Posologia (resumo)
Doenças crônicas (distúrbios endócrinos, afecções reumáticas crônicas, estados edematosos, doenças respiratórias e gastrintestinais, dermatológicas e hematológicas)
Iniciar com 0,5 a 1mg por dia, aumentando gradualmente até a menor dose capaz de promover o alívio sintomático, administrado em duas, três ou quatro vezes por dia.
Hiperplasia supra-renal congênita
Dose usual diária de 0,5 a 1,5mg.
Doenças agudas não-fatais (estados alérgicos, doenças oftálmicas e afecções reumáticas agudas e subagudas)
Posologia de 2 a 3mg por dia, podendo ser necessárias doses mais altas em alguns pacientes.
Doenças crônicas potencialmente fatais (lupus eritematoso sistêmico, pênfigo e sarcoidose sintomática)
Posologia inicial de 2 a 4,5mg por dia, podendo ser necessárias doses mais altas em alguns pacientes.
Doenças agudas envolvendo risco de vida (cardite reumática aguda, crise de lupus eritematoso sistêmico, reações alérgicas graves, pênfigo, neoplasias)
Posologia inicial de 4 a 10mg por dia, administrados em pelo menos quatro doses fracionadas.
Edema cerebral (terapia de manutenção)
2mg, 2 ou 3 vezes ao dia.
Síndrome adrenogenital (crianças)
0,5mg a 1,5mg por dia.
Terapêutica maciça (leucemia aguda, síndrome nefrótica e pênfigo)
10 a 15mg por dia.
Teste para síndrome de Cushing (opção 1)
1,0mg às 23 horas.
Teste para síndrome de Cushing (opção 2)
0,5mg a cada 6 horas, durante 48 horas.
Teste para distinguir síndrome de Cushing (ACTH hipofisário vs outras causas)
2,0mg a cada 6 horas, durante 48 horas.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 16 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (BEXETON® Geolab Indústria Farmacêutica S/A Elixir 0,1mg/mL V.06_06/2026). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado ao tratamento de condições nas quais os efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores (diminuição da atividade de defesa do organismo) dos corticosteroides (classe medicamentosa de dexametasona) são desejados, incluindo distúrbios reumáticos/artríticos, cutâneos (da pele), oculares, glandulares, pulmonares, sanguíneos e gastrintestinais.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Bexeton® é um glicocorticoide sintético usado principalmente por seus potentes efeitos anti-inflamatórios. Embora sua atividade anti-inflamatória seja acentuada, mesmo com doses baixas, seu efeito no metabolismo eletrolítico (das substâncias eletrolíticas como os sais do organismo) é leve. Bexeton® é usado principalmente em afecções alérgicas e inflamatórias e outras doenças que respondem aos glicocorticoides.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Bexeton® é contraindicado nos casos de infecções fúngicas sistêmicas (infecções no organismo causadas por fungos), hipersensibilidade (alergia) a sulfitos ou a qualquer outro componente do medicamento e administração de vacinas de vírus vivo (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
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Deve-se utilizar a menor dose possível de corticosteroides para controlar afecção em tratamento e, quando possível a redução posológica, esta deve ser gradual. Os corticosteroides podem exacerbar infecções fúngicas (por fungos) sistêmicas e, portanto, não devem ser usados na presença de tais infecções a menos que sejam necessárias para controlar reações da droga devido à anfotericina B (medicamento usado para inibir o crescimento dos fungos). Além disso, existem casos relatados em que o uso concomitante de anfotericina B e hidrocortisona foi seguido de aumento do coração e insuficiência congestiva (incapacidade do coração de efetuar as suas funções de forma adequada). Relatos da literatura sugerem uma aparente associação entre o uso de corticosteroides e ruptura da parede livre do ventrículo esquerdo após infarto recente do miocárdio; portanto, terapêutica com corticosteroides deve ser utilizada com muita cautela nestes pacientes. Doses médias e grandes de hidrocortisona ou cortisona podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e maior excreção de potássio. Tais efeitos são menos prováveis de ocorrerem com os derivados sintéticos (dexametasona), salvo quando se utilizam grandes doses. Pode ser necessária a restrição dietética de sal e suplementação de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de cálcio. A insuficiência adrenocortical secundária induzida por drogas pode resultar da retirada muito rápida de corticosteroide e pode ser minimizada pela redução posológica gradual. Este tipo de insuficiência relativa pode persistir por meses após a cessação do tratamento. Por isso, em qualquer situação de estresse que ocorra durante esse período, deve-se reinstituir a terapia corticosteroide ou pode haver a necessidade de aumentar a posologia em uso. Dada a possibilidade de prejudicar a secreção mineralocorticoide, deve-se administrar conjuntamente sal e/ou mineralocorticoide. Após terapia prolongada, a retirada dos corticosteroides pode resultar em síndrome da retirada de corticosteroides, compreendendo febre, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações) e mal-estar. Isso pode ocorrer mesmo em pacientes sem sinais de insuficiência das suprarrenais (glândula responsável pela produção de alguns hormônios). A administração das vacinas com vírus vivos é contraindicada caso esteja recebendo doses imunossupressoras de corticosteroides. Se forem administradas vacinas com vírus ou bactérias inativadas em indivíduos recebendo doses imunossupressoras de corticosteroides, a resposta esperada de anticorpos séricos pode não ser obtida. Entretanto, podese realizar processos de imunização em pacientes que estejam recebendo corticosteroides como terapia de substituição como na doença de Addison (doença rara em que as glândulas adrenais não produzem hormônio cortisol e, algumas vezes, a aldosterona, em quantidade suficiente). O uso de Bexeton® na tuberculose ativa deve restringir-se aos casos de doença fulminante ou disseminada, em que se usa o corticosteroide para o controle da doença, em conjunto com o adequado tratamento antituberculoso. Se houver indicação de corticosteroides em pacientes com tuberculose latente ou reação à tuberculina, torna-se necessária estreita observação, dada a possibilidade de ocorrer reativação da moléstia. Durante tratamento corticosteroide prolongado, esses pacientes devem receber quimioprofilaxia. Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. Os esteroides devem ser utilizados com cautela em colite ulcerativa inespecífica (inflamação dos intestinos com formação de feridas), se houver probabilidade de iminente perfuração, abscessos ou outras infecções piogênicas (com pus), diverticulite (inflamação de parte do intestino grosso), anastomose intestinal recente (ligação de partes do intestino), úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal (dos rins), hipertensão (aumento da pressão arterial), osteoporose e miastenia grave (doença que acomete os nervos e músculos causando cansaço). Sinais de irritação do peritônio, após perfuração gastrintestinal, em pacientes recebendo grandes doses de corticosteroides, podem ser
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mínimos ou ausentes. Tem sido relatada embolia gordurosa (rompimento de vasos com mistura da medula óssea com o sangue, obstruindo os vasos capilares) como possível complicação do hipercortisonismo (aumento da produção do hormônio cortisol). Nos pacientes com hipotireoidismo (diminuição da função da tireoide) e nos cirróticos há maior efeito dos corticosteroides. Em alguns pacientes os esteroides podem aumentar ou diminuir a motilidade (movimento) e o número de espermatozoides. Os corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. Na malária cerebral, o uso de corticosteroides está associado ao prolongamento do coma e a uma maior incidência de pneumonia e sangramento gastrintestinal. Os corticosteroides podem ativar a amebíase latente. O uso prolongado dos corticosteroides pode produzir catarata subcapsular posterior (opacidade na parte superior do cristalino), glaucoma (aumento da pressão intraocular) com possível lesão dos nervos ópticos e estimular o estabelecimento de infecções oculares secundárias devidas a fungos ou vírus. Os corticosteroides devem ser usados com cuidado em pacientes com herpes simples oftálmica devido à possibilidade de perfuração corneana. Gravidez e lactação Não há estudos controlados suficientes com dexametasona em mulheres grávidas para assegurar a segurança do uso deste medicamento durante a gestação. Desta forma, o seu uso durante a gravidez ou na mulher em idade fértil requer que os benefícios previstos sejam confrontados com os possíveis riscos para a mãe e o embrião ou feto. Crianças nascidas de mães que durante a gravidez tenham recebido doses substanciais de corticosteroides devem ser cuidadosamente observadas quanto a sinais de hipoadrenalismo. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Os corticosteroides aparecem no leite materno e podem inibir o crescimento, interferir na produção endógena de corticosteroides ou causar outros efeitos indesejáveis. Mães que utilizam doses farmacológicas de corticosteroides devem ser advertidas no sentido de não amamentarem. Bexeton® não deve ser usado durante a amamentação, exceto sob orientação médica. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê. Populações especiais As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, crianças e outros grupos de risco. As crianças de qualquer idade, em tratamento prolongado de corticosteroides, devem ser cuidadosamente observadas quanto ao seu crescimento e desenvolvimento. Este medicamento pode causar doping. Alguns efeitos adversos relatados com o uso de dexametasona podem afetar a capacidade de alguns pacientes de conduzir veículos ou operar máquinas. Este medicamento contém 4,75% de álcool (etanol) e pode causar intoxicação, especialmente em crianças.
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Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico. Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração no seu estado de saúde. Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento imunossupressor.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Bexeton® dever ser armazenado em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
Bexeton® apresenta-se na forma solução límpida, de coloração vermelha, odor de cereja e menta e isenta de partículas estranhas.
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Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Bexeton® deve ser tomado por via oral. A segurança e eficácia de Bexeton somente é garantida na administração por via oral. Bexeton® deve ser utilizado apenas sob orientação médica. O tratamento é regido pelos seguintes princípios gerais: as necessidades posológicas são variáveis e individualizadas segundo a gravidade da moléstia e a sua resposta. A dose inicial usual varia de 0,75 a 15mg por dia, dependendo da doença que está sendo tratada (para os lactentes e demais crianças as doses recomendadas terão, usualmente, de ser reduzidas, mas a posologia deve ser ditada mais pela gravidade da afecção que pela idade ou peso corpóreo). A terapia corticosteroide é adjuvante, e não-substituta à terapia convencional adequada, que deve ser instituída segundo a indicação. Deve-se reduzir a posologia ou cessar gradualmente o tratamento, quando a administração for mantida por mais do que alguns dias. Em afecções agudas em que é urgente o alívio imediato, são permitidas grandes doses e podem ser imperativas por um curto período. Quando os sintomas tiverem sido suprimidos adequadamente, a posologia deve ser mantida na mínima quantidade capaz de proporcionar alívio sem excessivos efeitos hormonais. Durante tratamento prolongado deve-se proceder, em intervalos regulares, a exames clínicos de rotina tais como: o exame de urina, a glicemia duas horas após refeição, a determinação da pressão arterial e do peso corpóreo, e a radiografia do tórax. Quando se utilizam grandes doses são aconselháveis determinações periódicas do potássio sérico. Com adequado ajuste posológico, desde que orientado pelo médico, os pacientes podem mudar de qualquer outro glicocorticoide para Bexeton®. Caso pare de tomar Bexeton® após terapia prolongada, você poderá experimentar sintomas de dependência incluindo febre, dor muscular, dor nas articulações e desconforto geral. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Deve-se tomar Bexeton® conforme a prescrição. Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem duplicar a dose. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A literatura cita as seguintes reações adversas, sem frequência conhecida:
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Distúrbios líquidos e eletrolíticos: retenção de sódio, retenção de líquido, insuficiência cardíaca congestiva em pacientes suscetíveis, perda de potássio, alcalose hipocalêmica e hipertensão (aumento da pressão arterial) e síndrome de lise tumoral. Musculoesqueléticas: fraqueza muscular, miopatia esteroide (doença muscular), perda de massa muscular, osteoporose (doença que atinge os ossos), fraturas por compressão vertebral, necrose asséptica das cabeças femorais e umerais, fratura patológica dos ossos longos e ruptura de tendão. Gastrintestinais: úlcera péptica com eventual perfuração e hemorragia subsequentes, perfuração de intestino grosso e delgado, particularmente em pacientes com doença intestinal inflamatória, pancreatite (inflamação do pâncreas), distensão abdominal e esofagite ulcerativa (inflamação do esôfago com formação de ferida). Dermatológicos: retardo na cicatrização de feridas, adelgaçamento e fragilidade da pele, acne (espinha), petéquias e equimoses (manchas vermelhas na pele), eritema (vermelhidão), hipersudorese (aumento do suor), possível supressão das reações aos testes cutâneos, reações cutâneas outras, tais como: dermatite alérgica (reação alérgica da pele), urticária (erupção na pele causando coceira) e edema angioneurótico (inchaço súbito da pele e membranas causando coceira e vermelhidão). Neurológicos: convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral, geralmente após tratamento), vertigem (enjoo), cefaleia (dor de cabeça) e distúrbios psíquicos. Psiquiátricos: depressão, euforia e distúrbios psicóticos. Endócrinos: irregularidades menstruais, desenvolvimento de estado cushingóide (caracterizado pela face arredondada e distribuição irregular de gordura), supressão do crescimento da criança, ausência secundária da resposta adrenocortical e hipofisária, mormente por ocasião de "estresse", como nos traumas na cirurgia ou nas enfermidades, porfiria, hiperglicemia (aumento da glicose), diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestação do diabete melito latente, aumento das necessidades de insulina ou de agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos e hirsutismo (crescimento excessivo de pelos). Oftálmicos: catarata subcapsular posterior, aumento da pressão intraocular (dentro do olho), glaucoma e exoftalmia (olhos saltados). Metabólicos: balanço nitrogenado negativo devido a catabolismo proteico. Imunológicos: imunossupressão, reação anafilactóide e candidíase orofaríngea. Hematológico: diminuição da contagem de linfócitos e contagem anormal de monócitos. Cardiovasculares: ruptura do miocárdio após infarto recente do miocárdio (vide item "4. O que devo saber antes de usar este medicamento?"). Outros: hipersensibilidade, tromboembolia, aumento de peso, aumento de apetite, náusea, mal-estar e soluços. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO? São raros os relatos de toxicidade aguda e/ou morte por superdosagem de glicocorticoides. Para a eventualidade de ocorrer superdosagem não há antídoto específico; o tratamento é de suporte e sintomático. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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Informações técnicas (profissionais de saúde)
Interações medicamentosas:
-
Medicamento-medicamento
-
Gravidade: Moderada
Efeito da interação: deve ser utilizado cautelosamente na hipoprotrombinemia (risco aumentado de hemorragia). Medicamento: ácido acetilsalicílico. Efeito da interação: diminuição da eficácia de dexametasona. Medicamento: fenitoína, fenobarbital, rifampicina.
- Medicamento-exame laboratorial e não laboratorial
A difenil-hidantoína (fenitoína), o fenobarbital, a efedrina e a rifampicina podem acentuar a depuração metabólica (metabolismo) dos corticosteroides, suscitando redução dos níveis sanguíneos e diminuição de sua atividade fisiológica, o que exigirá ajuste na posologia do corticosteroide. Essas interações podem interferir nos testes de inibição da dexametasona, que deverão ser interpretados com cautela durante a administração destas drogas. Foram relatados resultados falsos-negativos no teste de supressão da dexametasona em pacientes tratados com indometacina. Além disso, os corticosteroides podem afetar os testes de nitroazultetrazol (NBT) para infecção bacteriana, produzindo falsos resultados negativos. O tempo de protrombina deve ser verificado frequentemente caso esteja recebendo simultaneamente corticosteroides e anticoagulantes cumarínicos, dadas as referências de que os corticosteroides têm alterado a resposta a estes anticoagulantes. Quando os corticosteroides são administrados simultaneamente com diuréticos espoliadores de potássio, os pacientes devem ser observados estritamente quanto ao seu desenvolvimento de hipocalemia (redução dos níveis de cálcio no sangue). Atenção: Contém o corante vermelho de ponceau. Contém ciclamato de sódio e sacarina sódica (edulcorantes). Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Identificação do medicamento
COMPOSIÇÃO
Cada mL do elixir contém:
dexametasona...............................................................................................................................................................0,1mg Excipientes: glicerol, ácido benzoico, sacarina sódica, álcool etílico, vermelho de ponceau, ciclamato de sódio, essência cereja líquida, essência menta líquida, hidróxido de sódio, ácido cítrico e água purificada.
Dizeres legais
DIZERES LEGAIS
Registro 1.5423.0156
Registrado e Produzido por:
Geolab Indústria Farmacêutica S/A
CNPJ: 03.485.572/0001-04
VP. 1B QD.08-B MÓDULOS 01 A 08 - DAIA - ANÁPOLIS – GO www.geolab.com.br Indústria Brasileira
SAC: 0800 701 6080
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 10/04/2025.
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Anexo B Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/Notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do Número Data do Número Data da Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente Aprovação (VP/VPS) relacionadas
10457 - 10457 -
SIMILAR - SIMILAR - 0,1MG/ML ELX
Inclusão Inicial de Inclusão Inicial de CT FR VD AMB
10/12/2015 1075375/15-3 10/12/2015 1075375/15-3 10/12/2015 Versão Inicial VP
Texto de Bula – Texto de Bula – X 120 ML
RDC 60/12 RDC 60/12 + CP MED
10756 – 10756 – SIMILAR – SIMILAR –
Notificação de Notificação de 0,1MG/ML ELX
Alteração de Alteração de Adequação a CT FR VD AMB
10/12/2015 1076760/15-6 10/12/2015 1076760/15-6 10/12/2015 VP
Texto de Bula Texto de Bula Intercambialidade X 120 ML
Adequação a Adequação a + CP MED
Intercambialidade Intercambialidade
10450 - 10450 -
SIMILAR – SIMILAR –
Notificação de Notificação de 0,1MG/ML ELX
Alteração de Alteração de CT FR VD AMB
25/05/2017 0989035/17-1 25/05/2017 0989035/17-1 25/05/2017 Adequação a bula padrão VP
Texto de Bula Texto de Bula X 120 ML
– RDC 60/12 – RDC 60/12 + CP MED
10450 - 10450 -
SIMILAR – SIMILAR –
Notificação de Notificação de 4. O que devo saber antes de 0,1MG/ML ELX
Alteração de Alteração de usar este medicamento? CT FR VD AMB
09/11/2017 2188166/17-9 09/11/2017 2188166/17-9 09/11/20217 VP
Texto de Bula Texto de Bula Dizeres Legais X 120 ML
– RDC 60/12 – RDC 60/12 + CP MED
V.06_06/2026
10450 - 10450 -
SIMILAR – SIMILAR – Adequações a RDC768/22
Notificação de Notificação de 0,1MG/ML ELX
- Quais os males que este CT FR VD AMB
29/07/2024 1033737/24-1 Alteração de 29/07/2024 1033737/24-1 Alteração de 29/07/2024 VP
Texto de Bula Texto de Bula medicamento pode me causar? X 120 ML
– RDC 60/12 – RDC 60/12 + CP MED
10450 - 10450 - 3. QUANDO NÃO DEVO
SIMILAR – SIMILAR – USAR ESTE
Notificação de Notificação de MEDICAMENTO?
0,1MG/ML ELX
Alteração de Alteração de 4. O QUE DEVO SABER
CT FR VD AMB
09/07/2025 0902375/25-3 Texto de Bula - 09/07/2025 0902375/25-3 Texto de Bula - 09/07/2025 ANTES DE USAR ESTE VP
X 120 ML
publicação no publicação no MEDICAMENTO?
- CP MED
Bulário RDC Bulário RDC - DIZERES LEGAIS
60/12 60/12 - ALTERAÇÕES
EDITORIAIS
10450 - 10450 -
SIMILAR – SIMILAR –
Notificação de Notificação de 4. O QUE DEVO SABER 0,1MG/ML ELX
Alteração de Alteração de ANTES DE USAR ESTE CT FR VD AMB
15/06/2026 --- 15/06/2026 --- 15/06/2026 VP
Texto de Bula - Texto de Bula - MEDICAMENTO? X 120 ML
publicação no publicação no + CP MED
Bulário RDC Bulário RDC
60/12 60/12
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Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 16 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.