Farmabook

Oxaliplatina

Oxaliplatina

Tarja Vermelha
Genérico
Uso HospitalarCMED: AtivoANVISA: Ativo
Apresentacao

5 mg/ml solução injetável intravenosa caixa frasco-ampola vidro âmbar x 10 ml

Concentracao
5 mg/ml
Forma Farmaceutica
Solução injetável intravenosa
Via de Administracao
intravenosa
Quantidade
10 ml
Embalagem
Frasco-ampola vidro âmbar

Posologia (resumo)

Desta apresentaçãoResumo por IA

Adultos com câncer de cólon (cenário adjuvante)

Administrar 85 mg/m² por via intravenosa a cada 2 semanas, em associação com fluoropirimidinas, por 12 ciclos (6 meses).

IntravenosaSolução injetável

Adultos com câncer colorretal metastático/avançado

Administrar 85 mg/m² por via intravenosa a cada 2 semanas, até progressão da doença ou toxicidade inaceitável.

IntravenosaSolução injetável

Pacientes com disestesia faringolaríngea aguda

Em caso de disestesia faringolaríngea aguda, a próxima infusão deve ser administrada durante um período de seis horas.

IntravenosaSolução injetável

Pacientes com neuropatia sensorial periférica persistente

Se os sintomas persistirem por mais de 7 dias ou se a sensação anormal persistir até o próximo ciclo sem redução da função, a dose subsequente deve ser reduzida em 25%.

IntravenosaSolução injetável

Pacientes com toxicidade severa (diarreia, neutropenia ou trombocitopenia)

Em caso de diarreia severa, neutropenia severa, neutropenia febril ou trombocitopenia severa, o tratamento deve ser interrompido até a recuperação e a dose subsequente reduzida em 25%.

IntravenosaSolução injetável

Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 16 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.

Informacoes Regulatorias
Laboratorio
BLAU FARMACÊUTICA S.A.
Classe Terapeutica
L1f - Compostos Antineoplásicos de Platina
CMED
Ativo
ANVISA
Ativo
Registro ANVISA
1163701630019
EAN (Codigo de Barras)
7896014681334
GGREM
504420090067007
Registro ANVISA
Numero do registro
116370163
Produto ANVISA
Oxaliplatina
Empresa
BLAU FARMACÊUTICA S.A.
CNPJ
58430828000160
Principio ativo
OXALIPLATINA
Classe terapeutica ANVISA
CITOSTATICOS ALQUILANTES
Categoria regulatoria
Genérico
Data de registro
25 de mai. de 2020
Data de vencimento
Ultimo refresh
8 de mar. de 2026, 23:33
Precos

Preco Fabrica (PF)

R$ 1.798,59

Bula do medicamento

Bula específica desta apresentaçãoTranscrita por IA
Bula desta apresentação (PDF)

PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (OXALIPLATINA Blau Farmacêutica S.A. Solução Injetável 5 mg/mL). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.

Informações ao paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Este medicamento é destinado ao tratamento do câncer intestinal (colorretal) metastático (com metástase) em associação às fluoropirimidinas. A oxaliplatina em combinação com 5-FU/FA e bevacizumabe é indicado para tratamento de primeira linha do câncer colorretal metastático. Oxaliplatina está indicado, em combinação com fluorouracil e ácido folínico (leucovorin) (5FU/FA) para o tratamento adjuvante de câncer colorretal em pacientes que retiraram completamente o tumor primário, reduzindo o risco de reincidência do tumor. Não fica indicado para os pacientes em estágio II sem características de alto risco.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Oxaliplatina é um medicamento quimioterápico utilizado no tratamento do câncer de cólon e reto. Inibe o crescimento tumoral por ligar-se ao material genético das células (DNA), portanto impedindo sua multiplicação e proliferação.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Oxaliplatina não deve ser utilizado nos seguintes casos:

• Período de gravidez e amamentação;

• História de alergia à oxaliplatina, a outros derivados de platina ou ao manitol.

• Pacientes com supressão da função da medula óssea (neutrófilos < 2 x 109/L e/ou

contagem de plaquetas < 100 x 109/L) antes do primeiro ciclo de tratamento;

• Sangramento severo ou insuficiência renal grave (clearance de creatinina ClCr < 30

mL/min)

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes pediátricos.

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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e Precauções Oxaliplatina somente deve ser utilizado em unidades especializadas na administração de medicamentos utilizados no tratamento de câncer e deve ser administrado sob a supervisão de um médico capacitado, com experiência no uso de medicamentos antitumorais.

Oxaliplatina não demonstrou ser nefrotóxico, entretanto, não foi estudado em pacientes com insuficiência renal grave. É, portanto, contraindicado em pacientes com insuficiência renal grave. As informações quanto a segurança em pacientes com insuficiência renal moderada são limitadas, e o uso da oxaliplatina nestes pacientes deve ser considerada após uma avaliação de risco e benefício, porém, o tratamento pode ser iniciado na dose usualmente recomendada. Nesta situação, a função renal deve ser monitorizada e a dose ajustada em função da toxicidade.

Oxaliplatina é contraindicada a pacientes que apresentem antecedentes alérgicos à oxaliplatina ou a outros medicamentos contendo platina ou manitol; Não deve ser empregado em pacientes com supressão medular (neutrófilos < 2 x 109/L e/ou contagem de plaquetas < 100 x 109/L) antes do primeiro ciclo de tratamento, sangramento severo ou insuficiência renal grave (clearance de creatinina ClCr < 30 mL/min). Como qualquer citostático, a oxaliplatina pode ser tóxica para o feto e para o lactente, portanto, não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação.

Os pacientes com histórico de reações alérgicas a produtos contendo platina devem ser monitorados quanto aos sintomas alérgicos. Reações alérgicas podem ocorrer durante qualquer ciclo. No caso de ocorrer reações de natureza alérgica graves em decorrência da oxaliplatina, deve-se interromper a infusão imediatamente e implementar tratamento para alívio dos sintomas. A reintrodução de oxaliplatina nestes pacientes é contraindicada.

No caso de extravasamento de oxaliplatina, a infusão deve ser interrompida imediatamente e deve ser implementado tratamento local padrão para alívio dos sintomas. Evite o uso de compressas frias em caso de extravasamento de oxaliplatina.

O potencial tóxico de oxaliplatina à parte sensorial do sistema nervoso periférico deve ser cuidadosamente monitorado, especialmente se administrado concomitantemente com outros medicamentos com toxicidade específica ao sistema nervoso periférico. Uma avaliação do sistema nervoso deve ser realizada antes de cada administração e depois periodicamente. No caso de ocorrer sintomas do sistema nervoso (sensação anormal de ardor, formigamento ou coceira, percebidos nas extremidades e sem motivo aparente), deve ser realizada a seguinte recomendação de ajuste na dose de oxaliplatina, baseado na duração e gravidade destes sintomas:

• Se os sintomas persistirem por mais de 7 dias e forem desagradáveis, ou se a sensação

anormal de ardor, formigamento ou coceira, percebida nas extremidades e sem motivo aparente sem redução da função persistir até o próximo ciclo, a dose subsequente de oxaliplatina deve ser reduzida em 25%;

• Se a sensação anormal de ardor, formigamento ou coceira, percebida nas extremidades e

sem motivo aparente com redução da função persistir até o próximo ciclo, o tratamento com oxaliplatina deve ser interrompido;

• Se os sintomas melhorarem após a interrupção do tratamento com oxaliplatina, a

reintrodução do tratamento pode ser considerada.

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Para pacientes que desenvolvem sensação aguda anormal de ardor ou formigamento na faringe e na laringe (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”), durante ou algumas horas após uma infusão de duas horas, a próxima infusão com uma infusão de duas horas, a próxima infusão com oxaliplatina deve ser administrada durante um período de seis horas. Para prevenir tais sensações, deve-se evitar exposição ao frio e a ingestão de alimentos e bebidas geladas ou frias durante ou algumas horas após a administração de oxaliplatina.

Sinais e sintomas de Síndrome de Leucoencefalopatia Posterior Reversível (RPLS, também conhecida como Síndrome de Encefalopatia Posterior Reversível - PRES) podem ser dor de cabeça, funcionamento mental alterado, convulsões, visão anormal desde borrada até cegueira, associados ou não com pressão alta (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). O diagnóstico da Síndrome de Leucoencefalopatia Posterior Reversível é embasado mediante confirmação por imagem do cérebro.

A toxicidade ao aparelho digestivo, que se manifesta como enjoo, sensação desagradável no estômago e vômitos, permite uma terapia de prevenção e/ou terapia para evitar vômitos (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). A desidratação, obstrução funcional dos intestinos, concentração anormalmente baixa de potássio no sangue, acúmulo de ácido no organismo e até distúrbios nos rins podem estar associadas com diarreia/vômito severos, particularmente quando oxaliplatina é utilizado em associação com 5-fluorouracil (5-FU). Casos de isquemia (falta de suprimento sanguíneo) intestinal, incluindo desfechos fatais, foram relatados no tratamento com oxaliplatina. Em caso de isquemia intestinal, o tratamento com oxaliplatina deve ser interrompido e medidas apropriadas adotadas (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).

Se ocorrer toxicidade no sangue (evidenciados por valores de contagem das células do sangue no estado basal, por exemplo: neutrófilos < 1,5 x 109/L ou plaquetas < 75 x 109/L) após um ciclo de tratamento, ou se supressão da função da medula óssea estiver presente antes do início da terapia (1° ciclo), a administração do próximo ciclo ou do primeiro ciclo de tratamento deve ser adiado até que a contagem das células do sangue retorne a níveis aceitáveis. Um exame de sangue completo com contagem diferencial das células brancas do sangue deve ser realizado antes de iniciar o tratamento e antes de cada ciclo subsequente.

Existe risco de ocorrência de diarreia/vômito e diminuição do número de neutrófilos no sangue após administração concomitante de oxaliplatina e 5-fluorouracil (5-FU). Nesses casos, deve-se contatar imediatamente o médico para uma conduta apropriada.

Para administração concomitante de oxaliplatina e 5-fluorouracil (com ou sem ácido folínico), os ajustes de dose usuais para as toxicidades associadas ao 5-fluorouracil devem ser aplicados.

Se ocorrer diarreia severa/com risco de vida, diminuição severa do número de neutrófilos no sangue (neutrófilos < 1,0 x 109/L) e diminuição severa no número de plaquetas sanguíneas (plaquetas < 50 x 109/L), o tratamento com oxaliplatina deve ser interrompido até a melhora ou a recuperação, e a dose de oxaliplatina deve ser reduzida em 25% nos ciclos subsequentes, além de quaisquer reduções necessárias na dose do 5-fluorouracil.

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Caso ocorram sintomas respiratórios inexplicáveis, tais como: tosse sem catarro, dificuldade respiratória, ruídos respiratórios ou líquidos pulmonares radiológicos, o tratamento com oxaliplatina deve ser interrompido até que as investigações do pulmão tenham eliminado a possibilidade de doença intersticial dos pulmões (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).

No caso dos resultados de testes de função do fígado anormais ou pressão alta na veia porta que não resulte evidentemente de metástases no fígado, casos muito raros de distúrbios das veias hepáticas induzidos pelo fármaco devem ser considerados.

Para os detalhes de ajuste de dose de bevacizumabe, consulte as informações contidas na bula deste produto.

Incompatibilidades

• Oxaliplatina não deve ser misturada com qualquer outro produto na mesma bolsa de

infusão ou não deve ser administrada simultaneamente pela mesma linha de infusão.

• Oxaliplatina não deve ser utilizada em associação com soluções ou produtos de pH

básico, em particular 5-fluorouracil (5-FU), soluções básicas, preparações de ácido folínico (FA) contendo trometamol como excipiente e sais de trometamol de outras substâncias ativas. Soluções ou produtos de pH básico afetarão desfavoravelmente a estabilidade da oxaliplatina.

• Não se deve utilizar agulhas ou equipamentos contendo partes de alumínio que podem

entrar em contato com a solução. O alumínio pode degradar combinações de platina.

• Não se deve utilizar solução de cloreto de sódio ou outra solução contendo cloreto para

diluir oxaliplatina.

Pacientes pediátricos Não foi estabelecida a efetividade de oxaliplatina como agente único nas populações pediátricas que foram avaliadas em estudos clínicos.

Gravidez e lactação Até o momento não existem dados disponíveis com relação à segurança de oxaliplatina em mulheres grávidas. Baseado em dados de estudos pré-clínicos, o uso de oxaliplatina é provavelmente letal e/ou causa malformação do feto humano na dose terapêutica recomendada e, portanto, não é recomendado durante a gravidez e deve ser somente considerado depois que a paciente for informada apropriadamente sobre os riscos ao feto e com consentimento da paciente.

Assim como com outros agentes utilizados no tratamento quimioterápico contra o câncer, medidas efetivas para evitar gravidez devem ser tomadas em pacientes potencialmente férteis antes do início do tratamento do câncer com oxaliplatina.

Não foi estudada a passagem da oxaliplatina para o leite materno. A amamentação é contraindicada durante o tratamento com oxaliplatina.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos

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Existem poucos estudos sobre a utilização do medicamento em idosos, entretanto, estes parecem ser mais susceptíveis ao medicamento.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Nenhum estudo sobre os efeitos na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas foi realizado. Entretanto, o tratamento com oxaliplatina resultando em um aumento no risco de tontura, enjoo, sensação desagradável no estômago e vômito e outros sintomas do sistema nervoso que afetam a locomoção e o equilíbrio podem levar a uma influência pequena ou moderada na habilidade de dirigir e operar máquinas.

As anormalidades na visão, em particular perda de visão transitória (reversível após a interrupção do tratamento), podem afetar a habilidade de dirigir ou operar máquinas. Portanto, deve-se ter cuidado com o potencial efeito destes eventos na habilidade de dirigir ou operar máquinas.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE

MEDICAMENTO? Oxaliplatina deve ser mantida em sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz.

A solução reconstituída pode ser conservada durante 6 horas em temperatura ambiente menor que 25°C ou durante 24 horas entre 2°C e 8°C.

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Prazo de Validade: 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento Oxaliplatina apresenta-se como pó liofilizado branco a quase branco. Após reconstituição apresenta-se como solução clara, incolor a levemente amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Somente deve ser administrado em adultos. Oxaliplatina deve ser utilizada por via intravenosa (IV).

Por ser um medicamento de manipulação e administração exclusivas por profissionais especializados, as orientações para manipulação, reconstituição do pó liofilizado, preparo da infusão intravenosa, administração do medicamento e descarte estão contidas no texto de bula destinado aos profissionais de saúde. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

A dose recomendada é de 130 mg/m2, seja em monoterapia ou em associação com bevacizumabe e capecitabina. Essa dose deve ser repetida em intervalos de três semanas, caso não ocorram sinais e sintomas de toxicidade importante. Quando em combinação com 5-FU/FA, oxaliplatina deve ser administrada a cada duas semanas. Para a doença metastática, o tratamento é recomendado até a progressão da doença ou toxicidade inaceitável. A dose recomendada de oxaliplatina para câncer colorretal metastático/avançado é de 85 mg/m2 intravenosamente repetido a cada 2 semanas em associação com fluoropirimidinas por 12 ciclos (6 meses). A dose administrada deve ser ajustada de acordo com a tolerabilidade de cada paciente (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento? ”).

Não há estudos dos efeitos de oxaliplatina administrada por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via intravenosa, conforme recomendado pelo médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE

MEDICAMENTO? Seu médico terá as instruções de quando administrar este medicamento para você.

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Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgiãodentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?

A incidência das reações adversas está classificada conforme segue: Reação muito comum (> 1/10), Reação comum (> 1/100 e ≤ 1/10), Reação incomum (> 1/1.000 e ≤ 1/100), Reação rara (> 1/10.000 e ≤ 1.000), Reação muito rara (≤ 1/10.000) e reações sem frequência conhecida, relatadas no período pós-comercialização.

Cardiovasculares

• Reação muito comum (>1/10): edema (5% monoterapia; 15% terapia combinada).

• Reação comum (> 1/100 e < 1/10): taquicardia (2% a 5%).

• Reação sem frequência conhecida: vasoespasmo coronariano (síndrome de Kounis),

intervalo QT prolongado, torsales de pointes, angioedema.

Dermatológicas

• Reação muito comum (>1/10): alopecia (3% monoterapia; 67% terapia combinada),

síndrome mão-pé (1% monoterapia; 13% terapia combinada).

Gastrointestinais

• Reação muito comum (>1/10): dor abdominal (monoterapia, 31%; terapia combinada, até

39%), constipação (terapia combinada, até 32%), diarreia (monoterapia, 46%; terapia combinada, 76%), diarreia graus 3 e 4 (monoterapia, 4%; terapia combinada, 11% a 25%), perda de apetite (monoterapia, 20%; terapia combinada, até 35%), náusea (monoterapia, 64%; terapia combinada 83%), estomatite (monoterapia, 14%; terapia combinada, até 42%), vômito (monoterapia, 37%; terapia combinada, até 64%), leucopenia (monoterapia, 13%; terapia combinada, até 85%).

• Reações sem frequência conhecida, relatadas durante período de vigilância pós

comercialização: obstrução íleo intestinal, colite (incluindo diarreia associada ao Clostridum difficile), pancreatite aguda.

Hematológicas

• Reação muito comum (>1/10): anemia (monoterapia, 64%; terapia combinada, até 81%),

neutropenia (todos os graus) (monoterapia, 7%; terapia combinada, até 81%), neutropenia, graus 3 e 4 (pacientes adultos, terapia combinada, até 53%), neutropenia febril (terapia combinada, até 12%), distúrbio granulocitopênico graus 3 e 4 (39-45%), Esplenomegalia (67%), trombocitopenia (monoterapia, 30%; terapia combinada, até 85%), leucopenia (todos os graus) (monoterapia, 13%; terapia combinada, até 77%), leucopenia (grau 3 ou 4) (terapia combinada, 13% a 24%).

• Reação comum (> 1/100 e < 1/10): anemia, graus 3 ou 4 (monoterapia, 1%; terapia

combinada, até 3%); trombocitopenia, graus 3 e 4 (monoterapia, 3%; terapia combinada, até 5%)

• Reações sem frequência conhecida: anemia hemolítica imunoalérgica, trombocitopenia

imunoalérgica.

Hepáticas

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• Reação muito comum (>1/10): fosfatase alcalina anormal (pacientes adultos, terapia

combinada, 14 a 16%), bilirrubina anormal (monoterapia, 13%; terapia combinada, até 20%), ALT/TGP anormal (monoterapia, 36%; terapia combinada, 5 a 31%), AST/TGP anormal (monoterapia, 54%; terapia combinada, 11 a 47%), aumento da função hepática (pacientes adultos, terapia combinada, 42 a 57%).

• Reações sem frequência conhecida: hipertensão portal, doença veno-oclusiva hepática

(síndrome da obstrução sinusoidal).

Imunológicas

• Reação muito comum (>1/10): reação de hipersensibilidade - erupções cutâneas,

urticária, eritema, prurido, rubor da face, diarreia associada à perfusão, falta de ar, sudorese, dor no peito, desorientação, síncope, hipotensão e broncoespasmo (monoterapia, graus 3 e 4, 1 a 3%; terapia combinada, todos os graus, 6 a 12%).

• Reação sem frequência conhecida: reação à infusão.

Músculo-esqueléticas

• Reação muito comum (>1/10): dor nas costas (monoterapia, 11%; terapia combinada,

19%).

• Reações sem frequência conhecida: rabdomiólise.

Neurológicas

• Reação muito comum (>1/10): disestesia faringolaringeal (1 a 38%), neuropatia aguda

ou persistente (neuropatia geral, 69 a 92%; neuropatia aguda, 56%; neuropatia persistente, 21 a 60%); neuropatias periféricas sensitivas agravadas pelo frio, parestesia (62 a 77%).

• Reação rara (> 1/10.000 e < 1/1.000): síndrome de leucoencefalopatia posterior reversível

(< 0,1%).

• Reação sem frequência conhecida: ataque isquêmico transitório.

Respiratórias

• Reação muito comum (>1/10): tosse (monoterapia, 11%; terapia combinada, 35%),

dispneia (monoterapia, 13%; terapia combinada, até 20%).

• Reação incomum (> 1/1.000 e < 1/100): fibrose pulmonar.

• Reação sem frequência conhecida: pneumonite grave.

Renais

• Reação comum (1/100 e < 1/10): nefrotoxicidade (5 a 10%).

• Reação sem frequência conhecida: insuficiência renal aguda, síndrome hemolítico

urêmica, nefrite intersticial aguda, acidose tubular renal.

Outras

• Reação muito comum (>1/10): fadiga (monoterapia, 61%; terapia combinada, até 70%), febre

(monoterapia, 25%; terapia combinada, até 29%).

• Reação comum (>1/100 e < 1/10): visão anormal (5 a 6%).

• Reação sem frequência conhecida: perda de visão transitória, perda de audição, sepse.

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Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A

INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Não se conhece antídoto específico para oxaliplatina. Pode ser esperado um aumento da intensidade dos efeitos colaterais, em caso de superdose. Deve ser iniciado o monitoramento dos parâmetros sanguíneos e deve ser administrado tratamento para alívio dos sintomas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Informações técnicas (profissionais de saúde)

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Medicamento - medicamento

• Não foram observadas interações medicamentosas entre a oxaliplatina e outros

medicamentos.

• Devido à incompatibilidade com cloreto de sódio e com soluções básicas (em particular

a 5-fluoruracil, leucovorin e o trometamol), a oxaliplatina não deve ser misturada com essas substâncias ou administrada pela mesma via venosa.

• Vacinas de vírus vivos ou bactérias não devem ser administradas em pacientes que

recebem tratamento com agente quimioterápico

Interação medicamento - substância química Grave: oxaliplatina não deve ser administrada com materiais que contenham alumínio. Efeito da interação: degradação dos componentes da platina.

Medicamento - exame laboratorial Não há dados disponíveis até o momento sobre a interferência da oxaliplatina em exames laboratoriais.

Medicamento - alimento Não há dados disponíveis até o momento sobre a interação entre alimentos e a oxaliplatina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Resultados de eficácia; Advertências e precauções; Reações Adversas; Superdose; Dizeres legais

RDC 73/2016 - GENÉRICO 50 MG PO LIOF P/ SOL

INJ IV CT FA VD AMB X

10452 - Genérico - - Inclusão de local de Dizeres legais 50 ML

10/04/2024 Versão Atual Notificação de Alteração de 10/04/2024 0905349/23-2 fabricação de 04/03/2024 VP e VPS

100 MG PO LIOF P/ SOL

Texto de Bula - RDC 60/12 medicamento INJ IV CT FA VD AMB X

estéril 50 ML

Identificação do medicamento

I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

50 MG PO LIOF P/ SOL

70698 - AFE/AE - pode me causar?; O que INJ IV CT FA VD AMB X

10452 - Genérico - devo saber antes de usar

Alteração - Responsável VP e VPS 50 ML

12/03/2021 0968553217 Notificação de Alteração de 06/10/2020 3430349/20-6 06/10/2020

Técnico (Automático) - este medicamento?; quais os 100 MG PO LIOF P/ SOL

Texto de Bula - RDC 60/12

Exceto Farmácia e males este medicamento INJ IV CT FA VD AMB X

Drogaria pode causar?; Indicação; 50 ML

APRESENTAÇÕES

Pó liófilo injetável 50 mg e 100 mg: embalagem com 1 frasco-ampola

USO INTRAVENOSO

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola de 50 mg contém:

oxaliplatina ........................................................................................................................... 50 mg excipiente: manitol

Cada frasco-ampola de 100 mg contém:

oxaliplatina ......................................................................................................................... 100 mg excipiente: manitol

Dizeres legais

III - DIZERES LEGAIS

Registro: 1.1013.0237

• Oxaliplatina 50 mg e 100 mg:

Fabricado por:

Laboratórios IMA S.A.I.C. Buenos Aires - Argentina

Embalado por:

Glenmark Generics S.A. Buenos Aires - Argentina

Registrado por:

Glenmark Farmacêutica Ltda. São Paulo/SP CNPJ nº 44.363.661/0001-57

Importado e distribuído por:

Glenmark Farmacêutica Ltda Rua Edgar Marchiori, 255 Distrito Industrial - Vinhedo/SP CNPJ nº 44.363.661/0005-80

• Oxaliplatina 100 mg:

Fabricado por:

Glenmark Generics S.A. Buenos Aires - Argentina

Registrado por:

Glenmark Farmacêutica Ltda.

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São Paulo/SP CNPJ nº 44.363.661/0001-57

Importado e distribuído por:

Glenmark Farmacêutica Ltda Rua Edgar Marchiori, 255 Distrito Industrial - Vinhedo/SP CNPJ nº 44.363.661/0005-80

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

USO RESTRITO A ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 30/11/2020.

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Histórico de alteração da bula

HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO DA BULA

Dados da submissão eletrônica Dados da submissão/petição que altera a bula Dados das alterações de bulas

Data do N° do Data do N° do Data da Apresentações

Assunto Assunto Itens de bula Versões

expediente expediente expediente expediente Aprovação relacionadas

50 MG PO LIOF P/ SOL

Inclusão inicial de Texto de INJ IV CT FA VD AMB X Genérico - Inclusão Inicial 50 ML

10/12/2014 1106129/14-4 N/A N/A N/A N/A Bula, conforme Bula VP e VPS

de Texto de Bula 100 MG PO LIOF P/ SOL Padrão. INJ IV CT FA VD AMB X 50 ML

7148 - Medicamentos e Identificação do 50 MG PO LIOF P/ SOL

10452 - Genérico - Insumos Farmacêuticos - medicamento; Quais os INJ IV CT FA VD AMB X

12/12/2017 2278973/17-1 Notificação de Alteração de 09/02/2017 0220125/17-1 (Alteração na AFE) de 17/04/2017 males que este medicamento VP e VPS 50 ML

100 MG PO LIOF P/ SOL

Texto de Bula - RDC 60/12 Indústria do produto - pode me causar?; Dizeres INJ IV CT FA VD AMB X

Endereço da sede Legais 50 ML

Onde, como e por quanto

50 MG PO LIOF P/ SOL

tempo posso guardar este INJ IV CT FA VD AMB X 10452 - Genérico - 7115 - Alteração na

0513672/18-5 medicamento?; Cuidados de 50 ML

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