Posologia (resumo)
Infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco agudo)
Dose inicial de 100 a 300mg (esmagado ou mastigado) assim que houver suspeita; dose de manutenção de 100 a 300mg por dia, por 30 dias.
Antecedente de infarto do miocárdio (ataque cardíaco)
100 a 300mg por dia.
Prevenção secundária de derrame (acidente vascular cerebral)
100 a 300mg por dia.
Pacientes com ataques isquêmicos transitórios (AIT)
100 a 300mg por dia.
Pacientes com angina de peito estável e instável
100 a 300mg por dia.
Prevenção do tromboembolismo após cirurgia vascular ou intervenções
100 a 300mg por dia.
Prevenção de trombose venosa profunda e embolia pulmonar
100 a 200mg por dia ou 300mg em dias alternados.
Redução do risco de primeiro infarto do miocárdio (ataque cardíaco)
100mg por dia ou 300mg em dias alternados.
Infarto agudo do miocárdio (dose inicial)
Tomar dose inicial de 100 a 300 mg, esmagada ou mastigada, assim que houver suspeita de infarto.
Infarto agudo do miocárdio (manutenção)
Tomar 100 a 300 mg por dia, por 30 dias após o infarto, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Antecedente de infarto do miocárdio
Tomar 100 a 300 mg por dia, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Prevenção secundária de acidente vascular cerebral
Tomar 100 a 300 mg por dia, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Pacientes com ataques isquêmicos transitórios (AIT)
Tomar 100 a 300 mg por dia, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Pacientes com angina pectoris estável e instável
Tomar 100 a 300 mg por dia, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Prevenção do tromboembolismo após cirurgia vascular ou intervenções
Tomar 100 a 300 mg por dia, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Profilaxia de trombose venosa profunda e embolia pulmonar
Tomar 100 a 200 mg por dia ou 300 mg em dias alternados, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Redução do risco de primeiro infarto do miocárdio
Tomar 100 mg por dia ou 300 mg em dias alternados, pelo menos 30 minutos antes das refeições com bastante água.
Resumo da posologia extraído automaticamente por IA da bula oficial registrada na ANVISA, em 12 de jun. de 2026. É um material informativo: consulte a bula completa e siga sempre a orientação do seu médico ou farmacêutico. Não use como única referência de dose.
Bula do medicamento
PDF oficial ANVISA recortado para esta apresentação (AAS® Protect (ácido acetilsalicílico) Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. Comprimido revestido de liberaç). A bula original completa segue disponível na seção Registro ANVISA.
Informações ao paciente
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
Antes de iniciar o uso de um medicamento, é importante ler as informações contidas na bula, verificar o prazo de validade e a integridade da embalagem. Mantenha a bula do produto sempre em mãos para qualquer consulta que se faça necessária.
Leia com atenção as informações presentes na bula antes de usar o produto, pois ela contém informações importantes. Você também encontrará informações sobre o uso adequado do medicamento. Converse com o seu médico para obter mais esclarecimentos sobre a ação do produto e sua utilização.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
AAS® Protect é indicado para diminuir o agrupamento das plaquetas, e desta forma, prevenir o desenvolvimento de coágulos. AAS® Protect deve ser utilizado em adultos:
• Para reduzir o risco de morte em pacientes com suspeita de ataque cardíaco agudo (infarto agudodo miocárdio);
• Para reduzir o risco de novo ataque cardíaco (infarto do miocárdio) e o risco de morte por doença relacionada ao
coração, em pacientes que já sofreram um ataque cardíaco (infarto do miocárdio);
• Para prevenção de repetição de derrame (acidente vascular cerebral - AVC);
• Para reduzir o risco de ataques isquêmicos transitórios e derrame (acidente vascular cerebral - AVC) em pacientes
com ataque isquêmico transitório;
• Para reduzir o risco de doença relacionada ao coração e de morte em pacientes com repetidos episódios de dor no
peito e dor súbita inesperada no peito (angina de peito estável e instável);
• Para prevenção de coágulos sanguíneos nas artérias (tromboembolismo), após cirurgia vascular ou outros
procedimentos médicos, como por exemplo, angioplastia;
• Para prevenção de coágulos sanguíneos nas veias (trombose venosa profunda) ou nos vasos sanguíneos do pulmão
(embolia pulmonar), após imobilização prolongada, por exemplo, após cirurgia de grande porte;
• Para reduzir o risco de ter um primeiro ataque cardíaco (infarto do miocárdio) em pessoas com risco de sofrer um
ataque cardíaco. Nota: este medicamento não é adequado para o tratamento da dor.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
AAS® Protect contém a substância ativa ácido acetilsalicílico. O ácido acetilsalicílico tem, entre outras, a capacidade de evitar o agrupamento das plaquetas, componentes do sangue que agem na formação dos coágulos sanguíneos. Ao inibir o agrupamento das plaquetas, o ácido acetilsalicílico previne a formação de coágulos (trombos) nos vasos sanguíneos, evitando assim certas doenças cardiovasculares.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não tome AAS® Protect se:
- for alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a outros salicilatos ou a qualquer um dos componentes do medicamento (se
não tiver certeza se é alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico);
- já teve crise de asma ou outra reação alérgica induzida pelo uso de medicamentos para dor, febre ou inflamação
(salicilatos ou outras substâncias semelhantes, especialmente anti-inflamatórios não-esteroidais);
-
tiver úlceras do estômago ou do intestino (úlceras gastrintestinais agudas);
-
tiver tendência para sangramentos (diátese hemorrágica);
-
tiver uma insuficiência grave dos rins;
-
tiver uma insuficiência grave do fígado;
-
tiver uma insuficiência grave do coração;
-
estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15mg por semana (vide “O que devo saber
antes de usar este medicamento? - Interações Medicamentosas”);
- estiver no último trimestre de gravidez (vide “Gravidez e Amamentação” no item “4. O que devo saber antes de usar
este medicamento?”).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções Nos seguintes casos AAS® Protect só deve ser usado em caso de absoluta necessidade e sob cuidados especiais. Consulte um médico se alguma das situações abaixo for o seu caso ou já se aplicou no passado.
-
alergia a outros medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antirreumáticos ou presença de outrasalergias;
-
úlceras gastrintestinais (úlceras do estômago ou intestino), incluindo crônicas ou recorrentes ou sangramento
gastrointestinal;
- uso de medicamentos anticoagulantes (medicamentos para evitar o coágulo sanguíneo) (vide “O que devo saber antes
de usar este medicamento? - Interações Medicamentosas”); 3 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
- em pacientes com problema nos rins ou na circulação cardiovascular (ex.: doença vascular renal, insuficiência
cardíaca congestiva, diminuição do volume sanguíneo circulante (depleção do volume), cirurgia de grande porte, septicemia ou evento hemorrágico importante), uma vez que o ácido acetilsalicílico pode aumentar o risco de problema nos rins ou insuficiência aguda dos rins;
- em pacientes que sofrem de deficiência grave de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), o
ácido acetilsalicílico pode induzir a hemólise (ruptura dos glóbulos vermelhos com liberação de hemoglobina) ou anemia hemolítica. Fatores que podem aumentar o risco de hemólise são, por exemplo, altas doses, febre ou infecções agudas;
-
mau funcionamento do fígado;
-
uso de dipirona e medicamentos anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs), como ibuprofeno e naproxeno
(medicamentos para dor, febre ou inflamação) pode interferir nos efeitos inibitórios do ácido acetilsalicílico sobre a agregação plaquetária (vide “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? – Interações Medicamentosas”);
- pacientes com asma brônquica. O ácido acetilsalicílico pode desencadear broncoespasmo (crise de falta de ar) e
induzir ataques de asma ou outras reações de hipersensibilidade. Os fatores de risco são: a presença de asma preexistente, rinite alérgica sazonal (febre do feno), inchaço das mucosas nasais (pólipos nasais) ou doença respiratória crônica. Esse conceito aplica-se também aos pacientes que apresentam reações alérgicas (ex.: reações cutâneas, prurido e urticária) a outras substâncias;
- o ácido acetilsalicílico pode conduzir a uma tendência de aumento de sangramento durante e após cirurgias (inclusive
cirurgias de pequeno porte, como por exemplo, extração dentária);
- o ácido acetilsalicílico, mesmo em baixas doses, reduz a eliminação do ácido úrico e pode desencadear crises de gota
em pacientes predispostos.
- Ao tomar ácido acetilsalicílico, reações alérgicas graves que podem incluir dor no peito e até ataque cardíaco
(síndrome de Kounis) foram relatadas (veja item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Pare de tomar ácido acetilsalicílico e procure atendimento médico imediatamente quando notar dor no peito com reações alérgicas (como erupções cutâneas, falta de ar).
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
Não use este medicamento caso tenha problemas no estômago.
Crianças e adolescentes Produtos contendo ácido acetilsalicílico, como AAS® Protect, não devem ser utilizados por crianças e adolescentes para quadros de infecções virais com ou sem febre, sem antes consultar um médico. Em certas doenças virais, especialmente as causadas por varicela e vírus influenza A e B, há risco da Síndrome de Reye, uma doença muito rara, mas com potencial risco para a vida do paciente, que requer ação médica imediata. O risco pode aumentar quando o ácido acetilsalicílico é administrado concomitantemente na vigência desta doença embora a relação causal não tenha sido comprovada. Vômitos persistentes na vigência destas doenças podem ser um sinal de Síndrome de Reye.
O uso de ácido acetilsalicílico pode causar a Síndrome de Reye, uma doença rara, mas grave, em crianças ou adolescentes com sintomas gripais ou catapora.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas AAS® Protect não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.
Gravidez e amamentação
- Gravidez
Informe imediatamente seu médico, se você descobrir que está grávida durante o tratamento com AAS® Protect. Não se recomenda o uso de medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, a menos que seja realmente necessário. Em caso de necessidade de usodestes medicamentos por mulheres que pretendam engravidar ou durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, as doses e a duração do tratamento devem ser as menores possíveis. Se tomado a partir da 20ª semana de gravidez, AAS® Protect pode causar estreitamento de um vaso sanguíneo (ducto arterioso) no coração do bebê. Se você precisar de tratamento com AAS® Protect, seu médico pode recomendar monitoramento adicional. Durante o terceiro trimestre de gravidez, todos os inibidores da síntese de prostaglandinas podem expor:
- o feto a:
4 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
• toxicidade cardiopulmonar (coração e pulmão) (constrição/fechamento prematuro do ducto arterioso e hipertensão
pulmonar);
• disfunção dos rins, que pode progredir para insuficiência dos rins, com oligoidrâmnios (baixa produção de líquido
amniótico).
- a mãe e a criança no final da gestação a:
• possível prolongamento do tempo de sangramento, um efeito antiagregante que pode ocorrer mesmo após doses
muito baixas;
• inibição das contrações uterinas levando a atraso ou prolongamento do trabalho de parto.
Consequentemente, o ácido acetilsalicílico é contraindicado durante o terceiro trimestre de gestação.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
- Amamentação
Os salicilatos e seus metabólitos passam para o leite materno em pequenas quantidades. Como não foram observados até o momento efeitos adversos na criança (lactente) após uso eventual, em geral, é desnecessária a interrupção da amamentação. Entretanto, com o uso regular ou ingestão de altas doses de AAS® Protect (mais que 150mg/dia), a amamentação deve ser descontinuada precocemente.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
AAS® Protect aumenta:
• o efeito de medicamentos anticoagulantes (medicamentos para evitar a formação de coágulos sanguíneos),
trombolíticos (medicamentos para dissolver os coágulos sanguíneos) e outros inibidores da agregação plaquetária/hemóstase (conjunto de mecanismos que o organismo emprega para coibir hemorragia) e, portanto, aumenta o risco de sangramentos. Se você está em tratamento com AAS® Protect, deve-se ter atenção especial a sinais de hemorragia interna ou externa (ex.: contusões);
• o risco de úlcera e sangramento gastrointestinal se for tomado salicilatos em altas doses com outros anti-
inflamatórios não-esteroidais (medicamentos para dor, febre ou inflamação) medicamentos antirreumáticos e inibidores seletivos da recaptação de serotonina (os antidepressivos mais usados atualmente);
• o dano à mucosa gastrointestinal e prolongamento do tempo de sangramento se for tomada com álcool;
• o efeito de certos medicamentos usados para baixar a taxa de açúcar no sangue em diabéticos (como a insulina e as
sulfonilureias), podendo levar à hipoglicemia;
• os efeitos indesejados do metotrexato (medicamento utilizado para o tratamento de câncer e certos distúrbios
reumáticos): aumento da toxicidade hematológica. É contraindicado o uso concomitante com metotrexato em doses de 15mg/semana ou mais e combinações com metotrexato em doses inferioresa 15mg/semana requerem precauções para o uso;
• o nível sanguíneo de digoxina (medicamento usado principalmente para insuficiência cardíaca);
• a toxicidade do ácido valproico (antiepiléptico).
AAS® Protect diminui a ação de:
• diuréticos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), com ácido acetilsalicílico em altas doses reduz o
sangue filtrado pelos rins;
• alguns medicamentos para baixar a pressão arterial (inibidores da ECA, uma enzima do organismo), com ácido
acetilsalicílico em altas doses reduz o sangue filtrado pelos rins e reduz o efeito na pressão sanguínea alta;
• medicamentos para o tratamento da gota, por exemplo, benzbromarona, probenecida: reduz a eliminação de ácido
úrico, podendo causar crise de gota;
O uso concomitante com dipirona e alguns anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs), como ibuprofeno e naproxeno, reduz a aderência e aglutinação das plaquetas sanguíneas e a prevenção de coágulos sanguíneos (trombos), podendo limitar a proteção de AAS® Protect contra o ataque cardíaco e o derrame. Os glicocorticoides sistêmicos, exceto a hidrocortisona usada na terapia de reposição na doença de Addison (insuficiência da suprarrenal), diminuem a quantidade de salicilato no sangue durante o tratamento com corticosteroides e podem levar a uma superdose de salicilato após a interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteroides, além de um risco aumentado de úlceras e sangramento no sistema gastrointestinal pela utilização concomitante de AAS® Protect e glicocorticoides sistêmicos. 5 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
Portanto, AAS® Protect não deverá ser usado sem orientação médica junto com uma das substâncias acima.
- AAS® Protect e o álcool:
Deve-se evitar tomar bebidas alcoólicas durante o uso de AAS® Protect.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25/comprimido revestido de liberação entérica. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue, pois pode aumentar o risco de sangramentos.
Não use este medicamento caso tenha histórico de asma causada por uso anterior deste ou de outro medicamento com ação parecida ou caso tenha problemas no estômago.
Não tome este medicamento por período maior do que está recomendado na bula ou recomendado pelo médico, pois pode causar problemas nos rins, estômago, intestino, coração e vasos sanguíneos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. AAS® Protect apresenta-se como comprimido branco redondo com um “♥” gravado em um dos lados e o outro liso. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Para uso oral. Tomar os comprimidos revestidos de liberação retardada gastrorresistentes, de preferência pelo menos 30 minutos antes das refeições, com bastante água. Os comprimidos revestido de liberação retardada não devem ser esmagados, quebrados ou mastigados para garantir sua liberação no meio alcalino do intestino. Para o tratamento de ataque cardíaco agudo, o comprimido deve ser esmagado ou mastigado e engolido.
Deve-se tomar a quantidade de comprimidos revestido de liberação retardada indicada pelo médico, nas seguintes situações:
Dosagem:
- Infarto agudo do miocárdio (ataque cardíaco agudo): uma dose inicial de 100 a 300mg é administrada assim que
houver suspeita de infarto do miocárdio. A dose de manutenção é de 100mg a 300mg por dia, por 30 dias após o infarto. Após 30 dias deve-se considerar terapia adicional para prevenção de novo infarto do miocárdio. Por serem comprimidos com revestimento gastrorresistente, para esta indicação a dose inicial deve ser esmagada ou mastigada e engolida para obter a absorção rápida;
-
Antecedente de infarto do miocárdio (ataque cardíaco): 100 a 300mg por dia;
-
Prevenção secundária de derrame (acidente vascular cerebral): 100 a 300mg por dia;
-
Em pacientes com ataques isquêmicos transitórios (AIT): 100 a 300mg por dia;
-
Em pacientes com angina de peito estável e instável: 100 a 300mg por dia;
-
Prevenção do tromboembolismo após cirurgia vascular ou intervenções: 100 a 300mg por dia;
-
Prevenção de trombose venosa profunda e embolia pulmonar: 100 a 200mg por dia ou 300mg em dias alternados;
-
Redução do risco de primeiro infarto do miocárdio (ataque cardíaco): 100mg por dia ou 300mg em dias alternados.
Duração do tratamento
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. 6 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
Informações adicionais para populações especiais
- Pacientes pediátricos:
A segurança e eficácia de AAS® Protect em crianças abaixo de 18 anos não foram estabelecidas. Não há dados disponíveis. Desta forma, AAS® Protect não é recomendado para uso em pacientes pediátricos abaixo de 18 anos.
- Pacientes com insuficiência hepática:
AAS® Protect é contraindicado em pacientes com insuficiência grave do fígado (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). AAS® Protect deve ser utilizado com cautela em pacientes com mau funcionamento do fígado (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
- Pacientes com insuficiência renal:
AAS® Protect é contraindicado em pacientes com insuficiência grave dos rins (vide “Quando não devo usar este medicamento?”). AAS® Protect deve ser utilizado com cautela em pacientes com problema nos rins, uma vez que o ácido acetilsalicílico pode aumentar ainda mais o risco de problema nos rins e insuficiência aguda dos rins (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você tomou uma dose de AAS® Protect menor que a recomendada por seu médico, ou se esqueceu de tomar uma dose, não tome duas doses no próximo uso do medicamento. Continue a tomar AAS® Protect, conforme prescrito pelo seu médico.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas a medicamentos listadas são baseadas em relatórios espontâneos pós-comercializaçãocom todas as formulações de aspirina e ensaios clínicos com aspirina como medicamento em estudo. O cálculo da frequência baseia-se apenas nos dados do braço da aspirina do Ensaio Clínico.
As frequências das reações adversas a medicamentos relatadas com aspirina estão resumidas na tabela abaixo. Os agrupamentos de frequências são definidos de acordo com a seguinte convenção: Comum: (≥ 1/100 a < 1/10), Incomum: (≥ 1/1.000 a < 1/100), Raro: (≥ 1/10.000 a < 1/1.000) As reações adversas a medicamentos identificadas apenas durante a vigilância pós-comercialização e cuja frequência não pôde ser estimada estão listadas em "desconhecida".
Tabela 1: Reações adversas a medicamentos relatadas em Ensaio Clínico ou durante a vigilância pós- comercialização em pacientes tratados com ácido acetilsalicílico.
Classificação do sistema Comum Incomum Rara Desconhecida
corpóreo
Distúrbios Anemia por Anemia Hemólise
sanguíneos e do deficiência de hemorrágica (ruptura do
sistema linfático ferroa glóbulos
vermelhos)b; Anemia hemolítica (anemia por ruptura dos glóbulos vermelhos) b
Distúrbios do Hipersensibilidade; Reação Choque
sistema Hipersensibilidade a anafilática anafilático
imunológico medicamentos; (reação alérgica (reação alérgica
Edema alérgico séria, com grave que surge
(inchaço alérgico) e sintomas graves) rapidamente após
7 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
angioedema o contato com o agente desencadeante)
Tontura Hemorragia Distúrbios do cerebral e sistema nervoso intracranianac (Sangramento dentro da cabeça) Distúrbios do ouvido e Zumbido labirinto
Distúrbios Dificuldade cardíacos cardio-respiratória d (fadiga, falta de ar) Síndrome de Kounis f
Distúrbios vasculares Hematoma Hemorragia; Hemorragia
Hemorragia perioperatória muscular
Distúrbios Epistaxe Congestão nasal Doença
respiratórios, (sangramento respiratória
torácicos e nasal) exacerbada por
mediastinais Rinite aspirina
Distúrbios Dispepsia Sangramento Perfuração de Doença
gastrointestinais (indisposição gengival; Erosão úlcera diafragmática
estomacal); e úlcera gastrointestinal intestinal
Dores gastrointestinais gastrointestinais e abdominais; Inflamação gastrointestinal; Hemorragia do trato gastrointestinalc
Distúrbios Insuficiência Aumento dos
hepatobiliares hepatica (do níveis de
fígado) Transaminases (enzimas do fígado)
Afecções dos tecidos Erupção Urticaria (Erupções
cutâneos e cutânea; avermelhadas que
subcutâneos Prurido causam coceira)
(coceira)
Distúrbios renais Hemorragia do Insuficiência
e urinários trato urogenital renale; Insuficiência
(Sangramento do renal aguda e
aparelho urinário/genital) 8 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
Lesões, Veja item “9. O envenenamentos e que fazer se alguém complicações processuais usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento”
a No contexto de sangramento b No contexto de formas graves de deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) c LT / casos fatais foram relatados na AAS® e placebo com a mesma frequência, <0,1% d No contexto de reações alérgicas graves e Em pacientes com insuficiência renal pré-existente ou circulação cardiovascular prejudicada f Isquemia miocárdica aguda (dolorosa condição cardíaca causada por falta de fluxo sanguíneo para o coração) com ou sem infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ocorrendo como parte de uma reação alérgica (síndrome de Kounis).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de atendimento.
- O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO? A toxicidade por salicilatos (>100mg/kg/dia por mais de 2 dias pode provocar toxicidade) pode ser resultado de intoxicação crônica terapeuticamente adquirida e de intoxicações agudas (superdose) com potencial risco para a vida do paciente, variando de ingestão acidental em crianças a intoxicações eventuais. A intoxicação crônica por salicilatos pode ser insidiosa, visto que pode apresentar sinais e sintomas não específicos. A intoxicação crônica leve por salicilato, ou salicilismo, ocorre normalmente apenas após o uso repetido de doses elevadas. Os sintomas incluem tontura, vertigem, zumbido, surdez, sudorese (transpiração excessiva), náusea e vômito, dor de cabeça e confusão, e podem ser controlados com a redução da dose. Zumbidos podem ocorrer em concentrações plasmáticas de 150 a 300 microgramas/mL. Eventos adversos mais graves ocorrem nas concentrações acima de 300 microgramas/mL. A principal manifestação da intoxicação aguda é um distúrbio grave do equilíbrio ácido/base, que pode variar de acordo com a idade e a gravidade da intoxicação. A acidose metabólica é a forma mais comum entre as crianças. A severidade da intoxicação não pode ser estimada apenas pela concentração plasmática. A absorção do ácido acetilsalicílico pode ser retardada devido à redução do esvaziamento gástrico, formação de concreções no estômago, ou como resultado da ingestão de preparações com revestimento gastrorresistente. O tratamento da intoxicação por ácido acetilsalicílico é determinado pela sua extensão, estágio e sintomas clínicos e de acordo com as técnicas de tratamento padrão para intoxicação. Dentre as principais medidas deve-se acelerar a eliminação do medicamento, bem como o restabelecimento do metabolismo ácido/base e eletrolítico.
Devido aos complexos efeitos fisiopatológicos da intoxicação por salicilatos, sinais e sintomas/achados de investigações podem incluir:
Sinais e Sintomas Achados de investigações Medidas Terapêuticas
Lavagem gástrica, administração Intoxicação leve a moderada repetida de carvão ativado, diurese alcalina forçada Taquipneia (respiração acelerada), Monitoramento de fluidos e
hiperventilação,alcalose Alcalose, alcalúria eletrólitos
respiratória Sudorese (transpiração) Náusea e vômito Lavagem gástrica, administração repetida de carvão ativado, Intoxicação moderada agrave diurese alcalina forçada, hemodiálise em casos graves
9 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
Alcalose respiratória com acidose Monitoramento de fluidos e
metabólica compensatória Acidose, acidúria eletrólitos
Hiperpirexia (febre muito alta) Monitoramento de fluidos e eletrólitos
Respiratórios: variando de
hiperventilação, edema pulmonar não cardiogênico à parada respiratória, asfixia Cardiovasculares: variando Por exemplo: Pressão arterial, de disritmia, pressão sanguínea alteração do eletrocardiograma baixa (hipotensão) à parada cardíaca Por exemplo: Potássio sanguíneo Perdas de fluidos e eletrólitos: baixo (hipocalemia), sódio sanguíneo
desidratação, baixo volume alto (hipernatremia), sódio sanguíneo Monitoramento de fluidos e
urinário (oligúria à insuficiência baixo (hiponatremia), função eletrólitos renal) alterada dos rins (disfunção renal)
Glicose sanguínea alta
Danos no metabolismo da glicose, (Hiperglicemia), glicose sanguínea cetose baixa (hipoglicemia) (principalmente em crianças)
Aumento dos níveis de cetona Zumbidos, surdez Gastrintestinal: sangramentos gastrintestinais
Hematológicos: variando de Por exemplo: prolongamento do
inibição plaquetária à coagulopatia tempo de protrombina,
(alteração na coagulação hipoprotrombinemia
sanguínea) Neurológico: encefalopatia tóxica e depressão do Sistema Nervoso Central com manifestações que variam de letargia, confusão a coma e convulsões
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
10 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
A toxicidade por salicilatos (>100mg/kg/dia por mais de 2 dias pode provocar toxicidade) pode ser resultado de intoxicação crônica terapeuticamente adquirida e de intoxicações agudas (superdose) com potencial risco para a vida do paciente. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Identificação do medicamento
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
AAS® Protect ácido acetilsalicílico
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA.
APRESENTAÇÕES
Comprimido revestido de liberação retardada. Embalagem contendo 20 e 30 comprimidos revestidos de liberação retardada
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de liberação retardada contém:
ácido acetilsalicílico ................................................................................................ .................................................100mg excipientes q.s.p............................................................................................1 comprimido revestido de liberação entérica (celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido de milho, dióxido de silício, hipromelose, macrogol 400, ácido cítrico, dióxido de titânio, Eudragit L-30D, polissorbato 80, talco, trietilcitrato, e simeticona).
2 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
Dizeres legais
III – DIZERES LEGAIS:
Registro:1.7817.0931
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
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11 ® AAS Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
Histórico de alteração da bula
ANEXO B Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do No. Data do N° do Data de Versões Apresentações
Assunto Assunto Itens de bula
expediente expediente expediente expediente aprovação (VP/VPS) relacionadas
10450 – SIMILAR – 11203 - SIMILAR -Notificação de Solicitação de
Alteração de Transferência de Comprimido
07/11/2022 4911052/22-8 19/04/2022 2463621/22-2 08/08/2022 III – Dizeres legais VP/VPS
Texto de Bula - Titularidade de revestido
publicação no Registro (operação Bulário RDC comercial) 60/12 10450 – 4. O que devo saber antes VP SIMILAR – de usar este medicamento? 10450 – SIMILAR – Notificação de Notificação de Alteração de Comprimido
14/03/2023 0252792/23-8 14/03/2023 0252792/23-8 Alteração de Texto de 14/03/2023
Texto de Bula - 5. Advertências e revestido
Bula - publicação no VPS publicação no precauções Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 10450 – SIMILAR – 10450 – SIMILAR – Notificação de Notificação de Alteração de Comprimido
11/04/2025 0503666/25-4 11/04/2025 0503666/25-4 Alteração de Texto de 11/04/2025 III – DIZERES LEGAIS VP/VPS
Texto de Bula - revestido Bula - publicação no publicação no Bulário RDC 60/12 Bulário RDC 60/12 Alteração de Texto de Bula para harmonização 10450 – ao novo marco de SIMILAR – 10450 – SIMILAR – rotulagem onde foram Notificação de Notificação de realizados adequação de Alteração de Comprimido
-
- - - Alteração de Texto de - texto conforme disposto VP/VPS
Texto de Bula - revestido Bula - publicação no na RDC nº 768/2022, bem publicação no Bulário RDC 60/12 como a inclusão de frases Bulário RDC de alerta em atendimento 60/12 a RDC 770/2022 e IN
200/2022.
AAS® Protect – Comprimido Revestido de liberação retardada – Bula para o paciente
Transcrição automática da bula oficial registrada na ANVISA, processada em 8 de jun. de 2026. Conteúdo informativo: em caso de divergência, vale o PDF oficial. Este material não substitui orientação médica ou farmacêutica. Bula de referência: AAS® Protect.