Posologia (resumo)
Monoterapia: pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia
Dose inicial de 250 mg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada para 500 mg duas vezes ao dia após duas semanas. A dose pode ser aumentada em 250 mg duas vezes ao dia a cada duas semanas, até o máximo de 1500 mg duas vezes ao dia.
Terapia adjuvante: adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg
Dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia. A dose diária pode ser aumentada para até o máximo de 1500 mg duas vezes ao dia, com ajustes de 500 mg duas vezes ao dia a cada duas a quatro semanas.
Terapia adjuvante: crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg
Dose terapêutica inicial de 10 mg/kg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até 30 mg/kg duas vezes ao dia, com ajustes de 10 mg/kg duas vezes ao dia a cada duas semanas.
Monoterapia: pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia
Dose inicial de 250 mg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada para 500 mg duas vezes ao dia após duas semanas, com incrementos adicionais de 250 mg duas vezes ao dia a cada duas semanas, até o máximo de 1500 mg duas vezes ao dia.
Terapia adjuvante: adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg
Dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até o máximo de 1500 mg duas vezes ao dia, com ajustes de 500 mg duas vezes ao dia a cada duas a quatro semanas.
Terapia adjuvante: crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg
Dose terapêutica inicial de 10 mg/kg duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até 30 mg/kg duas vezes ao dia, com ajustes de 10 mg/kg duas vezes ao dia a cada duas semanas.
Monoterapia (pacientes a partir de 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia)
Dose inicial de 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia, aumentando para 500 mg (5 mL) duas vezes ao dia após duas semanas; dose máxima de 1500 mg (15 mL) duas vezes ao dia.
Terapia adjuvante (adultos e adolescentes de 12 a 17 anos com peso igual ou superior a 50 kg)
Dose inicial de 500 mg (5 mL) duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até 1500 mg (15 mL) duas vezes ao dia.
Terapia adjuvante (bebês a partir de 6 meses, crianças e adolescentes com peso inferior a 50 kg)
Dose inicial de 10 mg/kg (0,1 mL/kg) duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até o máximo de 30 mg/kg (0,3 mL/kg) duas vezes ao dia.
Terapia adjuvante (bebês a partir de 1 mês e menos de 6 meses de idade)
Dose inicial de 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia, podendo ser aumentada até o máximo de 21 mg/kg (0,21 mL/kg) duas vezes ao dia.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 16 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
Informações ao paciente
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Keppra é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.
Keppra é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de:
- crises focais/parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade superior
a 6 anos, com epilepsia;
- crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia
mioclônica juvenil;
- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de
idade com epilepsia idiopática generalizada.
Para bebês e crianças com menos de 20 kg o tratamento deve ser preferencialmente iniciado com Keppra solução oral.
Keppra é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.
Keppra é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de:
- crises focais/parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade superior
a 6 anos, com epilepsia;
- crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia
mioclônica juvenil;
- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de
idade com epilepsia idiopática generalizada.
Para bebês e crianças com menos de 20 kg o tratamento deve ser preferencialmente iniciado com Keppra solução oral.
Keppra é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.
Keppra é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de:
-
crises focais/parciais em adultos, crianças e bebês com idade superior a 1 mês com epilepsia;
-
crises mioclônicas em adultos e adolescentes com idade superior a 12 anos com epilepsia mioclônica
juvenil;
- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos e crianças com mais de 6 anos de idade com
epilepsia idiopática generalizada.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.
O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.
O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve utilizar Keppra se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex. piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
Você não deve utilizar Keppra se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex. piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
Você não deve utilizar Keppra se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex. piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Fale com o seu médico antes de tomar Keppra:
- se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose
deve ser ajustada.
- se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu
médico.
- um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como Keppra teve
pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico.
- se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva,
ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos.
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Keppra deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder.
Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) - foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação (vide item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).
Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatada a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Fale com o seu médico antes de tomar Keppra:
- se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose
deve ser ajustada.
- se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu
médico.
- um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como Keppra teve
pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico.
- se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva,
ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos.
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Keppra deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder.
Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) - foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação (vide item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).
Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatada a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Fale com o seu médico antes de tomar Keppra:
- se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá decidir se a sua dose
deve ser ajustada.
- se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate o seu
médico.
- um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como Keppra teve
pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias suicidas, contate de imediato o seu médico.
- se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade, agitação, raiva,
ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos.
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Keppra devera ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu médico sobre como proceder.
Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos), agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue) - foram descritos em associação com a administração de levetiracetam. Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação (vide item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).
Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatada a falta de eficácia ou o agravamento de crises epilépticas.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Atenção: Contém maltitol (edulcorante).
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESSE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Keppra 250 mg é um comprimido azul, oblongo e gravado com o código “ucb” e “250” em uma das faces.
Keppra 750 mg é um comprimido laranja, oblongo e gravado com o código “ucb” e “750” em uma das faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Keppra 250 mg é um comprimido azul, oblongo e gravado com o código “ucb” e “250” em uma das faces.
Keppra 750 mg é um comprimido laranja, oblongo e gravado com o código “ucb” e “750” em uma das faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar:
Engolir os comprimidos de Keppra com uma quantidade suficiente de líquido (exemplo: um copo com água). A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia. Keppra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de levetiracetam pode ser sentido.
Posologia:
- Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento
de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia:
A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser aumentada ainda em mais 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da sua resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.
- Doses para Terapia adjuvante (combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento
de:
• Crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e crianças
com idade superior a 6 anos, com epilepsia.
• Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com
epilepsia mioclônica juvenil.
• Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6
anos de idade, com epilepsia idiopática generalizada.
Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia. Esta dose pode ser iniciada no primeiro dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser aumentada para até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose podem ser realizados com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia, a cada duas a quatro semanas. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Terapia adjuvante em crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose pode ser aumentada para até 30 mg/kg duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg duas vezes ao dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá orientar sobre ajustes de dose.
O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para você, de acordo com seu peso, idade e dosagem.
Keppra comprimidos não é adaptado para administração a bebês e crianças com menos de 6 anos. Para estas populações, Keppra solução oral é mais apropriado.
Além disso, as miligramagens disponíveis de Keppra em comprimidos não são apropriadas para o tratamento inicial de crianças com menos de 25 kg, para pacientes incapazes de engolir comprimidos e para administração de doses menores que 250 mg. Nestas situações deve ser utilizada a solução oral de Keppra. Para crianças com peso corpóreo igual ou maior que 50 kg a dosagem é a mesma de adultos.
Ajuste de dose para populações especiais:
Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam adequada.
Idosos:
O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal reduzida.
Insuficiência renal (dos rins):
Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com insuficiência renal. Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua dose.
Insuficiência hepática (do fígado):
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.
Duração do tratamento:
O tratamento com Keppra deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Interrupção do tratamento:
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Keppra deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção gradual de Keppra.
O comprimido pode ser partido para facilitar a deglutição, mas não para a divisão de doses.
Modo de usar:
Engolir os comprimidos de Keppra com uma quantidade suficiente de líquido (exemplo: um copo com água). A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia. Keppra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de levetiracetam pode ser sentido.
Posologia:
- Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento
de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia:
A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser aumentada ainda em mais 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da sua resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.
- Doses para Terapia adjuvante (combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento
de:
• Crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e crianças
com idade superior a 6 anos, com epilepsia.
• Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com
epilepsia mioclônica juvenil.
• Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6
anos de idade, com epilepsia idiopática generalizada.
Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia. Esta dose pode ser iniciada no primeiro dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser aumentada para até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose podem ser realizados com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia, a cada duas a quatro semanas. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Terapia adjuvante em crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose pode ser aumentada para até 30 mg/kg duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg duas vezes ao dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá orientar sobre ajustes de dose.
O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para você, de acordo com seu peso, idade e dosagem.
Keppra comprimidos não é adaptado para administração a bebês e crianças com menos de 6 anos. Para estas populações, Keppra solução oral é mais apropriado.
Além disso, as miligramagens disponíveis de Keppra em comprimidos não são apropriadas para o tratamento inicial de crianças com menos de 25 kg, para pacientes incapazes de engolir comprimidos e para administração de doses menores que 250 mg. Nestas situações deve ser utilizada a solução oral de Keppra. Para crianças com peso corpóreo igual ou maior que 50 kg a dosagem é a mesma de adultos.
Ajuste de dose para populações especiais:
Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam adequada.
Idosos:
O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal reduzida.
Insuficiência renal (dos rins):
Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com insuficiência renal. Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua dose.
Insuficiência hepática (do fígado):
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.
Duração do tratamento:
O tratamento com Keppra deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Interrupção do tratamento:
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Keppra deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção gradual de Keppra.
O comprimido pode ser partido para facilitar a deglutição, mas não para a divisão de doses.
Modo de usar:
A solução oral pode ser administrada diretamente ou diluída em água. Keppra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de levetiracetam pode ser sentido. A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia.
-
Instruções para utilização da seringa:
-
Abra o frasco: pressione o fecho e rode no sentido anti-horário (figura 1)
-
Siga estas etapas na primeira vez que tomar Keppra:
-
Remova o adaptador da seringa (figura 2).
-
Coloque o adaptador no gargalo do frasco (figura 3). Certifique-se de que está bem fixado. Não é
necessário remover o adaptador após o uso.
-
Siga estas etapas sempre que tomar Keppra:
-
Coloque a seringa na abertura do adaptador (figura 4).
-
Inverta o frasco (figura 5).
-
Segure o frasco com o gargalo para baixo com uma mão e use a outra para encher a seringa.
-
Puxe o êmbolo para baixo para encher a seringa com uma pequena quantidade da solução (figura 5A).
-
Em seguida, empurre o êmbolo para cima para remover possíveis bolhas de ar (figura 5B).
-
Puxe o êmbolo para baixo até atingir a marca da graduação da seringa que corresponde a quantidade em
mililitros (mL), prescrita pelo seu médico (figura 5C). O êmbolo pode voltar a subir no cilindro na primeira dosagem. Portanto, certifique-se de mantê-lo na posição até que a seringa dosadora seja retirada do frasco.
-
Volte a colocar o frasco com o gargalo para cima (figura 6A). Remova a seringa do adaptador (figura 6B).
-
Despeje o conteúdo da seringa em um copo com água ou no copo/frasco do bebê empurrando o êmbolo
da seringa até o fundo (figura 7).
-
Beba o conteúdo total do copo/mamadeira do bebê.
-
Feche o frasco com a tampa de rosca plástica (não precisa remover o adaptador).
-
Para limpar a seringa, enxágue-a apenas com água fria, movendo o êmbolo várias vezes para cima e para
baixo para aspirar e expelir a água, sem separar os dois componentes (figura 8).
- Guarde o frasco, a seringa e a bula dentro da embalagem.
Posologia:
Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia:
A dose inicial recomendada é de 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 500 mg (5 mL) duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser aumentada ainda em mais 250 mg (2,5 mL) duas vezes ao dia, dependendo da sua resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg (15 mL) duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente de epilepsia.
Doses para Terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) no tratamento de:
-
crises focais/parciais em adultos, crianças e bebês com idade superior a 1 mês com epilepsia;
-
crises mioclônicas em adultos e adolescentes com idade superior a 12 anos com epilepsia mioclônica
juvenil;
- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos e crianças com mais de 6 anos de idade com
epilepsia idiopática generalizada.
Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia (5 mL/duas vezes ao dia). Esta dose pode ser iniciada no primeiro dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser aumentada para até 1500 mg/duas vezes ao dia (15 mL/duas vezes ao dia). Estes ajustes de dose podem ser realizados com aumentos de 500 mg/duas vezes ao dia (5 mL/duas vezes ao dia), a cada duas a quatro semanas. Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Terapia adjuvante em bebês (a partir dos 6 meses ate 23 meses), crianças (2 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 10 mg/ kg peso (0,1mL/kg peso) duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose pode ser aumentada para até 30 mg/kg peso (0,3 mL/kg peso) duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg peso (0,1mL/kg peso) duas vezes ao dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada.
Para crianças com peso corpóreo igual ou maior que 50 kg a dosagem é a mesma de adultos. O médico deverá orientar sobre ajustes de dose.
Recomendações de dose para bebês a partir de 6 meses, crianças e adolescentes, com peso inferior a 50 kg:
Dose inicial: 0,1 mL/kg duas Dose máxima: 0,3 mL/kg duas Peso vezes ao dia vezes ao dia
6 kg (1) 0,6 mL duas vezes ao dia 1,8 mL duas vezes ao dia
10 kg (1) 1,0 mL duas vezes ao dia 3,0 mL duas vezes ao dia
15 kg (1) 1,5 mL duas vezes ao dia 4,5 mL duas vezes ao dia
20 kg (1) 2,0 mL duas vezes ao dia 6,0 mL duas vezes ao dia
25 kg 2,5 mL duas vezes ao dia 7,5 mL duas vezes ao dia
Superior a 50 kg (2) 5,0 mL duas vezes ao dia 15 mL duas vezes ao dia
(1) Crianças com 25 kg ou menos devem preferencialmente iniciar o tratamento com Keppra solução oral (2) Para crianças com peso corpóreo igual ou maior que 50 kg a dosagem é a mesma de adultos.
Terapia adjuvante em bebês (a partir de 1 mês e menos de 6 meses de idade):
A dose terapêutica inicial é de 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia. Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada até o máximo de 21 mg/kg (0,21 mL/kg) duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 7 mg/kg (0,07 mL/kg) duas vezes ao dia a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá orientar sobre ajustes de dose.
Para bebês o tratamento deve ser iniciado com Keppra solução oral.
Recomendações de dose para bebês a partir de 1 mês e menos de 6 meses:
Dose inicial (solução oral): Dose máxima (solução oral): Peso 0,07 mL/kg duas vezes ao dia 0,21 mL/kg duas vezes ao dia
4 kg 0,3 mL duas vezes ao dia 0,85 mL duas vezes ao dia
5 kg 0,35 mL duas vezes ao dia 1,05 mL duas vezes ao dia
7 kg 0,5 mL duas vezes ao dia 1,5 mL duas vezes ao dia
O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para você.
Ajuste de dose para populações especiais:
Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam adequada.
Idosos:
O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal comprometida.
Insuficiência renal (dos rins):
Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com insuficiência renal. Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua dose.
Insuficiência hepática (do fígado):
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.
Duração do tratamento:
O tratamento com Keppra deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Interrupção do tratamento:
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos, Keppra devera ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção gradual de Keppra.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso tenha se esquecido de tomar Keppra:
Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses. Não tome uma dose em dobro para compensar um comprimido que você se esqueceu de tomar.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou do cirurgião-dentista.
Caso tenha se esquecido de tomar Keppra:
Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses. Não tome uma dose em dobro para compensar um comprimido que você se esqueceu de tomar.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou do cirurgião-dentista.
Caso tenha se esquecido de tomar Keppra:
Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses. Não tome uma dose em dobro para compensar uma dose que você se esqueceu de tomar.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou do cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-
dor de cabeça, sonolência;
-
nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-
astenia (fraqueza);
-
fadiga (sensação de cansaço);
-
anorexia* (perda de apetite);
-
depressão, hostilidade, agressividade, insônia, nervosismo, irritabilidade;
-
convulsão, desordem do equilíbrio, tontura, tremor;
-
vertigem (sensação de estar rodando);
-
tosse;
-
dor abdominal, diarreia, dispepsia (indigestão), vômito, náusea;
-
rash (erupção na pele).
- O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com Keppra.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):
-
trombocitopenia (redução do número de plaquetas);
-
aumento de peso;
-
instabilidade emocional/mudança de humor, agitação;
-
amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia cerebelar (impedimento dos movimentos
coordenados), distúrbio de atenção (perda de concentração), prejuízo de memória;
-
diplopia (visão dupla), visão borrada;
-
eczema (inflamação na pele), prurido (coceira na pele);
-
mialgia (dor no músculo);
-
ferimento.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento)
-
infecção;
-
distúrbios de personalidade, pensamento anormal;
-
hipercinesia (hiperatividade).
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-
dor de cabeça, sonolência;
-
nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-
astenia (fraqueza);
-
fadiga (sensação de cansaço);
-
anorexia* (perda de apetite);
-
depressão, hostilidade, agressividade, insônia, nervosismo, irritabilidade;
-
convulsão, desordem do equilíbrio, tontura, tremor;
-
vertigem (sensação de estar rodando);
-
tosse;
-
dor abdominal, diarreia, dispepsia (indigestão), vômito, náusea;
-
rash (erupção na pele).
- O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com Keppra.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):
-
trombocitopenia (redução do número de plaquetas);
-
aumento de peso;
-
instabilidade emocional/mudança de humor, agitação;
-
amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia cerebelar (impedimento dos movimentos
coordenados), distúrbio de atenção (perda de concentração), prejuízo de memória;
-
diplopia (visão dupla), visão borrada;
-
eczema (inflamação na pele), prurido (coceira na pele);
-
mialgia (dor no músculo);
-
ferimento.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento)
-
infecção;
-
distúrbios de personalidade, pensamento anormal;
-
hipercinesia (hiperatividade).
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-
dor de cabeça, sonolência;
-
nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-
astenia (fraqueza);
-
fadiga (sensação de cansaço);
-
anorexia* (perda de apetite);
-
depressão, hostilidade, agressividade, insônia, nervosismo, irritabilidade;
-
convulsão, desordem do equilíbrio, tontura, tremor,;
-
vertigem (sensação de estar rodando);
-
tosse;
-
dor abdominal, diarreia, dispepsia (indigestão), vômito, náusea;
-
rash (erupção na pele).
- O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com Keppra.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):
-
trombocitopenia (redução do número de plaquetas);
-
aumento de peso;
-
instabilidade emocional/mudança de humor, agitação;
-
amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia cerebelar (impedimento dos movimentos
coordenados), distúrbio de atenção (perda de concentração), prejuízo de memória;
-
diplopia (visão dupla), visão borrada;
-
eczema (inflamação na pele), prurido (coceira na pele);
-
mialgia (dor no músculo);
-
ferimento.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento)
-
infecção;
-
distúrbios de personalidade, pensamento anormal;
-
hipercinesia (hiperatividade)
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com Keppra são sonolência, agitação, agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma. Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DESTE MEDICAMENTO?
Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com Keppra são sonolência, agitação, agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma. Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DESTE MEDICAMENTO?
Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com Keppra são sonolência, agitação, agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma. Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Informações técnicas (profissionais de saúde)
Interações medicamentosas:
- Com outros medicamentos antiepilépticos:
Não foi observada interação de Keppra com fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, gabapentina, primidona, topiramato e lamotrigina.
- Com probenecida:
O efeito de Keppra sobre a eliminação da probenecida não foi estudado. O efeito de Keppra sobre medicamentos normalmente eliminados pelos rins, como anti-inflamatórios não esteroidais (ex., diclofenaco e ibuprofeno), sulfonamidas (ex., sulfassalazina e sulfametoxazol) e metotrexato não é conhecido.
- Com contraceptivos orais:
Não foi observada interação entre Keppra e contraceptivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel).
- Com digoxina e varfarina:
Não foi observada interação de Keppra com digoxina e varfarina.
- Com antiácidos:
Não há dados a respeito da influência de antiácidos sobre a absorção de Keppra.
- Com laxantes:
Foram observados relatos isolados de diminuição de eficácia quando o laxante macrogol foi administrado junto com levetiracetam oral. Assim, a administração oral de macrogol não deve ser realizada dentro de 1 hora (antes ou após) da administração de levetiracetam.
- Com alimentos e álcool:
Os alimentos não alteram significativamente o nível de levetiracetam no sangue. Keppra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Como medida de precaução, não ingira bebidas alcoólicas durante o tratamento com Keppra.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Gravidez e Amamentação:
Keppra não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.
Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com Keppra devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que esta grávida, informe o seu médico.
O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com Keppra for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de Keppra e a amamentação devem continuar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:
Keppra pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que Keppra pode fazêlo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas no início do tratamento ou ao aumentar a dose, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Keppra 250 mg: Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e azul de indigotina 132 laca de alumínio.
Keppra 750 mg: Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, amarelo crepúsculo laca de alumínio e óxido de ferro vermelho.
- Com outros medicamentos antiepilépticos:
Não foi observada interação de Keppra com fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, gabapentina, primidona, topiramato e lamotrigina.
- Com probenecida:
O efeito de Keppra sobre a eliminação da probenecida não foi estudado. O efeito de Keppra sobre medicamentos normalmente eliminados pelos rins, como anti-inflamatórios não esteroidais (ex., diclofenaco e ibuprofeno), sulfonamidas (ex., sulfassalazina e sulfametoxazol) e metotrexato não é conhecido.
- Com contraceptivos orais:
Não foi observada interação entre Keppra e contraceptivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel).
- Com digoxina e varfarina:
Não foi observada interação de Keppra com digoxina e varfarina.
- Com antiácidos:
Não há dados a respeito da influência de antiácidos sobre a absorção de Keppra.
- Com laxantes:
Foram observados relatos isolados de diminuição de eficácia quando o laxante macrogol foi administrado junto com levetiracetam oral. Assim, a administração oral de macrogol não deve ser realizada dentro de 1 hora (antes ou após) da administração de levetiracetam.
- Com alimentos e álcool:
Os alimentos não alteram significativamente o nível de levetiracetam no sangue. Keppra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Como medida de precaução, não ingira bebidas alcoólicas durante o tratamento com Keppra.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Gravidez e Amamentação:
Keppra não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.
Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com Keppra devem ser monitoradas pelo médico. Se estiver grávida, ou achar que esta grávida, informe o seu médico.
O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com Keppra for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de Keppra e a amamentação devem continuar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:
Keppra pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que Keppra pode fazêlo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas no início do tratamento ou ao aumentar a dose, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Keppra 250 mg: Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e azul de indigotina 132 laca de alumínio.
Keppra 750 mg: Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, amarelo crepúsculo laca de alumínio e óxido de ferro vermelho.
- Com outros medicamentos antiepilépticos:
Não foi observada interação de Keppra com fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, gabapentina, primidona, topiramato e lamotrigina.
- Com probenecida:
O efeito de Keppra sobre a eliminação da probenecida não foi estudado. O efeito de Keppra sobre medicamentos normalmente eliminados pelos rins, como anti-inflamatórios não esteroidais (ex., diclofenaco e ibuprofeno), sulfonamidas (ex., sulfassalazina e sulfametoxazol) e metotrexato não é conhecido.
- Com contraceptivos orais:
Não foi observada interação entre Keppra e contraceptivos orais (etinilestradiol e levonorgestrel).
- Com digoxina e varfarina:
Não foi observada interação de Keppra com digoxina e varfarina.
- Com antiácidos:
Não há dados a respeito da influência de antiácidos sobre a absorção de Keppra.
- Com laxantes:
Foram observados relatos isolados de diminuição de eficácia quando o laxante macrogol foi administrado junto com levetiracetam oral. Assim, a administração oral de macrogol não deve ser realizada dentro de 1 hora (antes ou após) da administração de levetiracetam.
- Com alimentos e álcool:
Os alimentos não alteram significativamente o nível de levetiracetam no sangue. Keppra pode ser ingerido com ou sem alimentos. Como medida de precaução, não ingira bebidas alcoólicas durante o tratamento com Keppra.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Gravidez e Amamentação:
Keppra não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada. Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.
Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações no organismo durante a gravidez podem afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser prejudicial á mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com Keppra devem ser monitoradas pelo médico.
Se estiver grávida, ou achar que esta grávida, informe o seu médico.
O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com Keppra for necessário durante a amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de Keppra e a amamentação devem continuar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:
Keppra pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que Keppra pode fazêlo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se cautela aos pacientes na execução destas atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas no início do tratamento ou ao aumentar a dose, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
- COMO, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESSE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC).
Após aberto, válido por 7 meses.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Keppra solução oral é um líquido transparente.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Reações adversas com frequências não conhecidas:
- Pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue e plaquetas), com supressão da medula óssea
em alguns casos;
-
Agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);
-
Leucopenia (redução de glóbulos brancos);
-
Neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);
-
Prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma);
-
Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco)
e sintomas sistêmicos, reações anafiláticas;
-
Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
-
perda de peso;
-
suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento,
alucinação, ira, delírio, ansiedade, confusão, ataque de pânico;
- parestesia (sensação de formigamento), coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos,
uniformes e lentos e rápidos), discinesia (movimentos repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar, agravamento das crises epilépticas;
-
teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;
-
alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação da
pele), necrólise epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens-Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;
- fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima creatina-
fosfoquinase no sangue;
-
pancreatite (inflamação do pâncreas);
-
dano renal agudo.
A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.
Casos raros de prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma) foram observados na vigilância pós-comercialização.
Evidências também sugerem uma possível predisposição da população japonesa à síndrome neuroléptica maligna (SNM).
Casos raros de desenvolvimento de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes com histórico subjacente de TOC ou transtornos psiquiátricos foram observados na vigilância pós-comercialização.
As reações de hipersensibilidade (sensibilidade aumentada) ao medicamento (também conhecidas como Reações Medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos, DRESS) foram observadas em pacientes tratados com alguns medicamentos antiepilépticos. Essas reações podem se manifestar de diferentes formas, mas geralmente vêm acompanhadas de febre e erupção na pele, podendo afetar diversos órgãos do corpo. Casos raros foram relatados com o uso de levetiracetam e em caso de suspeita de reação de hipersensibilidade ao medicamento, o levetiracetam deve ser descontinuado.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações adversas indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
- Pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue e plaquetas), com supressão da medula óssea
em alguns casos;
-
Agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);
-
Leucopenia (redução de glóbulos brancos);
-
Neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);
-
Prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma);
-
Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco)
e sintomas sistêmicos, reações anafiláticas;
-
Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
-
perda de peso;
-
suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento,
alucinação, ira, delírio, ansiedade, confusão, ataque de pânico;
- parestesia (sensação de formigamento), coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos,
uniformes e lentos e rápidos), discinesia (movimentos repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar, agravamento das crises epilépticas;
-
teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;
-
alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação da
pele), necrólise epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens-Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;
- fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima creatina-
fosfoquinase no sangue;
-
pancreatite (inflamação do pâncreas);
-
dano renal agudo.
A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.
Casos raros de prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma) foram observados na vigilância pós-comercialização.
Evidências também sugerem uma possível predisposição da população japonesa à síndrome neuroléptica maligna (SNM).
Casos raros de desenvolvimento de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes com histórico subjacente de TOC ou transtornos psiquiátricos foram observados na vigilância pós-comercialização.
As reações de hipersensibilidade (sensibilidade aumentada) ao medicamento (também conhecidas como Reações Medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos, DRESS) foram observadas em pacientes tratados com alguns medicamentos antiepilépticos. Essas reações podem se manifestar de diferentes formas, mas geralmente vêm acompanhadas de febre e erupção na pele, podendo afetar diversos órgãos do corpo. Casos raros foram relatados com o uso de levetiracetam e em caso de suspeita de reação de hipersensibilidade ao medicamento, o levetiracetam deve ser descontinuado.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações adversas indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
- Pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue), com supressão da medula óssea em alguns
casos;
-
Agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);
-
Leucopenia (redução de glóbulos brancos);
-
Neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);
-
Prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma);
-
Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo branco)
e sintomas sistêmicos, reações anafiláticas;
-
Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
-
perda de peso;
-
suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento,
alucinação, ira, delírio, ansiedade, confusão, ataque de pânico;
- parestesia (sensação de formigamento), coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos,
uniformes e lentos e rápidos), discinesia (movimentos repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar, agravamento das crises epilépticas;
-
teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;
-
alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação da
pele), necrólise epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens-Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;
- fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima creatina-
fosfoquinase no sangue;
-
pancreatite (inflamação do pâncreas);
-
dano renal agudo.
A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.
Casos raros de prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma) foram observados na vigilância pós-comercialização.
Evidências também sugerem uma possível predisposição da população japonesa à síndrome neuroléptica maligna (SNM).
Casos raros de desenvolvimento de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes com histórico subjacente de TOC ou transtornos psiquiátricos foram observados na vigilância pós-comercialização.
As reações de hipersensibilidade (sensibilidade aumentada) ao medicamento (também conhecidas como Reações Medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos, DRESS) foram observadas em pacientes tratados com alguns medicamentos antiepilépticos. Essas reações podem se manifestar de diferentes formas, mas geralmente vêm acompanhadas de febre e erupção na pele, podendo afetar diversos órgãos do corpo. Casos raros foram relatados com o uso de levetiracetam e em caso de suspeita de reação de hipersensibilidade ao medicamento, o levetiracetam deve ser descontinuado.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações adversas indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
Identificação do medicamento
I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Keppra (levetiracetam)
Keppra (levetiracetam)
Keppra (levetiracetam)
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 250 mg em embalagens com 30 ou 60 comprimidos.
Comprimidos revestidos de 750 mg em embalagens com 30 ou 60 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS
Comprimidos revestidos de 250 mg em embalagens com 30 ou 60 comprimidos.
Comprimidos revestidos de 750 mg em embalagens com 30 ou 60 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS
Frasco de vidro âmbar contendo 150 mL de solução (100 mg/mL), acompanhado de uma seringa de 5 mL para administração.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 1 MÊS
COMPOSIÇÃO
Keppra 250 mg
Cada comprimido revestido contém 250 mg de levetiracetam. Excipientes: croscarmelose sódica, macrogol 6000, dióxido de silício, estearato de magnésio e Opadry 85F20694 Azul. Composição do Opadry 85F20694 Azul: álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado), dióxido de titânio, macrogol 3350, talco e corante azul de indigotina 132 laca de alumínio.
Keppra 750 mg
Cada comprimido revestido contém 750 mg de levetiracetam. Excipientes: croscarmelose sódica, macrogol 6000, dióxido de silício, estearato de magnésio e Opadry 85F23452 Laranja. Composição do Opadry 85F23452 Laranja: álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado), dióxido de titânio, macrogol 3350, talco, corante amarelo crepúsculo laca de alumínio e óxido de ferro vermelho.
Keppra 250 mg
Cada comprimido revestido contém 250 mg de levetiracetam. Excipientes: croscarmelose sódica, macrogol 6000, dióxido de silício, estearato de magnésio e Opadry 85F20694 Azul. Composição do Opadry 85F20694 Azul: álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado), dióxido de titânio, macrogol 3350, talco e corante azul de indigotina 132 laca de alumínio.
Keppra 750 mg
Cada comprimido revestido contém 750 mg de levetiracetam. Excipientes: croscarmelose sódica, macrogol 6000, dióxido de silício, estearato de magnésio e Opadry 85F23452 Laranja. Composição do Opadry 85F23452 Laranja: álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado), dióxido de titânio, macrogol 3350, talco, corante amarelo crepúsculo laca de alumínio e óxido de ferro vermelho.
Cada mL da solução oral contém 100 mg de levetiracetam. Excipientes: metilparabeno, propilparabeno, maltitol, citrato de sódio, ácido cítrico monoidratado, glicirrizato de amônio, glicerol (85%), acessulfame de potássio, flavorizante sabor uva e água purificada.
Dizeres legais
III) DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Registro: 1.2361.0083
Produzido por:
UCB Farchim SA Bulle - Suiça
Importado e Registrado por:
UCB Biopharma Ltda São Paulo - SP
C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14
☎ SAC 0800 016 66 13 ✉ ucbcares.br@ucb.com
R31_Dezembro/2025
VERSÃO PARA O MERCADO PÚBLICO
KEPPRA® levetiracetam
USO SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO
Registro: 1.2361.0083
Produzido por:
UCB Farchim SA Bulle - Suiça
Importado e Registrado por:
UCB Biopharma Ltda São Paulo - SP
C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14
☎ SAC 0800 016 66 13 ✉ ucbcares.br@ucb.com
R31_Dezembro/2025
KEPPRA
UCB Biopharma Ltda
Solução oral 100 mg/mL
KEPPRA® levetiracetam
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Registro: 1.2361.0083
Produzido por:
NextPharma SAS Limay - França
Importado e Registrado por:
UCB Biopharma Ltda São Paulo - SP
C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14
☎ SAC 0800 016 66 13 ✉ ucbcares.br@ucb.com
R28_Dezembro/2025
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
10451 -
11089 - RDC
MEDICAMENTO I) IDENTIFICAÇÃO
73/2016 - 100 MG/ML SOL
NOVO - DO MEDICAMENTO
NOVO - OR CT FR VD
14/08/2025 1077125/25-9 Notificação de 22/04/2025 0538291/25-2 10/08/2015 VP e VPS AMB 150 ML+
Mudança
Alteração de 8. POSOLOGIA E SER 5 ML
relacionada ao Texto de Bula - MODO DE USAR Acessório
RDC 60/12
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
Petição 5. ADVERTÊNCIAS E REV CT BL AL
Petição Atual Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
Atual PRECAUÇÕES Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
Histórico de alteração da bula
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações das bulas
Data do Número do Data do Número do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
10458 - 1458 -
Medicamento Medicamento Novo - Inclusão Novo -
28/01/2016 1210158/16-3 12/04/2013 0283603/13-3 10/08/2015 - - -
Inicial de Texto Registro de de Bula - RDC Medicamento 60/12 Novo
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 8. POSOLOGIA E 30
NOVO - MODO DE USAR 750 MG COM
REV CT BL AL
23/03/2016 1395764/16-3 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
Alteração de 9. REAÇÕES 60
Texto de Bula - ADVERSAS 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 5. ADVERTÊNCIAS E 30
NOVO - PRECAUÇÕES 750 MG COM
REV CT BL AL
21/12/2016 2627086/16-2 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
Alteração de 9. REAÇÕES 60
Texto de Bula - ADVERSAS 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
- REAÇÕES REV CT BL AL
28/04/2017 0740158/17-2 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
ADVERSAS Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
- REAÇÕES REV CT BL AL
14/06/2017 1183722/17-5 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
ADVERSAS Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 9. REAÇÕES 30
NOVO - ADVERSAS 750 MG COM
REV CT BL AL
13/04/2018 0286325/18-1 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
Alteração de III - DIZERES 60
Texto de Bula - LEGAIS 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
- ADVERTÊNCIAS E REV CT BL AL
26/04/2019 0375630/19-1 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
PRECAUÇÕES
Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
- O QUE DEVO PVC TRANS X
SABER ANTES DE 30
USAR ESTE 750 MG COM
MEDICAMENTO? REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
- ADVERTÊNCIAS E 750 MG COM
NOVO -
PRECAUÇÕES REV CT BL AL
12/12/2019 3433653/19-2 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
Alteração de 60
- REAÇÕES
Texto de Bula - 250 MG COM
ADVERSAS REV CT BL AL
RDC 60/12
PVC TRANS X
III - DIZERES 60
LEGAIS 100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
Inclusão das REV CT BL AL Concentrações 500mg e PVC TRANS X 60 1000mg (Comprimidos
250 MG COM
Revestidos) REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO APRESENTAÇÕES 60
NOVO - 100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
13/03/2020 0767972/20-6 Notificação de COMPOSIÇÃO VP e VPS AMB 150 ML+
Alteração de SER 3 ML 500
Texto de Bula - 7. CUIDADOS DE MG COM REV
RDC 60/12 ARMAZENA-MENTO CT BL AL PLAS
PVC TRANS X
DO MEDICAMENTO
30
500 MG COM
III - DIZERES REV CT BL AL
LEGAIS PLAS PVC
TRANS X 60
1000 MG COM
REV CT BL AL
PLAS PVC
TRANS X 30
1000 MG COM
REV CT BL AL
PLAS PVC
TRANS X 60
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
- REAÇÕES REV CT BL AL
23/04/2020 1249086/20-5 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
ADVERSAS Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
- QUAIS OS MALES 750 MG COM
NOVO -
QUE ESTE REV CT BL AL
01/06/2020 1732685/20-1 Notificação de - - - - VP
MEDICAMENTO PVC TRANS X
Alteração de 60 PODE ME CAUSAR? Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 5. ADVERTÊNCIAS E 30
NOVO - PRECAUÇÕES 750 MG COM
REV CT BL AL
12/03/2021 0970194/21-0 Notificação de - - - - e VP e VPS PVC TRANS X
Alteração de 9. REAÇÕES 60
Texto de Bula - ADVERSAS 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
10451 - 750 MG COM
MEDICAMENTO REV CT BL AL
NOVO - PVC TRANS X
- POSOLOGIA E 30
30/06/2021 2537094/21-2 Notificação de - - - - VP e VPS 750 MG COM
MODO DE USAR
Alteração de REV CT BL AL Texto de Bula - PVC TRANS X
RDC 60/12 60
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
- ADVERTÊNCIAS E REV CT BL AL
15/06/2022 4303167/22-3 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
PRECAUÇÕES
Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
- REAÇÕES REV CT BL AL
03/10/2022 4774590/22-3 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
ADVERSAS Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
750 MG COM
REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 30
NOVO - 750 MG COM
- REAÇÕES REV CT BL AL
12/04/2024 0465684/24-6 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
ADVERSAS Alteração de 60 Texto de Bula - 250 MG COM
RDC 60/12 REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
100 MG/ML SOL
OR CT FR VD
AMB 150 ML+
SER 3 ML
250 MG COM
REV CT BL AL
PVC TRANS X
30
I) IDENTIFICAÇÃO
750 MG COM
DO MEDICAMENTO REV CT BL AL
10451 - PVC TRANS X
MEDICAMENTO 5. ADVERTÊNCIAS E 30
NOVO - PRECAUÇÕES 750 MG COM
REV CT BL AL
31/07/2024 1049100/24-7 Notificação de - - - - VP e VPS PVC TRANS X
Alteração de 7. CUIDADOS DE 60
Texto de Bula - ARMAZENAMENTO 250 MG COM
RDC 60/12 DO MEDICAMENTO REV CT BL AL
PVC TRANS X
60
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 15 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica.