12/2025 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 Bula – RDC 60/12 mg/2,4 mL
Indicações
Resultados de Eficácia
10456 - PRODUTO 11967 - PRODUTOS Características Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICOS - 77a. Farmacológicas infusão intravenosa
23/02/2026 0175116/26-1 Notificação de Alteração 04/06/2025 0753213250 Inclusão ou 23/02/2026
de Texto de modificação de Interações VP / VPS 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 indicação terapêutica Medicamentosas mg/2,4 mL
Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas Indicações
Resultados de Eficácia
10456 - PRODUTO 11967 - PRODUTOS Características Solução injetável para
BIOLÓGICO - BIOLÓGICOS - 77a. Farmacológicas infusão intravenosa
-
- Notificação de Alteração 11/08/2025 1027263/25-1 Inclusão ou 04/05/2026
de Texto de modificação de Interações VP / VPS 500 mg/10 mL e 120
Bula – RDC 60/12 indicação terapêutica Medicamentosas mg/2,4 mL
Posologia e Modo de Usar
Reações Adversas
116
IMFINZI® (durvalumabe)
AstraZeneca do Brasil Ltda.
Solução injetável para infusão intravenosa
50 mg/mL
Informações adicionais da Bula para o Profissional de Saúde (disponível apenas eletronicamente)
117
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Este documento contém informações adicionais referentes à seção “2. RESULTADOS DE EFICÁCIA” presentes na bula do medicamento para o profissional de saúde.
- RESULTADOS DE EFICÁCIA
Eficácia clínica
A posologia de IMFINZI de 10 mg/kg a cada 2 semanas, 1120 mg a cada 3 semanas ou 1500 mg a cada 4 semanas foi avaliada em estudos clínicos em CPNPC, CPPC-EE, câncer de endométrio e CBMI. Com base na modelagem e simulação da exposição, relações de exposição-segurança e comparações de dados de exposição-eficácia, não se antecipou diferenças clinicamente significativas na eficácia e segurança entre as posologias de IMFINZI de 10 mg/kg a cada 2 semanas, 1120 mg a cada 3 semanas ou e 1500 mg a cada 4 semanas, conforme indicado.
Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC) ressecável
Estudo AEGEAN
AEGEAN foi um estudo de Fase III, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo e multicêntrico, desenhado para avaliar a eficácia de IMFINZI em combinação com quimioterapia à base de platina como tratamento neoadjuvante, seguida da continuação de IMFINZI em monoterapia após a cirurgia, em pacientes com CPNPC ressecável.
AEGEAN não foi desenhado para isolar o efeito do IMFINZI em cada fase (neoadjuvante ou adjuvante) do tratamento.
Os seguintes critérios de seleção definem pacientes com alto risco de recidiva que estão incluídos na indicação terapêutica e refletem a população de pacientes com Estadiamento IIA até alguns casos selecionados de Estágio IIIB, conforme o sistema de estadiamento AJCC/UICC, 8ª edição:
• qualquer paciente com tumor de tamanho ≥ 4 cm;
118
• qualquer paciente com doença N1 ou N2 (independentemente do tamanho do tumor primário), incluindo
doença N2 em múltiplos níveis;
• pacientes com múltiplos nódulos tumorais no mesmo lobo ou tumores que envolvem o brônquio
principal, ou tumores que invadem a pleura visceral, parede torácica (incluindo pleura parietal e tumores de sulco superior), nervo frênico ou pericárdio parietal; ou tumores associados a atelectasia ou pneumonia obstrutiva que se estende até a região hilar ou envolve parte ou todo o pulmão.
O estudo incluiu pacientes previamente não tratados com CPNPC escamoso ou não escamoso documentado, sem exposição prévia a terapia mediada por imunidade, com status de performance da OMS/ECOG de 0 ou 1 e pelo menos uma lesão-alvo conforme RECIST 1.1. Antes da randomização, os pacientes tiveram o status de expressão tumoral de PD-L1 confirmado pelo teste VENTANA PD-L1 (SP263).
O estudo excluiu pacientes com doença autoimune ativa ou já documentada anteriormente, ou uso de medicação imunossupressora nos 14 dias anteriores à primeira dose de durvalumabe. A população do estudo utilizada para análise de eficácia (intenção de tratamento modificada [mITT]) excluiu pacientes com mutações conhecidas de EGFR ou rearranjos de ALK. Após uma emenda ao protocolo, passou a ser obrigatório teste local para ALK (exceto em histologia escamosa) e teste central para EGFR. Foram randomizados e tratados no estudo 51 pacientes com mutações de EGFR e 11 pacientes com rearranjos de ALK; no entanto, esses pacientes não foram incluídos na análise de eficácia mITT e não é possível tirar conclusões robustas em relação a pacientes com mutações de EGFR ou rearranjos de ALK.
A randomização foi estratificada pelo estágio da doença (Estágio II vs. Estágio III) e pelo status de expressão de PD-L1 (TC < 1% vs. TC ≥ 1%).
A radioterapia pós-operatória (PORT) foi permitida para pacientes para os quais fosse indicada, segundo a orientação local. A PORT deveria ser iniciada dentro de 8 semanas após a cirurgia, e o durvalumabe/placebo adjuvante deveria ser iniciado até 3 semanas após a conclusão da PORT.
O estudo AEGEAN randomizou 802 pacientes em uma proporção de 1:1 para receber IMFINZI perioperatório (Braço 1) ou placebo (Braço 2) em combinação com quimioterapia neoadjuvante. Não foi permitido cruzamento entre os braços do estudo.
• Braço 1: IMFINZI 1.500 mg + quimioterapia a cada 3 semanas por até 4 ciclos antes da cirurgia, seguido
de IMFINZI 1.500 mg a cada 4 semanas por até 12 ciclos após a cirurgia.
119
• Braço 2: Placebo + quimioterapia a cada 3 semanas por até 4 ciclos antes da cirurgia, seguido de Placebo
a cada 4 semanas por até 12 ciclos após a cirurgia.
Nos 2 braços de tratamento, os pacientes receberam um dos seguintes esquemas quimioterápicos, de acordo com a histologia:
• CPNPC escamoso
o Carboplatina + paclitaxel: carboplatina AUC 6 e paclitaxel 200 mg/m² por infusão intravenosa no Dia 1 de cada ciclo de 3 semanas, por 4 ciclos.
• CPNPC escamoso
o Cisplatina + gemcitabina: cisplatina 75 mg/m² por infusão intravenosa no Dia 1 de cada ciclo de 3 semanas, por 4 ciclos, e gemcitabina 1250 mg/m² por infusão intravenosa nos Dias 1 e 8 de cada ciclo de 3 semanas, por 4 ciclos.
• CPNPC não escamoso
o Pemetrexede + cisplatina: pemetrexede 500 mg/m² e cisplatina 75 mg/m² por infusão intravenosa no Dia 1 de cada ciclo de 3 semanas, por 4 ciclos.
• CPNPC não escamoso
o Pemetrezede + carboplatina: pemetrexede 500 mg/m² e carboplatina AUC 5 por infusão intravenosa no Dia 1 de cada ciclo de 3 semanas, por 4 ciclos.
Em caso de tolerabilidade desfavorável, os pacientes podiam mudar da terapia com cisplatina para carboplatina em qualquer momento e, para pacientes com comorbidades ou incapazes de tolerar cisplatina conforme julgamento do investigador, a carboplatina AUC 5 podia ser administrada desde o primeiro ciclo.
Uma avaliação tumoral RECIST 1.1 foi realizada no basal e no término do período neoadjuvante (antes da cirurgia). A primeira tomografia computadorizada ou ressonância magnética pós-cirúrgica do tórax e abdome (incluindo todo o fígado e ambas as adrenais) foi obtida 5 semanas ± 2 semanas após e antes da cirurgia, mas o mais próximo possível do início da terapia adjuvante. As avaliações tumorais foram então realizadas a cada 12 semanas (em relação à data da cirurgia) até a semana 48, a cada 24 semanas (em relação à data da cirurgia) até a semana 192 (aproximadamente 4 anos) e, após isso, a cada 48 semanas (em relação à data da cirurgia) até a progressão radiológica definida por RECIST 1.1, retirada do consentimento ou óbito. As avaliações de sobrevida foram realizadas nos meses 2, 3 e 4 após a interrupção do tratamento e, depois, a cada 2 meses até o mês 12, seguidas de avaliações trimestrais.
120
Os desfechos primários do estudo foram resposta patológica completa (pCR), avaliada por revisão central cega de patologia, e sobrevida livre de eventos (EFS), por avaliação cega central independente (BICR). A sobrevida global (OS) foi um desfecho secundário chave.
A análise de eficácia foi conduzida com base em 740 pacientes da população mITT: 366 no braço 1 e 374 no braço 2. As características demográficas e clínicas da população foram: homens (71,6%), mulheres (28,4%), idade ≥ 65 anos (51,6%), idade mediana 65 anos (faixa: 30 a 88), status de performance ECOG/OMS 0 (68,4%), ECOG/OMS 1 (31,6%), brancos (53,6%), asiáticos (41,5%), negros ou afro-americanos (0,9%), nativos americanos ou nativos do Alasca (1,4%), outras raças (2,6%), hispânicos ou latinos (16,1%), não hispânicos ou latinos (83,9%), fumantes atuais ou ex-fumantes (85,5%), nunca fumantes (14,5%), histologia escamosa (48,6%) e não escamosa (50,7%), Estágio II (28,4%), Estágio III (71,6%), expressao de PD-L1 TC ≥ 1% (66,6%), expressão de PD-L1 TC < 1% (33,4%).
Na população mITT, 295 (80,6%) pacientes no braço 1 foram submetidos à cirurgia com intenção curativa, comparado a 302 (80,7%) no braço 2. O número de pacientes submetidos à PORT foi de 26 (7,1%) no braço 1 e 24 (6,4%) no braço 2.
Na análise primária (pré-especificada) de EFS (data de corte de dados: 10 de novembro de 2022), com maturidade de 31,9% e seguimento mediano de EFS nos pacientes censurados de 11,7 meses, o estudo mostrou uma melhora estatisticamente significativa no braço de IMFINZI em relação ao braço de placebo [HR = 0,68 (IC 95%: 0,53-0,88), p = 0,003902].
Na análise atualizada (pré-especificada) de EFS (data de corte de dados: 10 de maio de 2024), o seguimento mediano de EFS nos pacientes censurados foi de 25,9 meses. Nesta análise, a OS não foi formalmente testada para significância estatística; o HR para OS foi de 0,89 (IC 95%: 0,70-1,14) para o braço de IMFINZI comparado ao braço de placebo.
Tabela 20. Resultados de Eficácia do Estudo AEGEAN (mITT)
IMFINZI + quimioterapia Placebo + quimioterapia (N (N=366) = 374) EFSa
Número de eventos, n (%) 124 (33,9) 165 (44,1)
EFS mediana (IC 95%) (meses) NR (42,3; NR) 30 (20,6, NR)
121
Razão de risco (IC 95%) 0,69 (0,55; 0,88)
pCRa,b,c
Número de pacientes com resposta 63 16
Taxa de resposta 17,21 (13,49; 21,48) 4,28 (2,46, 6,85)
Diferença nas proporções, % (IC 95%) 12,96 (8,67; 17,57) a Os resultados são baseados na análise atualizada (pré-especificada) de EFS (DCO: 10 de maio de 2024) e na análise final de
pCR (DCO: 10 de novembro de 2022). b Com base em uma análise interina pré-especificada de pCR (DCO: 14 de janeiro de 2022) em n=402, a taxa de pCR foi
estatisticamente significativa (p=0,000036) em comparação com o nível de significância de 0,0082%. c O valor de p bilateral para pCR foi calculado com base em um teste CMH estratificado. O valor de p bilateral para EFS foi
calculado com base em um teste log-rank estratificado. Os fatores de estratificação incluíram PD-L1 basal e estágio da doença. O limite para declarar significância estatística para cada desfecho de eficácia foi determinado por uma função de gasto de alfa Lan-DeMets que aproxima a abordagem de O’Brien Fleming (EFS=0,9899%, pCR=0,0082%, bilateral).
Figura 1. Curva de Kaplan-Meier da análise atualizada de EFS (DCO: 10 de maio de 2024)
Câncer de pulmão não pequenas células (CPNPC)
Estudo PACIFIC
122
A eficácia de IMFINZI foi avaliada no estudo PACIFIC (NCT02125461), um estudo multicêntrico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo em pacientes com CPNPC estágio III irressecável. Neste estudo que suportou o registro desta indicação, IMFINZI foi administrado em pacientes que apresentaram um status de desempenho ECOG de 0 ou 1 após terem sido tratados por no mínimo 2 ciclos de quimioterapia à base de platina concomitante à radioterapia, que deveriam ter sido concluídos dentro de 42 dias antes da administração da primeira dose de IMFINZI. O ciclo final de quimioterapia deveria ter terminado antes ou concomitantemente à dose final de radioterapia. A consolidação da quimioterapia após radioterapia não foi permitida, mas a administração de quimioterapia antes da radioterapia foi aceitável.
O estudo excluiu os pacientes que tiveram progressão após a terapia de quimiorradiação concomitante, pacientes com doença autoimune ativa ou previamente documentada dentro de 2 anos após o início do estudo ou pacientes com condições médicas que requereram imunossupressão sistêmica. A randomização foi estratificada por gênero, idade (<65 anos versus ≥ 65 anos) e tabagismo (fumante versus não fumante). Os pacientes foram randomizados na proporção 2:1 para receber IMFINZI 10 mg/kg ou placebo por infusão intravenosa a cada 2 semanas por até 12 meses ou até toxicidade inaceitável ou progressão confirmada da doença por RECIST v1.1. As avaliações dos status tumorais foram realizadas a cada 8 semanas. Os desfechos primários do estudo foram a PFS conforme avaliado por BICR de acordo com critério RECIST 1.1 e OS. Os desfechos de eficácia secundários incluíram a ORR e DoR avaliadas por BICR.
Um total de 713 pacientes foram randomizados: 476 pacientes para o braço de IMFINZI e 237 para o braço do placebo. As características da população do estudo foram: idade mediana de 64 anos (faixa de 23 a 90); 70% homens; 69% brancos e 27% asiáticos; 16% atualmente fumantes, 75% ex-fumantes e 9% nunca fumantes; 51% com status de desempenho da OMS de 1; 53% com Estágio IIIA e 45% foram Estágio IIIB; 46% com histologia escamosa e 54% com histologia não escamosa. Todos os pacientes receberam radioterapia definitiva conforme o protocolo, dos quais 92% receberam uma dose de radiação total de 54 Gy a 66 Gy; 99% dos pacientes receberam quimioterapia concomitante à base de platina (55% quimioterapia baseada em cisplatina, 42% em carboplatina e 2% alternada entre cisplatina e carboplatina).
Em uma análise pré-especificada para OS com base em 299 eventos (61% do total de eventos planejados), o estudo demonstrou uma melhora estatisticamente significativa na OS em pacientes randomizados para IMFINZI comparado ao placebo. A análise pré-especificada da PFS com base em 371 eventos (81% do total de eventos planejados) demonstrou uma melhoria estatisticamente significativa na PFS em pacientes randomizados para IMFINZI em comparação com placebo. Na análise de acompanhamento de 5 anos, com um acompanhamento
123
médio de 34,2 meses, IMFINZI continuou a demonstrar melhora da OS e PFS em comparação ao placebo. Os resultados são apresentados na Tabela abaixo e nas Figuras 2 e 3.
Tabela 21. Resultados de Eficácia para o Estudo PACIFIC Análise Primária1 Análise de acompanhamento de 5 anos2
Desfecho IMFINZI Placebo IMFINZI Placebo
(n=476)3 (n=237)3 (n=476) (n=237)
Sobrevida global (OS)4
Número de óbitos 183 (38%) 116 (49%) 264 (55,5%) 155 (65,4%)
Mediana em meses (IC 95%) NA 28,7 47,5 29,1
(34,7; NA) (22,9; NA) (38,1; 52,9) (22,1; 35,1)
Razão de Risco (HR) (IC 95%)5 0,68 (0,53; 0,87) 0,72 (0,59; 0,89)
Valor-p bicaudal5,6 0,00251
OS em 24 meses (IC 95%) 66,3% 55,6% 66,3% 55,3%
(61,7%; 70,4%) (48,9%; 61,8%) (61,8%; (48,6%;
70,4%) 61,4%)
Valor de p 0,005
OS em 48 meses (IC 95%) NA 49,7% 36,3%
(45,0%; (30,1%;
54,2%) 42,6%)
OS em 60 meses (IC 95%) NA 42,9% 33,4%
(38,2%; (27,3%;
47,4%) 39,6%)
Sobrevida livre de progressão (PFS)7,8
Número (%) de pacientes com 214 (45%) 157 (66%) 268 (56,3%) 175 (73,8%)
evento
Mediana em meses (IC 95%) 16,8 (13; 18,1) 5,6 (4,6; 7,8) 16,9 5,6
(13,0; 23,9) (4,8; 7,7)
Razão de Risco (HR) (IC 95%) 5,9 0,52 (0,42; 0,65) 0,55 (0,45; 0,68)
Valor de p (log-rank)5,10 <0,0001
PFS em 12 meses (IC 95%) 55,9% 35,3% 55,7% 34,5%
(51,0%; 60,4%) (29,0%; 41,7%) (51,0%; (28,3%;
60,2%) 40,8%)
PFS em 18 meses (IC 95%) 44,2% 27,0% 49,1% 27,5%
(37,7%; 50,5%) (19,9%; (44,2%; (21,6%;
34,5%) 53,8%) 33,6%)
PFS em 60 meses (IC 95%) NA NA 33,1% 19,0%
(28,0%; (13,6%;
38,2%) 25,2%)
1 Análise primária de OS no corte de dados em 22 de março de 2018. A análise primária de PFS no corte de dados em 13 de fevereiro de
2017 2 Acompanhamento da análise de OS e PFS no corte de dados em 11 de janeiro de 2021
3 Entre a população com intenção de tratamento (ITT), 7% no braço IMFINZI e 10% no grupo placebo apresentaram doença não
mensurável avaliada por BICR de acordo com RECIST v1.1
124
4 Os resultados do OS são baseados na análise interina de OS realizada em 299 eventos do OS, que ocorreram 46 meses após o início do
estudo 5 Estratificados por gênero, idade e tabagismo
6 Comparado com α atribuído de 0,00274 (função de consumo Lan-DeMets que se aproxima do limite de O'Brien Fleming) para análise
interina 7 Conforme avaliado por BICR RECIST v1.1
8 Os resultados do PFS são baseados na análise interina do PFS, realizada em 371 eventos do PFS, que ocorreram 33 meses após o início
do estudo 9 Estimador Pike
10 Comparado com α atribuído de 0,011035 (função de consumo de Lan-DeMets aproximando o limite de O'Brien Fleming) para análise
interina
Figura 2. Curvas de Kaplan-Meier da Sobrevida Global (OS) no estudo PACIFIC (DCO 11 de janeiro de 2021)
Figura 3. Curvas de Kaplan-Meier da Sobrevida livre de progressão (PFS) no estudo PACIFIC (DCO 11 de janeiro de 2021)
125
Estudo POSEIDON
POSEIDON foi um estudo desenhado para avaliar a eficácia de IMFINZI com ou sem tremelimumabe em combinação com quimioterapia à base de platina. POSEIDON foi um estudo randomizado, aberto e multicêntrico com 1013 pacientes com CPNPC metastático sem mutação sensibilizante do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) ou mutações tumorais genômicas da quinase do linfoma anaplásico (ALK). Pacientes com CPNPC metastático documentado histologica ou citologicamente foram elegíveis para inclusão. Os pacientes não receberam quimioterapia prévia ou qualquer outra terapia sistêmica para CPNPC metastático. Antes da randomização, os pacientes tinham o status tumoral PD-L1 confirmado usando o Ensaio Ventana PD-L1 (SP263). Os pacientes tinham um status de desempenho da Organização Mundial da Saúde (OMS)/Grupo Cooperativo de Oncologia Oriental (ECOG) de 0 ou 1 no momento da inscrição.
O estudo excluiu pacientes com doença autoimune ativa ou previamente documentada; metástases cerebrais ativas e/ou não-tratadas; história de imunodeficiência; administração de imunossupressão sistêmica em até 14 dias antes do início de IMFINZI ou tremelimumabe, exceto dose fisiológica de corticosteroides sistêmicos; tuberculose ativa ou hepatite B ou C ou infecção por HIV; ou pacientes recebendo vacina vivo-atenuada dentro de 30 dias antes ou após o início de IMFINZI e/ou tremelimumabe (vide seção 5. ADEVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES).
126
A randomização foi estratificada pela expressão de PD-L1 de células tumorais (TC) (TC ≥ 50% vs. TC < 50%), estágio da doença (estágio IVA vs. estágio IVB, pela 8ª edição do Comitê Conjunto Americano de Câncer), e histologia (não-escamosa e escamosa).
Os pacientes foram randomizados 1:1:1 para receber:
• Braço 1: IMFINZI 1500 mg com tremelimumabe 75 mg e quimioterapia à base de platina a cada 3
semanas por 4 ciclos, seguido por IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia. Uma quinta dose de 75 mg de tremelimumabe foi dada na semana 16 junto à sexta dose de IMFINZI.
• Braço 2: IMFINZI 1500 mg e quimioterapia à base de platina a cada 3 semanas por 4 ciclos, seguido de
IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas como monoterapia.
• Braço 3: quimioterapia à base de platina a cada 3 semanas por 4 ciclos. Pacientes podiam receber 2 ciclos
adicionais (com o total de 6 ciclos após a randomização), conforme indicação clínica, a critério do investigador.
Nos três braços de tratamento, os pacientes receberam um dos seguintes regimes de quimioterapia baseados em histologia:
• CPNPC não-escamoso:
o Pemetrexede 500mg/m² com carboplatina AUC 5-6 ou cisplatina 75 mg/m² a cada 3 semanas. A menos que contraindicado pelo investigador, a manutenção com pemetrexede poderia ser administrada.
• CPNPC escamoso:
o Gencitabina 1000 ou 1250 mg/m² nos Dias 1 e 8 com cisplatina 75 mg/m² ou carboplatina AUC 4-6 no Dia 1 a cada 3 semanas.
• CPNPC não-escamoso ou escamoso:
o Nab-paclitaxel 100 mg/m² nos Dias 1, 8 e 15 com carboplatina AUC 5-6 no Dia 1 a cada 3 semanas.
Tremelimumabe foi administrado até um máximo de 5 doses, a menos que houvesse progressão da doença ou toxicidade inaceitável. IMFINZI e terapia de manutenção de pemetrexede baseada na histologia (quando aplicável) foi continuada até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável.
127
A análise tumoral foi conduzida na semana 6 e na semana 12 a partir da data de randomização, e então a cada 8 semanas até confirmação objetiva da progressão da doença. Análises de sobrevida foram conduzidas a cada 2 meses após a descontinução do tratamento.
Os dois desfechos primários do estudo foram Sobrevida Livre de Progressão (PFS) e Sobrevida Global (OS) para IMFINZI + quimioterapia à base de platina vs. quimioterapia à base de platina isolada. Os desfechos secundários do estudo foram PFS e OS para IMFINZI + tremelimumabe + quimioterapia à base de platina e quimioterapia à base de platina isolada. Os desfechos secundários incluíram Taxa de Resposta Objetiva (ORR) e Duração da Resposta (DoR). PFS, ORR e DoR foram avaliados usando a Revisão Central Cega Independente (BICR) de acordo com RECIST v1.1.
As características basais demográficas e da doença foram bem balanceadas entre os braços do estudo. Os dados demográficos basais da população geral do estudo foram os seguintes: homens (76,0%), idade ≥ 65 anos (47,1%), idade ≥ 75 anos (11,3%) e idade mediana de 64 anos (intervalo: 27 a 87 anos), brancos (55,9%), asiáticos (34,6%), negros ou afro-americanos (2,0%), outros (7,6%), não-hispânicos ou latinos (84,2%), fumantes atuais ou ex-fumantes (78,0%), OMS/ECOG OS 0 (33,4%), OMS/ECOG OS 1 (66,5%). As características da doença foram as seguintes: Estágio IVA (50,05%), Estágio IVB (49,6%), subgrupos histológicos de escamoso (36,9%), não-escamoso (62,9%), metástases cerebrais (10,5%), expressão de PD-L1 TC ≥ 50% (28,8%), expressão de PD-L1 de CT < 50% (71,1%).
O estudo demonstrou uma melhora estatisticamente significativa na OS com IMFINZI + tremelimumabe + quimioterapia à base de platina versus quimioterapia à base de platina. IMFINZI + tremelimumabe + quimioterapia à base de platina demonstrou uma melhora estatisticamente significativa na PFS versus quimioterapia à base de platina isolada. Os resultados são apresentados abaixo:
Tabela 22. Resultados de eficácia para o estudo POSEIDON Braço 1: IMFINZI+tremelimumabe Braço 3: Quimioterapia à +quimioterapia à base de platina base de platina (n=338) (n=337) OSa
Número de mortes (%) 251 (74,3) 285 (84,6)
OS mediana (meses) (IC 95%) 14,0 11,7
(11,7; 16,1) (10,5; 13,1) Razão de risco (HR) (IC 95%) b 0,77 (0,650; 0,916) Valor de pc 0,00304 PFSa
Número de eventos (%) 238 (70,4) 258 (76,6)
PFS mediana (meses) 6,2 4,8
128
Braço 1: IMFINZI+tremelimumabe Braço 3: Quimioterapia à +quimioterapia à base de platina base de platina (n=338) (n=337)
(IC 95%) (5,0; 6,5) (4,6; 5,8)
HR (IC 95%)b 0,72 (0,600; 0,860) Valor de pc 0,00031
ORR n (%)d,e 130 (38,8) 81 (24,4)
Resposta Completa n (%) 2 (0,6) 0
Resposta Parcial n (%) 128 (38,2) 81 (24,4)
DoR Mediana (meses) 9,5 5,1
(IC 95%)d,e (7,2; NA) (4,4; 6,0)
a Análise da PFS na data de corte dos dados em 24 de julho de 2019 (acompanhamento médio de 10,15 meses). Análise da OS na data de
corte dos dados em 12 de março de 2021 (acompanhamento médio de 34,86 meses). Os limites para declarar eficácia (Braço 1 vs. Braço 3: PFS 0,00735, OS 0,00797; 2 lados) foram determinados por uma função de gasto alfa Lan-DeMets que se aproxima de uma abordagem de O’Brien Fleming. A PFS foi avaliada pelo BICR de acordo com RECIST v1.1. b HR é derivada usando um modelo de pH de Cox estratificado por PD-L1, histologia e estágio da doença.
c Valor de p bilateral baseado em um teste log-rank estratificado por PD-L1, histologia e estágio da doença.
d Resposta objetiva confirmada.
e Análise post-hoc
NA= Não Atingido, IC = Intervalo de Confiança
Figura 4. Curva de Kaplan-Meier de OS
129
Figura 5. Curva de Kaplan-Meier de PFS
A figura 6 resume os resultados de eficácia de OS por expressão tumoral de PD-L1 em análises de subgrupos pré-especificados.
130
Figura 6. Forest plot de OS pela expressão de PD-L1 para IMFINZI + tremelimumabe + quimioterapia à base de platina vs. quimioterapia à base de platina
Razão de Risco (HR) (IC 95%)
População idosa
Um total de 75 pacientes com idade ≥ 75 anos foram incluídos nos braços de IMFINZI em combinação com tremelimumabe e quimioterapia (n= 35) e de quimioterapia à base de platina isolada (n = 40) do estudo POSEIDON. Foi observado uma HR exploratória de 1,05 (IC 95%: 0,64; 1,71) para OS para IMFINZI em combinação com tremelimumabe e quimioterapia à base de platina vs. quimioterapia à base de platina neste subgrupo do estudo. Devido à natureza exploratória desta análise de subgrupo, não podem ser tiradas conclusões definitivas, mas sugere-se cautela ao considerar este regime para pacientes idosos.
Câncer de Pulmão de Pequenas Células (CPPC)
Estudo ADRIATIC
O estudo ADRIATIC foi desenhado para avaliar a eficácia do IMFINZI com ou sem tremelimumabe. ADRIATIC foi um estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo com 730 pacientes
131
com CPPC-EL confirmado histologicamente ou citologicamente (estágio I a III de acordo com AJCC, 8ª edição) que não progrediram após terapia de quimiorradiação concomitante. Os pacientes que estavam no Estágio I ou II deveriam estar clinicamente inoperáveis, conforme determinado pelo investigador. Os pacientes completaram 4 ciclos de quimiorradiação definitiva à base de platina, com 60-66 Gy uma vez ao dia durante 6 semanas ou 45 Gy duas vezes ao dia durante 3 semanas, dentro de 1 a 42 dias antes da primeira dose do tratamento do estudo. A irradiação craniana profilática (ICP) poderia ser realizada a critério do investigador após a terapia de quimiorradiação e dentro de 1 a 42 dias antes da primeira dose do tratamento do estudo.
O estudo excluiu pacientes com doença autoimune ativa ou previamente documentada dentro de 5 anos do início do estudo; histórico de imunodeficiência primária ativa; histórico de pneumonite de grau ≥ 2 ou tuberculose ativa ou infecção por hepatite B ou C ou HIV e pacientes com doença pulmonar intersticial ativa. Pacientes com histologia mista de CPPC e CPNPC também foram excluídos.
A randomização foi estratificada pelo estágio da doença (I/II versus III) e pelo recebimento de ICP (sim versus não). Os pacientes foram randomizados 1:1:1 para receber:
• Braço 1: IMFINZI 1500 mg + placebo a cada 4 semanas por 4 ciclos, seguido de IMFINZI 1500 mg a cada
4 semanas.
• Braço 2: Placebo + segundo placebo a cada 4 semanas por 4 ciclos, seguido de placebo único a cada 4
semanas.
• Braço 3: IMFINZI 1500 mg + tremelimumabe 75 mg a cada 4 semanas por 4 ciclos, seguido de IMFINZI
1500 mg a cada 4 semanas.
Após a randomização dos 600 pacientes nos três braços, os pacientes subsequentes foram randomizados 1:1 para qualquer um dos braços 1 ou 2 e receberam IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas ou placebo a cada 4 semanas.
O tratamento continuou até à progressão da doença, até toxicidade inaceitável, ou durante um período máximo de 24 meses. As avaliações do tumor foram realizadas a cada 8 semanas durante as primeiras 72 semanas, depois a cada 12 semanas até 96 semanas e, a partir de então, a cada 24 semanas.
As características demográficas e da doença basal foram bem equilibradas entre os braços do estudo. As características demográficas e da doença basal dos braços de IMFINZI e placebo foram as seguintes: homens (69,1%), idade ≥ 65 anos (39,2%), brancos (50,4%), negros ou afro-americanos (0,8%), asiáticos (47,5%), outros (1,3%), hispânicos ou latinos (4,2%), atualmente fumantes (22,3%), ex-fumantes (68,5%), nunca fumantes
132
(9,2%), status de desempenho OMS/ECOG de 0 (48,7%), status de desempenho OMS/ECOG de 1 (51,3%), Estágio I (3,6%), Estágio II (9,1%), Estágio III (87,4%).
Antes da randomização, todos os pacientes receberam quimioterapia à base de platina (66,2% cisplatina-etoposido, 33,8% carboplatina-etoposido); 72,1% dos pacientes receberam radiação uma vez ao dia (dos quais 92,4% receberam ≥ 60 - ≤ 66 Gy uma vez ao dia); 27,9% receberam radiação duas vezes ao dia (dos quais 96,6% receberam 45 Gy duas vezes ao dia) e 53,8% dos pacientes receberam ICP. A resposta à quimiorradiação (QRT) foi a seguinte: resposta completa (12,3%), resposta parcial (73,8%), doença estável (14,0%).
Os objetivos primários duplos do estudo foram OS (sobrevida global) e PFS (sobrevida livre de progressão) de IMFINZI versus placebo. Os desfechos secundários de eficácia incluíram ORR (taxa de resposta completa) de IMFINZI versus placebo. PFS e ORR foram avaliados pelo BICR de acordo com RECIST v1.1.
Em uma análise interina planejada, o estudo demonstrou uma melhora estatisticamente significativa e clinicamente importante na OS para IMFINZI em comparação com placebo [HR=0,73 (IC 95%: 0,569; 0,928), p=0,01042]. O estudo também demonstrou uma melhoria estatisticamente significativa e clinicamente importante na PFS para IMFINZI em comparação com o placebo [HR=0,76 (IC 95%: 0,606; 0,950), p=0,01608]. Os resultados são apresentados na Tabela abaixo, Figura 7 e Figura 8.
Tabela 23. Resultados de eficácia para o Estudo ADRIATIC
Braço 1: IMFINZI (n=264) Braço 2: Placebo (n=266) a Sobrevida global (OS)
Número de mortes (%) 115 (43,6) 146 (54,9)
OS mediana (meses) (IC 55,9 (37,3; NR) 33,4 (25,5; 39,9)
95%)b Razão de Risco (HR) (IC 0,73 (0,569; 0,928) 95%)c Valor de pd 0,01042
OS em 24 meses (%) (IC 68,0 (61,9; 73,3) 58,5 (52,3; 64,3)
95%)b
OS em 36 meses (%) (IC 56,5 (50,0; 62,5) 47,6 (41,3; 53,7)
95%)b Sobrevida Livre de Progressão (PFS)e
133
Braço 1: IMFINZI (n=264) Braço 2: Placebo (n=266)
Número de eventos (%) 139 (52,7) 169 (63,5)
PFS mediana (meses) (IC 16,6 (10,2; 28,2) 9,2 (7,4; 12,9)
b 95%) Razão de Risco (HR) (IC 0,76 (0,606; 0,950) 95%)f Valor de pd 0,01608
PFS em 18 meses (%) (IC 48,8 (42,2; 55,0) 36,1 (29,9; 42,2)
b 95%)
PFS em 24 meses (%) (IC 46,2 (39,6; 52,5) 34,2 (28,2; 40,3)
b 95%) Taxa de resposta completa (ORR)e
ORRg n (%) 53/175 (30,3) 54/169 (32,0)
Resposta completa n (%) 5 (2,9) 4 (2,4)
Resposta parcial n (%) 48 (27,4) 50 (29,6)
Razão de probabilidade (IC -1,2 (-11,0; 8,5) 95%)
Duração de resposta (DoR)b,e 33,0 (22,4; NR) 27,7 (9,6; NR)
(meses) (IC 95%)
Proporção de pacientes em 73,7 (59,0; 83,8) 60,3 (44,5; 72,9)
b,e resposta aos 12 meses (%) (IC 95%)
Proporção de pacientes em 71,5 (56,6; 82,0) 55,2 (39,4; 68,5)
b,e resposta aos 18 meses (%) (IC 95%) a A duração média do acompanhamento da OS em pacientes censurados foi de 37,19 meses no braço IMFINZI e 37,24 meses no braço
placebo. b Calculado pela técnica de Kaplan Meier. IC para mediana foi derivado do método Brookmeyer-Crowley.
c A análise para HR foi realizada utilizando um modelo estratificado de riscos proporcionais de Cox e o valor p bilateral é baseado num
teste log-rank estratificado, ambos ajustados para recebimento de ICP. d Valor de p baseado nos resultados da análise interina pré-planejada. Com base em um limite do tipo O'Brien Fleming da função de gasto
alfa Lan-DeMets e no número real de eventos observados, o limite para declarar significância estatística para OS foi 0,01679 para um alfa geral de 4,5%, e para PFS foi 0,02805 para uma função de gasto alfa geral de 5% (Lan◦and◦DeMets 1983). e Avaliado pelo BICR de acordo com RECIST v1.1.
134
f A análise para HR foi realizada utilizando um modelo estratificado de riscos proporcionais de Cox e o valor p bilateral é baseado em um
teste log-rank estratificado, ambos ajustados para o estágio da doença e recebimento de ICP. g Com base no subgrupo do conjunto de análise completo com doença mensurável na linha de base de acordo com RECIST v1.1; IMFINZI
(n=175), Placebo (n=169). IC = Intervalo de confiança; NR = Não atingido
Figura 7. Curva de Kaplan-Meier de OS para IMFINZI vs. Placebo
135
Figura 8. Curva de Kaplan-Meier de PFS para IMFINZI vs. Placebo
A melhora na OS e PFS nos pacientes recebendo IMFINZI em comparação com aqueles que receberam placebo foram geralmente consistentes em todos os subgrupos pré-definidos analisados.
Resultados relatados pelo paciente Os sintomas e função relatados pelos pacientes e a qualidade de vida relacionada a saúde (HRQoL) foram coletados pelos questionários EORTC QLQ-C30 e pelo módulo de câncer de pulmão (EORTC ELQ13). As pontuações LC13 e C30 foram avaliadas basalmente, semanalmente durante as primeiras 8 semanas (apenas LC13, C30 foi avaliado a cada 4 semanas), seguido de avaliação a cada 4 semanas até a conclusão do período de tratamento ou descontinuação do medicamento em estudo devido à toxicidade ou progressão da doença. No basal, a função e os sintomas relatados pelo paciente foram comparáveis entre os braços IMFINZI e placebo.
Ao longo da duração do estudo até a semana 48, não houve diferença clinicamente significativa entre os braços IMFINZI e placebo em sintomas, função e QVRS (conforme avaliado por uma diferença maior ou igual a 10 pontos).
136
Estudo CASPIAN
O estudo CASPIAN (NCT03043872) foi desenhado para avaliar a eficácia de IMFINZI em combinação com etoposídeo e carboplatina ou cisplatina. CASPIAN foi um estudo randomizado, aberto, multicêntrico com 805 pacientes com câncer de pulmão de pequenas células em estágio extensivo (CPPC-EE) que não receberam tratamento prévio e com status de desempenho OMS de 0 ou 1, aptos a receberem um regime de quimioterapia à base de platina como tratamento de primeira linha para CPPC, com expectativa de vida ≥ 12 semanas, pelo menos uma lesão alvo pelo RECIST 1.1 com funções de órgãos e da medula óssea adequados. Pacientes com metástases cerebrais assintomáticas ou tratadas foram elegíveis. O estudo excluiu pacientes com histórico de radioterapia torácica; histórico de imunodeficiência primária ativa; distúrbios autoimunes incluindo síndrome paraneoplásica (SPN); distúrbios autoimunes ou inflamatórios ativos ou previamente documentados; uso de imunossupressores sistêmicos dentro de 14 dias antes da primeira dose do tratamento, exceto dose fisiológica de corticosteroides sistêmicos; tuberculose ativa ou infecção por hepatite B ou C ou HIV; ou pacientes que receberam vacina viva atenuada dentro de 30 dias antes ou após o início de IMFINZI.
A randomização foi estratificada pela terapia planejada à base de platina no ciclo 1 (carboplatina ou cisplatina).
A avaliação da eficácia de CPPC baseou-se na comparação entre:
• IMFINZI 1500 mg + carboplatina (ASC 5 ou 6 mg/mL/min) ou cisplatina (75-80 mg/m2) no Dia 1 e
etoposídeo (80-100 mg/m2) por via intravenosa nos Dias 1, 2 e 3 de cada ciclo de 21 dias por um máximo de 4 ciclos, seguidos por IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável, ou
• carboplatina (ASC 5 ou 6 mg/mL/min) ou cisplatina (75-80 mg/m2) no Dia 1 e etoposídeo (80-100 mg
/m2) por via intravenosa nos Dias 1, 2 e 3 de cada ciclo de 21 dias, por 4-6 ciclos.
Para os pacientes que receberam IMFINZI em combinação com etoposídeo e carboplatina ou cisplatina, o etoposídeo, a carboplatina ou cisplatina foram limitados a 4 ciclos a cada 3 semanas após a randomização. A monoterapia com IMFINZI continuou até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável. A administração de IMFINZI em monoterapia foi permitida, além da progressão da doença se o paciente estivesse clinicamente estável e obtendo benefício clínico conforme determinado pelo investigador.
O grupo randomizado para receber carboplatina ou cisplatina e etoposídeo foi autorizado a receber um total de até 6 ciclos de etoposídeo e carboplatina ou cisplatina. Após a conclusão da quimioterapia, a irradiação craniana profilática (ICP) foi permitida apenas no grupo recebendo carboplatina ou cisplatina e etoposídeo, a critério do
137
investigador. As avaliações do tumor foram realizadas na semana 6 e na semana 12 a partir da data da randomização, e então a cada 8 semanas até a progressão objetiva confirmada da doença. As avaliações de sobrevida foram realizadas a cada 2 meses após a descontinuação do tratamento.
Os desfechos primários do estudo foram Sobrevida Global (OS) de IMFINZI + quimioterapia vs. quimioterapia isolada. O principal desfecho secundário foi a sobrevida livre de progressão (PFS). Outros desfechos secundários foram taxa de resposta objetiva (ORR), OS em 18 meses, PFS em 6 e em 12 meses e resultados relatados pelo paciente (PRO). A PFS e a ORR foram avaliadas usando as avaliações do Investigador de acordo com o RECIST v1.1.
Em uma análise interina (primária) planejada, IMFINZI + quimioterapia vs quimioterapia atingiu o limiar de eficácia do desfecho primário de OS. Os resultados estão resumidos abaixo.
As características demográficas e basais da doença foram bem equilibradas entre os braços do estudo (268 pacientes no grupo com IMFINZI + quimioterapia e 269 pacientes no grupo com carboplatina ou cisplatina ou etoposídeo). Os dados demográficos basais da população geral do estudo foram os seguintes: homens (69,6%), idade ≥ 65 anos (39,6%), idade mediana 63 anos (intervalo: 28 a 82 anos), brancos (83,8%), asiáticos (14,5%), negros ou afro-americanos (0,9%), outros (0,6%), não hispânicos ou latinos (96,1%), tabagista atual ou ex-tabagista (93,1%), não tabagista (6,9%), OMS/ECOG PS 0 (35,2%), OMS/ECOG PS 1 (64,8%), estágio IV 90,3%, 24,6% dos pacientes receberam cisplatina e 74,1% dos pacientes receberam carboplatina. No grupo recebendo carboplatina ou cisplatina e etoposídeo, 56,8% dos pacientes receberam 6 ciclos de quimioterapia e 7,8% dos pacientes receberam ICP.
Na análise primária, o estudo demonstrou uma melhora estatisticamente significativa e clinicamente importante na OS com IMFINZI + quimioterapia vs. quimioterapia isolada [HR = 0,73 (IC 95%: 0,591, 0,909), p = 0,0047]. IMFINZI + quimioterapia demonstrou uma melhora na PFS versus quimioterapia isolada [HR = 0,78 (IC 95%: 0,645, 0,936) valor p nominal = 0,0078].
Na análise de acompanhamento a longo prazo, com um acompanhamento médio de 39,3 meses, IMFINZI + etoposídeo + platina vs. etoposídeo + platina continuaram a demonstrar melhoria sustentada na OS. Os resultados são apresentados na Tabela abaixo, Figura 9 e Figura 10.
Tabela 24. Resultados de eficácia para o Estudo CASPIAN
138
Análise primáriaa Análise de acompanhamento a longo prazob
Desfechos IMFINZI + etoposídeo IMFINZI + etoposídeo
etoposídeo e e carboplatina etoposídeo e e
carboplatina ou carboplatina carboplatina
ou cisplatina cisplatina ou cisplatina ou
(n=268) (n=269) (n=268) cisplatina
(n=269) Sobrevida Global (OS)
Número de mortes (%) 155 (57,8) 181 (67,3) 221 (82,5) 248 (92,2)
Mediana em meses (95% IC) 13,0 10,3 12,9 10,5
(11,5; 14,8) (9,3; 11,2) (11,3; 14,7) (9,3; 11,2)
Razão de Risco (HR) (95% IC)c 0,73 (0,591; 0,909) 0,71 (0,595; 0,858)
valor de pd 0,0047
OS em 12 meses (%) (95% IC) 53,7 39,8 52,8 39,3
(47,4; 59,5) (33,7; 45,8) (46,6; 58,5) (33,4; 45,1)
OS em 18 meses (%) (95% IC) 33,9 24,7 32,0 24,8
(26,9; 41,0) (18,4; 31,6) (26,5; 37,7) (19,7; 30,1)
OS em 24 meses (%) (95% IC) NA NA 22,9 13,9
(18,1; 28,2) (10,1; 18,4)
OS em 36 meses (%) (95% IC) NA NA 17,6 5,8
(13,3; 22,4) (3,4; 9,1) Sobrevida Livre de Progressão (PFS)
Número de eventos (%) 226 (84,3) 233 (86,6) NA NA
Mediana PFS meses (95% IC) 5,1 5,4 NA NA
(4,7; 6,2) (4,8; 6,2)
Razão de Risco (HR) (95% IC)c 0,78 (0,645; 0,936) NA
valor de pe 0,0078 NA
PFS em 6 meses (%) (95% IC) 45,4 45,6 NA NA
(39,3; 51,3) (39,3; 51,7)
PFS em 12 meses (%) (95% IC) 17,5 4,7 NA NA
(13,1; 22,5) (2,4; 8,0) Taxa de Resposta Objetiva (ORR)
ORR n (%) (95% IC)f 182 155 NA NA
(67,9) (57,6)
Resposta completa n (%) 6 (2,2) 2 (0,7) NA NA
Resposta parcial (%) 176 (65,7) 153 (56,9) NA NA
Razão de Probabilidade (95% IC)g 1,56 (1,095; 2,218) NA
valor de pe 0,0136 NA
Duração de Resposta (DoR)
Mediana (DoR) (meses) (95% IC)f 5,1 5,1 NA NA
(4,9; 5,3) (4,8; 5,3)
DoR em 12 meses (%)f 22,7 6,3 NA NA
a Análise primária de OS, PFS, ORR e DoR no corte de dados em 11 de março de 2019.
b Análise de sobrevida de longo prazo no corte de dados em 22 de março de 2021. Os dados RECIST não foram coletados neste DCO
(Data de Corte) de acompanhamento.
139
c A análise foi realizada usando o teste log-rank estratificado, ajustando para terapia de platina planejada no Ciclo 1 (carboplatina ou
cisplatina) e usando os testes de classificação da abordagem de associação. d Com base na função de gasto alfa de Lan-DeMets com limite do tipo O'Brien Fleming com o número real de eventos observados, o limite
para declarar significância estatística é 0,0178 (Lan-DeMets 1983). e Valor de p nominal. A SLP foi incluída na hierarquia de Procedimento de Testagem Múltipla (PTM) no segundo nível. Não foi possível
testá-lo no PTM, visto que todos os braços precisavam alcançar significância estatística antes de passar para a PFS. A ORR não foi incluída no PTM. f Resposta objetiva confirmada
g A análise foi realizada usando um modelo de regressão logística ajustando a terapia planejada no Ciclo 1 (carboplatina ou cisplatina)
com IC 95% calculado por probabilidade de perfil.
Figura 9. Curva de Kaplan-Meier de Sobrevida Global (OS) (DCO 22 de março de 2021)
140
Figura 10. Curva de Kaplan-Meier de Sobrevida Livre de Progressão (PFS) (DCO 27 de janeiro de 2020)
Análise de subgrupos As melhorias na Sobrevida Global em favor de pacientes que receberam IMFINZI + quimioterapia em comparação com aqueles que receberam quimioterapia isolada, foram consistentemente observadas nos subgrupos pré-especificados com base na demografia, região geográfica, uso de carboplatina ou cisplatina e características da doença.
Resultados relatados pelo paciente Os sintomas, função e qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) relatados pelos pacientes foram coletados usando o EORTC QLQ-C30 e seu módulo de câncer de pulmão (EORTC QLQ-LC13). Ambos os questionários foram aplicados até a segunda sobrevida livre de progressão (SLP2) ou óbito (o que ocorresse primeiro). No início, os sintomas notificados pelo paciente, as pontuações de funcionamento ou de QVRS foram comparáveis entre os braços do estudo. A conformidade foi 60% ou superior ao longo de 84 semanas no braço IMFINZI + quimioterapia e 20 semanas no braço apenas de quimioterapia.
141
Atraso no tempo de deterioração dos sintomas, funcionamento e estado de saúde global/QV IMFINZI + quimioterapia demonstrou melhora no atraso da deterioração de uma ampla gama de sintomas, funções e estado de saúde global/QV relatados pelos pacientes em comparação com a quimioterapia isolada (ver Tabelas abaixo).
Tabela 25. Atraso no tempo médio da deterioração do estado de saúde global / QV e da função (EORTC QLQ-C30)a Tempo até à deterioração (meses) Braço IMFINZI + quimioterapia (N=261) vs. quimioterapia isolada (N=260) Estado Global da 8,4 vs. 72 Saúde / QdV 0,81 (0,63; 1,05); p=0,1166 Física 8,5 vs. 6,5 0,75 (0,58; 0,97); p=0,0276 Cognitiva 8,4 vs. 6,0 0,61 (0,47; 0,78); p=<0,00001 Funcional 7,4 vs. 5,9 0,71 (0,55; 0,90); p=0,0059 Emocional 12,9 vs. 7,3 0,61 (0,46; 0,80); p=0,0003 Social 7,6 vs. 6,2 0,70 (0,55; 0,90); p=0,0048 a Valores de p para o tempo de deterioração com base no teste de log-rank estratificado, não ajustados para multiplicidade
Tabela 26. Atraso do tempo médio da deterioração dos sintomas (EORTC QLQ-C30 e QLQ-LC13)a Escala de sintomas Atraso no tempo de deterioração (meses) Braço IMFINZI + quimioterapia (N=261) vs. quimioterapia isolada (N=260) Tosse 9,3 vs. 7,7 0,78 (0,60; 1,03); p=0,0747 Dispneia (QLQC30) 9,0 vs. 7,4 0,75 (0,57; 0,99); p=0,0406 Dispneia (QLQLC13) 6,5 vs. 5,5 0,79 (0,63; 1,01); p=0,0578 Dor 7,8 vs. 6,7 0,79 (0,62; 1,02); p=0,0718 Dor no peito 10,6 vs. 7,8 0,76 (0,58; 1,00); p=0,0464 Dor no braço ou 9,9 vs. 7,5 ombro 0,70 (0,54; 0,92); p=0,0088 Dor em outras partes 7,8 vs. 6,4 do corpo 0,72 (0,56; 0,92); p=0,0096 Fadiga 5,5 vs. 4,3
142
0,82 (0,65; 1,03); p=0,0835 Insônia 8,6 vs. 7,3 0,75 (0,57; 0,98); p=0,0349 Perda de apetite 8,3 vs. 6,6 0,70 (0,54; 0,90); p=0,0054 Constipação 11,1 vs. 7,3 0,65 (0,50; 0,86); p=0,0018 Diarreia 14,6 vs. 7,7 0,59 (0,44; 0,77); p=0,0002 Náusea/vômito 8.4 vs, 6,6 0,80 (0,63; 1,03); p=0,0809 Hemoptise 18,3 vs. 10,5 0,64 (0,47; 0,88); p=0,0049 a Valores de p para o tempo de deterioração com base no teste de log-rank estratificado, não ajustados para multiplicidade
Alteração nos sintomas de câncer de pulmão ao longo de 12 meses (modelo misto para medidas repetidas) IMFINZI + quimioterapia melhorou a perda de apetite, demonstrando uma diferença estatisticamente significativa na mudança média do basal versus quimioterapia sozinha durante o período geral de randomização até 12 meses (diferença média estimada -4,5; IC 99% -9,04; -0,04; p = 0,009). Ambos os braços de tratamento demonstraram redução numérica dos sintomas de tosse, dor no peito, dispneia e fadiga no mesmo período de tempo.
Os resultados relatados pelo paciente devem ser interpretados no contexto do desenho do estudo aberto.
Câncer do Trato Biliar (CTB)
O estudo TOPAZ-1 foi desenhado para avaliar a eficácia de IMFINZI em combinação com gencitabina e cisplatina. TOPAZ-1 foi um estudo multicêntrico, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo em 685 pacientes com CTB localmente avançado ou metastático confirmado histologicamente e status de desempenho ECOG de 0 ou 1. Foram incluídos pacientes que desenvolveram doença recorrente mais de 6 meses após a cirurgia e/ou conclusão da terapia adjuvante. Os pacientes deviam ter tido pelo menos uma lesão alvo pelo RECIST v1.1 e função adequada de órgãos e medula óssea.
O estudo excluiu pacientes com carcinoma ampular, distúrbios autoimunes ou inflamatórios ativos ou previamente documentados, infecção por HIV ou infecções ativas, incluindo tuberculose ou hepatite C ou pacientes em uso atual ou prévio de medicação imunossupressora dentro dos 14 dias que antecederam a primeira dose de IMFINZI.
143
A randomização foi estratificada pelo estado da doença e localização do tumor primário.
Os pacientes foram randomizados 1:1 para receber:
• Braço 1: IMFINZI 1500 mg administrado por via intravenosa no Dia 1 + gencitabina 1000 mg/m2 e
cisplatina 25 mg/m2 (cada um administrado nos Dias 1 e 8) a cada 3 semanas (21 dias) por até 8 ciclos, seguido por IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas, enquanto fosse observado benefício clínico ou até toxicidade inaceitável, ou
• Braço 2: Placebo administrado por via intravenosa no Dia 1 + gencitabina 1000 mg/m2 e cisplatina 25
mg/m2 (cada um administrado nos Dias 1 e 8) a cada 3 semanas (21 dias) por até 8 ciclos, seguido de placebo a cada 4 semanas enquanto fosse observado benefício clínico ou até toxicidade inaceitável.
As avaliações do tumor foram realizadas a cada 6 semanas, durante as primeiras 24 semanas após a data de randomização e, em seguida, a cada 8 semanas até a progressão objetiva confirmada da doença.
O desfecho primário do estudo foi Sobrevida Global (OS) e o secundário principal foi Sobrevida Livre de Progressão (PFS). Outros desfechos secundários foram Taxa de Resposta Objetiva (ORR), Duração da Resposta (DoR) e Resultados Relatados pelo Paciente (PRO). PFS, ORR e DoR foram avaliados pelo Investigador de acordo com RECIST v1.1.
As características demográficas e da doença de base foram bem equilibradas entre os dois braços do estudo (341 pacientes no Braço 1 e 344 pacientes no Braço 2). Os dados demográficos basais da população geral do estudo foram os seguintes: homens (50,4%), idade <65 anos (53,3%), brancos (37,2%), asiáticos (56,4%), negros ou afro-americanos (2,0%), outros (4,2 %), não hispânicos ou latinos (93,1%), ECOG PS 0 (49,1%), vs. PS 1 (50,9%), localização do tumor primário colangiocarcinoma intra-hepático (55,9%), colangiocarcinoma extra-hepático (19,1%) e câncer de vesícula biliar (25,0%), estado da doença recorrente (19,1%) vs. inicialmente irressecável (80,7%), metastático (86,0%) vs. localmente avançado (13,9%).
O estudo demonstrou uma melhora estatisticamente significativa e clinicamente significativa em OS e PFS em uma análise interina pré-planejada (primária). Os resultados em OS foram [HR=0,80, (IC 95%: 0,66, 0,97), p=0,021] e em PFS [HR=0,75, (IC 95%: 0,63, 0,89), p=0,001]. A maturidade para OS foi de 61,9% e a maturidade para PFS foi de 83,6%. Os resultados desta análise são apresentados na Tabela abaixo e Figura 11.
Uma análise adicional de OS foi realizada 6,5 meses após a análise interina com uma maturidade de OS de 76,9%. O efeito do tratamento observado foi consistente com a análise interina. A OS HR foi de 0,76 (IC 95%: 0,64,
144
0,91) e a sobrevida mediana foi de 12,9 meses (IC 95%: 11,6, 14,1) para o braço IMFINZI + gemcitabina e cisplatina. Os resultados desta análise são apresentados na Tabela abaixo e na Figura 11.
Tabela 27. Resultados de eficácia do Estudo TOPAZ-1 Análise primáriaa Análise de acompanhamentob
IMFINZI + Placebo + IMFINZI + Placebo +
gencitabina e gencitabina e gencitabina e gencitabina e
cisplatina cisplatina cisplatina cisplatina
(n=341) (n=344) (n=341) (n=344)
Sobrevida Global (OS)
Número de 198 (58,1) 226 (65,7) 248 (72,7) 279 (81,1)
mortes (%)
Mediana em 12,8 11,5 12,9 11,3
meses (95% (11,1; 14) (10,1; 12,5) (11,6; 14.1) (10,1; 12,5)
IC)c
Razão de Risco 0,80 (0,66; 0,97) 0,76 (0,64; 0,91)
HR (95% IC)d valor de pd,e 0,021
OS em 12 meses 54,1 48 54,3 47,1
(%) (95% IC)c (48,4; 59,4) (42,4; 53,4) (48,8; 59,4) (41,7; 52,3)
OS em 18 meses 35,1 25,6 34,8 24,1
(%) (95% IC)c (29,1; 41,2) (19,9; 31,7) (29,6; 40,0) (19,6; 28,9)
OS em 24 meses 24,9 10,4 23,6 11,5
(%) (95% IC)c (17,9; 32,5) (4,7; 18,8) (18,7; 28,9) (7,6; 16,2)
Sobrevida Livre de Progressão (PFS)
Número de 276 (80,9) 297 (86,3) NA NA
eventos (%)
Mediana PFS 7,2 5,7 NA NA
meses (95% (6,7; 7,4) (5,6; 6,7)
IC)c
Razão de Risco 0,75 (0,63; 0,89) NA
(HR) (95% IC)d
valor de pd,f 0,001 NA
PFS em 9 meses 34,8 24,6 NA NA
(%) (95% IC)c (29,6; 40,0) (20,0; 29,5)
PFS em 6 meses 16,0 6,6 NA NA
(%) (95% IC)c (12,0; 20,6) (4,1; 9,9)
Taxa de Resposta 91 (26,7) 64 (18,7) NA NA
Objetiva (ORR n) (%)g
Resposta 7 (2,1) 2 (0,6) NA NA
completa n (%)
Resposta parcial 84 (24,6) 62 (18,1) NA NA
n (%)
145
Razão de 1,60 (1.11; 2,31) NA NA
probabilidade (95 % IC)h
valor de ph 0,011 NA NA
Duração de Resposta (DoR)g
Mediana (DoR) 6,4 6,2 NA NA
meses) (5,9; 8,1) (4,4; 7,3)
(95% IC)c
DoR em 9 32,6 25,3 NA NA
meses (%)c
DoR em 12 26,1 15,0 NA NA
meses (%)c DCO = Data de Corte a Análise final de OS, PFS, ORR e DoR no corte de dados em 11 de agosto de 2021. b Análise de OS de acompanhamento no corte de dados em 25 de fevereiro de 2022.
c Calculado pela técnica de Kaplan Meier. IC para mediana derivada com base no método Brookmeyer Crowley.
d A análise para HR foi realizada usando um modelo de risco proporcional de Cox estratificado e o valor p de 2 lados é baseado em um
teste de log-rank estratificado, ambos são ajustados para o status da doença e localização do tumor primário. e Valor de p baseado nos resultados da análise interina pré-planejada (primária). Com base em uma função de gasto alfa de Lan-DeMets
com limite do tipo O'Brien Fleming para OS e o número real de eventos observados, o limite para declarar significância estatística foi de 0,03 para um alfa geral de 4,9% (Lan-DeMets 1983). f Valor de p baseado nos resultados da análise interina pré-planejada (primária). Com base em uma função de gasto alfa Lan-DeMets com
limite do tipo Pocock e o número real de eventos observados, o limite para declarar significância estatística foi de 0,0481 para um alfa geral de 4,9% (Lan-DeMets 1983). g Resposta objetiva confirmada pelo Investigador por RECIST 1.1. Com base em pacientes com doença mensurável no início do estudo
IMFINZI + gencitabina e cisplatina (n = 341), placebo + gencitabina e cisplatina (n = 343). h A análise foi realizada usando um teste CMH estratificado com fatores para o estado da doença e localização do tumor. Valor p
nominal de 2 lados.
146
Figura 11. Curva de Kaplan-Meier de Sobrevida Global (OS) (DCO: 25 Fev 2022)
Figura 12. Curva de Kaplan-Meier de Sobrevida Livre de Progressão (PFS) (DCO: 11 Ago 2021)
Análise de subgrupo As melhorias em OS e PFS em favor dos pacientes que receberam IMFINZI + quimioterapia em comparação com aqueles que receberam placebo + quimioterapia foram consistentemente observadas nos subgrupos pré-
147
especificados com base em dados demográficos, região geográfica, localização do tumor primário, status da doença, ECOG PS e níveis de expressão de PD-L1.
Câncer Hepatocelular (CHC)
A eficácia da administração única de tremelimumabe e durvalumabe em intervalos regulares (sigla em inglês STRIDE, de Single Tremelimumab Regular Interval Durvalumab) foi avaliada no estudo HIMALAYA, um estudo randomizado, aberto, multicêntrico, em pacientes com CHC que não receberam tratamento anterior sistêmico para CHC. O estudo incluiu pacientes com câncer de fígado estágios BCLC B (não elegíveis para terapia locorregional) e BCLC C seguindo critérios de Barcelona e classificação Child-Pugh Classe A.
O estudo excluiu pacientes com coinfecção de hepatite viral B e C; sangramento gastrointestinal (GI) ativo ou documentado em período de 12 meses anteriores; ascite necessitando de intervenção não farmacológica no período de 6 meses; encefalopatia hepática no período de 12 meses antes do início do tratamento; distúrbios autoimunes ou inflamatórios ativos ou anteriormente documentados. Pacientes com varizes esofágicas foram incluídos, exceto aqueles com sangramento GI ativo ou documentado em período de 12 meses anteriores à admissão ao estudo.
A randomização foi estratificada por invasão macrovascular (IMV) (sim ou não), etiologia da hepatopatia (vírus da hepatite B confirmado ou vírus da hepatite C confirmado ou outros) e escala de performance ECOG (0 vs. 1).
O estudo HIMALAYA randomizou 1171 pacientes em 1:1:1 para receber:
• IMFINZI: durvalumabe 1500 mg a cada 4 semanas
• STRIDE: administração única de tremelimumabe 300 mg e IMFINZI 1500 mg; seguida da
administração de IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas
• S: Sorafenibe 400 mg duas vezes ao dia
O tratamento continuou enquanto foi observado benefício clínico ou até toxicidade inaceitável. Os pacientes em todos os braços puderam continuar recebendo tratamento após evidência de progressão da doença se, na opinião do Investigador, estivessem se beneficiando do medicamento em estudo e atendido todos os critérios de inclusão e exclusão para tratamento após progressão. Além disso, os pacientes do braço STRIDE que continuaram tratamento após progressão puderam retornar ao tratamento uma vez com dose única adicional de tremelimumabe 300 mg após o quinto ciclo de IMFINZI. Dos 182 pacientes incluídos no braço STRIDE que receberam IMFINZI após progressão, a sobrevida global (OS) mediana foi de 19,5 meses (IC de 95%:15,4, 23,4). Dos 30
148
pacientes incluídos no braço STRIDE que retomaram o tratamento com tremelimumabe, a OS mediana foi de 30,4 meses (IC de 95%: 23,4, NR).
Foram realizadas avaliações tumorais a cada 8 semanas nos primeiros 12 meses e posteriormente a cada 12 semanas. Também foram realizadas avaliações mensais de sobrevida nos primeiros 3 meses após descontinuação do tratamento e posteriormente a cada 2 meses.
O desfecho primário foi a OS. Os desfechos secundários principais foram sobrevida livre de progressão (PFS), taxa de resposta objetiva (ORR) e duração da resposta (DoR) avaliadas pelo Investigador de acordo com RECIST v1.1. Os resultados relatados pelos pacientes (PROs) também foram avaliados.
As características demográficas e da doença basal foram no geral representativas dos pacientes com CHC irressecável. Os dados demográficos basais da população geral do estudo foram os seguintes: homens (83,7%), idade <65 anos (50,4%), brancos (44,6%), asiáticos (50,7%), negros ou afrodescendentes (1,7%), outros (2,3%), escala de performance ECOG 0 (62,6%); classificação de Child-Pugh Classe A (99,5%), BCLC (Barcelona Clinic Liver Cancer) grau B (19,2%), BCLC grau C (80,8%), invasão macrovascular (25,2%), disseminação extra-hepática (53,4%), etiologia viral; hepatite B (30,6%), hepatite C (27,2%), não infectado (42,2%).
O estudo demonstrou uma melhora estatística e clinicamente significativa na OS no braço STRIDE quando comparado ao braço S [HR=0,78 [IC de 95% 0,66, 0,92]; p=0,0035]. Os resultados de eficácia para o Estudo HIMALAYA são ilustrados na Tabela abaixo e Figura 13.
Tabela 28. Resultados de Eficácia do Estudo HIMALAYA para STRIDE vs. S e IMFINZI vs. S
STRIDE S IMFINZI
(n=393) (n=389) (n=389)
Duração do acompanhamento
Acompanhamento médio 33,2 32,2 32,6
Variação (31,7-34,5) (30,4-33,7) (31,6-33,7)
OS
Número de mortes (%) 262 (66,7) 293 (75,3) 280 (72,0)
OS mediana (meses) 16,4 13,8 16,6
(IC de 95%) (14,2-19,6) (12,3-16,1) (14,1-19,1)
HR (IC de 95%) 0,78 (0,66; 0,92) NA
Valor de pa 0,0035 NA
149
HR (IC de 95%)b NA 0,86 (0,73; 1,02)
OS aos 12 meses (%) 60,2 56,2 59,3
(IC de 95%) (55,2 - 64,9) (51,0 - 61,0) (54,2-64,0)
OS aos 18 meses (%) 48,7 41,5 47,4
(IC de 95%) (43,6-53,5) (36,5-46,4) (42,4-52,3)
OS aos 24 meses (%) 40,5 32,6 39,6
(IC de 95%) (35,6-45,3) (27,9-37,4) (34,8-44,5)
OS aos 36 meses (%) 30,7 20,2 24,7
(IC de 95%) (25,8-35,7) (15,8-25,1) (20,0-29,8)
Valor de p 0,0029 0,1926
Número de pacientes tratados após a 182 192 188
progressão PFS
Número de eventos (%) 335 (85,2) 327 (84,1) 345 (88,7)
PFS mediana (meses) 3,78 4,07 3,65
(IC de 95%) (3,68-5,32) (3,75-5,49) (3,19-3,75)
HR (IC de 95%) 0,90 (0,77 - 1,05) NA
c
Valor de P 0,1625 NA
HR (IC de 95%) NA 1,02 (0,88-1,19)
c
Valor de P NA 0,7736
ORR
ORR n (%)c,d 79 (20,1) 20 (5,1) 66 (17,0)
Resposta Completa n (%) 12 (3,1) 0 6 (1,5)
Resposta Parcial n (%) 67 (17,0) 20 (5,1) 60 (15,4)
Razão de probabilidade (IC de 4,69 (2,85; 8,04) NA
95%)
NA 3,8 (2,3; 6,6)
Valor de pc <0,0001 NA
Valor de pc NA <0,0001
d DoR
DoR mediana (meses) 22,3 18,4 16,9
Tamanho da amostra (n) 79 20 66
% com duração de ≥ 6 meses 82,3 78,9 81,8
% com duração de ≥ 12 meses 65,8 63,2 57,8
a Baseado na função de gasto alfa de Lan-DeMets com limite do tipo O'Brien Fleming com o número real de eventos observados, o limite para declaração de significância estatística para STRIDE vs. S foi 0,0398 para um total de 4,9% de 4,9% nos dois lados (Lan-DeMets 1983).
150
b Baseado no modelo de Cox estratificado. A margem de não inferioridade para HR (IMFINZI vs. S) é de 1,08 usando um intervalo de
confiança de 95,67% (nível alfa ajustado com base em uma função de gasto alfa Lan-DeMets) c Valor de p nominal. PFS e ORR não foram incluídos no Procedimento Estatístico de Múltiplos Testes (MTP).
d Resposta completa confirmada.
NA=Não atingido; IC=Intervalo de Confiança
Figura 13. Curva de Kaplan-Meier da Sobrevida Global (OS)
Resultados relatados pelo paciente
Os resultados relatados pelos pacientes, função e qualidade de vida relacionada à saúde (HRQoL) foram coletados com uso do EORTC QLQ-C30 e seu módulo de carcinoma hepatocelular (EORTC QLQ-CHC18). No basal, os resultados relatados pelos pacientes, função ou pontuações de HRQoL foram comparáveis entre os braços de estudo.
Atraso na deterioração dos sintomas, função e estado global de saúde/QoL
O braço STRIDE demonstrou uma melhora clinicamente significativa ao postergar o tempo até deterioração em uma ampla gama de sintomas relatados pelos pacientes, função e nível de saúde global/QoL em comparação a braço S. Um tempo mais longo até a deterioração dos sintomas (mediana em meses) foi observado no braço STRIDE em comparação ao braço S para os seguintes sintomas: nível de saúde global (7,5 vs. 5,7 meses, HR 0,76, p = 0,0306); função física (12,9 vs. 7,4 meses, HR 0,68; p = 0,0020), fadiga (7,4 vs. 5,4 meses, HR 0,71; p = 0,0026), náusea (25,0 vs. 11,0 meses, HR 0,65; p = 0,0033), perda de apetite (12,6 vs. 6,9 meses, HR 0,59; p
151
<0,0001), dor abdominal (16,8 vs. 8,9 meses, HR 0,61; p = 0,0008) e inchaço abdominal (20,9 vs. 11,1 meses, HR 0,74; p = 0,0431).
Alteração desde o valor basal nos sintomas relatados pelos pacientes (modelo misto para medidas repetidas)
O braço STRIDE melhorou a HRQoL relatada pelo paciente para funcionalidade e diarreia demonstrando uma diferença nominal e uma mudança média clinicamente significativa desde o valor basal quando comparado ao braço S, desde a randomização até 8 meses (diferença média estimada aos 8 meses: -18,5 IC de 95%:-23,24, -13,84 e valor p:<0,0001).
Os resultados dos desfechos reportados pelos pacientes devem ser interpretados no contexto do desenho de estudo aberto.
CHC – Estudo 22
A segurança e eficácia de STRIDE foram avaliadas no Estudo 22, um estudo aberto, de várias partes e multicêntrico em 75 pacientes virgens de tratamento com imunoterapia que apresentavam CHC irressecável cuja doença progrediu com o uso de sorafenibe, ou eram intolerantes ao uso de sorafenibe ou recusaram o uso de sorafenibe. O estudo incluiu pacientes com BCLC Estágio C ou B (não elegíveis para terapia locorregional), escala de performance ECOG de 0 ou 1 e Classificação Child-Pugh Classe A.
O estudo excluiu pacientes com coinfecção por hepatite viral B e hepatite C; sangramento GI ativo ou documentado no período de 12 meses anterior; ascite necessitando de intervenção não farmacológica no período de 6 meses; encefalopatia hepática no período de 12 meses antes do início do tratamento; distúrbios autoimunes ou inflamatórios ativos ou anteriores documentados.
O tratamento continuou enquanto foi observado benefício clínico ou até toxicidade inaceitável. Os pacientes que concluíram os ciclos de administração estabelecidos e, segundo opinião do Investigador, estavam se beneficiando da droga em estudo e subsequentemente apresentaram evidência de progressão da doença durante a fase de monoterapia com IMFINZI, puderam retomar o tratamento com tremelimumabe 300 mg. Foram realizadas avaliações tumorais a cada 8 semanas.
152
O desfecho primário foi a segurança e tolerabilidade. Os principais desfechos secundários incluíram OS, ORR e DoR. Os desfechos de ORR e DoR se basearam nas avaliações do Investigador e BICR de acordo com RECIST 1.1.
Os dados demográficos basais da população do estudo (STRIDE) foram os seguintes: homens (86,7%), idade <65 anos (45,3%), brancos (36,0%), asiáticos (58,7%), negros ou afrodescendentes (5,3%), outros (0%), escala de performance ECOG 0 (61,3%); Pontuação/Classe de Child-Pugh A/5 (68,0%), Pontuação/Classe de Child-Pugh A/6 (30,7%), invasão macrovascular (21,3%), disseminação extra-hepática (70,7%), etiologia viral; hepatite B (36,0%), hepatite C (28,0%), não infectado (36,0%); terapia sistêmica prévia (73,3%).
Os resultados de eficácia do Estudo 22 são apresentados na Tabela abaixo.
Tabela 29. Resultados de eficácia do Estudo 22a
STRIDE IMFINZI
(n=75) (n=104) ORR
ORR n (%)b,c 18 (24,0) 12 (11,5)
IC de 95% 14,9, 35,3 6,1, 19,3
DoRb
DoR mediana (meses) 18,43 15,0
(IC de 95%) (5,6, 24,0) (8,5, NR)
% com duração ≥ 6 meses 71,8 83,3
% com duração ≥ 12 meses 64,6 56,3
OS
Número de mortes (%) 49 (65,3) 78 (75,0)
OS mediana (meses) 17,05 12,9
(IC de 95%) (10,6-22,8) (8,7-16,8)
OS aos 12 meses (%) 57,6 50,4
(IC de 95%) (45,5-68,0) (40,3-59,7)
OS aos 18 meses (%) 47,8 34,0
(IC de 95%) (35,9-58,7) (24,9-43,3)
OS aos 24 meses (%) 38,3 26,2
(IC de 95%) (26,9-49,6) (17,9-35,3)
a DCO (data de coleta de dados) da Análise final: 6 Nov 2020.
b Confirmado por BICR de acordo com RECIST v1.1.
c Resposta completa confirmada.
153
NA=Não atingido; IC=Intervalo de Confiança
Câncer de Endométrio – Estudo DUO-E
DUO-E foi um estudo de Fase III randomizado, multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo, de paclitaxel e carboplatina em combinação com IMFINZI, seguida de manutenção com IMFINZI em monoterapia ou em combinação com olaparibe em pacientes com câncer de endométrio avançado ou recorrente. Para pacientes com doença recorrente, a quimioterapia prévia foi permitida apenas se fosse administrada no contexto adjuvante e houvesse pelo menos 12 meses desde a data da última dose da administração quimioterapia até a data da recaída subsequente. O estudo incluiu pacientes com carcinomas epiteliais do endométrio de todas as histologias, incluindo carcinossarcomas. Foram excluídas pacientes com sarcoma endometrial.
A randomização foi estratificada pelo status (proficiente versus deficiente) das enzimas do sistema de reparo do DNA mismatch repair - MMR, estágio da doença (recorrente versus recém-diagnosticada) e região geográfica (Ásia versus resto do mundo). Os pacientes foram randomizados 1:1:1 para um dos seguintes braços:
• Braço 1 (paclitaxel e carboplatina): paclitaxel e carboplatina com placebo de durvalumabe a cada 3
semanas por um máximo de 6 ciclos. Após a conclusão do tratamento quimioterápico, as pacientes sem progressão objetiva da doença receberam placebo de durvalumabe a cada 4 semanas e comprimidos de placebo de olaparibe duas vezes ao dia como tratamento de manutenção até a progressão da doença.
• Braço 2 (paclitaxel e carboplatina + IMFINZI): paclitaxel e carboplatina com 1120 mg de IMFINZI a
cada 3 semanas por um máximo de 6 ciclos. Após a conclusão do tratamento quimioterápico, as pacientes sem progressão objetiva da doença receberam 1.500 mg de durvalumabe a cada 4 semanas com comprimidos de placebo de olaparibe duas vezes ao dia como tratamento de manutenção até a progressão da doença.
• Braço 3 (paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe): paclitaxel e carboplatina com 1120 mg de
IMFINZI a cada 3 semanas por um máximo de 6 ciclos. Após a conclusão do tratamento quimioterápico, as pacientes sem progressão objetiva da doença receberam 1500 mg de durvalumabe a cada 4 semanas com comprimidos de 300 mg de olaparibe duas vezes ao dia como tratamento de manutenção até a progressão da doença.
As pacientes que descontinuaram qualquer um dos produtos (durvalumabe/placebo ou olaparibe/placebo) por razões diferentes além da progressão da doença, poderiam continuar o tratamento com outro produto, se apropriado, com base em considerações de toxicidade e no critério do investigador.
154
O tratamento continuou até progressão da doença definida pelo RECIST v1.1 ou toxicidade inaceitável. As avaliações do tumor foram realizadas a cada 9 semanas durante as primeiras 18 semanas, em relação à randomização, e a cada 12 semanas a partir de então.
Os dados demográficos e as características iniciais da doença foram geralmente bem equilibrados entre os três braços do estudo (241 pacientes no Braço 1, 238 pacientes no Braço 2 e 239 pacientes no Braço 3). Os dados demográficos iniciais foram os seguintes: idade ≥ 65 anos (47%), idade mediana de 64 anos (variação: 22 a 86 anos), brancos (57%), asiáticos (30%), negros (5%) e outros (4%). As características da doença foram as seguintes: PS 0 (67%) da OMS/ECOG vs. PS 1 (33%), 47% de doença recentemente diagnosticada e 53% de doença recorrente; 80% com status tumoral pMMR e 20% com status tumoral dMMR.
Os subtipos histológicos foram endometrioide (60%), seroso (21%), carcinossarcoma (7%), epitelial misto (4%), células claras (3%), indiferenciado (2%), mucinoso (<1%) e outros (3%).
O desfecho primário foi sobrevida livre de progressão (PFS), determinado pela avaliação do investigador utilizando RECIST 1.1. Os desfechos secundários de eficácia incluíram OS, PFS2, TFST, TDT, TSST, ORR e DoR.
O estudo demonstrou uma melhora estatisticamente significativa na PFS para pacientes tratadas com paclitaxel e carboplatina + IMFINZI+ olaparibe, e para pacientes tratadas com paclitaxel e carboplatina + IMFINZI em comparação com paclitaxel e carboplatina isoladamente (vide Tabela abaixo, Figuras 14 e 15). Os resultados da PFS de acordo com a avaliação do BICR foram consistentes. O tempo médio de acompanhamento em pacientes foi de 15,4 meses no braço de paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe, 15,4 meses no braço de paclitaxel e carboplatina + IMFINZI e 12,6 meses no braço de paclitaxel e carboplatina. No momento da análise da PFS, os dados provisórios da OS estavam 28% maduros, com eventos em 199 dos 718 pacientes.
155
Tabela 30. Resultados de eficácia do Estudo DUO-E
Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina
- IMFINZI + olaparibe + IMFINZI n=241
n=239 n=238
PFSa (DCO: 12 de abril 2023)
Número de eventos (%) 126 (52,7) 139 (58,4) 173 (71,8)
Medianab PFS (meses)
10,2 (9,7-14,7) 9,6 (9,0-9,9)
15,1 (12,6-20,7)
(95% IC)
HRc (95% IC) 0,55 (0,43-0,69) 0,71 (0,57-0,89) NA
valor de pd <0,0001 0,003 NA
PFS em 12 meses (%)
48,5 (41,8-54,9) 41,1 (34,6-47,5)
61,5 (54,9-67,4)
(95% IC) PFS em 18 meses (%)
37,8 (31,0-44,5) 21,7 (16,0-27,9)
46,3 (39,2-53,0)
(95% IC) OS (DCO: 12 de abril 2023)
Número de eventos (%) 52 (21,8) 65 (27,3) 82 (34,0)
Medianab OS (meses) NR (NR; NR) NR (NR; NR) 25,9 (23,9; NR)
(95% IC)
HRc (95% IC) 0,59 (0,42-0,83) 0,77 (0,56-1,07) NA
d,e
valor de p 0,003 (NS) 0,120 (NS) NA
OS em 12 meses (%)
87,7 (82,7; 91,3) 84,2 (78,9; 88,3) 79,7 (74,0; 84,3)
(95% IC) OS em 18 meses (%)
79,4 (73,2; 84,3) 74,6 (68,0; 80,1) 69,0 (62,3; 74,8)
(95% IC) PFS2 (DCO: 12 de abril 2023)
Número de eventos (%) 64 (26,8) 85 (35,7) 96 (39,8)
Medianab PFS2
NR (NR-NR) 22,2 (18,7-NR) 19,1 (16,4-22,9)
(meses) (95% IC)
HR (95% IC) 0,55 (0,40-0,76) 0,80 (0,59-1,07) NA
TFST (DCO: 12 de abril 2023)
Número de eventos (%) 105 (43,9) 128 (53,8) 160 (66,4)
Medianab TFST
14,0 (11,5-19,8) 11,1 (10,2-12,7)
21,4 (18,1-NR)
(meses) (95% IC)
156
HR (95% IC) 0,50 (0,39-0,64) 0,72 (0,57-0,91) NA
TDTf (DCO: 12 de abril 2023)
Número de eventos (%) 139 (58,2) 163 (68,5) 198 (82,2)
Medianab TDT
9,9 (8,8-11,2) 8,8 (7,6-9,7)
15,1 (12,5-18,6)
(meses) (95% IC)
HR (95% IC) 0,51 (0,41-0,63) 0,74 (0,60-0,91) NA
TSSTg (DCO: 12 de abril 2023)
Número de eventos (%) 57 (23,8) 75 (31,5) 93 (38,6)
Medianab TSST
NR (NR-NR) 23,9 (21,6-NR)
NR (NR-NR)
(meses) (95% IC)
HR (95% IC) 0,57 (0,40-0,78) 0,77 (0,57-1,05) NA
ORR (DCO: 12 de abril 2023)
ORRh n (%) 117/184 (63,6) 125/202 (61,9) 109/198 (55,1)
Resposta completa n
30 (16,3) 26 (12,9) 19 (9,6)
(%)
Resposta Parcial n (%) 87 (47,3) 99 (49,0) 90 (45,5)
DoR (DCO: 12 de abril 2023) Mediana DoRb
21,3 (12,9-NR) 13,1 (10,4-NR) 7,7 (7,4-10,3)
(meses) (95% IC) Numa análise exploratória pré-planejada da PFS de paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe em comparação com paclitaxel e carboplatina + IMFINZI, o HR foi de 0,78 (IC 95%, 0,61; 0,99). a Avaliação do investigador. b Calculado pela técnica de Kaplan-Meier. c Uma HR menor que 1 favorece o braço paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe ou o braço paclitaxel e carboplatina + IMFINZI versus paclitaxel e carboplatina. d valor de p calculado usando um teste log-rank. e Não significativo em um nível de significância bilateral de 0,0006 para paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe vs. paclitaxel e carboplatina e 0,0011 para o braço paclitaxel e carboplatina + IMFINZI vs. paclitaxel e carboplatina. f O TDT é definido como o tempo desde a randomização até à descontinuação do tratamento ou morte. g TSST é definido como o tempo desde a randomização até a segunda terapia subsequente ou morte. h Resposta: Melhor resposta objetiva como resposta completa confirmada ou resposta parcial. IC=Intervalo de confiança, NR=Não atingido, NS=Não significativo
157
Figura 14. Curva de Kaplan-Meier da Sobrevida livre de progressão (PFS)
Figura 15. Curva de Kaplan-Meier da Sobrevida Global (OS)
158
As análises de eficácia por status de MMR são apresentadas na Tabela abaixo.
Tabela 31. Análises de subgrupos de eficácia por status MMR em pacientes com câncer de endométrio recém-diagnosticado avançado ou recorrente no estudo DUO-E
Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina Paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe + IMFINZI MMR PFSa (DCO: 12 de abril 2023)
pMMR N=191 N=192 N=192
Número de eventos
108 (56,5) 124 (64,6) 148 (77,1)
(%) Medianab PFS
15,0 (12,4-18,0) 9,9 (9,44-12,5) 9,7 (9,2-10,1)
(meses) (95% IC)
HRc (95% IC) 0,57 (0,44-0,73) 0,77 (0,60-0,97) NA
PFS em 12 meses (%)
59,4 (52,0-66,0) 44,4 (37,1-51,4) 40,8 (33,6-47,8)
(95% IC) PFS em 18 meses (%)
42,0 (34,1-49,6) 31,3 (24,2-38,6) 20,0 (14,1-26,7)
(95%)
dMMR N=48 N=46 N=49
Número de eventos
18 (37,5) 15 (32,6) 25 (51,0)
(%) Medianab PFS
31,8 (12,4-NR) NR (NR-NR) 7,0 (6,7-14,8)
(meses) (95% IC)
HRc (95% IC) 0,41 (0,21-0,75) 0,42 (0,22-0,80) NA
PFS em 12 meses (%)
70,0 (54,7-81,0) 67,9 (51,1-80,0) 43,3 (27,3-58,3)
(95% IC) PFS em 18 meses (%)
62,7 (46,9-75,0) 67,9 (51,1-80,0) 31,7 (16,7-47,9)
(95% IC) OS (DCO: 12 de abril 2023)
pMMR N=191 N=192 N=192
Número de eventos
46 (24,1) 58 (30,2) 64 (33,3)
(%)
159
Medianab OS (meses)
NR (NR-NR) NR (NR-NR) 25,9 (25,1-NR)
(95% IC)
HRc (95% IC) 0,69 (0,47-1,00) 0,91 (0,64-1,30) NA
OS em 12 meses (%)
87,3 (81,7-91,3) 82,5 (76,3-87,2) 81,0 (74,6-85,9)
(95% IC) OS em 18 meses (%)
76,9 (69,5-82,7) 71,7 (64,0-78,1) 69,9 (62,3-76,2)
(95% IC)
dMMR N=48 N=46 N=49
Número de eventos
6 (12,5) 7 (15,2) 18 (36,7)
(%) Medianab OS (meses)
NR (NR-NR) NR (NR-NR) 23,7 (16,9-NR)
(95% IC)
HRc (95% CI) 0,28 (0,10-0,68) 0,34 (0,13-0,79) NA
OS em 12 meses (%)
89,2 (76,0-95,4) 91,2 (78,2-96,6) 74,4 (59,4-84,6)
(95% IC) OS em 18 meses (%)
89,2 (76,0-95,4) 86,1 (71,5-93,6) 65,8 (49,4-78,0)
(95% IC) a Avaliado por um investigador. b Calculado pela técnica de Kaplan-Meier. c Uma HR inferior a 1 favorece o braço paclitaxel e carboplatina + IMFINZI + olaparibe ou o braço paclitaxel e carboplatina + IMFINZI versus paclitaxel e carboplatina. IC=Intervalo de confiança, NR=Não atingido
Resultados relatados pelo paciente
IMFINZI em combinação com paclitaxel e carboplatina seguido de tratamento de manutenção com IMFINZI em monoterapia ou em combinação com olaparibe, quando comparado com paclitaxel e carboplatina, não teve efeito prejudicial sobre o câncer de endométrio ou aos sintomas da doença. As alterações de sintomas, funções e estado de saúde global/QoL relatados pelas pacientes desde o início do estudo foram semelhantes em todos os braços.
160
Câncer de bexiga músculo-invasivo (CBMI) – Estudo NIAGARA
NIAGARA foi um estudo de Fase III randomizado, aberto e multicêntrico, projetado para avaliar a eficácia de IMFINZI neoadjuvante em combinação com gencitabina e cisplatina, seguido por monoterapia adjuvante com IMFINZI em pacientes com CBMI. O estudo randomizou 1.063 pacientes que eram candidatos à cistectomia radical e não haviam recebido quimioterapia sistêmica prévia ou terapia imunomediada para o tratamento de CBMI. O estudo excluiu pacientes com histologia não urotelial pura, qualquer histologia de pequenas células e câncer primário urotelial não relacionado à bexiga (ou seja, ureter, uretral ou pelve renal), doença autoimune ativa ou previamente documentada, tuberculose ativa ou hepatite B ou C ou infecção por HIV, ou uso de medicação imunossupressora dentro de 14 dias da primeira dose de durvalumabe, exceto corticosteroides sistêmicos quando usados em doses fisiológicas ou como pré-medicação.
A randomização foi estratificada pelo estágio clínico do tumor T2N0 vs. > T2N0 (incluindo T2N1, T3 e T4a), função renal (função renal adequada: depuração de creatinina [CrCl] ≥ 60 mL/min vs. função renal limítrofe: CrCl ≥ 40 mL/min a < 60 mL/min) e status de expressão de PD-L1 (alto vs. baixo/negativo).
Os pacientes foram randomizados 1:1 para receber IMFINZI perioperatório com quimioterapia neoadjuvante (Braço 1) ou quimioterapia neoadjuvante sozinha (Braço 2):
• Braço 1 (IMFINZI + quimioterapia): IMFINZI 1500 mg + gencitabina 1000 mg/m2 e cisplatina 70
mg/m2 no Dia 1, e então gencitabina 1000 mg/m² no Dia 8, a cada 3 semanas por 4 ciclos antes da cirurgia, seguido por IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas por até 8 ciclos após a cirurgia, ou
• Braço 2 (quimioterapia): gencitabina 1000 mg/m2 e cisplatina 70 mg/m2 no Dia 1, e então gencitabina
1000 mg/m² no Dia 8, a cada 3 semanas por 4 ciclos antes da cirurgia, sem tratamento pós-cirúrgico.
Pacientes com função renal limítrofe receberam dose dividida de cisplatina de 35 mg/m2 nos dias 1 e 8 de cada ciclo.
Uma avaliação do tumor por RECIST 1.1 foi realizada no início do estudo e após a conclusão da terapia neoadjuvante (antes da cirurgia). Após a cirurgia, as avaliações do tumor por RECIST 1.1 foram realizadas a cada 12 semanas durante os primeiros 24 meses, depois a cada 24 semanas durante 36 meses e depois a cada 52 semanas até a progressão, o fim do estudo ou a morte.
161
Os desfechos primários foram resposta patológica completa (pCR) por revisão central cega de patologia e sobrevida livre de eventos (EFS), que incluiu a avaliação por revisão central cega independente (BICR). O principal desfecho secundário foi a sobrevida global (OS). Outros desfechos secundários de eficácia incluíram a proporção de pacientes que atingiram < P2 por revisão de patologia local, a proporção de pacientes que foram submetidos à cistectomia radical, sobrevida livre de metástases (MFS), EFS em 24 meses, sobrevida livre de doença (DFS) e tempo desde a randomização até a segunda progressão na terapia subsequente (PFS2).
Os dados demográficos e as características basais da doença foram geralmente bem equilibrados entre os 533 pacientes no Braço 1 e 530 pacientes no Braço 2. Os dados demográficos basais foram os seguintes: masculino (81,8%), idade < 65 anos (46,9%), branco (67%), asiático (27,9%), negro ou afro-americano (0,9%), outro (0,8%), hispânico ou latino (8,0%) e ECOG PS 0 (78,4%) vs. PS 1 (21,6%). As características da doença foram as seguintes: Estágio tumoral T2N0 (40,3%) e > T2N0a (59,7%), linfonodos regionais N0 (94,5%) e N1 (5,5%), função renal adequada (81,1%) e função renal limítrofe (18,9%) e status de expressão de PD-L1 alto (73,1%) e baixo/negativo (26,9%). Os subtipos histológicos incluíram carcinoma urotelial (84,5%), carcinoma urotelial com diferenciação escamosa (8,2%), carcinoma urotelial com histologia variante (5,0%) e carcinoma urotelial com diferenciação glandular (2,4%). Em uma análise intermediária pré-especificada, o estudo demonstrou uma melhora estatística e clinicamente significativa na EFS no braço IMFINZI + quimioterapia em comparação ao braço quimioterapia [RR = 0,68 (IC 95%: 0,56, 0,82), p = <0,0001]. O estudo também demonstrou uma melhora estatística e clinicamente significativa da OS no braço IMFINZI + quimioterapia em comparação ao braço quimioterapia [RR = 0,75 (IC 95%: 0,59, 0,93), p = 0,0106]. Uma melhora numérica nas taxas de pCR foi observada no braço IMFINZI + quimioterapia [Taxa de resposta = 37,3% (IC 95%: 33,2, 41,6)] em comparação ao braço quimioterapia [Taxa de resposta = 27,5% (IC 95%: 23,8, 31,6)]. Vide Tabela abaixo, Figuras 16 e 17.
Tabela 32. Resultados de eficácia do estudo NIAGARA
IMFINZI +
Quimioterapia quimioterapia (N = 530) (N=533) EFSa
Número de eventos (%) 187 (35,1) 246 (46,4)
EFS mediana (meses) (IC 95%)b NA (NA, NA) 46,1 (32,2, NA)
HR (IC 95%)c 0,68 (0,56, 0,82)
Valor de P bilaterald,e <0,0001
162
IMFINZI +
Quimioterapia quimioterapia (N = 530) (N=533)
EFS em 24 meses (%) (IC 95%)b 67,8 (63,6, 71,7) 59,8 (55,4, 64,0)
pCRf
Número de pacientes com resposta 199 146
Taxa de resposta, % (IC 95%)g 37,3 (33,2, 41,6) 27,5 (23,8, 31,6)
Razão de probabilidade (IC 95%)h 1,60 (1,23, 2,09)
Valor de P bilateralh,i 0,0005
OSa
Número de eventos (%) 136 (25,5) 169 (31,9)
OS mediana (meses) (IC 95%)b NA (NA, NA) NA (NA, NA)
HR (IC 95%)c 0,75 (0,59, 0,93)
Valor de P bilaterald,e 0.0106
OS em 24 meses (%) (IC 95%)b 82,2 (78,7, 85,2) 75,2 (71,3, 78,8)
A proporção de pacientes submetidos à cistectomia radicala
Número de pacientes submetidos à cistectomia 469 441
radical
Taxa de cistectomia radical, % (IC 95%)g 88,0 (84,9, 90,6) 83,2 (79,7, 86,3)
Razão de probabilidade (IC 95%)h 1,48 (1,05, 2,10)
Valor de P bilateralh,j 0,0265
Proporção de pacientes que atingiram resposta patológica <P2 na cistectomia (FAS)a
Número de pacientes que atingiram < P2 265 215
Taxa de resposta, % (IC 95%)g 49,7 (45,4, 54,0) 40,6 (36,4, 44,9)
Razão de probabilidade (IC 95%)h 1,47 (1,15, 1,88)
Valor de P bilateralh,j 0,0024
DFS em pacientes submetidos à cistectomia radical e que tiveram um exame basal adjuvantea
Número de eventos (%) 78/352 (22,2) 102/337 (30,3)
DFS mediana (meses) (IC 95%)b NA (NA, NA) NA (51,3, NA)
163
IMFINZI +
Quimioterapia quimioterapia (N = 530) (N=533) HR (IC 95%)c 0,69 (0,51, 0,93)
Valor de P bilaterald,j 0,0143
PFS2a
Número de eventos PFS2 (%) 138 (25,9) 171 (32,3)
PFS mediana (meses) (IC 95%)b NA (NA, NA) NA (NA, NA)
HR (IC 95%)c 0,76 (0,61, 0,95)
Valor de P bilaterald,j 0,0155
MFSa
Número de eventos (%) 152 (28,5) 201 (37,9)
MFS mediana (meses) (IC 95%)b NA (NA, NA) NA (NA, NA)
HR (IC 95%)c 0,67 (0,54, 0,83)
Valor de P bilaterald,j 0,0002
MFS em 24 meses (%) (IC 95%)b 75,1 (71,0, 78,8) 65,1 (60,6, 69,3)
a Os resultados são baseados em uma análise interina pré-especificada (DCO: 29 de abril de 2024) que ocorreu 68 meses após o início do
estudo. b Calculado usando a técnica de Kaplan-Meier.
c Com base no modelo de risco proporcional de Cox estratificado com estágio do tumor [T2N0 vs. > T2N0], função renal [adequada vs.
limítrofe] e status PD-L1 [alto vs. baixo/negativo] como fatores de estratificação. d Com base no teste de log-rank estratificado com estágio do tumor [T2N0 vs. > T2N0], função renal [adequada vs. limítrofe] e status PD-
L1 [alto vs. baixo/negativo] como fatores de estratificação. e O limite para declarar significância estatística para os desfechos primários de eficácia, taxa de pCR, EFS e o principal desfecho secundário
OS, foi determinado por um procedimento de teste múltiplo com uma estratégia de reciclagem alfa-exaustiva. O alfa alocado para EFS e OS na análise intermediária foi baseado em uma função de gasto alfa de Lan-DeMets com abordagem O'Brien Fleming. (pCR = 0,001, EFS = 0,0412, OS = 0,0154, bilateral). f Com base em uma análise descritiva atualizada do desfecho primário. Na análise final pré-especificada anterior de pCR (DCO: 14 de
janeiro de 2022), uma melhora numérica nas taxas de pCR foi observada no braço IMFINZI + quimioterapia [Taxa de resposta = 33,8% (IC de 95%: 29,8, 38,0)] em comparação ao braço de quimioterapia [Taxa de resposta = 25,8% (IC de 95%: 22,2, 29,8)] [Razão de probabilidade 1,49 (IC de 95%: 1,14, 1,96), p = 0,0038]. g O IC foi calculado usando o método Clopper Pearson.
h Obtido usando regressão logística ajustada para os fatores de estratificação (função renal [adequada vs. limítrofe], estágio do tumor
[T2N0 vs. > T2N0] e status PD-L1 [alto vs. baixo/negativo] por Sistema interativo de resposta por voz (IVRS)). i O valor de P é nominal.
164
j O valor de P é nominal, pois o ponto final não está incluído no procedimento de teste múltiplo.
IC = Intervalo de confiança, HR = Razão de risco, NA = Não atingido
Figura 16. Curva de Kaplan-Meier do EFS
Figura 17. Curva de Kaplan-Meier do OS
Análise de subgrupos
165
Melhorias no EFS favorecendo pacientes no Braço 1 em comparação com pacientes no Braço 2 foram consistentes em subgrupos pré-especificados com base em características demográficas e da doença basal. Melhorias na OS favorecendo pacientes no Braço 1 em comparação com pacientes no Braço 2 foram geralmente consistentes em subgrupos pré-especificados com base em características demográficas e da doença basal.
Resultados Relatados pelo Paciente (PRO) Sintomas relatados pelo paciente, funcionalidade e qualidade de vida relacionada à saúde (HRQoL) foram coletados usando o EORTC QLQ-C30. O questionário deveria ser coletado no Dia 1 de cada ciclo e administrado antes da discussão da progressão da doença e dosagem. No basal, os sintomas relatados pelo paciente, funcionalidade ou pontuações de HRQo foram comparáveis entre os braços do estudo. No geral, os dados PRO/HRQoL foram geralmente semelhantes entre os braços do tratamento durante todo o período geral do estudo. O tempo de deterioração e a mudança em relação às análises iniciais foram consistentes com nenhum prejuízo nos sintomas, funcionalidade e qualidade de vida relacionada à saúde (HRQoL) de acordo com o EORTC QLQC30 no Braço 1 em comparação ao Braço 2.
Câncer de bexiga não músculo-invasivo (CBNMI) – Estudo POTOMAC
A eficácia do IMFINZI em combinação com o tratamento de indução e manutenção com BCG intravesical foi avaliada no estudo POTOMAC. POTOMAC foi um estudo randomizado, aberto e multicêntrico, que envolveu 1.018 pacientes com câncer de bexiga não músculo-invasivo (CBNMI) de alto risco. Um tumor de alto risco foi definido como qualquer uma das seguintes condições: Tumor invadindo a lâmina própria (estágio T1); Tumor de alto grau (grau histológico 3 - G3); Presença de carcinoma in situ (CIS); Ou tumores múltiplos, recorrentes e de grandes dimensões (com diâmetro do maior tumor igual ou superior a 3 cm), sendo necessário que todas essas características estivessem presentes para atender a este último critério. Os pacientes tinham 18 anos ou mais com diagnóstico histologicamente confirmado de CBNMI de alto risco, que eram BCG-naive (ou seja, pacientes que não haviam recebido BCG intravesical previamente ou que haviam interrompido o tratamento há mais de 3 anos antes da entrada no estudo) e não haviam recebido terapia sistêmica prévia para CBNMI. Os pacientes deveriam ter realizado ressecção completa de toda a doença papilar Ta/T1 antes da randomização; no entanto, pacientes com CIS residual após a ressecção transuretral do tumor vesical eram elegíveis para inclusão.
O estudo excluiu pacientes com invasão linfovascular do tumor vesical; carcinoma urotelial não músculo-invasivo extravesical concomitante ; sinais ou sintomas de infecção localizada da bexiga nas 2 semanas anteriores ao início do IMFINZI; tratamento com antibióticos na semana anterior ao início do BCG; distúrbios autoimunes ou inflamatórios ativos ou previamente documentados; histórico de imunodeficiência; tuberculose ativa, hepatite B, hepatite C ou infecção por HIV; administração de imunossupressão sistêmica nos 14 dias anteriores ao início
166
do IMFINZI; ou pacientes que receberam vacina de vírus vivos atenuados nos 30 dias anteriores ou 90 dias após o início do IMFINZI.
A randomização foi estratificada por doença papilar de alto risco (sim vs. não) e CIS (sim vs. não). Os pacientes foram randomizados em uma proporção de 1:1:1 para receber:
• Braço 1: IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas por 13 ciclos + indução com BCG semanalmente por 6
semanas, seguida de manutenção com BCG semanalmente por 3 semanas nos meses 3, 6, 12, 18 e 24.
• Braço 2: IMFINZI 1500 mg a cada 4 semanas por 13 ciclos + indução com BCG semanalmente por 6
semanas.
• Braço 3: Indução com BCG semanalmente por 6 semanas, seguida de manutenção com BCG
semanalmente por 3 semanas nos meses 3, 6, 12, 18 e 24.
Para pacientes com doença CIS persistente aos 3 meses, foi permitida uma única reindução com BCG por 6 semanas. Se os pacientes não atingissem resposta completa após a reindução, eram descontinuados do tratamento.
As avaliações tumorais foram conduzidas a cada 3 meses a partir da data de randomização até 36 meses e, depois, a cada 6 meses.
O desfecho primário foi a sobrevida livre de doença (DFS) para IMFINZI + indução e manutenção com BCG versus indução e manutenção com BCG isoladamente, segundo avaliação do investigador. A DFS foi definida como o tempo desde a data de randomização até a data da primeira recorrência de doença de alto risco ou óbito.
Entre 659 pacientes com câncer de bexiga não músculo-invasivo (CBNMI), excluindo carcinoma in situ (CIS), os dados demográficos do estudo estavam bem equilibrados entre todos os braços do estudo. Os perfis demográficos basais foram: sexo masculino (78,1%), idade ≥ 65 anos (60,1%), mediana de idade de 67 anos (variação: 21 a 86 anos), brancos (82,5%), asiáticos (14,3%), negros ou afro-americanos (0,3%), outros (1,7%), não hispânicos ou latinos (95,9%) e fumantes atuais ou ex-fumantes (68,1%). As características da doença foram as seguintes: CBNMI recorrente (31,3%), estágio tumoral Ta (36,3%), estágio tumoral T1 (63,6%) e grau tumoral papilar G3 (45,1%). A duração mediana de seguimento dos pacientes censurados foi de 60,8 meses (faixa: 0,03 a 78,9 meses).
A Tabela abaixo e a Figura 18 apresentam um resumo dos resultados de eficácia.
167
Tabela 33. Resultados de Eficácia para pacientes com CBNMI excluindo carcinoma in situ (CIS)* no estudo POTOMAC
Desfechos IMFINZI + BCGa BCGa
(N = 217) (N = 220) DFSb
Número de eventos (%) 37 (17,1) 65 (29,5)
DFS mediana (meses) NA (NA, NA) NA (74,0, NA)
(IC 95%) HR (IC 95%)c 0,56 (0,37, 0,84) Valor de p bilaterald 0,0046
- Descreve pacientes com câncer de bexiga não músculo-invasivo (CBNMI) exclusivamente papilar.
a BCG foi administrada como tratamento de indução e manutenção.
b DFS foi avaliada pelo Investigador.
c Baseado no modelo de riscos proporcionais de Cox não estratificado, com empates tratados pela abordagem de Efron.
d A análise foi realizada utilizando o teste de log-rank não estratificado
IC = Intervalo de Confiança; HR= Razão de risco; NA = Não atingido.
Figura 18. Curva de Kaplan-Meier para DFS de pacientes com CBNMI excluindo carcinoma in situ (CIS) Probabilidade de DFS
Número de pacientes
randomizados/ DFS mediana (meses) Razão de risco (IC valor p do teste
Número de eventos (IC 95%) log-rank
95%)
IMFINZI + BCG (I+M)
BCG (I+M)
Tempo desde a randomização (meses) Número de pacientes em risco (número censurado)
No momento da análise, a maturidade geral da sobrevida global (OS) era de 10%, com 28 eventos (12,9%) no braço IMFINZI + BCG e 42 eventos (19,1%) no braço BCG isolado.
168
Adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica (CG/CJGE) ressecável – Estudo MATTERHORN
MATTERHORN foi um estudo de Fase III, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, multicêntrico, projetado para avaliar a eficácia de IMFINZI em combinação com quimioterapia FLOT como tratamento neoadjuvante e adjuvante, seguido por monoterapia adjuvante com IMFINZI, em pacientes com adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica ressecável (Estágio II a Estágio IVA [AJCC, 8ª edição]). O estudo incluiu pacientes não tratados previamente com CG/CJGE ressecável, sem exposição prévia à terapia imunomediada e status de desempenho WHO/ECOG de 0 ou 1. Os pacientes foram inscritos independentemente do nível de expressão PD-L1 e antes da randomização, os pacientes tiveram seus status de expressão de PD-L1 tumoral confirmado usando o estudo Ventana PD-L1 (SP263). O estudo excluiu pacientes com distúrbios autoimunes ou inflamatórios ativos ou previamente documentados, ou uso de medicação imunossupressora dentro de 14 dias da primeira dose de IMFINZI.
A randomização foi estratificada por região geográfica (Ásia vs. não Ásia), estado clínico dos linfonodos (positivo vs. negativo) e estado de expressão de PD-L1 (TAP < 1% vs. TAP ≥ 1%).
Os pacientes foram randomizados na proporção de 1:1 para um dos seguintes braços de tratamento. Não foi permitido o cruzamento entre os braços do estudo.
• Braço 1: IMFINZI 1500 mg no Dia 1 + quimioterapia FLOT nos Dias 1 e 15 a cada 4 semanas por 4
ciclos (1 dose de IMFINZI e 2 doses de FLOT por ciclo; 2 ciclos neoadjuvantes + 2 ciclos adjuvantes), seguido de IMFINZI 1500 mg no Dia 1 a cada 4 semanas por até 10 ciclos adicionais após a cirurgia por um total de 12 ciclos (1 dose por ciclo).
• Braço 2: Placebo no Dia 1 + quimioterapia FLOT nos Dias 1 e 15 a cada 4 semanas por 4 ciclos (1 dose
de placebo e 2 doses de FLOT por ciclo; 2 ciclos neoadjuvantes + 2 ciclos adjuvantes), seguido de placebo no Dia 1 a cada 4 semanas por 10 ciclos adicionais após a cirurgia por um total de 12 ciclos (1 dose por ciclo).
Pacientes na fase neoadjuvante ou adjuvante que interromperam a quimioterapia FLOT por outros motivos além da progressão ou recorrência da doença poderiam, a critério do investigador, continuar o tratamento com monoterapia com IMFINZI, conforme descrito acima.
Uma avaliação inicial do tumor segundo o RECIST 1.1 foi realizada antes do início da terapia neoadjuvante, com uma varredura de acompanhamento antes da cirurgia, dentro de 4 semanas após a dose final de quimioterapia.
169
Uma varredura inicial adjuvante foi realizada 4 semanas após a cirurgia e antes do início do tratamento adjuvante. As avaliações tumorais foram realizadas a cada 12 semanas (em relação à varredura inicial adjuvante) por 2 anos e, posteriormente, a cada 24 semanas até progressão radiológica definida pelo RECIST 1.1, retirada do consentimento ou óbito.
O desfecho primário do estudo foi a sobrevida livre de eventos (EFS) por meio de revisão central independente e cega (BICR). Os principais desfechos secundários foram a sobrevida global (OS) e a taxa de resposta patológica completa (pCR) por meio de revisão patológica central e cega. Outros objetivos secundários de eficácia incluíram os resultados relatados pelo paciente (PROs).
Os dados demográficos e as características basais da doença foram geralmente bem equilibrados entre os dois braços do estudo (474 pacientes no Braço 1 e 474 pacientes no Braço 2). Os dados demográficos basais da população geral foram os seguintes: sexo masculino (71,9%), idade ≥ 65 anos (41,4%), idade mediana de 62 anos (faixa: 26 a 84), brancos (67,8%), asiáticos (20,4%), negros ou afro-americanos (1,1%), indígenas americanos ou nativos do Alasca (4,0%), outras raças (1,7%), não hispânicos ou latinos (80,0%), OMS/ECOG PS 0 (74,2%) versus PS 1 (25,8%). As características da doença foram as seguintes: Estágio II (29,4%), Estágio III (61,7%), Estágio IVA (8,8%), Gástrico (67,5%), Junção gastroesofágica (32,5%), Siewert tipo 1 (10,4%), Siewert tipo 2 (14,8%), Siewert tipo 3 (7,3%), tipo intestinal (50,9%), tipo difuso (26,3%), tipo indeterminado (22,8%),estado clínico dos linfonodos positivo (70,4%), estado clínico dos linfonodos negativo (29,2%), estado de expressão de PD-L1 TAP ≥1% (90,0%), estado de expressão de PD-L1 TAP <1% (10,0%).
Houve 431 (90,9%) pacientes no Braço 1 que tentaram cirurgia com intenção curativa, em comparação com 428 (90,3%) pacientes no Braço 2. Houve 412 (86,9%) pacientes no Braço 1 que concluíram a cirurgia com intenção curativa, em comparação com 400 (84,4%) pacientes no Braço 2.
Em uma análise interina pré-especificada, o estudo demonstrou uma melhora estatistica e clinicamente significativas na EFS [RR = 0,71 (IC 95%: 0,58, 0,86), p = < 0,001] no braço IMFINZI em comparação ao braço placebo. O estudo também demonstrou uma melhora estatisticamente significativa na taxa de pCR no braço IMFINZI [taxa de resposta de 19,2% (IC 95%: 15,7, 23,0)] em comparação ao braço placebo [taxa de resposta de 7,2% (IC 95%: 5,0, 9,9)]. Na análise final de sobrevida global (OS), o estudo demonstrou uma melhora estatisticamente significativa e clinicamente relevante na OS [HR=0,78 (IC 95%: 0,63, 0,96), p=0,021] para o braço IMFINZI em comparação com o braço placebo. Vide Tabela abaixo, Figuras 19 e 20.
Tabela 34: Resultados de eficácia do estudo MATTERHORN
170
IMFINZI +
Placebo + Quimioterapia Quimioterapia FLOT FLOT (N = 474) (N=474) EFSa
Número de eventos, n (%) 167 (35,2%) 218 (46%)
EFS mediana (IC 95%) (meses)b NR (40,7, NR) 32,8 (27,9, NR)
c
HR (IC 95%) 0,71 (0,58, 0,86)
Valor de p bilaterald,e <0,001 b
EFS em 24 meses, % (IC 95%) 67,4 (62,9, 71,6) 58,5 (53,8, 63,0)
f OS
Número de mortes (%) 160 (33,8%) 192 (40,5%)
b
Mediana de OS (IC 95%) (meses) NR (NR, NR) NR (NR, NR)
HR (IC 95%)c 0,78 (0,63, 0,96) d,g Valor de p bilateral 0,021
OS em 24 meses, % (IC 95%)b 75,5 (71,3, 79,1) 70,4 (66,0, 74,3)
OS em 36 meses, % (IC 95%)b 68,6 (64,2, 72,6) 61,9 (57,3, 66,2)
h pCR
Número de pacientes com resposta 91 34
i
Taxa de resposta, % (IC 95%) 19,2 (15,7, 23,0) 7,2 (5,0, 9,9)
Razão de chances, % (IC 95%) 3,08 (2,0, 4,7) j,k Valor de p bilateral <0,001 a Os resultados são baseados em uma análise interina pré-especificada de EFS (DCO: 20 de dezembro de 2024)
b Calculado usando a técnica de Kaplan-Meier.
c Com base no modelo de riscos proporcionais de Cox estratificado por região geográfica, estado clínico dos linfonodos e estado de
expressão de PD-L1 na randomização. Um HR < 1 favorece IMFINZI. IC calculado usando a abordagem de perfil de verossimilhança. d Com base no teste de log-rank estratificado, ajustado para região geográfica, estado clínico dos linfonodos e estado de expressão de PD-
L1. e Com base em uma função de gasto alfa de Lan-DeMets com limite de O'Brien Fleming calculado usando o número real de eventos em
DCO, o limite para declarar significância estatística de EFS foi 0,00239 para um alfa geral de 5% (bilateral). f Os resultados são baseados em uma análise final pré-especificada de OS (DCO: 01 de setembro de 2025).
g Um alfa de 4,99% (bilateral) foi alocado para a análise final da OS, correspondendo a um limite para declaração de significância estatística
de 0,0499. h Os resultados são baseados em uma análise final pré-especificada de pCR (DCO: 01 de fevereiro de 2023).
i O IC foi calculado usando o método de Clopper-Pearson. j Um alfa fixo de 0,1% (bilateral) foi alocado para a análise da taxa de pCR em DCO1, correspondendo a um limite de valor de p para
declaração de significância estatística de 0,001.
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k Com base em um teste de Cochran-Mantel-Haenszel estratificado, ajustado para região geográfica, status clínico dos linfonodos e status
de expressão de PD-L1 na randomização. IC = Intervalo de Confiança, HR = Razão de Risco, NR=Não alcançado,
Figura 19: Curva de Kaplan-Meier da EFS
Figura 29: Curva de Kaplan-Meier da OS
Análise de subgrupos A melhora na EFS favorecendo os pacientes no Braço 1 em comparação aos pacientes no Braço 2 foi consistentemente observada em todos os subgrupos pré-especificados com base nas características demográficas e de base da doença, incluindo sexo, idade, região geográfica, localização do tumor primário, estado clínico dos linfonodos, ECOG PS e expressão de PD L1.
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Resultados Relatados pelo Paciente (PRO) No geral, os resultados do EORTC QLQ-C30 e do EORTC QLQ-STO22 + IL38 demonstram que o tratamento com IMFINZI + quimioterapia FLOT não afetou negativamente a função e a carga de sintomas do paciente. Além disso, esses resultados indicam que o tratamento com IMFINZI + quimioterapia FLOT retardou a deterioração significativa da Função Emocional em comparação com a Placebo + quimioterapia FLOT. Uma deterioração clinicamente significativa em relação ao valor basal ocorreu em ambos os braços de tratamento, geralmente nos ciclos imediatamente após a cirurgia, seguida por um retorno a níveis não significativos durante o período adjuvante. A proporção de pacientes que relatou itens PRO-CTCAE foi comparável entre os braços de tratamento, sugerindo que ambos os tratamentos foram igualmente bem tolerados da perspectiva dos pacientes.
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Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 28 de mai. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.