Posologia (resumo)
Doença de Parkinson (Tratamento inicial)
Iniciar com 0,375 mg por dia, divididos em três doses diárias, com aumentos graduais a cada 5 a 7 dias conforme tolerância.
Doença de Parkinson (Tratamento de manutenção)
Dose individual entre 0,375 mg e 4,5 mg por dia, dividida em três tomadas diárias.
Síndrome das Pernas Inquietas (Tratamento inicial)
0,125 mg uma vez ao dia, 2 a 3 horas antes de dormir.
Síndrome das Pernas Inquietas (Ajuste de dose)
Ajustar a dose a cada 4 a 7 dias, até o máximo de 0,75 mg por dia, conforme necessidade.
Doença de Parkinson (Semana 1)
0,125 mg, 3 vezes ao dia (0,375 mg/dia), por via oral, com ou sem alimentos.
Doença de Parkinson (Semana 2)
0,25 mg, 3 vezes ao dia (0,75 mg/dia), por via oral, com ou sem alimentos.
Doença de Parkinson (Semana 3)
0,5 mg, 3 vezes ao dia (1,5 mg/dia), por via oral, com ou sem alimentos.
Doença de Parkinson (Manutenção)
Dose individual entre 0,375 mg/dia e 4,5 mg/dia, dividida em três tomadas diárias, por via oral, com ou sem alimentos.
Doença de Parkinson com insuficiência renal (depuração de creatinina entre 20 e 50 mL/min)
Dose inicial de 0,125 mg, 2 vezes ao dia (0,25 mg/dia), por via oral. Dose máxima diária de 2,25 mg.
Doença de Parkinson com insuficiência renal (depuração de creatinina menor que 20 mL/min)
Dose inicial de 0,125 mg, 1 vez ao dia, por via oral. Dose máxima diária de 1,5 mg.
Síndrome das Pernas Inquietas (Inicial)
0,125 mg, uma vez ao dia, 2 a 3 horas antes de dormir, por via oral, com ou sem alimentos.
Síndrome das Pernas Inquietas (Titulação)
Ajustar a dose a cada 4-7 dias até o máximo de 0,75 mg por dia, administrado em dose única à noite, por via oral, com ou sem alimentos.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 16 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (QUERA (dicloridrato de pramipexol) COMPRIMIDOS 0,125 MG, 0,25 MG E 1,0 MG CRISTÁLIA PRODUTOS QUÍMICOS FARMACÊUTICOS LTDA). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Quera (dicloridrato de pramipexol) é indicado para o tratamento dos sinais e sintomas da doença de Parkinson sem causa conhecida, podendo ser usado isoladamente ou em associação com levodopa. Também é indicado para tratamento dos sintomas da Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) sem causa conhecida.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Quera (dicloridrato de pramipexol) atua no cérebro aliviando os problemas motores relacionados com a doença de Parkinson e também protege os neurônios dos efeitos nocivos da levodopa. Ainda não se conhece o mecanismo de ação sobre a Síndrome das Pernas Inquietas (SPI).
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar Quera (dicloridrato de pramipexol) se tiver alergia ao pramipexol (substância ativa) ou a qualquer componente da fórmula.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você tiver problemas nos rins, seu médico deverá reduzir a dose de Quera (dicloridrato de pramipexol). O dicloridrato de pramipexol pode causar alucinações e confusão, com maior frequência em pacientes com doença de Parkinson em estágio avançado em tratamento associado com levodopa. Atenção: sua capacidade para dirigir pode ficar prejudicada caso tenha alucinações visuais.
Existe a possibilidade de surgirem comportamentos anormais, como compulsão alimentar, por compras, sexo e jogos. Nestes casos, o médico poderá decidir se diminui a dose ou mesmo se interrompe o tratamento. Caso você tenha distúrbios psicóticos (confusão com o real), seu médico deverá avaliar se os benefícios do uso deste medicamento superam os riscos. A administração de dicloridrato de pramipexol juntamente com antipsicóticos não é recomendada. O uso de dicloridrato de pramipexol pode causar sonolência e sono súbito durante suas atividades diárias (como conversas e refeições). Caso tenha doença cardiovascular grave, será necessário monitorar a sua pressão arterial, principalmente no início do tratamento, devido ao risco de queda da pressão ao levantar-se rapidamente. Pacientes com doença de Parkinson podem apresentar distonia (contrações involuntárias ou espasmos) como, por exemplo, torcicolo anterior (antecolo – flexão anterior involuntária do pescoço, com o queixo contra o peito), camptocormia (flexão anterior do tronco) ou Síndrome de Pisa (flexão lateral do tronco). A distonia tem sido ocasionalmente relatada após o início do tratamento com agonistas dopaminérgicos, incluindo pramipexol, embora não exista uma clara relação causal. Estes efeitos podem ocorrer vários meses após o início ou ajuste da medicação. Na doença de Parkinson, após a interrupção abrupta do tratamento foram relatados sintomas da síndrome neuroléptica maligna (contrações musculares intensas, alterações na dosagem de enzima e febre alta resistente). Foram relatados casos de síndrome de abstinência medicamentosa durante ou após a interrupção do uso de agonistas dopaminérgicos, incluindo dicloridrato de pramipexol. Devido à síndrome de abstinência medicamentosa, antes da interrupção do uso de dicloridrato de pramipexol, seu médico deve informar sobre a possibilidade de aparecimento de sintomas como apatia, ansiedade, depressão, fraqueza, sudorese e dor. Você deve ser monitorado de perto pelo seu médico durante e após a interrupção do tratamento com dicloridrato de pramipexol. No caso de surgimento de sintomas severos de abstinência, seu médico pode pedir que você tome, temporariamente, doses baixas de um agonista dopaminérgico. Você e seu médico devem monitorar a ocorrência de melanoma (um tipo de câncer de pele) durante o uso de dicloridrato de pramipexol, pois estudos demonstraram que pacientes com doença de Parkinson têm cerca de 2 a 6 vezes mais chance de desenvolver essa doença. Ocorreram alterações oculares (na retina) em estudos feitos em ratos albinos, que não foram observadas em outras espécies de animais; ainda não foi estabelecida a relevância destes achados para seres humanos. Casos da literatura indicaram que o tratamento da Síndrome das Pernas Inquietas com medicamentos com ação similar ao dicloridrato de pramipexol pode resultar em início dos sintomas da síndrome das pernas inquietas em horário mais cedo que o habitual e sua propagação para outras extremidades. Você será monitorado caso ocorra aumento dos sintomas da Síndrome das Pernas Inquietas. O médico deve informar a você que o aumento de Síndrome das Pernas Inquietas pode ocorrer em pacientes tratados com dicloridrato de pramipexol. Se os sintomas se desenvolverem, o médico poderá decidir se diminui a dose ou mesmo se interrompe o tratamento. Você terá que ser monitorado regularmente para o controle do desenvolvimento de episódios de mania (elevação anormal e persistente do humor também chamada de euforia) e delírio (alteração do juízo de realidade, ou seja, capacidade de distinguir o falso do verdadeiro implicando em lucidez da consciência). O médico deve informar a você e a seu cuidador que tanto episódios de mania quanto de delírio podem ocorrer em pacientes tratados com dicloridrato de pramipexol. Se estes sintomas se desenvolverem, o médico também poderá decidir se diminui a dose ou mesmo se interrompe o tratamento.
O pramipexol não causou malformações em proles de coelhos e ratos, mas foi tóxico aos embriões de ratos quando a mãe recebeu doses consideradas tóxicas de pramipexol.
Efeitos na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas A sonolência pode ser frequente e ter consequências potencialmente sérias. Por isso, você não deve dirigir veículos nem operar nenhuma outra máquina até que tenha experiência suficiente com dicloridrato de pramipexol para estimar se terá algum prejuízo do seu desempenho mental e/ou motor. Você não deve dirigir nem participar de atividades potencialmente perigosas se tiver sonolência ou adormecer subitamente durante as atividades diárias, em qualquer momento do tratamento. Caso ocorram, procure seu médico.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Gravidez e Amamentação O dicloridrato de pramipexol só deve ser utilizado durante a gravidez se os benefícios potenciais justificarem os riscos
para o bebê. Ainda não foi avaliado se o dicloridrato de pramipexol é excretado no leite materno. Se você estiver amamentando não deve usar dicloridrato de pramipexol, pois pode haver inibição da produção de leite. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: Este medicamento inibe a produção de leite humano. Seu médico deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Interações medicamentosas Se você estiver tomando medicamentos como cimetidina e amantadina, o médico provavelmente reduzirá a dose de dicloridrato de pramipexol, pois o efeito pode ser aumentado, causando movimentos repetitivos involuntários, agitação ou alucinações. Não é recomendável a administração de dicloridrato de pramipexol com antipsicóticos, pois os sintomas do Parkinson podem piorar. Se você tiver doença de Parkinson e estiver em fase de aumento da dose de dicloridrato de pramipexol, recomenda-se que o médico diminua a dose de levodopa e mantenha a dose de outros medicamentos para a doença de Parkinson. Se você estiver tomando outro medicamento sedativo ou usa álcool, deve ter cautela, pois o efeito sedativo de dicloridrato de pramipexol pode aumentar.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Cuidados de armazenamento Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30 ºC). Proteger da luz e da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas /organolépticas do medicamento O comprimido de Quera (dicloridrato de pramipexol) de 0,125 mg é branco, circular e plano. O comprimido de Quera (dicloridrato de pramipexol) de 0,25 mg é branco, oblongo, biconvexo e sulcado. O comprimido de Quera (dicloridrato de pramipexol) de 1,0 mg é branco, circular, plano e sulcado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve tomar os comprimidos com água, com ou sem alimentos. Tome o medicamento conforme orientação de seu médico.
Doença de Parkinson A dose diária total deve ser dividida em três tomadas diárias.
•Tratamento inicial: a dose deve ser aumentada gradualmente a partir de uma dose inicial de 0,375 mg por dia, subdividida em três doses diárias, e deve ser aumentada a cada 5 a 7 dias. Desde que não haja reações adversas, a dose deve ser aumentada até que se atinja o máximo efeito terapêutico.
Esquema de dose ascendente de dicloridrato de pramipexol
Semana Dose Dose diária total
1 0,125 mg, 3 x ao dia 0,375 mg
2 0,25 mg, 3 x ao dia 0,75 mg
3 0,5 mg, 3 x ao dia 1,50 mg
Se houver necessidade de aumentar a dose, seu médico poderá acrescentar semanalmente 0,75 mg à dose diária até atingir
a dose máxima de 4,5 mg por dia.
•Tratamento de manutenção: A dose individual deve situar-se no intervalo entre 0,375 mg por dia e a dose máxima de 4,5 mg por dia. •Descontinuação do tratamento: Em caso de interrupção do tratamento, a dose deve ser diminuída em 0,75 mg por dia até que a dose diária atinja 0,75 mg. Depois disso, a dose deve ser reduzida em 0,375 mg por dia. •Pacientes em tratamento com levodopa: Caso você também esteja tomando levodopa, recomenda-se que seu médico reduza a dose de levodopa, tanto durante o aumento da dose de dicloridrato de pramipexol como no tratamento de manutenção. •Pacientes com problemas nos rins: Se você tiver problemas nos rins, seu médico poderá adaptar a dose. •Pacientes com problemas no fígado: Não se considera necessário reduzir a dose.
Síndrome das Pernas Inquietas A dose inicial recomendada de dicloridrato de pramipexol é 0,125 mg uma vez ao dia, 2 a 3 horas antes de dormir. Para pacientes com sintomatologia adicional, a dose pode ser aumentada ou ajustada a cada 4 a 7 dias, até no máximo de 0,75 mg por dia.
Esquema de dose ascendente de dicloridrato de pramipexol Etapa Dose diária (única) da noite 1 0,125 mg 2 (se necessário) 0,25 mg 3 (se necessário) 0,50 mg 4 (se necessário) 0,75 mg
O tratamento pode ser interrompido sem redução gradativa da dose. No entanto, estudos demonstraram que pode ocorrer retorno dos sintomas da SPI. Se você tiver problemas nos rins, seu médico poderá adaptar a dose. Não há necessidade de redução da dose em pacientes com problemas no fígado. A segurança e eficácia do dicloridrato de pramipexol não foram estabelecidas em crianças e adolescentes com até 18 anos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual. Não duplique a dose na próxima tomada.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou de cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Este medicamento pode causar algumas reações desagradáveis inesperadas.
Doença de Parkinson:
-
Reações muito comuns: tontura, movimentos repetitivos involuntários, sonolência e enjoo;
-
Reações comuns: comportamentos anormais (refletindo sintomas de transtornos do controle dos impulsos e
comportamento compulsivo), sonhos anormais, confusão, alucinações, insônia, dor de cabeça, distúrbios visuais incluindo visão dupla, visão embaçada e redução da visão, pressão baixa, prisão de ventre, vômito, fraqueza, inchaço nas pernas e pés e perda de peso incluindo perda de apetite;
- Reações incomuns: pneumonia, compulsão (por compras, por sexo, jogo patológico), amnésia, delírio, aumento ou
diminuição do desejo sexual, paranoia, inquietação, excesso de movimento, início súbito do sono, desmaios, falta de ar, soluços, coceira, vermelhidão e descamação da pele (rash), reações alérgicas e aumento de peso;
-
Reação rara: mania;
-
Reações com frequência desconhecida: secreção inadequada do hormônio antidiurético, compulsão alimentar,
alimentação excessiva, perda da função do coração, torcicolo anterior (antecolo – flexão anterior do pescoço, involuntária, com o queixo contra o peito), e síndrome de abstinência medicamentosa (síndrome de abstinência de agonista da
dopamina).
Síndrome das Pernas Inquietas:
-
Reações muito comuns: enjoo e aumento dos sintomas da síndrome das pernas inquietas.
-
Reações comuns: sonhos anormais, insônia, tontura, dor de cabeça, sonolência, prisão de ventre, vômito e fraqueza;
-
Reações incomuns: confusão, alucinações, aumento ou diminuição do desejo sexual, inquietação, movimentos repetitivos
involuntários, início súbito do sono, desmaios, distúrbios visuais incluindo visão dupla, visão embaçada e redução da visão, pressão baixa, falta de ar, soluços, coceira, vermelhidão e descamação da pele (rash), reações alérgicas, inchaço nas pernas e pés, perda de peso incluindo perda de apetite e aumento de peso.
- Reações com frequência desconhecida: pneumonia, secreção inadequada do hormônio antidiurético, comportamentos
anormais (refletindo sintomas de transtornos do controle dos impulsos e comportamento compulsivo), compulsão alimentar, por compras, por sexo, por jogo, mania, delírio, alimentação excessiva, paranoia, amnésia, excesso de movimento, perda da função do coração e torcicolo anterior (antecolo – flexão anterior do pescoço, involuntária, com o queixo contra o peito), e síndrome de abstinência medicamentosa (síndrome de abstinência de agonista da dopamina).
Em alguns pacientes pode ocorrer hipotensão no início do tratamento, principalmente quando o aumento da dose do dicloridrato de pramipexol é muito rápido. Há alguns relatos de episódios de sono súbito durante a realização de atividades diárias. Porém, alguns pacientes não relataram sinais de alerta, como sonolência, o que é comum em pacientes tomando pramipexol. Não se evidenciou uma relação com a duração do tratamento. Na maioria dos casos sobre os quais se obtiveram informações, os episódios não se repetiram após a redução da dose ou a interrupção do tratamento.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
- O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO? Não há experiência clínica com casos de dose excessiva, mas se espera que ocorram eventos adversos como enjoo, vômitos, excesso de movimentos, alucinações, agitação e pressão baixa. Não se conhece nenhum antídoto para dicloridrato de pramipexol. Podem ser necessários medicamentos específicos e medidas gerais de suporte como lavagem gástrica, reposição de líquidos pela veia e monitorização por eletrocardiograma.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Não há experiência clínica com casos de dose excessiva, mas se espera que ocorram eventos adversos como enjoo, vômitos, excesso de movimentos, alucinações, agitação e pressão baixa. Não se conhece nenhum antídoto para dicloridrato de pramipexol. Podem ser necessários medicamentos específicos e medidas gerais de suporte como lavagem gástrica, reposição de líquidos pela veia e monitorização por eletrocardiograma.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Identificação do medicamento
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Quera dicloridrato de pramipexol
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÕES
Embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos de 0,125 mg Embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos de 0,25 mg Embalagens contendo 30 comprimidos de 1,0 mg
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 0,125 mg contém: dicloridrato de pramipexol monoidratado .............................0,125 mg (Equivalente a 0,088 mg de pramipexol) Excipiente q.s.p. .................................................................. 1 comprimido Excipientes: manitol, amido, dióxido de silício, povidona e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 0,25 mg contém: dicloridrato de pramipexol monoidratado..............................0,25 mg (Equivalente a 0,18 mg de pramipexol) Excipiente q.s.p. .................................................................. 1 comprimido Excipientes: manitol, amido, dióxido de silício, povidona e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 1,0 mg contém: dicloridrato de pramipexol monoidratado.............................1,0 mg (Equivalente a 0,7 mg de pramipexol) Excipiente q.s.p. .................................................................. 1 comprimido Excipientes: manitol, amido, dióxido de silício, povidona e estearato de magnésio.
Dizeres legais
III – DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0298.0526
Farm. Resp.: Dr. José Carlos Módolo - CRF-SP nº 10.446
Registrado e Produzido por:
CRISTÁLIA Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira / SP
CNPJ 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 1918
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 26/02/2025.
R_0526_01
Histórico de alteração da bula
Anexo B Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do Data do N° Data de Versões Apresentações
N° Expediente Assunto Assunto Itens de bula
Expediente Expediente Expediente aprovação (VP / VPS) relacionadas
Bula paciente:
- O que devo saber antes de usar
este medicamento?
- Onde, como e por quanto tempo
posso guardar este medicamento?
- Como devo usar este
10450 - SIMILAR – medicamento? Notificação de 8. Quais os males que este
Alteração de Texto medicamento pode me causar? Comprimidos de 0,125 mg,
––– ––– ––– ––– ––– ––– VP/ VPS
de Bula - publicação III – DIZERES LEGAIS 0,25 mg e 1,0 mg
no Bulário RDC 60/12 Bula profissional:
-
Resultados de eficácia
-
Advertências e precauções
-
Posologia e modo de usar
-
Reações adversas
-
Superdose
III – DIZERES LEGAIS
10450 - SIMILAR – Bula paciente: Notificação de 4. O que devo saber antes de usar
Alteração de Texto este medicamento? Comprimidos de 0,125 mg,
11/04/2025 0499547/25-0 ––– ––– ––– ––– VP/ VPS
de Bula - publicação 5. Onde, como e por quanto tempo 0,25 mg e 1,0 mg
no Bulário RDC posso guardar este medicamento? 60/12 III – DIZERES LEGAIS
Bula profissional:
-
Advertências e precauções
-
Cuidados de armazenamento do
medicamento
III – DIZERES LEGAIS
Bula paciente:
- O que devo saber antes de usar
10450 - SIMILAR – este medicamento? Notificação de 8. Quais os males que este
Alteração de Texto medicamento pode me causar? Comprimidos de 0,125 mg,
08/08/2023 0828093/23-7 ––– ––– ––– ––– VP/ VPS
de Bula - publicação 0,25 mg e 1,0 mg no Bulário RDC Bula profissional: 60/12 5. Advertências e precauções
-
Posologia e modo de usar
-
Reações adversas
10450 - SIMILAR – Notificação de
Alteração de Texto Bula profissional: Comprimidos de 0,125 mg,
05/04/2021 1300141/21-8 ––– ––– ––– ––– VPS
de Bula - publicação 9. Reações Adversas 0,25 mg e 1,0 mg
no Bulário RDC 60/12
10756 - SIMILAR -
Notificação de I - Identificação do Medicamento Comprimidos de 0,125 mg,
24/09/2020 3266750/20-7 alteração de texto de ––– ––– ––– ––– VP / VPS
(Frase intercambialidade) 0,25 mg e 1,0 mg bula para adequação a intercambialidade
10457 - SIMILAR -
Inclusão Inicial de Inclusão Inicial de Texto de Bula no Comprimidos de 0,125 mg,
24/09/2020 3265576/20-2 Texto de Bula - ––– ––– ––– ––– VP / VPS
Bulário Eletrônico da ANVISA 0,25 mg e 1,0 mg publicação no Bulário RDC 60/12
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 28 de mai. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.